7 de dez. de 2010
Quando Pregar se torna Inútil - Josemar Bessa
A cruz em si mesma proclama um veredicto sobre o homem decaído. A cruz afirma que Deus exige a morte pelo pecado, ao mesmo tempo em que proclama para nós a glória da substituição. Ela resgata os que estão perecendo.
Uma palavra aos pastores

Referência: João 15.16
Pastores que caem moralmente.
Pastores desmotivados
Pastores perdidos no cipoal doutrinário.
I. O mais importante no ministério não é o que fazemos, mas a nossa relação com Deus
Antes de ser ministro sou ovelha. Antes da Bíblia ser ferramenta de trabalho é carta de Deus para mim. Deus tem de realizar em mim antes de através de mim.
A experiência do pastor pentecostal que ficou canceroso e escreveu o seu diário: ATIVISMO.
Mc 3.14 = pastores com a alma seca. “VOCÊ NÃO ME AMA, VOCÊ ME USA.”
Angustia a nossa alma estar tão perto da fonte e não beber. Não nos assentamos aos pés de Cristo como Maria para aprender, chorar e adorar.
A Bíblia fala de descanso e estamos arrebentados porque estamos invertendo a ordem, fazendo o que é de Deus.
II. A minha responsabilidade é aprofundar o meu ministério, a responsabilidade de Deus é enlarguecê-lo
Conhecemos a respeito de Deus, mas não conhecemos a Deus.
Não devemos nos influenciar nem pelos hosanas, nem pelos apupos crucifica-o, mas ser guiados pela expressão: “Este é o meu filho amado em quem me comprazo.”
O herói ama a propaganda. O santo a discrição.
Ganha, mas fica um bagaço. O general que ganhava a guerra, mas perdia 15, 18, 20 mil homens em cada batalha. O comandante chegou ao general e disse: “Nós não podemos ganhar mais nenhuma batalha.”
III. Achar que somos essenciais – Jo 15.16
Você está onde está porque Deus lhe chamou.
Você está desanimado? Tira esse jugo de você. Davi disse para Golias: ESSA LUTA É DO SENHOR.
IV. O romance do pastor com a sua igreja
Você está na igreja por salário?
O auditório preferido do meu coração é a minha igreja. Ela sabe que eu não como o pão da preguiça.
Precisamos nos enamorar da noiva do Cordeiro. A igreja precisa ter certeza de que você não tem outros planos debaixo da manga.
No domingo não dorme nem vê Tv. Isso é indignidade. Está trabalhando na mensagem e orando pelo povo.
As pessoas precisam de um pai, um amigo, um conselheiro que os trate com ternura.
Se nos dedicarmos à igreja ela nos será fiel.
Tentações: BARRA DA SAIA, BARRA DO OURO E SÃO JOÃO DA BARRA.
Vamos reconstruir o altar. O fogo tem se apagado do altar. Temos a agenda cheia. Mas estamos vazios. Se a agenda zerar, ficamos solitários, vazios, secos, perdidos, porque não sabemos estar a sós com Deus.
Agente gosta de imitar a teologia paulina mas não gosta de imitar a piedade de Paulo.
A história dos estudantes visitando a casa de John Wesley = Billy Graham ficou mais tempo ajoelhado em seu quarto. A caravana entrou no ônibus e percebeu que um estudante havia faltado. Quando foram procurá-lo lá estava o jovem ajoelhado. Está na hora de ir embora. Disseram-lhe.
V. A vida de oração do pastor
Jesus como homem orou intensamente – ver no evangelho de Lucas
A vida de oração da Igreja Coreana – O pentecoste coreano.
A vida devocional do pastor – Robert MacKeyne
VI. A vida familiar do pastor
Ganhar o mundo e perder a família
Deus – família – igreja
A pureza sexual do pastor
Pastores segundo o coração de Deus
Referência: Jeremias 3.15
INTRODUÇÃO
1. A vocação para o pastorado é a mais sublime das todas as vocações. John Jowett no seu livro “O pregador, sua vida e sua obra” diz que vocação é quando todas as outras portas estão abertas, mas você só anseia entrar pela porta do ministério. São algemas invisíveis.
2. Deus chama pessoas diferentes, em circunstâncias diferentes, em idades diferentes para o ministério. Chamou Jeremias no ventre da mãe. Chamou Isaías num momento de crise nacional. Chamou Pedro depois de casado. Chamou Paulo quando este perseguia a igreja.
3. O texto em apreço nos fala que Deus é quem dá pastores à igreja. O pastor não é um voluntário, mas um chamado. O seu ministério não é procurado, é recebido. Sua vocação não é terrena, é celestial. Sua motivação não está em vantagens humanas, mas em cumprir o propósito divino.
4. Vejamos algumas lições desse texto:
I. É DEUS QUEM DÁ PASTORES À SUA IGREJA – V. 15
1. A escolha divina não é fundamentada no mérito, mas na graça
• Jeremias era uma criança quando foi chamado. Ele não sabia falar. Foi Deus quem colocou sua Palavra em sua boca. Jonas era um homem que tinha dificuldade em perdoar os inimigos, e Deus o chamou e o enviou a fazer a sua obra, mas contra sua vontade. Paulo se considerava o o menor dos apóstolos, o menor dos santos, o maior dos pecadores, mas Deus o colocou no lugar de maior honra na história da igreja.
