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23 de dez de 2010

Eu sou um cristão secreto


Um "cristão secreto" é um cristão perseguido cuja vida corre perigo constante por ele estar seguindo Jesus. Na maioria das vezes, um cristão secreto é convertido do islamismo, mas pode ser encontrado em outras culturas também. Por se converter, ele foi agredido ou ameaçado por seu governo, seus amigos e até pela própria família. Cristãos secretos têm necessidades únicas que só podem ser supridas pelo apoio dos demais membros do Corpo de Cristo.

Em 2011, a Missão Portas Abertas convida você a conhecer os cristãos secretos.

Pisando os Átrios: Deus Quer Santidade e Compromisso!


Paul Washer - O essencial do Evangelho


Quando os Sofrimentos se tornam Bençãos - J. C. Ryle



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Lucas 1.5-12

O primeiro acontecimento narrado neste evangelho é a súbita aparição de um anjo a um sacerdote judeu chamado Zacarias. O anjo anuncia-lhe que milagrosamente ele se tomará pai de um menino e que esse menino será o precursor do Messias prometido há muito tempo. A Palavra de Deus havia predito claramente que, na vinda do Messias, alguém O precederia, a fim de preparar-Lhe o caminho (Ml 3.1). A sabedoria de Deus providenciou as coisas de tal modo que o precursor nasceria na família de um sacerdote.

Não podemos compreender claramente, em nossos dias, a imensa importância do anúncio feito por esse anjo. Para um judeu piedoso deve ter sido boas-novas de grande alegria! Foi o primeiro comunicado de Deus para Israel desde a época de Malaquias. O longo silêncio de quatrocentos anos foi quebrado. O anúncio do anjo dizia ao crente israelita que as semanas proféticas de Daniel se cumpriam completamente (Dn 9.25), que a mais preciosa promessa de Deus finalmente estava para se cumprir e que estava para surgir "a semente" por meio da qual todas as nações da terra seriam abençoadas (Gn 22.18 - ARC). Precisamos nos colocar no lugar de Zacarias, a fim de tributarmos a estes versículos o seu devido valor.

Primeiramente, observemos nesta passagem o belo testemunho proferido sobre o caráter de Zacarias e de Isabel. Somos informados que "ambos eram justos diante de Deus" e viviam "irrepreensivelmente em todos os preceitos e mandamentos do Senhor". Pouco importa se interpretamos a expressão "eram justos" como uma referência à justiça imputada ao crente no ato de sua justificação ou à justiça realizada no íntimo dos crentes por operação do Espírito Santo, no processo de santificação. Esses dois tipos de justiça nunca estão dissociados. Não existe qualquer "justo" que não seja santifícado e qualquer "santo" que não seja justificado. Basta saber que Zacarias e Isabel possuíam a graça divina, quando esta era muito rara, e observaram com devoção consciente todos os exaustivos preceitos da lei cerimonial, em uma época quando poucos israelitas se importavam com eles, exceto na aparência.

O que realmente chama a nossa atenção é o exemplo que esse casal santo oferece aos crentes. Todos devemos nos esforçar para servir a Deus fielmente e fazer brilhar toda a nossa luz, assim como eles o fizeram. Não esqueçamos as claríssimas palavras das Escrituras: "Aquele que pratica a justiça é justo" (1 Jo 3.7). Felizes são as famílias cristãs das quais podemos testemunhar que ambos, marido e mulher, são "justos" e se empenham para ter uma consciência livre de ofensas diante de Deus e dos homens (At 24.16).

Em segundo, observemos nesta passagem a árdua provação que Deus se agradou em trazer a Zacarias e Isabel. Eles "não tinham filhos". Um crente moderno dificilmente pode compreender o significado completo dessas palavras. Ao judeu da antigüidade elas transmitiam a idéia de uma aflição bastante severa. A esterilidade era uma das mais amargas experiências (1 Sm 1.10). A graça de Deus não torna uma pessoa imune a qualquer problema. Ainda que esse sacerdote santo e sua esposa eram "justos", eles tinham um "espinho na carne". Lembremos isto, se servimos a Cristo, e não nos assustemos com as provações. Ao invés disso, creiamos que uma mão de perfeita sabedoria está avaliando qual deve ser a nossa porção e que, ao disciplinar-nos, Deus visa fazer-nos "participantes da sua santidade" (Hb 12.10). Se as aflições nos levam para mais perto de Jesus, da Bíblia e da oração, elas são bênçãos! Talvez não pensemos assim. Mas pensaremos, quando acordarmos no mundo vindouro.

