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27 de fev de 2011

O Grande prazer de Andar com Deus - John Flavel (1628 - 1691)



O prazer e o proveito obtidos por contemplar o que Deus faz na providência.
Eu devo agora apresentar-lhes o grande prazer de andar comDeus e ver de perto diariamente Suas providências.
1. Desse modo podem desfrutar de uma íntima comunhão diária com Deus
O Salmo 104 constitui uma meditação sobre as obras da pro­vidência. O salmista diz: "A minha meditação a seu respeito será suave" (versículo 34). A comunhão consiste em duas coisas: Deus Se revelando à alma, e a alma respondendo a Deus. O efeito dessa comunhão sobre nós é visto de quatro modos:
(i) Como no caso de Jacó e outros santos do passado, nós somos levados a sentir que não merecemos nem sequer a mínima das misericórdias de Deus e nem a verdade que Ele tem nos mani­festado. Somos levados a dizer: "Não sou digno da menor de todas as tuas beneficências, e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo" (Gênesis 32:10).

(ii) Nosso amor por Deus é engrandecido quando nos lem­bramos de Suas misericórdias. Todo homem ama as bênçãos de Deus, mas um santo ama o Deus das bênçãos.
(iii) Comunhão com Deus, fruto de meditação nas Suas pro­vidências, faz com que a alma vigie rigorosamente contra o pecado.
(iv) A comunhão nos facilita obedecer e servir ao Senhor. Davi e Josafá também tiveram essa experiência (Salmo 116:12; 11 Crônicas 17:5-6).
Assim, vemos quão maravilhosa é a comunhão que uma almapode ter com Deus através do estudo de Suas providências. Oxalá vocês andassem dessa maneira com Ele! Quando tais efeitos forem produzidos nos seus corações o Senhor dirá: "Os favores pelos quais vocês foram beneficiados, não foram dados em vão!" Ele Se alegrará em lhes fazer o bem, para sempre.
2. Grande parte do prazer da vida cristã provém de contem­plar o que Deus faz na providência. "Grandes são as obras doSenhor, procuradas por todos os que nelas tomam prazer" (Salmo 111:2)
(i) Vejam como diferentes partes do caráter de Deus coope­ram juntas na providência. Às vezes parece que uma se opõe a outra, mas, no fim, elas se harmonizam. "A misericórdia e a ver­dade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram" (Salmo 85:10). Essas palavras se referem a volta de Israel do cativeiro na Babi­lônia. A verdade e a justiça de Deus contidas na promessa que Ele havia feito 70 anos antes, pareciam distantes da experiência de graça e paz com que Israel agora se deparava saindo do cati­veiro! A promessa, feita tantos anos antes, e o cumprimento setenta anos depois, são descritas como dois amigos que riem e se beijam ao se encontrarem depois de longa ausência. Sempre que as pro­messas de Deus e as coisas prometidas se encontram, elas são alegremente aceitas por aqueles que crêem.
(ii) Vocês freqüentemente vêem suas próprias orações e espe­ranças ressuscitando-se da morte, por assim dizer, quando meditam nas obras da providência. Deus tarda em responder nossas orações
e nós dizemos: "Já pereceu a minha força, como também a minha esperança no Senhor" (Lamentações 3:18). Por outro lado, ficamos cheios de conforto quando essas orações são atendidas, posto que havíamos perdido toda esperança de receber qualquer resposta a elas. As vidas de Jó, Jacó e Davi mostram como às vezes eles perderam toda esperança de sobreviver, mas após uma estranha e inesperada obra da providência, suas esperanças e confortos retor­naram e receberam "vida vinda da morte".
(iii) Que grandes bênçãos a providência nos traz daquelas coisas que pensávamos capazes de nos trazer ruína ou miséria. José jamais imaginou, ao ser vendido ao Egito, que isso lhe traria algum benefício; todavia, ele viveu para ver um grande propósito em tudo aquilo (Gênesis 45:5). Quantas vezes nós somos levados a dizer como o salmista: "Foi-me bom ter sido afligido" (Salmo 119:71). A princípio recebemos nossos problemas com lamentos e lágrimas, porém mais tarde os contemplamos com alegria e louva­mos a Deus por eles!
(iv) Que conforto imenso é para uma pessoa — que só vê o pecado em sua vida — ver como Deus a tem em alta estima. Enquanto a providência cuida dela, essa pessoa vê bondade e misericórdia lhe acompanharem todos os dias de sua vida (Salmo 23:6). Outros homens procuram o bem e este foge deles! Mas bondade e misericórdia seguem os filhos de Deus e eles não podem evitar de serem seguidos, embora às vezes eles pequem e saiam do caminho certo. Não há dúvida, o povo de Deus é Seu tesouro e "ele não tira os olhos do justo" (Jó 36:7).
v. O que mais poderia nos dar tanto conforto e alegria neste mundo como o conhecimento de quê tudo que nos acontece ajuda-nos na caminhada para o céu? Apesar dos ventos e marés da providência muitas vezes parecerem estar contra nós, nada é mais certo de que eles estão nos trazendo mais perto de Deus e nos preparando para a glória.
3. Um estudo do que Deus faz pela providência corrigirá .a incredulidade natural dos nossos corações Há uma impiedade natural nos melhores corações, e essa é fortalecida quando nós pensamos erroneamente sobre as obras da providência. Nós somos tentados a dizer como Asafe, "Eis que estes são ímpios; e, todavia, estão sempre em segurança, e se lhes aumentam as riquezas" (Salmo 73:12). Mas se observarmos cuida­dosamente o modo pelo qual Deus castiga homens ímpios, alguns neste mundo, e todos eles no mundo vindouro, nossa fé será plena­mente confirmada. As providências que revelam a sabedoria, poder, amor e fidelidade de Deus em guardar e livrar Seu povo de todos os perigos, tristezas e dificuldades que lhe sobrevêm, são muito evidentes! O Senhor mostra-Se ao Seu povo nessas coisas (Salmo 94:1). Pensem em suas próprias experiências e perguntem-se quem supriu todas as suas necessidades nos tempos difíceis. Foi o Senhor, não foi? "Deu mantimento aos que o temem; lembrar-se-á sempre do seu concerto" (Salmo 111:5). Como é que vocês têm sobrevi­vido a tantos perigos, doenças e acidentes? Não há dúvida de que Deus estava nessas coisas, e que somente pelo Seu cuidado têm sido preservados. A mão de Deus também é vista claramente nas respostas às suas orações. "Busquei ao Senhor, e ele me respondeu, livrou-me de todos os meus temores. Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias" (Salmo 34:4-6). Porventura não descobriram, também a mão de Deus guiando e dirigindo seus passos, de forma que bênçãos nunca imaginadas lhes foram dadas? O povo de Deus Lhe é muito querido. Ele executa todas as coisas para Seus filhos (Salmo 57:2).
4. Fazer anotações do que a providência nos tem feito, será um apoio para a fé em tempos difíceis no futuro
É muito mais fácil para a fé percorrer uma vereda bem co­nhecida do que trilhar uma nova, onde não se pode ver um passo à frente. Quando começamos a crer em Cristo, o mais difícil era o exercer a fé, Todos os atos posteriores de fé se tornaram mais fáceis devido nossas primeiras experiências. Quando nos sobrevêm uma série de problemas, é um grande auxílio poder dizer: "não é a primeira vez que passo por tais provações, mas sempre saí vitorioso". Quando os discípulos se acharam desprovidos de pão, Cristo teve que lembrá-los dos milagres que Ele já fizera anterior­mente (Mateus 16:8-11). Ele chamou-os de homens de "pouca fé" porque eles deveriam ter confiado em Deus, depois de terem visto tanto do Seu poder no passado. Há duas maneiras pelas quais mostramos nossa incredulidade: duvidamos do poder de Deus e duvidamos da Sua disposição para nos ajudar. Os filhos de Israel julgaram que algumas coisas eram impossíveis para Deus. "Poderá Deus porventura preparar-nos uma mesa no deserto? Poderá tam­bém dar-nos pão, ou preparar carne para o seu povo?" (Salmo 78:19-20). Visto que não entendemos o caminho pelo qual o auxí­lio possa vir, achamos que nenhum pode ser esperado. Mas todosesses raciocínios da incredulidade são superados se lembrarmos as nossas experiências anteriores. Deus tem nos ajudado, portanto pode nos ajudar. Ele tem tanto poder e capacidade agora quanto teve no passado.
A incredulidade sempre questiona se Deus será tão bondosoagora quanto foi no passado. Davi e Paulo raciocinaram baseados naquilo que Deus fez no passado, para afirmarem o que Ele faria no presente (I Samuel 17:36; II Coríntios 1:10). Que dúvida pode haver, após tantas provas da bondade de Deus no passado?
Talvez o incrédulo pergunte: como pode uma criatura má e pecadora como eu, esperar que Deus faça isso ou aquilo por mim? Você pode responder que a graça de Deus veio a mim quando eu era pior do que sou agora; portanto esperarei que Sua bondade para mim continue, embora eu não a mereça. "Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" (Romanos 5:10).
5. Lembrarmos de providências passadas será uma motivação para louvor e agradecimento contínuos, os quais são a tarefa dos anjos no céu, e a mais aprazível ocupação de nossas vidas na terra
O salmista disse do povo de Deus no passado: "Cedo, porém, se esqueceram das suas obras (Salmo 106:13). Apesar da providência os ter alimentado de maneira marcante no deserto, eles não deram a Deus o devido louvor (Números 11:6). Mas Davi reuniu todas as suas forças para louvar e agradecer a Deus pelas mise­ricórdias recebidas dEle. "Bendize, ó minha alma ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome" (Salmo 103:1). Não é tanto as bênçãos que a providência nos dá que faz uma pessoa grata ocupar-se em louvar a Deus, e sim a graça e a bon­dade dEle em dá-las. Como Davi diz: "Porque a tua benignidade é melhor do que a vida; os meus lábios te louvarão" (Salmo 63:3). Doar a vida e preservá-la, são preciosos atos da providência; mas a graça que leva Deus a fazer tudo isso é muito melhor do que os atos em si. Nós recebemos bênçãos diariamente, e elas são umbom motivo para sermos gratos. "Bendito seja o Senhor, que de dia em dia nos cumula de benefícios" (Salmo 68:19). A ternura da graça de Deus é vista em Suas providências. "Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece da­queles que o temem (Salmo 103:13). Seus profundos sentimentos, demonstrados enquanto conforta o Seu povo, são como os que uma mãe tem por seu filho (Isaías 49:15). Então, prostrar-nos aos Seus pés em santo louvor pelo modo que Ele graciosamente Se inclina ao nosso baixo plano nos Seus procedimentos, é uma coisa muito agradável.
6. A observação cuidadosa da providência fará com que Jesus Cristo Se torne mais e mais precioso para as suas almas.
Através de Cristo a bondade de Deus chega a nós, e todo louvor volta a Deus por nós. Toda as coisas são nossas, porque nós somos dEle (I Coríntios 3:21-23).