• Nossa escolha para o serviço e para a salvação não é fundamentada em méritos, mas na graça.
2. É Deus quem coloca os membros no corpo, como lhe apraz
• Todos os salvos têm dons e ministérios no corpo, mas nem todos são chamados para serem pastores. Não somos nós quem decidimos, mas Deus. Quem é chamado para este sublime mister não poder orgulhar-se, porque nada temos que não tenhamos recebido.
II. DEUS DÁ PASTORES À SUA IGREJA – V. 15
1. Deus não apenas chama, mas especifica a missão
• O que é um pastor? O que significa pastorear?
a) Pastorear é alimentar o rebanho de Deus com a Palavra de Deus – Não nos cabe prover o alimento, mas oferecer o alimento. O alimento é a Palavra. Reter a Palavra ao povo de Deus é um grave pecado.
b) Pastorear é proteger o rebanho de Deus dos lobos vorazes – Jesus alertou para o fato do inimigo introduzir os filhos do maligno no meio do seu povo, se a igreja estiver dormindo. Paulo alertou para o fato dos pastores estarem vigilantes para que os lobos vorazes não penetrem no meio do rebanho.
c) Pastorear é gostar do cheiro de ovelha – A missão do pastor é apascentar. O pastor é alguém que convive com ovelha. Está perto. Leva para os pastos verdes as famintas, às águas tranquilas as sedentas, atravessa os vales escuros dando segurança à ovelha, que está insegura carrega a fraca no colo, resgata a que caiu no abismo, disciplina aquela que põe em risco a vida do rebanho.
III. DEUS DÁ PASTORES SEGUNDO O SEU CORAÇÃO – V. 15
1. Deus dá pastores à igreja segundo o seu coração
a) Qual é o perfil de um pastor segundo o coração de Deus:
1) É um pastor que temconsciência de que Deus o chamou não governar o povo com rigor, mas para cuidar do seu povo;
2) É um pastor que cuida da sua própria vida, antes de cuidar do povo de Deus. Ele prega a si mesmo, antes de pregar ao povo. Sua vida é o seu mais eloquente sermão.
3) É um pastor que é exemplo vida, piedade para o seu próprio rebanho. Ele nada considera a vida preciosa para si mesmo para velar pelo rebanho. Ele dá a sua vida pelo rebanho.
4) É um pastor que pastoreia TODO o rebanho: as ovelhas dóceis e as indóceis.
5) É um pastor que compreende que a igreja é de Deus e não dele. Deus nunca nos passou procuração para sermos donos do rebanho. A igreja é de Deus.
6) É um pastor que compreende que a igreja custou muito caro para Deus, o sangue do seu Filho. A igreja é a Noiva do Filho de Deus. A igreja é a Menina dos Olhos de Deus. Ele tem zelo pela igreja.
IV. A EXCELÊNCIA COM QUE O PASTOR DEVE EXERCER O SEU PASTORADO – V. 15
1. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com conhecimento
• O pastor é um estudioso. Ele deve ser um erudito. Ele precisa conhecer a Palavra, alimentar-se da Palavra e pregar a Palavra.
• Paulo diz que deve ser considerado digno de redobrados honorários aqueles que se afadigam na Palavra. Precisamos estudar até à exaustão.
• Precisamos cavar e oferecer ao povo de Deus as insondáveis riquezas de Cristo. Somos mordomos: precisamos oferecer um cardácio apetitoso, balanceado.
• As cátedras seculares envergonham os púlpitos. Precisamos nos apresentar como obreiros aprovados. Precisamos realizar o ministério com um padrão de excelência.
2. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com inteligência
• Inteligência significa com sabedoria, com sensibilidade. Sabedoria é usar o conhecimento para os melhores fins. Precisamos tratar as ovelhas de Deus com ternura. Paulo diz que o pastor é como um Pai e também como uma Mãe.
• O pastor chora com os que choram e festeja com os que estão alegres.
• O pastor é trata cada ovelha de acordo com sua necessidade, com seu temperamento, com seu jeito peculiar de ser. Ele é dócil com as crianças como Jesus que as pegou no colo. Ele trata os da sua idade como irmãos e aos mais velhos como a pais.
• Uma coisa é amar a pregação, outra coisa é amar as pessoas para quem pregamos.
CONCLUSÃO
1. Hoje, comemoramos o aniversário do nosso querido pastor Aubério. Agradecemos a Deus pela sua vida, amizade, carinho, amor e pastoreio a esse precioso rebanho.
2. Parabenizamos você pelo seu dia. Que você continue sendo um pastor segundo o coração de Deus, que apascenta o rebanho de Deus com conhecimento e inteligência. Amém!
Rev. Hernandes Dias Lopes
A Privacidade Na Vida Cristã

Ouvimos muito nos dias de hoje sobre a importância da privacidade. Trancamos portas, fechamos cortinas, e usamos senhas para proteger informações sobre contas bancárias. Numa sociedade livre, valorizamos o privilégio de viver a própria vida sem intervenção constante de outros. Embora a palavra privacidade não seja um termo usado na Bíblia (pelo menos não aparece nas traduções que consultei), existe um sentido válido de privacidade na vida cristã. Vamos considerar a importância e os limites da privacidade.