Em terceiro, observemos nesta passagem o instrumento pelo qual Deus anunciou o nascimento de João Batista. "Apareceu um anjo do Senhor" a Zacarias. Sem dúvida alguma, o ministério dos anjos é um assunto profundo. Em nenhuma outra parte da Bíblia encontramos menção tão freqüente aos anjos quanto na época do ministério terreno de nosso Senhor. Em nenhuma outra época lemos sobre tantas aparições de anjos quanto durante a encamação de Jesus e sua vinda ao mundo. O significado dessa circunstância é muito claro: a igreja deveria compreender que o Messias não é um anjo; é o Senhor dos anjos e dos homens. Os anjos anunciaram a sua vinda, proclamaram o seu nascimento, regozijaram-se quando Ele surgiu. E, ao fazerem tais coisas, deixaram bem claro a seguinte verdade: Aquele que veio para morrer pelos pecadores não era um dentre os anjos, era Alguém superior a eles — o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Acima de tudo, há uma coisa a respeito dos anjos que não devemos esquecer: eles se interessam profundamente pela obra de Jesus e pela salvação que Ele providenciou. Cantaram louvores sublimes quando o Filho de Deus veio para estabelecer a paz entre Deus e o homem, por intermédio de seu sangue. Regozijam-se quando pecadores se arrependem, quando homens se tornam filhos na família do Pai celestial. Deleitam-se em ministrar aos herdeiros da salvação. Enquanto estamos nesta terra, esforcemo-nos para ser como os anjos, tendo a maneira de pensar deles e compartilhando de suas alegrias. Este é o modo de estar em sintonia com o céu. As Escrituras afirmam sobre aqueles que lá entram: são "como os anjos" (Mc 12.25).

Finalmente, observemos nesta passagem o efeito que o aparecimento do anjo produziu na mente de Zacarias. Esse homem justo "turbou-se, e apoderou-se dele o temor". A sua experiência é exatamente a mesma de outros santos que passaram por situações semelhantes. Moisés diante da sarça ardente, Daniel às margens do rio Tigre, as mulheres no sepulcro de Jesus e o apóstolo João na ilha de Patmos — todos demonstraram temor semelhante ao de Zacarias. Assim como ele, esses outros santos tremeram e sentiram medo, quando contemplaram visões de coisas pertencentes ao outro mundo.

Como explicar esse temor? Existe apenas uma resposta: esse temor surge de nosso senso íntimo de fraqueza, culpa e corrupção. A visão de um habitante celestial inevitavelmente nos faz lembrar de nossa própria imperfeição e inconveniência natural para nos apresentarmos diante de Deus. Se os anjos são excessivamente grandes e tremendos, como será o Senhor deles?

Devemos bendizer a Deus porque temos um poderoso Mediador entre Ele e nós, Jesus Cristo, homem. Crendo nEle, podemos nos aproximar de Deus com intrepidez, esperando sem temor o Dia do Juízo. Quando os anjos poderosos saírem para ajuntar os eleitos de Deus, esses não terão motivo para ficar com medo. Os anjos são conservos e amigos dos eleitos de Deus (Ap 22.9).

Devemos tremer ao pensar no terror que sobrevirá aos ímpios naquele dia! Se mesmo os justos sentem-se perturbados por uma aparição súbita de espíritos amáveis, qual será a reação dos ímpios quando os anjos vierem para recolhê-los como palha destinada à fogueira? Os temores dos justos não têm fundamento e são efêmeros. Quando se manifestarem os temores dos perdidos, ficará comprovado que os ímpios tinham motivos corretos para esses temores, que permanecerão para sempre.

Meus Pecados - “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados". (Lamentações 3:39)