[Áudio] Nosso Cristianismo é Verdadeiro? - J. C. Ryle - (1816-1900)



Autenticidade

Prata de refugo.  Jeremias 6.30

Nada, senão folhas.      Marcos 11.13

Não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade. 1 João 3.18

Que tens nome de que vives e estás morto. Apocalipse 3.1


Se declaramos ser cristãos, procuremos ter certeza de que nosso cristianismo é verdadeiro. O cristianismo verdadeiro não é algo externo a nós mesmos ou temporário; é interno, firme, vivo e duradouro...





Íntima comunhão com Deus – John Flavel -(1628-1691)


Eu devo agora apresentar-lhes o grande prazer de andar com Deus e ver de perto diariamente Suas providências.

Desse modo podem desfrutar de uma íntima comunhão diária com Deus O Salmo 104 constitui uma meditação sobre as obras da providência. O salmista diz: "A minha meditação a seu respeito será suave" (versículo 34), A comunhão consiste em duas coisas: Deus Se revelando à alma, e a alma respondendo a Deus. O efeito dessa comunhão sobre nós é visto de quatro modos:

(i) Como no caso de Jacó e outros santos do passado, nós somos levados a sentir que não merecemos nem sequer a mínima das misericórdias de Deus e nem a verdade que Ele tem nos manifestado. Somos levados a dizer: "Não sou digno da menor de todas as tuas beneficências, e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo" (Gênesis 32:10).