Respeitar a privacidade dos outros
A privacidade se refere ao que pertence a um indivíduo, às coisas particulares. A Bíblia enfatiza a importância de respeitar a propriedade e os direitos de outros, não invadindo o "território" do vizinho. Precisamos aplicar este ensinamento em vários aspectos da nossa convivência com outros:
Não devemos divulgar tudo que sabemos sobre a vida dos outros. "O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos" (Provérbios 16:28). "O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios"(Provérbios 20:19). "Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência. Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio" (Provérbios 17:27-28). "A discrição do homem o torna longânimo, e sua glória é perdoar as injúrias" (Provérbios 19:11). "O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias" (Provérbios 21:23).
Devemos respeitar as posses dos outros. É errado furtar (Efésios 4:28). Deus condena as pessoas que mudam os marcos, não respeitando a propriedade dos outros (Oséias 5:10). Foi por tal crime, entre outros, que Deus condenou Acabe e Jezabel (1 Reis 21:8-19). Mas, não é somente o ato de tomar o que pertence ao outro. Tanto na Antiga como na Nova Aliança, Deus condenou qualquer espécie de cobiça (Êxodo 20:17; Efésios 5:3).
Não falar sobre pecados particulares já corrigidos
Quando alguém peca contra nós, devemos procurar resolver o problema a sós, sem envolver mais ninguém. Se a pessoa reconhecer o seu erro e se arrepender, o assunto deve morrer ali (Mateus 18:15). Jamais devemos usar algum erro já corrigido para difamar o irmão ou destruir a sua reputação: "O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos"(Provérbios 17:9). Mas, não devemos interpretar essas instruções erradamente. A idéa de encobrir o pecado não é de esconder, justificar ou ignorá-lo (Provérbios 17:15). O pecado é coberto quando o pecador se converte do caminho errado (Tiago 5:19-20). Quando o irmão não se arrepende, é necessário envolver outras pessoas para que esse possa ser salvo (Mateus 18:16-18).
Manter a privacidade e a decência
Desde Gênesis 3, quando o homem se tornou capaz de discernir entre o bem e o mal, Deus tem ensinado sobre a importância de privacidade em relação ao corpo humano. Uma vez que o homem perdeu a sua inocência e ingenuidade, era necessário usar roupas. Diferente das atitudes de hoje em dia em que homens carnais exaltam a nudez nas ruas em época de Carnaval, ou incentivam a indecência nas vestes usadas na praia ou até na rua, Deus exige mais do que o mínimo em termos de vestimenta. Adão e Eva tentaram cobrir uma parte do corpo, mas Deus lhes fez roupas adequadas (Gênesis 3:21). A nudez pública é sempre tratada na Bíblia como motivo de vergonha (Isaías 20:4; Ezequiel 22:10; Apocalipse 3:18; 16:15). Deus não quer que o corpo humano seja exposto publicamente.
Nada escondemos de Deus
O servo do Senhor não se enganará, tentando esconder a sua vida de Deus. Pelo contrário, ele buscará a participação do Senhor nos seus planos e decisões: "Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos" (Provérbios 16:3). Ninguém é capaz de ocultar as coisas de Deus: "E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas" (Hebreus 4:13). Esse fato é motivo de medo para os ímpios, e de conforto na vida dos servos fiéis: "Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males" (1 Pedro 3:12).
- Dennis Allan
Conhecimento e Avaliação - James M. Boice
Um conhecimento saudável é fundamental para qualquer coisa. "Que diremos...?", Paulo pergunta no início de toda a sua discussão. O crescimento na justiça e uma vida piedosa estão baseados em princípios espirituais que devem ser conhecidos antes que possam nos fazer algum bem.
Perceba quantas vezes nesses versos Paulo usa a palavra saber e seus cognatos: "Ou, porventura, ignorais [não sabeis] que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte?" (v. 3). "Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos" (v. 6). "Sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele" (v. 9). "Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça" (v. 16). "Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei, tem domínio sobre o homem toda a sua vida?" (7.1, conferir também 7.14,18).
Em alguns círculos é costume denegrir o conhecimento e elevar a paixão, o misticismo, o amor fraternal, a fé cega, ou o que quer que seja. A doutrina cristã do pecado é freqüentemente estabelecida contra o Cristianismo prático, como se os dois fossem contrários. A verdade é ignorada e a harmonia exaltada. O conhecimento é desprezado enquanto o sentimento é elevado. A razão é rejeitada e o sentimento colocado em seu lugar. A compreensão é menosprezada e a credulidade encorajada. Isso destrói a genuína maturidade espiritual, que é sempre baseada na sã doutrina (cf. Tt 1.6-9).
Naturalmente, o conhecimento sozinho não é virtude. Se alguém "sabe que deve fazer o bem e não faz nisso está pecando" (Tg 4.17). O conhecimento sem amor corrompe o caráter: "No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber" (1 Co 8.1). O conhecimento que não se mistura com a obediência endurece o coração: "Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados" (Hb 10.26). O conhecimento pode ser destrutivo quando não é temperado com outras virtudes: "Porque, se alguém te vir a ti, que és dotado de saber, à mesa, em templo de ídolo, não será a consciência do que é fraco induzida a participar de comida sacrificada a ídolos? E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu" (ICo 8.10,11).