Nesta passagem extraída do belíssimo livro de Lamentações de Jeremias – livro que revela o coração desse notável profeta, e o seus sentimentos para com a nação judaica – nos leva a algo interessante: o pecado traz consequências.
Quando ele pergunta “de que se queixa, pois, o homem vivente?”, os israelitas estavam se queixando do sofrimento que estavam vivendo, das moléstias, derrotas, miséria, consequências do justo juízo de Deus, enfim, males trazidos pela própria mão de Deus. Isso os levava a se queixarem, como se dissessem: por que estou passando isso? Que tempo ruim, que tempo difícil, quanta peste, quanta desgraça, quanta destruição, não aguentamos mais! Entretanto o versículo continua assim: “queixe-se cada um dos seus pecados”. O profeta está ensinando que os sofrimentos foram causados pelos pecados, pela iniquidade dos israelitas, então, ao invés de queixarmo-nos das consequências, Jeremias nos diz para nos queixarmos é do que as trouxe: os pecados.
Mas eu não quero aqui tratar das consequências do pecado e sim do que está no coração de muitos cristãos: a queixa por eles, a insatisfação por tê-los e cometê-los! Quero ilustrar essa passagem com algo assim: se tem algo que eu me incômodo, se tem algo que me fere, que me dói, que é o motivo do meu infortúnio, da minha tristeza... se tem algo que realmente me decepciona, esse algo são os meus pecados.
Quantos cristãos sinceros e idôneos, que tentam viver uma vida santa, pautada nas Escrituras, têm uma vida razoável, muitas vezes até vitoriosa, consistente, feliz, mas, invariavelmente, essa sequência promissora é frustrada quando nos deparamos com nossos pecados, produzindo desânimo, sentimento de culpa, auto-julgamento, incapacidade, decepção... e todos aqueles sonhos que construímos pautados nas Escrituras de sermos cristãos, santos, poderosos, bem sucedidos, desabam na nossa frente por conta de tais pecados, logo vem a nossa queixa: “Oh, esses malditos pecados de novo! Mais uma vez eles estão no meu caminho, que ódio! Por que eles não saem? Por que não os venço?”
Então isso nos deixa loucos, nos faz ficar remoendo em nosso interior e travar uma batalha interna colossal, que envolve nossos sentimentos, mente e até o corpo, ao ponto de quase nos levar à autoflagelação! “Ah, malditos pecados! Se pudesse destruí-los, se pudesse estirpá-los cem por cento da minha vida agora, se pudesse dormir e acordar sem vocês, se pudesse não errar, não falhar, não cometer mais nenhum delito e viver o resto da minha vida sem vocês, eu o faria agora!”
Davi era um homem que se queixava muito de seus pecados – o livro de Salmos está repleto de suas queixas – uma delas está no Salmo 38.4: “Pois já as minhas iniquidades sobrepassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”. Outra queixa está no Salmo 51.3: “Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim”.
Irmão, eu quero te mostrar o lado bom de tudo isso. À semelhança de Davi, apenas se queixam dos pecados pessoais os homens retos, íntegros e santos, que possuem o Espírito de Deus – só se queixam dos seus pecados os verdadeiros cristãos! Se você tem se incomodado, entristecido, sentido amargura e repulsa, isso tem o lado bom: é sinal que a graça está sobre você! Que o Espírito Santo está atuando na sua vida! É sinal que o pecado te incomoda demais, o que te faz repugná-lo, ainda que você o cometa! 
Na vida do apóstolo Paulo era assim: o mal que ele não queria fazer ele o fazia (Rm. 7.19). Esse mal que Paulo dizia está se referindo aos seus pecados, sendo assim, não devemos ficar desanimados, desistir ou decretar uma sentença a nós mesmos, pois vivemos num corpo de pecado, estamos debaixo da lei do pecado. Até sermos glorificados ele fará parte da nossa essência, porém se alegre, se anime,porque se você tem se queixado dos seus pecados, se eles ainda te incomodam e te entristecem é sinal de que Deus está sobre você, é sinal que você não se submeteu a eles, é sinal que mesmo fraco eles não têm domínio sobre você!
O mal estaria se você não se queixasse e nem se entristecesse, ou mesmo, fosse indiferente a eles. Se erga, se levante e peça ajuda a Deus no combate a eles e não permita que tais deslizes, totalmente perdoados no Calvário, te paralizem. Vamos dizer como Davi: “Purifica-me com hissope, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste”. (Sl. 51.7-8).
Paulo Junior.

Examinando Nosso Arrependimento -Thomas Watson



Se alguém diz que se arrependeu, desejo que examine-se a si mesmo, seriamente, por meio dos sete... efeitos do arrependimento delineados pelo apóstolo em 2 Coríntios 7.11.

1. Cuidado. A palavra grega significa uma diligência intensa ou um esquivar-se atento de todas as tentações ao pecado. O homem verdadeiramente arrependido foge do pecado como Moisés fugiu da serpente.

2. Defesa. A palavra grega é apologia. O sentido é este: embora tenhamos muito cuidado, podemos cair no pecado devido à força da tentação. Ora, nesse caso, o crente arrependido não deixa o pecado supurar em sua alma; antes, julga a si mesmo por causa de seu pecado. Derrama lágrimas perante o Senhor. Clama por misericórdia em nome de Cristo e não O deixa, enquanto não obtém o seu perdão. Assim, em sua consciência, ele é defendido da culpa e se torna capaz de criar uma apologia para si mesmo contra Satanás.

3. Indignação. Aquele que se arrepende levanta o seu espírito contra o pecado, assim como o sangue de alguém sobe quando ele vê um indivíduo a quem odeia mortalmente. A indignação significa ficar importunado no coração por causa do pecado. O penitente sente-se inquieto consigo mesmo. Davi chamou a si mesmo de “ignorante” e “irracional” (Sl 73.22). Agradamos mais a Deus quando arrazoamos com nossa alma por conta do pecado.

4. Temor. Um coração sensível é sempre um coração que teme. O penitente sentiu a amargura do pecado. Este vespa o ferrou, e agora, tendo esperança de que Deus está reconciliado, ele teme se aproximar novamente do pecado. A alma penitente está cheia de temor. Tem medo de perder o favor de Deus, que é melhor do que a vida, e receia que, por falta de diligência, fique aquém da salvação. A alma penitente teme que, depois de amolecido o seu coração, as águas do arrependimento sejam congeladas, e ela seja endurecida no pecado novamente. “Feliz o homem constante no temor de Deus” (Pv 28.14)... Uma pessoa que se arrependeu teme e não peca; uma pessoa que não tem a graça de Deus peca e não teme.