(ii) Nosso amor por Deus é engrandecido quando nos lem¬bramos de Suas misericórdias. Todo homem ama as bênçãos de Deus, mas um santo ama o Deus das bênçãos.

(iii) Comunhão com Deus, fruto de meditação nas Suas providências, faz com que a alma vigie rigorosamente contra o pecado.

(iv) A comunhão nos facilita obedecer e servir ao Senhor. Davi e Josafá também tiveram essa experiência (Salmo 116:12; II Crônicas 17:5-6).

Assim, vemos quão maravilhosa é a comunhão que uma alma pode ter com Deus através do estudo de Suas providências. Oxalá vocês andassem dessa maneira com Ele! Quando tais efeitos forem produzidos nos seus corações o Senhor dirá: "Os favores pelos quais vocês foram beneficiados, não foram dados em vão!" Ele Se alegrará em lhes fazer o bem, para sempre.

2. Grande parte do prazer da vida cristã provém de contemplar o que Deus faz na providência. "Grandes são as obras do Senhor, procuradas por todos os que nelas tomam prazer" (Salmo 111:2)

(i) Vejam como diferentes partes do caráter de Deus coope¬ram juntas na providência. Às vezes parece que uma se opõe a outra, mas, no fim, elas se harmonizam. "A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram" (Salmo 85:10). Essas palavras se referem a volta de Israel do cativeiro na Babilônia. A verdade e a justiça de Deus contidas na promessa que Ele havia feito 70 anos antes, pareciam distantes da experiência de graça e paz com que Israel agora se deparava saindo do cativeiro! A promessa, feita tantos anos antes, e o cumprimento setenta anos depois, são descritas como dois amigos que riem e se beijam ao se encontrarem depois de longa ausência. Sempre que as promessas de Deus e as coisas prometidas se encontram, elas são alegremente aceitas por aqueles que crêem.

(ii) Vocês frequentemente vêem suas próprias orações e esperanças ressuscitando-se da morte, por assim dizer, quando meditam nas obras da providência. Deus tarda em responder nossas orações e nós dizemos: "Já pereceu a minha força, como também a minha esperança no Senhor" (Lamentações 3:18). Por outro lado, ficamos cheios de conforto quando essas orações são atendidas, posto que havíamos perdido toda esperança de receber qualquer resposta a elas. As vidas de Jó, Jacó e Davi mostram como às vezes eles perderam toda esperança de sobreviver, mas após uma estranha e inesperada obra da providência, suas esperanças e confortos retor¬naram e receberam "vida vinda da morte".

(iii) Que grandes bênçãos a providência nos traz daquelas coisas que pensávamos capazes de nos trazer ruína ou miséria. José jamais imaginou, ao ser vendido ao Egito, que isso lhe traria algum benefício; todavia, ele viveu para ver um grande propósito em tudo aquilo (Gênesis 45:5). Quantas vezes nós somos levados a dizer como o salmista: "Foi-me bom ter sido afligido" (Salmo 119:71). A princípio recebemos nossos problemas com lamentos e lágrimas, porém mais tarde os contemplamos com alegria e louvamos a Deus por eles!

(iv) Que conforto imenso é para uma pessoa — que só vê o pecado em sua vida — ver como Deus a tem em alta estima. Enquanto a providência cuida dela, essa pessoa vê bondade e misericórdia lhe acompanharem todos os dias de sua vida (Salmo 23:6). Outros homens procuram o bem e este foge deles! Mas bondade e misericórdia seguem os filhos de Deus e eles não podem evitar de serem seguidos, embora às vezes eles pequem e saiam do caminho certo. Não há dúvida, o povo de Deus é Seu tesouro e "ele não tira os olhos do justo" (Jó 36:7).

v. O que mais poderia nos dar tanto conforto e alegria neste mundo como o conhecimento de que tudo que nos acontece ajuda-nos na caminhada para o céu? Apesar dos ventos e marés da providência muitas vezes parecerem estar contra nós, nada é mais certo de que eles estão nos trazendo mais perto de Deus e nos preparando para a glória.

3. Um estudo do que Deus faz pela providência corrigirá a incredualidade natural dos nossos corações Há uma impiedade natural nos melhores corações, e essa é fortalecida quando nós pensamos erroneamente sobre as obras da providência. Nós somos tentados a dizer como Asafe, "Eis que estes são ímpios; e, todavia, estão sempre em segurança, e se lhes aumentam as riquezas" (Salmo 73:12). Mas se observarmos cuidadosamente o modo pelo qual Deus castiga homens ímpios, alguns neste mundo, e todos eles no mundo vindouro, nossa fé será plena¬mente confirmada. As providências que revelam a sabedoria, poder, amor e fidelidade de Deus em guardar e livrar Seu povo de todos os perigos, tristezas e dificuldades que lhe sobrevêm, são muito evidentes! O Senhor mostra-Se ao Seu povo nessas coisas (Salmo 94:1). Pensem em suas próprias experiências e perguntem-se quem supriu todas as suas necessidades nos tempos difíceis. Foi o Senhor, não foi? "Deu mantimento aos que o temem; lembrar-se-á sempre do seu concerto" (Salmo 111:5). Como é que vocês têm sobrevivido a tantos perigos, doenças e acidentes? Não há dúvida de que Deus estava nessas coisas, e que somente pelo Seu cuidado têm sido preservados. A mão de Deus também é vista claramente nas respostas às suas orações. "Busquei ao Senhor, e ele me respondeu, livrou-me de todos os meus temores. Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias" (Salmo 34:4-6). Porventura não descobriram, também a mão de Deus guiando e dirigindo seus passos, de forma que bênçãos nunca imaginadas lhes foram dadas? O povo de Deus Lhe é muito querido. Ele executa todas as coisas para Seus filhos (Salmo 57:2).