Porém, a falta de conhecimento é até ainda mais mortal. Israel rejeitou a Cristo porque tinha zelo sem conhecimento (Rm 10.2). Oséias registrou a reclamação do Senhor contra os líderes espirituais de Israel: "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos" (Os 4.6). Isaías registrou uma acusação semelhante: "O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende" (Is 1.3).
Todo crescimento espiritual está baseado no conhecimento da verdade. A sã doutrina é crucial para um caminhar espiritual bem-sucedido: "Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina" (Tt 2.1). Paulo disse aos colossenses que o novo homem é renovado pelo verdadeiro conhecimento (Cl 3.10). O conhecimento é o fundamento para a nossa nova posição em Cristo. Toda a vida do cristão está estabelecida no conhecimento dos princípios divinos, a sã doutrina e a verdade bíblica. Aqueles que repudiam o conhecimento, na verdade abandonam as formas mais básicas do crescimento e saúde espiritual, enquanto se tornam vulneráveis a uma multidão de inimigos espirituais.
E, como Paulo sugere em Romanos 6, se temos que experimentar a vitória contra o pecado, ela deve começar com o conhecimento. O que, especificamente, devemos conhecer? Nossa posição em Cristo: "Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado". (Rm 6.6,7). Devemos entender as verdades que focalizamos neste livro: que estamos unidos com Cristo em sua morte e ressurreição e, portanto, livres da antiga escravidão do pecado.
Avaliação
Talvez você esteja pensando consigo mesmo: "Eu conheço essas verdades. Mas como o próprio Paulo, ainda me sinto incapaz de desvencilhar-me da influência do pecado. O que devo fazer agora? " Paulo nos diz: "Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus" (Rm 6.11). A palavra reckon ("considerai" na tradução da ARA) é logizomai, que literalmente significa "calcular ou contar alguma coisa". É a mesma palavra que Jesus usou quando ele citou Isaías 53.12: "Ele foi contado com os malfeitores" (Lc 22.37).
"Considerai-vos", nesse sentido, está além do conhecimento. Tira a nossa fé do reino puramente intelectual e a torna supremamente prática. Paulo está sugerindo que nossa união com Cristo deve ser mais do que uma verdade teórica. Devemos contar com ela. Considerá-la uma realidade, tê-la como concluída — e agir de acordo. "Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às paixões" (Rm 6.11,12).
Considerar nosso velho homem morto certamente não é uma coisa fácil. Muito em nossa experiência parece argumentar contra a verdade que sabemos em nosso coração. Podemos ser libertos do domínio do pecado, mas em nossa batalha diária contra o pecado freqüentemente ela se parece muito com a velha escravidão. Apesar disso devemos nos considerar mortos para o pecado e vivos para Deus. Não podemos viver como se o velho homem ainda estivesse no controle.
Neste ponto pode parecer que o conselho de Paulo tem algo em comum com a ideologia do moderno "pensamento positivo" e dos cultos à auto-estima. Mas Paulo não estava propondo um mero jogo mental. Não estava dizendo que deveríamos buscar nos convencer de algo que não é verdadeiro. Não estava sugerindo que deveríamos nos considerar num nível espiritual que ainda não alcançamos. Não estava sugerindo para suspendermos o funcionamento nossa mente e sonharmos com algo que na realidade não aconteceu.
Pelo contrário, estava afirmando a verdade absoluta da união do cristão com Cristo, e nos garantindo que é possível viver na luz da verdade. Nosso velho homem está morto. A Palavra de Deus declara isso. Devemos considerar isso como verdade.
Muitos cristãos fracassam nesse ponto. Acham que estão irremediavelmente escravizados ao pecado. Foram ensinados que a velha natureza ainda está viva com toda a sua fúria. Não compreendem que Cristo quebrou o poder do pecado. E, portanto, não podem viver vitoriosamente. Não se consideram genuinamente mortos para o pecado.
Esta é exatamente a razão por que me oponho ao dualismo que foi popularizado pela Bíblia Scofield. Já que provavelmente esta é a visão predominante no evangelicalismo americano hoje, é proveitoso examinar o que está sendo ensinado.
Scofield cria que todo cristão tem duas naturezas ativas — "a natureza velha ou adâmica, e a natureza divina recebida quando do novo nascimento". Estas, ele ensina, são realidades iguais mas opostas que agem em todo crente. A velha natureza adâmica — com seu amor ao pecado, com sua depravação radical, com toda sua propensão para o mal, e com sua insensibilidade para amar a Deus ou fazer o que é bom — está ainda viva e poderosa. A nova natureza divina é dada somente aos cristãos, mas uma vez implantada no nosso íntimo, compete com a velha pelo controle da vontade. Portanto, de acordo com essa visão, cada cristão tem ainda a velha natureza pecaminosa com a qual ele luta — mas agora tem também uma nova e piedosa natureza. Isso é um tipo de esquizofrenia espiritual. Ela vê a conversão não tanto como uma transformação da pessoa, mas sim como a adição de uma nova natureza.
Um outro autor, que compartilha do mesmo ponto de vista de Scofield sobre as duas naturezas, escreveu:
Quando o "Novo Homem" nasce no coração do crente, o "Velho Homem" não morre. Ele ainda está lá, e muito vivo. As duas naturezas, -exatamente opostas, lutam pela possessão do mesmo corpo, como dois inquilinos pela possessão do mesma casa... Devemos nos lembrar que não podemos nos livrar da "Velha Natureza" até a morte do nosso corpo de "carne".