5. Desejo intenso. Assim como o bom tempero estimula o apetite, assim também as ervas amargas do arrependimento estimulam o desejo. O que o penitente deseja? Ele deseja mais poder contra o pecado, bem como ser livre deste. É verdade que ele está livre de Satanás; mas anda como um prisioneiro que escapou da prisão com algemas nas pernas. Ele não pode andar com liberdade e destreza nos caminhos de Deus. Deseja, portanto, que as algemas do pecado sejam removidas. Ele quer ser livre da corrupção. Clama nas mesmas palavras de Paulo: “Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24). Em resumo, ele deseja estar com Cristo, assim como tudo deseja estar em seu devido lugar.

6. Zelo. Desejo e zelo são colocados lado a lado a fim de mostrar que o verdadeiro desejo se manifesta em esforço zeloso. Oh! como o crente arrependido se estimula nas coisas pertinentes à salvação! Como se empenha para tomar por esforço o reino de Deus (Mt 11.12)! O zelo incita a busca pela glória. Ao se deparar com dificuldades, o zelo é encorajado pela oposição e sobrepuja o perigo. O zelo faz o crente arrependido persistir na tristeza santa mesmo diante de todos os desencorajamentos e oposições. O zelo desprende o crente de si mesmo e leva-o a buscar a glória de Deus. Paulo, antes de sua conversão, era enfurecido contra os santos (At 26.11). Depois da conversão, ele foi considerado louco por amor a Cristo: “As muitas letras te fazem delirar!” (At 26.24). Paulo tinha zelo e não delírio. O zelo causa fervor na vida espiritual, que é como fogo para o sacrifício (Rm 12.11). O zelo é um estímulo para o dever, assim como o temor é um freio para o pecado.

7. Vindita. Um crente verdadeiramente arrependido persegue os seus pecados com uma malignidade santa. Busca a morte dos pecados como Sansão queria vingar-se dos filisteus pelos seus dois olhos. O crente arrependido age com seus pecados da mesma maneira como os judeus agiram com Cristo. Ele lhes dá fel e vinagre para beberem. Crucifica as suas concupiscências (Gl 5.24). Um verdadeiro filho de Deus busca a ruína daqueles pecados que mais desonram a  Deus... Com o pecado, Davi contaminou o seu leito; depois, pelo arrependimento, ele inundou seu leito com lágrimas. Os israelitas pecaram pela idolatria e, posteriormente, viram como desgraça os seus ídolos: “E terás por contaminados a prata que recobre as imagens esculpidas e o ouro que reveste as tuas imagens de fundição” (Is 30.22)... As mulheres israelitas que haviam se vestido à moda da época e, por orgulho, tinham abusado do uso de seus espelhos ofereceram-nos depois, tanto por zelo como por vingança, para o serviço do tabernáculo de Deus (Êx 38.8). Com o mesmo sentimento, os mágicos... quando se arrependeram, trouxeram seus livros e, por vindita, queimaram-nos (At 19.19).

Estes são os benditos frutos e resultados do arrependimento. Se os acharmos em nossa alma, chegamos àquele arrependimento do qual nos arrependeremos (2 Co 7.10).


Extraído de The Doctrine of Repetance, reimpresso por The Banner of Truth Trust.
Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright© Editora FIEL 2009.

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Quando Nasce uma Criança




Quando nasce uma criança, em lar cristão, os pais começam logo a sonhar fagueiramentecom o futuro do filhinho querido, como, há séculos, sonharam Sara e Abraão, Ana e Elcana, Isabel e Zacarias, e tantos outros pais crentes. Não podem deixar de cismar, como a Virgem Mãe que, ao ouvir as palavras de adoração dirigidas pelos pastores de Belém ao seu Filho Maravilhoso, “guardava todas estas palavras, meditando-as no seu coração” (Lucas 2:19).