4. Fazer anotações do que a providência nos tem feito, será um apoio para a fé em tempos difíceis no futuro É muito mais fácil para a fé percorrer uma vereda bem conhecida do que trilhar uma nova, onde não se pode ver um passo à frente. Quando começamos a crer em Cristo, o mais difícil era o exercer a fé. Todos os atos posteriores de fé se tornaram mais fáceis devido nossas primeiras experiências. Quando nos sobrevém uma série de problemas, é um grande auxílio poder dizer: "não é a primeira vez que passo por tais provações, mas sempre saí vitorioso". Quando os discípulos se acharam desprovidos de pão, Cristo teve que lembrá-los dos milagres que Ele já fizera anteriormente (Mateus 16:8-11). Ele chamou-os de homens de "pouca fé" porque eles deveriam ter confiado em Deus, depois de terem visto tanto do Seu poder no passado. Há duas maneiras pelas quais mostramos nossa incredulidade: duvidamos do poder de Deus e duvidamos da Sua disposição para nos ajudar. Os filhos de Israel julgaram que algumas coisas eram impossíveis para Deus. "Poderá Deus porventura preparar-nos uma mesa no deserto? Poderá também dar-nos pão, ou preparar carne para o seu povo?" (Salmo 78:19-20). Visto que não entendemos o caminho pelo qual o auxílio possa vir, achamos que nenhum pode ser esperado. Mas todos esses raciocínios da incredulidade são superados se lembrarmos as nossas experiências anteriores. Deus tem nos ajudado, portanto pode nos ajudar. Ele tem tanto poder e capacidade agora quanto teve no passado.

A incredulidade sempre questiona se Deus será tão bondoso agora quanto foi no passado. Davi e Paulo raciocinaram baseados naquilo que Deus fez no passado, para afirmarem o que Ele faria no presente (I Samuel 17:36; II Coríntios 1:10). Que dúvida pode haver, após tantas provas da bondade de Deus no passado?

Talvez o incrédulo pergunte: como pode uma criatura má e pecadora como eu, esperar que Deus faça isso ou aquilo por mim? Você pode responder que a graça de Deus veio a mim quando eu era pior do que sou agora; portanto esperarei que Sua bondade para mim continue, embora eu não a mereça. "Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" (Romanos 5:10).

5. Lembrarmos de providências passadas será uma motivação para louvor e agradecimento contínuos, os quais são a tarefa dos anjos no céu, e a mais aprazível ocupação de nossas vidas na terra O salmista disse do povo de Deus no passado: "Cedo, porém, se esqueceram das suas obras (Salmo 106:13). Apesar da providência os ter alimentado de maneira marcante no deserto, eles não deram a Deus o devido louvor (Números 11:6). Mas Davi reuniu todas as suas forças para louvar e agradecer a Deus pelas misericórdias recebidas dEle. "Bendize, ó minha alma ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome" (Salmo 103:1). Não é tanto as bênçãos que a providência nos dá que faz uma pessoa grata ocupar-se em louvar a Deus, e sim a graça e a bondade dEle em dá-las. Como Davi diz: "Porque a tua benignidade é melhor do que a vida; os meus lábios te louvarão" (Salmo 63:3). Doar a vida e preservá-la, são preciosos atos da providência; mas a graça que leva Deus a fazer tudo isso é muito melhor do que os atos em si. Nós recebemos bênçãos diariamente, e elas são um bom motivo para sermos gratos. "Bendito seja o Senhor, que de dia em dia nos cumula de benefícios" (Salmo 68:19). A ternura da graça de Deus é vista em Suas providências. "Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem (Salmo 103:13). Seus profundos sentimentos, demonstrados enquanto conforta o Seu povo, são como os que uma mãe tem por seu filho (Isaías 49:15). Então, prostrar-nos aos Seus pés em santo louvor pelo modo que Ele graciosamente Se inclina ao nosso baixo plano nos Seus procedimentos, é uma coisa muito agradável.

6. A observação cuidadosa da providência fará com que Jesus Cristo Se torne mais e mais precioso para as suas almas.

Através de Cristo a bondade de Deus chega a nós, e todo louvor volta a Deus por nós. Toda as coisas são nossas, porque nós somos dEle (I Coríntios 3:21-23).

(i) Todas as bênçãos que recebemos nesta vida, bem como todas as misericórdias espirituais e eternas, foram compradas para nós pelo sangue de Cristo. Pela Sua morte Cristo nos restaurou tudo aquilo que o pecado tinha-nos tirado. Juntamente com Cristo, Deus nos dá livremente todas as coisas, a salvação e tudo o que é necessário para conduzir-nos a ela (Romanos 8:32). Tudo de bom que recebemos das mãos da providência, devemos saber, vem pela morte de Cristo.

(ii) Visto que estamos unidos com Cristo, tudo que recebemos da providência se torna uma bênção para nós. Quando estamos em Cristo, temos mais do que perdemos na queda de Adão.

(iii) Os anjos estão a serviço no reino da providência, mas é Cristo quem lhes dá as tírdens. Seja quem for que sirva de meio para seu bem, o comando para que isso seja feito é dado pelo Senhor Jesus Cristo. O cuidado de Cristo pelos cristãos de Da¬masco, fez com que Saulo fosse impedido de destruí-los (Atos 9).

(iv) Como Cristo abriu a porta da graça ao morrer pelos nossos pecados, assim Ele mantém essa porta aberta por estar na presença de Deus intercedendo por nós, para sempre (Apocalipse 5:6; Hebreus 9:24). Se isso não fosse verdade, então cada vez que pecássemos estaríamos estancando a misericórdia divina. Mas, "se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados..." (I João 2:1-2).

(v) As respostas para todas as suas orações são obtidas por Jesus Cristo. Seu nome torna impossível ao Pai negar alguma coisa para vocês, a qual peçam de acordo com Sua vontade (João 15:16). Vejam quanto devem ao seu querido Senhor Jesus Cristo por esse grande e glorioso privilégio!

(vi) O concerto da graça assegura todas as bênçãos que vocês desfrutam, até mesmo o seu pão de cada dia (Salmo 111:5), bem como todas as outras bênçãos espirituais. Este concerto é o novo testamento (acordo) pago pelo Seu sangue (I Coríntios 11:25). Então devem agradecer ao Senhor Jesus Cristo por cada coisa boa que recebem desse concerto.