O dualismo desse ponto de vista inevitavelmente frustra o crescimento do cristão. Afinal de contas, se a nossa velha natureza está tão viva e poderosa como sempre, como podemos verdadeiramente nos considerar mortos para o pecado e vivos para Deus? De fato, poderia parecer um tanto perigoso julgar o velho homem morto se ele realmente ainda estivesse "muito vivo".
Na verdade, aqueles que defendem a visão das duas naturezas têm um grande problema com os ensinos de Paulo em Romanos 6.11. Por acreditarem que o velho homem pecaminoso ainda vive, por definição não podem se considerar mortos para o pecado. Eles não podem considerar a velha natureza crucificada com Cristo ou crer que o corpo do pecado foi anulado. Isso é óbvio nos escritos deles. O mesmo autor que citei acima escreveu: "Devemos nos lembrar que nós podemos deixar de alimentar o Velho Homem e ele pode se tornar tão fraco que nos causará pouquíssimos problemas, e daí poderemos considerá-lo morto; mas ele não está morto, pois se começarmos a alimentá-lo novamente, ele reviverá e recuperará sua forças e nos causará problemas". Essa citação ilustra perfeitamente por que aqueles que defendem a visão das duas naturezas não ousam considerar o velho homem como estando morto. Seu sistema lhes diz que o velho homem não está realmente morto, e portanto aqueles que o consideram morto, sentem que podem estar colocando a si mesmos numa perigosa posição de presunção.
Algumas pessoas até mesmo usam o ponto de vista das duas naturezas como uma desculpa para o seu pecado. "É apenas a velha natureza que peca", alegam elas — como se não fossem pessoalmente responsáveis. Tal conceito dá espaço para a destruição da consciência e impede seriamente o crescimento espiritual. Ele nega a responsabilidade pessoal e assim entorpece a consciência.
R. L. Dabney argumentou contra uma antiga forma dessa visão de duas naturezas há mais de um século. Ele notou as "tendências antinomianas" dessa doutrina:
Se alguém crê que tem dois "verdadeiros homens", ou " duas naturezas" nele, será tentado a argumentar que o novo homem não é, de maneira alguma, responsável pela perversidade do velho. Essa é uma dedução perigosa... [e se] a velha natureza nunca perder um pouco de sua força até a morte, então a presença, e até o escândalo da presença do pecado precisam, sem dúvida alguma, sugerir ao crente se sua fé não é legítima. Como é possível negar que aqui existe o terrível perigo da segurança carnal do pecado? Quão diferente é isso do que a Bíblia diz em Tg 2.18, "Mas alguém dirá: tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras te mostrarei a minha fé". Se, então, qualquer crente professo descobrir o "velho homem" em sua força total, essa é uma prova de que ele nunca "revestiu-se do novo homem".
As Escrituras não apoiam a visão dualista. Romanos 6.6 claramente diz que nosso velho homem foi crucificado com Cristo. A pessoa que existia antes de confiarmos em Cristo já não existe mais. A tirania do pecado foi anulada. Nossa natureza mudou, transformou-se. Agora somos uma nova criatura, não meramente a mesma velha criatura com um novo lado acrescentado à nossa personalidade. Temos um novo coração — não um a mais que foi acrescentado, mas um completamente diferente. Isso, afinal de contas, é a promessa do Novo Pacto: "Dar-vos-ei coração novo e porei dentro em vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne" (Ez 36.26; ênfase acrescentada). Esse novo coração tem uma consciência. Ele é responsável.
Você pode contar com ele. Considere-o. Considere-o consumado.
Uma Rocha Eterna – C. H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 10:20/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.
Existe um Deus; este Deus rege e governa todas as coisas; este Deus formou o mundo: Ele o sustenta e o mantém. Que tipo de ser é Ele? Parece-me impossível conceber um Deus mutável.
Entendo que esse pensamento é repugnante para o senso comum, que se por um momento pensarmos num Deus variável, as palavras parecem contraditórias e talvez nos obriguem a dizer: "Então Ele deve ser um tipo de homem" e assim adquirimos uma falsa idéia de quem é Deus. Creio ser impossível conceber um Deus variável; é assim para mim. Outros podem ser capazes de ter uma idéia como essa, mas eu não posso considerar isso. Não posso imaginar um Deus variável mais do que posso imaginar um quadrado redondo. Essa idéia me parece tão absurda, que estou obrigado, quando falo em Deus, a incluir a idéia de um Ser imutável.
Bem, penso que esse argumento será suficiente, porém outro argumento bom pode ser achado no fato da perfeição de Deus. Creio que Deus é um Ser perfeito. Ora, se Ele é perfeito, Ele não pode mudar. Vocês não vêem isso? Suponha que eu seja perfeito hoje; se fosse possível eu mudar, seria eu mais perfeito amanhã depois de alguma mudança? Se eu mudasse, eu teria que mudar de um estado bom para um melhor - e assim, se eu pudesse melhorar, não seria perfeito agora - ou mudar de um estado bom para um estado mal - e se eu ficasse pior, então não seria perfeito. Se eu sou perfeito, não posso sofrer mudança sem tornar-me imperfeito. Se eu sou perfeito hoje, tenho que manter o mesmo estado amanhã para que continue perfeito. Assim, se Deus é perfeito, Ele deve ser o mesmo sempre; pois qualquer mudança implicaria em imperfeição agora, ou imperfeição no futuro.