O nascimento de uma criancinha é, deveras, um acontecimento notável, capaz de despertar não somente as mais lindas esperanças, como também as mais sombrias apreensões. Surgirão, espontaneamente, nos corações bem formados, perguntas como estas: “Qual será a missão que desempenhará esta criança no seio da sociedade? Será ela uma bênção para as gerações futuras, como o foi o filho de Abraão? Qual será o seu destino e, se vier a morrer, ainda pequenina, que sorte ou estado lhe reserva a vida além? Terá a criança, ao nascer, quaisquer direitos adquiridos por herança, em virtude da fé alimentada pelos pais? Além da herança física, terá ela qualquer herança espiritual? E deveremos considerá-la como parte integrante do povo de Deus ou classificá-la como alienada da comunhão dos santos, com entendem alguns, até que possa exercer fé pessoal no Salvador?”
Perguntas como estas que acabamos de fazer colocam-nos perante solene alternativa: ou consideramos a criancinha nascida em lar cristão como um dos remidos do Senhor, ou então como uma criatura ainda não atingida pela graça divina e, pois, excluída do reino de Deus. Como devem os pais crentes encarar os filhinhos? E, o que importa ainda mais, como os encara o próprio Deus, o nosso Pai do Céu?
Das respostas que pais crentes derem a essas perguntas, à luz do ensino da Bíblia, dependerá o tratamento que hão de dispensar aos filhos. Se os considerarem como alheios à graça de Deus, deverão trabalhar ansiosamente pela sua regeneração; se, porém, concluírem que já estão contados como parte dos remidos do Senhor, a sua tarefa será outra, a saber, nutri-los espiritualmente e educá-los no conhecimento do Senhor Jesus, a fim de que, à semelhança do Menino Modelo, cresçam “em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens” (Lucas 2:52).
É de se crer que a compreensão clara das responsabilidades e privilégios de pais cristãos como referência à educação dos filhos, constitui poderosa energia a impedir que os menores procedentes de lares piedosos venham a se extraviar da Igreja para o mundo, pois afirma a sabedoria divina: “Educa a criança no caminho em que deve andar e ainda quando for velho não se desviará dele” (Pv. 22:6).
Como o estado espiritual dos filhos de crentes está intimamente ligado à questão do batismo infantil? Se os nossos filhos são herdeiros de promessas espirituais, membros infantis do reino de Deus, semente santa, cordeirinhos do rebanho de Cristo e “santos”, no dizer do Apóstolo São Paulo (1Co. 7:14), está claro que não devem ser privados do batismo cristão, sinal visível dessas preciosas realidades. Ademais, se, como pretendemos mostrar, na Nova como na Velha Dispensação, Deus determinou que as crianças sejam incluídas em sua Igreja visível, estará confirmado o direito que têm os pequeninos ao rito de iniciação na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Todavia, o que nos deve preocupar, acima de tudo, não é a cerimônia do batismo em si mesma, mas antes a sua profunda, rica e consoladora significação espiritual, que será para os pais crentes poderoso e perene incentivo ao fiel cumprimento dos deveres paternais e constante recordação da aliança com Deus, na qual ele prometeu ser o seu Deus e o Deus de seus filhos.
Nas Escrituras Sagradas podem os pais crentes encontrar respostas satisfatórias e confortadoras às ansiosas perguntas que fazem a respeito do estado espiritual dos filhos e essas respostas animam-nos a crer que Deus contempla com a sua graça, e de um modo todo especial, os pequeninos que alegram os nossos lares, considerando-os parte da sua Igreja. Nas páginas que se seguem, chamaremos a atenção do leitor para as provas bíblicas desse novo asserto.
Defenderemos, pois, por julgá-la bíblica, a seguinte tese: Deus, no pacto que fez com o seu povo, ordenou que as criancinhas, filhos de pais crentes, fossem incluídas no seu reino visível, aqui na terra, isto é, na sua Igreja, e determinou que o sinal objetivo da inclusão da criança na Igreja fosse, na Velha dispensação, o rito da circuncisão, e na Nova, a cerimônia do batismo cristão.
 - Philippe Landes

Fonte:
 Estudos Bíblicos sobre o Batismo de Crianças, Philippe Landes, Editora CEP, pg. 11-12.

O nascimento do Rei



O nascimento do Rei chegou. O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lc 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios. O Natal foi planejado na eternidade. Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou as nossas sandálias. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.
O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.
O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.
O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.
O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.
O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.
-Hernandes D.Lopes

Simplesmente Testemunhas - J. C. Ryle


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Leia Lucas 1.1-4

O Evangelho de Lucas, sobre o qual iniciamos nossas meditações, contém diversos relatos preciosos que não aparecem nos demais evangelhos. A história de Zacarias e Isabel e a da anunciação feita pelo anjo à virgem Maria são exemplos disso. Aliás, de forma geral, todo o conteúdo dos dois primeiros capítulos, bem como as narrativas da conversão de Zaqueu e do ladrão na cruz, da caminhada pela estrada de Emaús, das famosas parábolas do fariseu e do publicano, do rico e Lázaro e do filho pródigo são relatos exclusivos do Evangelho de Lucas. São partes das Escrituras pelas quais todo crente bem instruído sente-se especialmente grato. A este evangelho somos devedores por essas narrativas!

Esse breve prefácio apresenta uma característica peculiar do Evangelho de Lucas. Mas, ao examiná-lo, descobriremos que está repleto de abundante e proveitosa instrução!

Primeiramente, Lucas nos oferece um breve mas valioso resumo da natureza de um evangelho. Descreve-o como "uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram". Um evangelho é uma narrativa de fatos a respeito de Jesus Cristo. O cristianismo é uma religião que se baseia em fatos. Jamais percamos de vista esta realidade. Foi assim que a princípio o cristianismo alcançou os homens. Os primeiros pregadores não ficaram a perambular pelo mundo, proclamando um sistema bem elaborado e artificial de doutrinas obscuras e princípios complexos. Sua ocupação primordial foi transmitir aos homens fatos absolutamente claros. Saíram anunciando a um mundo sobrecarregado de pecado que o Filho de Deus veio à terra, viveu, morreu e ressuscitou por nós. O evangelho, no princípio, era muito mais simples do que o proclamado por muitos hoje. Consistia simplesmente na história de Jesus, e mais nada além disso.