Mortífero Matadouro de Almas - João Calvino





Concepções Errôneas sobre a Natureza da Igreja


Com seu dilema, não tão prementemente nos arrocham que nosforcem a confessar, ou que a Igreja esteve por algum tempo semimorta, ou que agora estejamos nós em conflito com a Igreja. A Igreja de Cristo certamente tem estado viva, e viva continuará por quanto tempo Cristo reinar à destra do Pai, por cuja mão é ela sustentada, por cuja proteção é guardada, por cujo poder ela retém sua intangibilidade.
Pois ele cumprirá, indubitavelmente, que uma vez prometera,a saber, que haverá de estar com os seus até a consumação do mundo [Mt 28.20]. No momento não sustentamos contra ela nenhuma luta, uma vez que, em pleno consenso com todo o corpo dos fiéis, cultuamos e adoramos ao Deus único e a Cristo, o Senhor [1Co 8.6], nos moldes em que tem sido sempre adorado por todos os piedosos. Entretanto, eles não se desviam pouco da verdade, quando não reconhecem nenhuma Igreja senão aquela que descortinam pela visão natural e a tentam circunscrever aos limites a que, de modo algum, foi elaconfinada.
A controvérsia gira nestes gonzos: primeiro, que eles contendem dizendo que a forma da Igreja é sempre concreta e visível; segundo, que identificam a própria forma com a sé da igreja romana e a ordem de seus prelados. Nós afirmamos, em contrário, não só que a Igreja pode subsistir sem nenhuma expressão visível, nem que ela contém a forma nesse esplendor externo que estultamente admiram, mas, em marca bem diferente, a saber, na pregação pura da Palavra de Deus e na legítima administração dos sacramentos.
Eles se exasperam quando nem sempre podem apontar a Igreja com o dedo. Quão freqüentemente, porém, aconteceu de ela deformar-se ante o povo judeu a tal ponto que não podia ser distinguida por nenhuma aparência? Que forma pensamos haverela refulgido, quando Elias deplorava por ter ficado sozinho? [1Rs 19.14]. Quanto tempo, desde a vinda de Cristo, ela ficou obscura e sem forma? Quantas vezes, desde essa época, ela foi de tal modo oprimida por guerras, por revoltas, por heresias, que em parte alguma fosse contemplada com esplendor? Se porventura tivessem vivido nesse tempo, teriam crido existirentão alguma Igreja? Elias, porém, ouviu que foram conservados sete mil homens que não tinham dobrado os joelhos diante de Baal [1Rs 19.18]. Tampouco nos deve pairar alguma dúvida de que Cristo sempre reinou na terra, desde que subiu ao céu. Com efeito, se então os piedosos houvessem requerido alguma forma perceptível aos olhos, porventura não teriam prontamente cedido ao desânimo?
Aliás, já em seu século, Hilário havia considerado ser um mal superlativo que, tomados de estulta admiração pela dignidade episcopal, não se apercebiam que se ocultava por debaixo dessa máscara mortífera e sinistra, porque assim fala contra Auxêncio: “De uma coisa vos advirto: Guardai-vos do Anticristo! Pois é mal que de vós se haja apoderado o amor às paredes, mal que venerais a Igreja de Deus em tetos e edifícios, mal que sob essascoisas introduzis o nome de paz. Porventura é passível de dúvida que nestes o Anticristo haverá de assentar-se? A mim mais seguros são as montanhas, as florestas, os lagos, os cárceres e as furnas. Pois nestes, profetiza o Profeta, ou habitam, ou são lançados.”
Entretanto, o que hoje o mundo venera em seus bispos cornudos, senão que  presume serem santos prelados da religiãoaqueles a quem vê presidirem às cidades de maior renome? Fora, portanto, com tão estulta admiração! Antes, pelo contrário, uma vez que só ele sabe quem são os seus [2Tm 2.19], permitamos ao Senhor isto: às vezes ele até mesmo priva a visão dos homens da percepção exterior de sua Igreja. Confesso que isso é o que merece a impiedade dos homens; por que porfiamosnós em opornos à justa vingança de Deus? Em moldes como esses, o Senhor puniu em tempos idos a ingratidão dos homens. Ora, visto que não quiseram obedecer-lhe à verdade, e sua luz extinguiram, quis ele que, tornando-se cegos em seu entendimento, não só fossem enganados por falsidades absurdas, mas ainda imersos em trevas profundas, de tal sorte que não se evidenciasse nenhuma expressão exterior da verdadeira Igreja.
Contudo, em todo o tempo em que ela foi extinta, ele preservou os seus, ainda que não só dispersos, mas até mesmo submersos em meio aos erros e às trevas. Nem é de admirar, pois, que soube preservá-los tanto na própria confusão de Babilônia, quanto na chama da fornalha ardente.
Entretanto, o fato de quererem julgar a forma da Igreja em função de não sei que vã pompa, o quanto isso é perigoso, e para que a exposição não se prolongue desmedidamente, o indicarei em poucas palavras, em vez de tecer-lhe longa consideração.
O pontífice, insistem, que ocupa a sé apostólica, e quantos foram por ele ungidos e consagrados sacerdotes, uma vez que sejam assinalados por suas mitras e báculos, representam a Igreja e devem ser tidos como a Igreja. Por isso eles não podem errar. Por quê? Porque são pastores da Igreja e consagrados ao Senhor. E porventura Arão e os demais guias de Israel não eram pastores? Contudo Arão e seus filhos, já investidos sacerdotes, no entanto erraram quando forjaram o bezerro [Ex 32.4]. Segundo este raciocínio, por que não teriam representado a Igreja aqueles quatrocentos profetas que mentiam a Acabe? [1Rs 22.11, 12]. A Igreja, porém, estava do lado de Micaías, por certo um homem sozinho e desprezível, de cuja boca, entretanto, procedia a verdade.
Porventura os profetas não levavam diante de si não só o nome, como também a forma da Igreja, quando à uma se insurgiram contra Jeremias e, ameaçadores, se jactavam de que não era possível que a lei perecesse ao sacerdote, o conselho ao sábio, a palavra ao profeta? [Jr 18.18]. Jeremias é enviado sozinho contra toda essa horda de profetas, para que da parte do Senhor denunciasse que acontecerá que a lei perecerá ao sacerdote, o conselho ao sábio, a palavra ao profeta! [Jr 4.9].
Por acaso não refulgia tal esplendor naquela assembléia que os sacerdotes, os escribas e os fariseus reuniram a fim de captar pareceres acerca de como tirariam a vida a Cristo? [Mt 26.3, 4; Jo 11.47-53; 12.10]. Que se vão agora e se apeguem à máscara exterior, e assim se façam cismáticos a Cristo e a todos os profetas de Deus; por outro lado, que façam dos ministros de Satanás órgãos do Espírito Santo! Ora, se estão falando a sério, respondam-me em boa fé: entre que agentes e lugares pensam que a Igreja residia depois que, por decreto do Concílio de Basiléia, Eugênio foi deposto e alijado do pontificado e Amadeu investido em seu lugar?
Ainda que se arrebentem, não podem negar que, no que tange à exterioridade, esse Concílio foi legítimo, além de tudo convocado não apenas por um pontífice, mas por dois. Eugênio foi ali condenado de cisma, rebelião contumácia, juntamente com todo o bando de cardeais e bispos que haviam com ele maquinado a dissolução do Concílio. Entretanto, mais tarde apoiado no favor dos príncipes, recuperou integralmente o pontificado. Em fumaça se desfez essa eleição de Amadeu, solenemente consumada que fora pela autoridade de um sínodo geral e sacrossanto, exceto que o supracitado Amadeu foi aplacado em virtude de um chapéu cardinalício, como um cão a ladrar se cala quando lhe é tirado naco de carne. Do grêmio desses hereges rebeldes e contumazes procedeu tudo quanto em seguida tem havido de papas, cardeais, bispos, abades, padres.
Neste ponto, impõe-se agarrá-los e imobiliza-los. Pois, a qual das duas facções conferirão o nome de Igreja? Porventura negarão que foi esse um Concílio Geral, de nada carecendo quanto à majestade exterior, já que, em verdade, foi solenemente convocado por duas bulas, consagrado mediante o legado da sé romana a presidi-lo, em todas as coisas devidamente conformado às normas regulamentares, a conservar-se sempre na mesma dignidade até o fim? Declararão Eugênio cismáticos com toda sua coorte, pela qual foram todos consagrados? Portanto, ou definam a forma da Igreja em outros termos, ou, por mais numerosos que sejam, serão por nós tidos comocismáticos quantos, cônscia e deliberadamente, foram ordenados por hereges.
E se nunca antes se fizesse evidente que a Igreja não se prende a pompas externas, eles próprios podem dizer-nos que dissoconstitui prova abundante, visto que, sob esse pomposo nome de Igreja, por tanto tempo orgulhosamente se apregoaram ao mundo, quando, entretanto, não passavam de pestes mortíferas à Igreja. Não estou me referindo a seus costumes e àqueles atos hediondos de que empanturra o viver de todos, quando, como os fariseus, dizem que devem ser ouvidos, não imitados [Mt 23.3].
Se devotares um pouco de teu lazer a ler estas nossasponderações, sem sombra de dúvida reconhecerás que a própria,sim, a própria doutrina, à base da qual argúem que devem ser tidos como sendo a Igreja, não passa de mortífero matadouro de almas, tocha incendiária, ruína e destruição da Igreja.