Novamente, há o fato da infinidade de Deus, a qual elimina a possibilidade de mudança. Deus é infinito. O que significa isso? Não há ninguém que possa dizer o que significa uma pessoa ser infinita. Mas não pode haver duas infinidades. Se uma coisa é infinita, não existe lugar para qualquer outra coisa; pois infinito significa tudo. Significa sem limite, não finito, não tendo fim. Bem, não pode haver duas infinidades. Se Deus é infinito hoje, e pudesse mudar e ser infinito amanhã, haveria duas infinidades. Contudo, isso não pode ser. Suponha que Ele seja infinito e então mude, Ele Se tornaria finito e não poderia ser Deus; ou Ele é finito hoje e finito amanhã, ou infinito hoje e finito amanhã, ou finito hoje e infinito amanhã - todas essas suposições são igualmente absurdas. O fato dEle ser infinito de imediato esmaga o pensamento que Ele possa ser mutável. A infinidade tem escrito na Sua testa a palavra "imutabilidade".
Entretanto, queridos amigos, olhemos para o passado e lá juntaremos algumas provas da natureza da imutabilidade de Deus. "Ele falou que faria e não fez? Ele jurou e isso não vai acontecer?" Porventura não pode ser dito de Jeová que "fará toda sua vontade e estabelecerá o seu propósito"? Voltem-se para a Filístia e pergunte onde ela está. Deus disse: "Grite Asdode e os portões de Gaza, pois serão destruídos"; e onde estão eles? Onde está Edom? Pergunte a Pátara e suas paredes arruinadas. Será que elas não ecoarão a verdade que Deus disse: "Edom será uma presa e será destruída"? Onde está Babel e onde está Nínive? Onde estão Moabe e Amon? Onde estão as nações que Deus disse que destruiria? Acaso Ele não os desarraigou e os expulsou da face da terra? E Deus lançou fora Seu povo? Não estaria Ele atento para Suas promessas? Teria Ele quebrado Seu juramento e aliança ou abandonado o Seu plano? Não! Indiquem um momento da história em que Deus mudou! Vocês não podem, senhores; pois ao longo de toda a história existe o fato de que Deus foi imutável em Seus propósitos. As vezes ouço alguém dizer: "eu posso me lembrar de uma passagem nas Escrituras onde Deus mudou"! E assim pensei eu, no passado.
O caso que eu quero mencionar é o da morte de Ezequias. Isaías veio e disse: "Ezequias, você vai morrer, sua doença é incurável, ponha sua casa em ordem". Ele se virou para a parede e começou a orar; e antes que Isaías saísse fora do palácio, foi-lhe ordenado que voltasse e dissesse: "Você ainda viverá mais quinze anos". Vocês podem pensar que isso prova que Deus muda; mas realmente eu não posso ver nisso a menor prova possível. Acaso vocês acham que Deus não sabia que isso aconteceria? Ora, Deus sabia disso; Ele sabia que Ezequias viveria. Então Ele não mudou, pois se Ele sabia disso, como poderia mudar? Isso é o que eu quero saber. Entretanto, vocês sabem de uma coisa? - que Manasses, filho de Ezequias, até aquele momento ainda não havia nascido e que se Ezequias tivesse morrido, não haveria nenhum Manasses, nenhum Josias e nenhum Cristo, porque Jesus veio ao mundo dessa genealogia. Vocês verão que Manasses tinha doze anos quando seu pai morreu; de forma que ele nasceu três anos depois disso acontecer. E vocês não crêem que Deus decretou o nascimento de Manasses e o pré-conheceu? Certamente. Então Ele decretou que Isaías deveria ir e dizer a Ezequias que a doença dele era incurável e também dizer ao mesmo instante, "mas Eu te curarei e ficarás vivo". Deus agiu dessa maneira para incitar Ezequias à oração. Ele falou, em primeiro lugar como um homem. "De acordo com toda a probabilidade humana sua doença é incurável e você vai morrer." Então Ele esperou até que Ezequias orasse; então, veio um pequeno "mas" ao término da frase. Isaías não tinha terminado a frase. Ele disse, "você tem que pôr sua casa em ordem pois não há nenhuma cura humana; mas (e então ele caminhou para fora. Ezequias orou por um instante e então ele (Isaías) entrou novamente, e disse) "eu te curarei". Onde consta aí qualquer contradição, exceto no cérebro daqueles que lutam contra o Senhor e desejam fazer dEle um ser mutável?
Pecado e castigo - João Calvino
Mui profundamente se corromperam, como nos dias de Gibeá. O Senhor se lembrará das suas injustiças e castigará os pecados deles. Os 9.9
Neste versículo, Oséias declara que o povo estava tão mergulhado nos próprios vícios que não poderia ser puxado para fora deles. Aquele que caiu pode se levantar, se alguém lhe estender a mão; o que luta para sair do lamaçal pisará de novo em terra firme, se achar quem o socorra. Mas não há esperança de resgate para quem é lançado na voragem. Estendo minhas mãos inutilmente àquele que submerge num naufrágio e é tragado por imenso redemoinho. Portanto, aprendamos a nos reerguer, mas antes prestemos atenção quando o profeta diz que os israelitas estavam profundamente submersos, porque é preciso estar cheios de desprezo por Deus para afundar desse jeito. Assim, estimulemo-nos dia a dia ao arrependimento e conservemo-nos zelosamente alertas para não cairmos nesse sorvedouro colossal. Saibamos que muito se enganam os indulgentes consigo mesmos, enquanto o Senhor suportar-lhes misericordiosamente os pecados, pois embora ele reprima o seu desprazer por um tempo, no instante oportuno se lembrará deles e manifestará isso infligindo-lhes o justo castigo.