Tenhamos como alvo uma simplicidade maior em nosso cristianismo pessoal. Jesus, em toda a sua pessoa, deve ser o centro de nossa vida espiritual. E viver uma vida de fé em Cristo e conhecê-Lo melhor a cada dia, este deve ser o grande anseio de nossas almas. Esse era o cristianismo de Paulo — "Para mim, o viver é Cristo" (Fp 1.21).

Em segundo, Lucas retrata uma linda figura da verdadeira posição dos apóstolos na igreja primitiva. Ele os chama de "testemunhas oculares e ministros da palavra". Nesta expressão existe uma humildade instrutiva, uma ausência completa daquele tom de exaltação humana que freqüentemente tem surgido na igreja. Lucas não confere aos apóstolos qualquer título, nem oferece a menor desculpa para aqueles que falam sobre eles com veneração idolatra, por causa do ofício que ocuparam ou de sua intimidade com o Senhor.

Apresenta-os como "testemunhas oculares". Os apóstolos contavam aos homens o que haviam visto e ouvido com seus próprios olhos e ouvidos (1 Jo 1.1). Lucas descreve-os como "ministros da palavra". Eram servos da palavra do evangelho. Eram homens que consideravam o seu mais elevado privilégio levarem, como mensageiros, as boas-novas do amor de Deus e a história da cruz ao mundo em pecado.

Bom seria para a igreja e para o mundo se os ministros do evangelho nunca exigissem dignidade e honra mais elevadas do que as reivindicadas pelos próprios apóstolos! É um fato lamentável que muitos homens ordenados ao ministério freqüentemente têm exaltado a si mesmos e ao seu ministério a uma posição contrária à Bíblia. E não menos lamentável é o fato de que pessoas estejam constantemente incentivando esse mal, por aquiescerem com passividade às exigências dos sacerdotes e por contentarem a si mesmas com uma religião meramente viçaria. Ambas as partes têm falhado. Que nos lembremos disto e estejamos alerta!

Em terceiro, Lucas apresenta as suas qualificações para a obra de escrever um evangelho. Ele declara que fez "acurada investigação de tudo desde sua origem". Seria perda de tempo inquirir de qual fonte Lucas obteve as informações que nos fornece em seu evangelho. Não temos qualquer razão plausível para supor que ele escutou os ensinos ou esteve presente aos milagres do Senlior. Afirmar que ele obteve informações da própria Maria ou de qualquer dos apóstolos é apenas conjectura e especulação. Basta saber que Lucas escreveu por inspiração divina. É óbvio que não desprezou os meios normais de obter informações. Todavia, o Espírito Santo o dirigiu na escolha dos assuntos, assim como o fez aos demais escritores da Bíblia. Ele guiou os pensamentos de Lucas na elaboração do texto, no formar as sentenças e, mesmo, na escolha das palavras. Por conseguinte, o que ele escreveu deve ser lido "não como palavra de homens", e sim como "a palavra de Deus" (1 Ts 2.13).

Devemos sustentar com firmeza e cuidado a grande doutrina da inspiração plenária de cada palavra da Bíblia. Jamais aceitemos a idéia de que algum escritor do Antigo ou do Novo Testamento cometeu uma simples falha ou erro ao escrever, quando redigia as Escrituras, pois o faziam "movidos pelo Espírito Santo" (2 Pe 1.21). Ao ler a Bíblia, tenhamos conosco o firme princípio de que, se não conseguimos entender uma passagem ou harmonizá-la com outra, a falha não está no Livro, e sim em nós. Adotar esse princípio firmará nossos pés sobre uma rocha. Rejeitá-lo nos levará a areias movediças; e nossas mentes se encherão de incertezas e dúvidas infindáveis.

Finalmente, Lucas nos informa o seu objetivo principal em escrever esse evangelho — para que Teófilo tivesse "plena certeza das verdades em que" havia sido instruído. Não existe nesse propósito qualquer incentivo àqueles que confiam em tradições orais e na "voz da igreja". Lucas conhecia bem a fragilidade da memória humana e a facilidade com que uma história pode ser modificada, tanto por acréscimos quanto por alterações, quando depende tão somente da palavra falada ou de informações transmitidas oralmente. Então, o que ele decidiu fazer? Teve o cuidado de escrever.

Não existe nesse propósito qualquer encorajamento para aqueles que se opõem à propagação do cristianismo e referem-se à ignorância como a "mãe da devoção". Lucas não queria que Teófilo permanecesse em dúvidas sobre qualquer assunto de sua fé; e afirma que desejava tivesse ele "plena certeza das verdades em que" havia sido instruído.