As perguntas erradas e as certas - John Piper



A ética ruinosa de meramente evitar


Uma das marcas dessa mentalidade do tempo da paz é o que chamo de uma ética da evitação. Em tempo de guerra nós fazemos perguntas diferentes sobre o que fazer com a vida do que fazemos em tempo de paz. Perguntamos: que posso fazer para avançar a causa? Que posso fazer para trazer a vitória? Que sacrifício posso fazer ou que risco posso assumir para asse¬gurar a alegria do triunfo? Em tempo de paz nossa tendência é perguntar: que posso fazer para ficar mais confortável? Para me divertir mais? Para evitar problema e, possivelmente, evitar pecado?

Se vamos pagar o preço e aceitar os riscos que custarão para fazer pessoas alegres em Deus, nós vamos além da ética de evitação. Esse modo de vida é totalmente inadequado para despertar as pessoas para a beleza de Cristo. Evitar dificuldades terríveis e comportamentos proibidos não impressiona a quase ninguém. A ética da evitação sozinha não recomenda Cristo nem glorifica Deus. Há muitos incrédulos disciplinados que evitam os mesmos comportamentos que os cristãos evitam. Jesus nos chama para algo muito mais radical do que isso.

As perguntas erradas e as certas

Pessoas que se contentam com a ética de evitar geralmente fazem a pergunta errada sobre comportamento. Elas perguntam: o que há de errado com isso? O que há de errado nesse filme? Ou nessa música? Ou nesse jogo? Ou nesses companheiros? Ou nesse modo de relaxar? Ou nesse investimento? Ou nesse restaurante? Ou em fazer compras nessa loja? O que há de errado em ir à casa de praia todo fim de semana? Ou possuir um lugar para férias? Esse tipo de pergunta raramente vai resultar num estilo de vida que recomenda Cristo como quem satisfaz a tudo e torna as pessoas alegres em Deus. Simplesmente resulta numa lista de coisas para "não fazer". Alimenta a ética da evitação.

As melhores perguntas para fazer sobre comportamentos possíveis são: como isso me ajudará a ter Cristo como tesouro mais precioso? Como isso me ajudará a mostrar que eu tenho Cristo como tesouro? Como me ajudará a conhecer Cristo ou demonstrar Cristo? A Bíblia diz: "Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (ICo 10.31). Então a pergunta é principalmente positiva, não negativa. Como posso retratar Deus como glorioso nessa ação? Como posso me deleitar glorificando-o nesse comportamento?