Oração
Concede, ó Deus onipotente, que, assim como refulgiste em nós pela tua Palavra, não sejamos cegos ao meio-dia nem busquemos voluntariamente as trevas, para assim induzirmos nossa mente a dormir. Antes sejamos despertados diariamente pelas tuas palavras e nos estimulemos mais e mais a temer o teu nome, para oferecermos a ti como sacrifício, tanto nós mesmos como todos os nossos anseios, de maneira que nos governes em paz e habites perpetuamente em nós, até que sejamos recolhidos à tua habitação celestial, onde nos estão reservados repouso e glória eternos, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.Amém.
Devotions and prayers of John Calvin, 52 one-page devotions with selected prayers on facing pages.
Org. Charles E. Edwards. Old Paths Gospel Press. S/d. Pags. 20 e 21. Tradução: Marcos Vasconcelos, junho/2009.mjsvasconcelos@gmail.com
Você está Perplexo? D. M. Lloyd-Jones
Qual a sua reação ao ver o estado em que o mundo se encontra no dia de hoje? Está surpreso com ele? Qual a sua reação face ao que está acontecendo diante de seus olhos, e que é tão popular e tão aplaudido? Aqueles que possuemdiscernimento e compreensão, diz lsaías (1.4), são deixados quase atônitos. O que podem dizer? A única coisa que podem fazer é levantar as mãos em horror. Estaríamos fazendo isto? Todo o propósito da Bíblia, todo o esforço da pregação, é nos levar a entender que devemos ver as coisas como elas são, desmascaradas diante de nós. Nossos olhos precisam ser abertos, e então conheceremos a mesma perplexidade que possuiu o profeta antes de nós.
Mas, com o que o profeta está perplexo? Em primeiro lugar, com o caráter terrível do pecado e as coisas terríveis que produz. Podemos resumir a lição do quarto versículo colocando-o sob três títulos - três princípios.
Pecado, diz Isaías, é o que faz o homem e a mulherabandonar o Senhor e retroceder. Pecado é aquilo que os fazdesprezar "o Santo de Israel" e O provocar à ira. Eu mepergunto se já conseguimos capturar algo do significadodesta declaração extraordinária? O pecado faz as pessoas
desprezarem o todo-poderoso e eterno Deus e tudo o que Lhe pertence.
O mundo é exatamente como o filho pródigo. De acordocom a parábola de nosso Senhor, aqui estava um jovem, umdentre dois filhos. Havia sido educado por seu pai, que era,obviamente, um homem maravilhoso - bom, amoroso eatencioso. O filho tinha um lar maravilhoso, e nada lhe haviasido negado. Entretanto este filho mais novo começou apensar consigo mesmo de que tudo isto não era tãomaravilhoso quanto parecia, nem mesmo seu pai o era! Elecomeçou a ficar cansado com aquele tipo de vida e disse,"Vou sair daqui". Pensou que havia algo melhor em algum país distante; havia escutado histórias a respeito disso.
"Se apenas pudesses chegar lá!", diziam-lhe. "Isto aqui não é nada, você continua sendo um bebê, debaixo da mão de seu pai. Aquilo é que é vida."
E assim o filho decidiu ir embora. Abandonou seu pai,deixou seu lar, e saiu.
Isso, disse Isaías, foi o que os filhos de Israel fizeram. Isso é o que a humanidade fez. Deus fez o homem e a mulher à Sua própria imagem e os colocou no Paraíso. Deus o Paidescia e os visitava e conversava com eles, e tinham tudo que precisavam. Aquilo era o seu lar. Eles só precisavampegar do fruto do jardim. Não precisavam trabalhar paraconseguir seu pão com o suor de seus rostos; não precisavamcontender com os espinhos, cardos e arbustos. Mas o que os homens e as mulheres fizeram de acordo com a Bíblia, o que persistem em fazer, é deixar tudo isso de lado. Abandonam tudo o que é verdadeiro com respeito a seu Pai e seu lar; e os desprezam.
Disso, naturalmente, as pessoas não se conscientizam;porém lhes é ensinado por toda a Bíblia. "A inclinação dacarne", diz o apóstolo Paulo, "é inimizade contra Deus, poisnão é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser"(Romanos 8:7). O que é "a inclinação da carne"? E obstinação; é renunciar a Deus como pessoa, e a Sua lei, e a tudo o que Ele representa. Como é necessário que compreendamos isso! Como já vimos, estamos por demais apressados em nosdetermos em pecados particulares, mas pecado é muito mais importante do que pecados. Não haveria nenhum problema com pecados se não fosse o pecado. E o pecado básico é a atitude errada para com Deus.