Terminemos nossa meditação sobre esta passagem agradecidos pela Bíblia. Devemos bendizer a Deus diariamente pelo fato de não termos sido deixados à dependência das tradições dos homens e encaminhados erro-neamente por ministros mal informados. Temos um Livro escrito que pode nos tornar sábios "para a salvação pela fé em Cristo Jesus" (2 Tm3.15).

Iniciemos o estudo do Evangelho de Lucas com o desejo profundo de conhecer, por nós mesmos, a verdade, que se encontra em Jesus, e com a firme determinação de fazer o que estiver ao nosso alcance a fim de propagar o conhecimento desta verdade em todo o mundo.

Deus a Tudo Controla – C. H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 15:54/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


Teu é o dia; tua, também, a noite. Salmos 74.16

Senhor, Tu não abdicas o teu trono, quando o sol se põe; tampouco Tu deixas, durante todas as longas noites de inverno, que sejamos presas do mal. Teus olhos nos vêem como estrelas, e teus braços nos cercam como as constelações do espaço. Todas as influências da luz estão em tuas mãos. Isto é muito agradável para mim, quando estou acordado na cama, nas horas da madrugada ou quando estou me remexendo de um lado para o outro, em inquietação.

A noite da aflição está no controle do Senhor de amor, assim como estão os resplandecentes dias de verão, quando tudo é bênção. O Senhor Jesus está na tempestade. O seu amor envolve a noite como um manto. Os olhos da fé podem ver através das vestes e contemplar o próprio amor.

Desde o amanhecer até ao cair do dia, o Observador eterno contempla seus santos e controla as sombras e o orvalho da meia-noite para o mais elevado bem do seu povo. Ouvimos a voz de Jeová, dizendo: "Eu formo a luz e crio as trevas... eu, o SENHOR, faço todas estas coisas" (Isaías 45.7). Melancólicas estações de indiferença espiritual e de pecado não estão excluídas dos propósitos divinos.

Quando os altares da verdade estão deteriorados, e os caminhos de Deus, abandonados, os servos dEle lamentam com amarga tristeza. Mas não devem desesperar-se, pois as suas épocas mais escuras são governadas pelo Senhor e, em breve, chegarão ao fim. O que parece ser uma derrota para nós pode ser uma vitória para o Senhor.

A Palavra Soberana - João Calvino



Ouvi isto, ó sacerdotes; escutai, ó casa de Israel; e dai ouvidos, ó casa do rei, porque este juízo é contra vós outros, visto que fostes um laço em Mispa e rede estendida sobre o Tabor". (Os 5.1) 

Aqui o profeta prega contra todo o povo, mas dirige o seu discurso principalmente para os sacerdotes e os governantes, já que eles eram a fonte dos males prevalecentes: os sacerdotes visavam ao lucro; os líderes se corromperam totalmente... Nem mesmo os reis estão dispensados da obrigação de aprender o que é ordinariamente ensinado, se quiserem ser considerados membros da Igreja, pois o Senhor requer, sem exceção, que todos sejam governados pela sua Palavra. E como os reis acham que não fazem parte do comum dos homens, aqui o profeta deixa claro que foi enviado a eles e aos seus conselheiros. O mesmo se aplica aos sacerdotes, pois em sendo a dignidade do mister deles a mais alta, esta impiedade tem predominado em todas as eras: os sacerdotes acham que estão livres para fazer o que bem lhes apraz. Antes saibamos que, na Igreja, a Palavra de Deus tem a mais alta autoridade, de maneira que nem sacerdotes, nem reis, nem seus conselheiros podem reivindicar para si quaisquer privilégios, como se a conduta deles não estivesse submissa à Palavra divina. 

Oração

Concede, ó Deus onipotente, visto que, apesar de nos veres desviar tantas vezes do caminho reto, continuas a nos exortar diariamente sem deixares de nos estender a mão e de nos despertar pela repreensão para que nos arrependamos. — Ó concede que não nos seja permitido rejeitar a tua Palavra com a mesma perversidade que aqui condenas no teu povo antigo pela boca do teu profeta. Antes governa-nos pelo teu Espírito, para que mansos e obedientes nos submetamos a ti com tanta docilidade, que, se até agora não nos dispomos a ser sábios, ao menos não sejamos recalcitrantes e te suportemos curar as nossas enfermidades, para que, arrependidos de fato, nos rendamos a ti tão obedientemente que jamais — desprovidos da sabedoria que nos revelaste não só por Moisés e teus profetas, mas também pelo teu filho unigênito, nosso Senhor Jesus Cristo — pretendamos ultrapassar a regra da tua Palavra. Amém. 


Devotions and prayers of John Calvin, 52 one-page devotions with selected payers on facing pages. 
Org. Charles E. Edwards. Old Paths Gospel Press. S/d. Pags. 16 e 17. 
Tradução: Marcos Vasconcelos, maio/2009. 
mjsvasconcelos@gmail.com

O que é um Cristão? – John Piper



Meditação sobre 2 Coríntios 5.14-15

Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.