Série Livros para Ler - Paul Washer – O Único Deus Verdadeiro: Lição Quatro



“Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus.”
- Salmo 90:2-

“Porque Eu, o Senhor, não mudo”
- Malaquias 3:6 -

LIÇÃO QUATRO – DEUS É ETERNO, AUTO-EXISTENTE, E IMUTÁVEL


DEUS É ETERNO

Um dos mais incríveis atributos de Deus e um dos muitos que O distingue de toda a criação, é a Sua eterna existência – Ele não teve início nem terá fim. Nunca houve um tempo em que Ele não tenha existido e nunca haverá outro em que Sua existência cessará. Ele é antes de todas as coisas e permanecerá depois de todas as coisas terem passado. A eternidade de Deus não significa simplesmente que Ele tem e irá existir por um número infinito de anos, mas também que Ele é atemporal e perene, sempre existindo e nunca mudando. Nenhuma outra pessoa ou coisa criada compartilha esse atributo com Ele. Nós somos por apenas um momento, mas Ele é para sempre. Nós fomos causados por Ele, mas Ele não foi causado por ninguém. Nós dependemos Dele para nossa própria existência, mas Ele não depende de nada. Nossa existência terrena passa como a areia na ampulheta, mas Ele sempre permanece. Ele era Deus, é Deus, e será Deus para sempre.
1. Nas Escrituras, o nome de alguém tem uma grande importância e frequentemente revela algo sobre a pessoa que o carrega. Quais são os nomes dados a Deus nos seguintes versículos, e o que eles nos ensinam acerca de Sua eternidade?
a. EU S______ O QUE S______ (Êxodo 3:14). A ideia que é comunicada nessa frase é que a existência é um atributo da própria natureza de Deus. Diferente do homem, Deus não deseja ou faz algum esforço para existir. Ele simplesmente é.
b. O E______________ Deus (Isaías 40:28). Aquele que é eterno irá durar para sempre.Aplicando isso a Deus, a palavra não somente se refere ao futuro, mas ao passado. Não apenas Ele sempre será, mas Ele sempre tem sido.
c. O A__________ de D________ (Daniel 7:9). Quando usada para se referir ao homem, a palavra ancião normalmente denota idade avançada e fraqueza da mente e do corpo. Quando usada se referindo a Deus, ela denota a grandeza, esplendor, poder, e sabedoria Daquele que era antes da própria fundação do mundo e continuará quando o mundo houver passado.
d. O A_________ e o Ô_____________ (Apocalipse 1:8). A primeira e a última letra do alfabeto grego. É uma maneira criativa de comunicar que Deus é o primeiro e o último (veja Isaías 44:6). Ele é antes de todas as coisas e continuará quando todas as coisas houverem passado.
2. Tendo considerado os nomes de Deus que falam de Sua eterna natureza, nós iremos agora considerar algumas das mais importantes declarações feitas nas Escrituras. O que os seguintes versículos nos ensinam sobre a eterna natureza de Deus e Seu relacionamento com Sua criação? Como eles demonstram Sua grandeza?
Jó 36:26
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Salmo 90:2
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Salmo 90:4
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II Pedro 3:8
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3. Deus é eterno, sem início ou fim. Quais são as implicações de Sua eternidade para toda a Criação, e especialmente para o povo de Deus? O que os seguintes versículos nos ensinam? Escreva seus pensamentos.
a. O Reino de Deus é eterno:
Jeremias 10:10
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Salmo 145:13
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Salmo 45:6
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b. A Palavra de Deus é eterna:
Isaías 40:6-8; I Pedro 1:24-25
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c. A Sua Salvação e Cuidado pelo Seu povo são eternas:
Deuteronômio 33:27
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Salmo 48:14
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Salmo 102:27-28
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Isaías 26:3-4
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Isaías 40:28-31
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Mateus 28:20
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4. Qual deve ser a nossa resposta diante da verdade da eternidade de Deus? Qual deve ser nossa atitude e como devemos viver diante Dele? O que os seguintes versículos nos ensinam?
I Crônicas 16:36
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Daniel 4:34
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I Timóteo 1:17
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DEUS É AUTO-EXISTENTE

Uma das mais verdades sobre Deus que mais gera temor e humildade é que Ele é absolutamente livre de qualquer necessidade ou dependência. Sua existência, a plenitude de Sua vontade, e Sua felicidade ou beneplácito não dependem de ninguém ou de nada fora de Dele mesmo. Ele é o único ser que é verdadeiramente auto-existente, auto-sustentador, auto-suficiente, independente, e livre. Todos os outros seres derivam suas vidas e felicidade de Deus, mas tudo que é necessário para a Existência de Deus e perfeita felicidade é encontrada Nele mesmo. Deus não possui falta ou necessidade, e não é dependente de ninguém. Ensinar ou mesmo sugerir que Deus fez o homem porque Ele estava solitário ou incompleto é absurdo e até mesmo blasfemo. A Criação não é o resultado de alguma falta em Deus, mas o resultado de Sua plenitude ou do transbordar de Sua abundância. Ensinar que Deus de alguma forma precisa da nossa ajuda para fazer as coisas funcionarem corretamente no mundo é igualmente absurdo e blasfemo. Ele não criou porque tinha uma necessidade, mas porque Ele desejou fazer conhecida a superabundância de Suas perfeições, glória e bondade.
1. Nas Escrituras, um nome tem um grande significado, por isso frequentemente revela algo sobre uma pessoa ou sobre seu caráter. Qual o nome que Deus atribuiu a Si mesmo em Êxodo 3:14? O que ele nos comunica sobre Sua auto-suficiência?
a. EU S_____ O QUE S_____ (Êxodo 3:14). O nome demonstra que a Existência de Deus não foi causada, nem que ela depende de algo ou alguém fora Dele mesmo. É a natureza de Deus existir e portanto Ele simplesmente é – sem esforço. Deus não tem nenhuma necessidade que precisa ser encontrada, nenhum vazio que deve ser preenchido, e nenhum propósito que precisa da ajuda de outros. Em I Coríntios 15:10, o apóstolo Paulo declara aquilo que é verdade para todo homem, “ Pela de Graça de Deus eu sou o que sou.” Somente Deus é capaz de declarar, “EU SOU O QUE SOU pela virtude de minhas próprias perfeições e poder.”
2. O que os seguintes versículos nos ensinam sobre a auto-existência, auto-suficiência, ou plenitude de Deus? Com tal atributo demonstra a Grandeza de Deus?
Salmo 36:9
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João 5:26
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Nota: A vida de Deus ou existência não é derivada de ninguém e de nada fora de Si mesmo. Ele é vida. É Sua própria natureza existir. A existência de todas as outras coisas – visíveis e invisíveis, animadas ou inanimadas, depende Dele. Somente Deus é realmente livre de necessidade ou dependência.
3. A auto-suficiência de Deus é uma declaração de Sua infinita grandeza e Sua posição exaltada acima de Sua criação. Todas as coisas dependem Dele para Sua própria existência e, no entanto Ele não depende de ninguém. Em Atos 17:22-31, nós encontramos o sermão do Apóstolo Paulo para os filósofos Epicureus e estóicos na colina de Marte. Nos versos 24-25, ele refuta a concepção idólatra fazendo três muito importantes declarações sobre o Único Deus Verdadeiro. O que estas declarações nos ensinam sobre a auto-suficiência de Deus e Seu relacionamento com Sua criação?
a. Deus não habita sem santuários feitos por mãos (v. 24).
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b. Deus não é servido por mãos humanas (v. 25).
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c. Deus não precisa de nada (v.25).
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4. Para concluir nosso estudo sobre a auto-suficiência de Deus, iremos considerar o Salmo 50:-8-15. O que esses versículos nos ensinam sobre a auto-suficiência de Deus e nosso relacionamento com Ele? Deus precisa de algo que venha de nós? O que Deus deseja de Seu povo?
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DEUS É IMUTÁVEL