Homens e mulheres foram feitos para glorificar a Deus e gozá-10. Mas, o que estão fazendo? Estão repetindo o que foi feito no início quando o primeiro homem e a primeira mulher começaram a questionar o que Deus havia dito e a escutar a sugestão do diabo: "E assim que Deus disse"? (Gênesis 3:1). Que direito tem Deus de falar? Aí se vê entrando a atitude errada para com Deus. Hoje homens e mulheres não mais glorificam a Deus. Não mais se deleitam em Deus. Eles O abandonaram.
E, naturalmente, homens e mulheres contradizem a simesmos. Em pecado, e como resultado da Queda, estãosempre muito ansiosos para chegar ao círculo mais elevado,para encontrar "as pessoas da classe mais alta", e chegar aotopo. Sempre estão clamando para conhecer pessoas importantes, e ainda assim têm voltado as costas para Deus, abandonaram o Santo de Israel. Eles têm desprezado a companhia do Senhor dá glória; acham que conhecem alguém melhor! Começam assim, com essa atitude para com o próprio Deus.
Obras maiores fará
“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” (Jo 14:12)
Cristo não se refere aqui a milagres físicos. Devemos nos lembrar que as “obras” que Jesus realizou não se restringiam a curas. Ele andava sobre as águas, transformava água em vinho, multiplicava alimentos, lia pensamentos, etc.
Se as “obras” de Jo 14:12 forem os sinais miraculosos manifestos durante o ministério terreno do Senhor, devemos admitir que tudo isso pode e deve ser repetido pela Igreja Contemporânea, e até em quantidade maior, com milagres mais espetaculares e extraordinários. Contudo, não esqueçamos que todos os milagres de Jesus eram o sinal de sua messianidade e filiação divina. Não eram um fim em si mesmos, mas o meio pelo qual Ele autentificava Sua mensagem.
Cristo jamais dedicou sermões sobre cura divina ou sucesso financeiro; os milagres eram apenas acompanhantes de suas pregações, os quais provavam que Ele era o Senhor, o Ungido de Deus.
As “obras maiores” de Jo 14:12 estão ligadas à ida de Cristo ao Pai, ocasião na qual o Espírito Santo seria enviado aos apóstolos. Quando o “outro Consolador” (vs. 16) descesse, os discípulos seriam revestidos de autoridade para realizar as mesmas coisas que Jesus realizava, e até maiores que aquelas.
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (At 1:8)
Veja que a obra do Espírito está ligada à pregação do Evangelho. No livro de Atos encontramos o cumprimento das palavras de Cristo.
Quando o Espírito caiu sobre os discípulos, todos eles pregaram a Palavra de Deus, convertendo uma multidão de quase três mil almas. Esse evangelismo rendeu mais vidas do que todas as pregações de Jesus juntas!
No restante de Atos, podemos comprovar que esse é o sentido das palavras em Jo 14:12. Ele se referia aos frutos do evangelismo, e não a curas ou outros milagres desse tipo. Acompanhe o andamento da Igreja Primitiva:
Quase Cento e Vinte Pessoas
“E naqueles dias, levantando-se Pedro no meio dos discípulos (ora a multidão junta era de quase cento e vinte pessoas) disse:” (At 1:15)
Quase Três Mil
“De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas,” (2:41)
Quase Cinco Mil
“Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.” (4:4)
Uma Multidão
“E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais.” (5:14)
Multiplicações Constantes
“E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé.” (6:7)
“E a palavra de Deus crescia e se multiplicava.” (12:24)
Cidades Inteiras Alcançadas
“E viram-no todos os que habitavam em Lida e Sarona, os quais se converteram ao Senhor.” (9:35)
Crescimento Ininterrupto
“De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número.” (16:5)
As “obras” que os discípulos realizaram foram as conversões de vidas, o verdadeiro fim da operação do Espírito Santo. Em grande parte das pregações evangelísticas, os apóstolos não operavam milagres.
Paulo usava somente as Escrituras para convencer seus ouvintes nas sinagogas. As curas eram sinais inquestionáveis do poder de Deus, dos quais ninguém podia duvidar. Eram restituições instantâneas de paraplegia (8:7; 9:33), ossos deformados (3:2-8; 14:8-10), febre alta (28:8), etc. Essas operações faziam parte da atuação do Espírito Santo, a fim de que as “obras maiores” (as conversões de maior número) fossem obtidas pelos discípulos, e acompanharão a Igreja até o fim dos tempos (Mc 16:17-20). O que não podemos fazer, contudo, é torná-las parte integrante do Evangelho.
O Evangelho é salvação de vidas, e não milagres físicos, que são meros coadjuvantes da pregação. Paulo ensinou que o verdadeiro Evangelho constitui-se da mensagem acerca da morte, sepultamento e ressurreição física de Jesus Cristo (1Co 15:1-4), sua obra vicária em favor dos pecadores (1Tm 1:15).
Assim, não devemos nos martirizar por não realizarmos milagres iguais ou maiores do que os de Cristo, mas sim por não estarmos colhendo os mesmos frutos que a Igreja Primitiva. Os dons de curar são concedidos apenas a alguns (1Co 12:9,29), enquanto a Grande Comissão é dirigida a toda a Igreja: discipular, batizar e consolidar as vidas (Mt 28:19,20). Essas são as obras que o Espírito Santo veio realizar por meio da Igreja, e nossos olhos devem sobre elas.
Autor: Rafael Gabas Thomé de Souza
Fonte: [ Militar Cristão ]
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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3