O que significa ser um cristão? Charles Hodge, um dos grandes teólogos reformados do século XIX, achou a resposta neste texto: "É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida".

Ser um cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa "ser constrangido" pelo amor demonstrado nesse ato. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Ela nos prende em gozo.

Como a verdade faz isso? Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: "Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram". Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no fato de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.


Em outras palavras, tornar-se um cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se um cristão é, primeira¬mente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se um cristão significa responder sim, de coração.

O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados ("constrangidos") pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.

Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.

Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: "Quando Ele morreu, eu morri". É um julgamento profundo. "Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo."2 Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.

Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. Veja como Charles Hodge expressou isso: "Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. E também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive".

Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.

Minha vida é diferente? – M. Lloyd-Jones


«. . . desde que Jesus entrou no meu coração. . .»

Minha fé cristã influi em minha idéia da vida e a dirige em todos os aspectos? Declaro-me cristão e seguidor da fé cristã; a pergunta que agora me faço é: «Será que essa minha fé cristã afeta meu conceito da vida, no todo e nos pormenores? ela está sempre determinando a minha reação e a minha resposta às coisas específicas que acontecem?» Ou então, podemos colocar a questão assim: «Está claro e óbvio para mim e para toda gente que toda a minha abordagem da vida, a minha concepção essencial da vida, em geral e em particular, difere completamente da do que não é cristão?» É preciso que o seja.

O Sermão da Montanha começa com as bem-aventuranças. Estas descrevem pessoas totalmente diversas de todas as demais, tão diferentes como a luz das trevas, tão diferentes como o sal da putrefação. Se, pois, somos dife¬rentes no essencial, temos que ser diferentes em nossa maneira de ver todas as coisas e em nossa reação a tudo que sucede. Não conheço melhor indagação que uma pessoa possa fazer a si própria, em quaisquer circunstâncias, do que essa. Quando lhe sobrevier algo que o transtorne, pergunte-se: «Minha reação é essencialmente diversa do que seria se eu não fosse cristão?» Lembremo-nos do ensino. . . que consta no final do capítulo cinco do Evangelho (segundo Mateus).

Você decerto lembra que nosso Senhor colocou a questão em termos como estes: «Se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis mais do que os outros?» E isso. Cristão é aquele que faz «mais do que os outros». É aquele que é absolutamente diferente. E, se em cada detalhe de sua vida, não penetrou este seu cristianismo, você é um cristão de tipo muito inferior, é um homem de «pequena fé».

Studies in the Sermon on the Mount, ii, p. 139,40.

Com que Frequência Devemos Orar? John Piper


Com a freqüência com que a linguagem da oração estiver em meu coração; com a freqüência com que eu vir minha carência de ajuda; com a freqüência com que eu sentir a força da tentação; com a freqüência com que minha atenção for chamada para qualquer desvio espiritual ou eu sentir o ataque de um espírito mundano.

Na oração deixamos a ocupação do tempo pela da eternidade, e o relacionamento com as pessoas pelo relacionamento com Deus.

Uma reunião de oração diurna será realizada toda quarta-feira das 12 às 13 horas no escritório da denominação nos fundos da Igreja Holandesa do Norte, na esquina das ruas Fulton e William (com acesso pelas ruas Fulton e Ann).

Essa reunião tem o propósito de dar a comerciantes, mecânicos, escriturarios, viajantes e negociantes em geral uma oportunidade para parar e invocar a Deus em meio à perplexidade inerente à sua respectiva vocação. Durará uma hora, mas também se destina àqueles para quem é inconveniente permanecer mais do que cinco ou dez minutos, bem como àqueles que podem separar uma hora inteira.

Como programado, ao meio-dia de 23 de setembro de 1857 a porta se abriu e o fiel Lanphier ocupou seu lugar para esperar a resposta ao seu convite. [...] Passaram-se cinco minutos. Ninguém apareceu. O missionário andou pela sala, em meio ao conflito entre medo e fé. Dez minutos passaram. Ainda ninguém. Quinze minutos.

Lanphier ainda estava sozinho. Vinte minutos. Vinte e cinco. Trinta. Então, às 12:30, ouviram-se passos na escada, e a primeira pessoa apareceu, depois outra, outra e mais outra, até que seis pessoas se fizeram presentes e a reunião de oração começou. Na quarta-feira seguinte [...] havia quarenta intercessores.

Por isso, na primeira semana de outubro de 1857 decidiu-se realizar a reunião todos os dias e não apenas uma vez por semana. [...]

No espaço de seis meses, dez mil homens de negócios estavam se reunindo diariamente em Nova York para orar, e dentro de dois anos um milhão de convertidos foi acrescentado às igrejas americanas. [...]

Sem dúvida alguma o maior avivamento da história colorida de Nova York estava varrendo a cidade, e foi de tal ordem que deixou todo o país curioso. Não houve fanatismo, nada de histeria, simplesmente um incrível mover das pessoas à oração.

E a alegria de Jeremiah Lanphier foi muito grande. "Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa."

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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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