A palavra imutável vem do Latin immutabilis [in ou im, não + mutabilis, mutável ou alteração]. Outras palavras como inalterável, constante, fiel são também proveitosos para a compreensão desse atributo divino. A imutabilidade de Deus significa que Ele nunca muda em Seus atributos ou conselhos. Deus não cresce, evolui, ou desenvolve porque Ele já é perfeito. Ele não pode reduzir, deteriorar, ou regredir porque sendo assim Ele não seria mais Deus. O que Deus é, Ele sempre tem sido, e sempre será. Ele não muda Sua mente, ou sobrepõe um decreto sobre o outro. Ele não faz uma promessa e depois muda Seu voto. Ele não ameaça e depois deixa de cumprir. Isso é especialmente confortante, já que a possibilidade do Deus Todo-Poderoso repentinamente se tornar mal ou de súbito mudar Sua mente é completamente terrível. A imutabilidade de Deus é um dos mais importantes atributos porque Ele nos garante que Ele e Sua Palavra serão os mesmos ontem, hoje e para sempre. Ele é o único constante no Universo, o único Ser Digno de absoluta confiança.
1. Nas Escrituras, um nome tem um grande significado, normalmente revelando algo sobre a pessoa que o carrega. Quais são os nome dados a Deus nos seguintes versículos e o que Ele nos ensinam sobre Sua imutabilidade?
a. EU S____ O QUE S____ (Êxodo 3:14). O nome é derivado do verbo hebraico hayah, que significa Ser ou Existir. Aponta não somente para a eterna natureza de Deus e auto-existência, mas também para Sua imutabilidade. Ele não apenas sempre é, mas sempre é o mesmo.
b. A R__________ (Deuteronômio 32:4). Esse nome precisa de um pequeno esclarecimento. Dentro da criação há poucas coisas mais permanentes ou imutáveis do que as pedra e rochas, e as montanhas que elas formam. É um conforto saber que até mesmo essa metáfora é inadequada. Quando todas as rochas dessa terra virarem pó, Deus permanecerá inalterado.
2. Tendo considerado os nome de Deus que falam sobre Sua imutabilidade, nós agora nos voltaremos para algumas das mais importantes declarações feitas nas Escrituras. O que elas nos ensinam acerca da natureza inalterável de Deus e Seu relacionamento com Sua criação? Como eles demonstram Sua grandeza?
Salmo 102:25-27
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Malaquias 3:6
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Hebreus 13:8
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Tiago 1:17
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3. Tendo considerado os muitos versículos que falam sobre a imutabilidade da natureza de Deus, agora iremos considerar aquelas passagens que falam especificamente sobre a imutabilidade de Sua Palavra e Conselho. O que os seguintes versículos nos ensinam sobre a natureza imutável deles? O que eles nos ensinam acerca do relacionamento de Deus com Sua criação – especialmente com o homem?
I Samuel 15:29
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Números 23:19
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Salmo 33:11
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Nota: Em I Samuel 15:29, as Escrituras declaram que Deus “não é homem, para que se arrependa”. Por essa passagem e por outras, está claro que a imutabilidade de Deus se estende até mesmo ao Seu conselho e vontade. Ele é perfeito em sabedoria e portanto não erra no que Ele decreta; Ele é Todo-Poderoso e conseqüentemente é capaz de fazer tudo o que Ele decidiu. Mas como nós reconciliamos esse ensinamento com outros versículos quem parecem ensinar o contrário? Em Gênesis 6:6, Deus “se arrependeu de ter feito o homem.” Em Êxodo 32:9-14, o Senhor “se arrependeu” a respeito de destruir a nação desobediente de Israel. Finalmente, em Jonas 3:10, Deus ”se abrandou” concernente à calamidade que Ele tinha declarado que traria à cidade de Nínive. As Escrituras se contradizem? Deus de fato muda Sua decisão? A resposta não é tão complexa ou misteriosa como alguns podem pensar.
As Escrituras claramente ensinam que as perfeições de Deus, propósitos, e as promessas são sempre as mesmas. Mas isso não significa que Seu relacionamento e disposição ante Sua “sempre inconstante” criação, não possa variar. Gênesis 6:6 simplesmente se refere à Santa resposta de Deus ao pecado do homem e Sua determinação de apagar o homem da face da terra – v.7 (o mesmo em I Samuel 15:11,26). Em Êxodo 32:9-14, Deus “se arrependeu” em relação à destruição de Israel como uma resposta graciosa à oração de Moisés (uma oração que Deus conduziu e capacitou poderosamente Moisés para fazê-la). Em Jonas 3:4-10, Deus simplesmente “se abrandou” em relação à destruição de Nínive quando Nínive “comoveu-se” com seu pecado. Essas passagens são lembretes para nós que a imutabilidade de Deus não significa imobilidade. Ele não muda, mas Ele não é estático, apático, e não-envolvido com Sua criação. Ele é dinâmico e interage com Sua Criação. Ele sempre é o mesmo, mas Seu relacionamento e comportamento com homens mutáveis irão variar de acordo com a resposta deles à Ele (Jeremias 18:7-10; Ezequiel 18:21-24). Isso não é uma contradição à Sua imutabilidade, mas é a prova dela. Ele sempre irá responder às ações humanas de uma maneira consistente com Seus inalteráveis atributos.
4. É importante entender que a imutabilidade de Deus não somente depende de Sua perfeição, mas também de Seu poder. Deus não seria imutável se existisse algum ser ou poder maior que Ele mesmo que poderia O reprimir ou manipular. O que os seguintes versículos nos ensinam sobre a soberania e poder de Deus? Existe algum ser ou coisa criada que pode “mudar” Deus?
Isaías 14:24
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Isaías 46:9-10
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Daniel 4:34-35
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Copyright © 2004- Por: Paul David Washer, Sociedade Missionária HeartCry. Website: heartcrymissionary.com
Publicado por: Granted Ministries Press, uma divisão de Granted Ministries.
Tradução: Voltemos ao Evangelho.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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