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8 de nov de 2010

Papéis Dados por Deus Dentro da Família Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos. Homens: Esposos e Pais A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25:"Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela". O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Tessalonicenses 3:10-11; 1 Timóteo 5:8). Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles. Mulheres: Esposas e Mães Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2). As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5). Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28). Filhos: Seguidores Obedientes Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Efésios 6:1-2 que os filhos deverão: 1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5). 2. Honrar seus pais. Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6). Lares Piedosos Nestes Dias? É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros. Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros. Lembre-se, os benefícios serão eternos! Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus?




O Culto Doméstico


por Dr. Joel Beeke
Toda igreja quer crescer. Mas, é surpreendente como só umas poucas procuram promover o seu crescimento interno pela ênfase na necessidade de criar os filhos na verdade da Aliança. Poucos lutam seriamente com o porquê de muitos adolescentes se tornarem membros nominais, com uma mera noção de fé, ou de trocarem a verdade evangélica por doutrina antibíblica e por modos de culto.
Creio que uma grande razão desse fracasso seja a falta de ênfase no culto doméstico. Em muitas igrejas e lares o culto doméstico é algo opcional ou, no máximo, um exercício superficial, assim como uma breve oração de graças à mesa antes das refeições. A conseqüência é que muitas crianças crescem sem qualquer experiência ou impressão da fé cristã e do culto como uma realidade diária. Quando meus pais celebraram as bodas de ouro todos nós, os cinco filhos, decidimos expressar-lhes a nossa gratidão de uma mesma maneira sem que antes houvéssemos nos consultado mutuamente. Todos nós, inacreditavelmente, agradecemos à nossa mãe por suas orações, e todos nós agradecemos ao nosso pai pela sua liderança no nosso culto doméstico nas tardes de domingo. Meu irmão disse: “pai, a lembrança mais antiga que tenho é de lágrimas escorrendo pela sua face quando você nos ensinava com o livro “O Peregrino” nas tardes de domingo sobre como o Espírito Santo dirige os crentes. Quando eu tinha três anos de idade Deus lhe usou no culto doméstico para me dar a convicção de que o cristianismo era real. Não importou o tanto que me desviei anos mais tarde, eu jamais pude questionar seriamente a realidade do cristianismo, e eu quero lhe agradecer por isso”.
Será que veremos reavivamento entre os nossos filhos? Lembremo-nos de que é comum Deus usar a restauração do culto doméstico para trazer o reavivamento à igreja. Por exemplo, as cláusulas do termo de compromisso de 1677 da congregação Puritana de Dorchester, em Massachusetts, incluíam o dever “de reformar as nossas famílias, empenhando-nos no zelo de nos comprometermos a manter nelas o culto a Deus, e a andarmos em nossas casas com corações retos no cumprimento fiel de todos os deveres domésticos, educando, instruindo e exortando nossos filhos e familiares a guardarem os caminhos do Senhor”.
Assim como vai o lar vai também a igreja, vai também a nação. O culto doméstico é um dos fatores mais decisivos de como vai o lar. É claro que o culto doméstico não é o único fator. Ele não substitui os outros deveres de pais e mães. Sem o exemplo deles o culto doméstico é inútil. O ensinamento espontâneo que brota ao longo de um dia normal é crucial, no entanto, também é importante definir momentos para o culto doméstico. O culto doméstico é o fundamento para a criação bíblica de filhos. Neste livreto vamos examiná-lo sob cinco aspectos: (1) as bases teológicas do Culto Doméstico; (2) O dever de realizá-lo; (3) a sua prática; (4) a objeções a ele; (5) a sua motivação.
As bases teológicas do culto doméstico têm as suas raízes no próprio ser de Deus. O apóstolo João nos diz que o amor de Deus é inseparável da Sua vida trinitária. O amor de Deus promana e transborda, partilha sua bem-aventurança de uma Pessoa da Trindade para as outras. Deus jamais foi um ser solitário e individual a quem faltasse alguma coisa em Si. A plenitude de luz e de amor é eternamente compartilhada entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
O Deus majestoso e trino não se espelhou em nossas famílias, ao contrário, Ele modelou o conceito terreno de família com base em Si mesmo. Nossa vida familiar reflete mui palidamente a vida da Trindade Santa. É por isso que Paulo fala de “o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome” (Ef 3.14-15). O amor das pessoas da Trindade era tão grande desde a eternidade que o Pai decidiu criar um mundo de pessoas que, embora finitas, tivessem personalidades que refletissem o Filho. Sendo conformes o Filho, elas poderiam assim partilhar da bendita santidade e gozo da vida da família da Trindade.
Deus criou Adão à Sua própria imagem e criou Eva a partir de Adão. Deles procedeu toda a família humana, de forma que a humanidade pudesse ter comunhão pactual com Deus. Como uma família de duas pessoas, os nossos primeiros pais adoravam a Deus reverentemente quando Ele passeava com eles no jardim do Éden (Gn 3.8).
Adão, no entanto, desobedeceu e transformou o gozo da adoração e da comunhão com Deus em temor, terror, culpa e alienação. Ele, como nosso representante, causou grande dano ao relacionamento da família de Deus com a família da humanidade. Contudo o propósito de Deus não pode ser frustrado. Enquanto ainda estavam diante dEle no Paraíso, Deus firmou com eles uma nova Aliança, a Aliança da Graça, e falou a Adão e Eva sobre o Seu Filho que, como semente da mulher, iria destruir o domínio de Satanás sobre eles e garantir-lhes as bênçãos desse pacto de graça (Gn 3.15). Através da obediência de Cristo à lei e do Seu sacrifício pelo pecado, Deus abriu o caminho para salvar pecadores satisfazendo, ao mesmo tempo, à Sua justiça. O Cordeiro seria morto no Gólgota para levar o pecado do mundo, de sorte que pobres pecadores como nós pudessem ser restaurados ao nosso verdadeiro propósito: glorificar, adorar e ter comunhão com o Deus trino. Como diz verdadeiramente I João 1.3: “a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo”.
Deus relaciona-se com a raça humana por intermédio de Alianças e de lideranças, ou representações. Na vida diária os pais representam os filhos, o pai representa a esposa e os filhos, os oficiais eclesiásticos representam os membros da igreja e os legisladores representam os cidadãos. Na vida espiritual toda pessoa ou é representada pelo primeiro Adão, ou pelo último (veja Rm 5 e 1Co 15). Esse princípio de representatividade permeia toda a Escritura. Lemos, por exemplo, da semente piedosa de Sete, de Noé e de Jó que ofereceram sacrifícios em favor de seus filhos (Gn 8.20-21; Jó 1.5). Deus organizou a raça humana em famílias e tribos, e trata com elas através da liderança do pai. Como disse Deus a Abraão: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).
O sistema mosaico deu continuidade ao princípio no qual o pai representava a família na adoração e na comunhão com Deus. O livro de Números, de modo particular, focaliza o relacionamento de Deus com o Seu povo em termos de famílias e de suas lideranças. O pai devia conduzir a família na adoração da Páscoa e instruir a seus filhos sobre o seu significado.

Como Salvar Sua Família da Ruína e da Destruição

by David Wilkerson | June 30, 2003
“Sede sóbrios e vigilantes! O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pedro 5:8). A Bíblia nos diz mui claramente que nestes últimos dias a igreja de Jesus Cristo enfrenta a ira de um diabo totalmente ensandecido. Satanás sabe que seu tempo está acabando, e está decidido a devorar o povo de Deus. “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12).
Contra quem o diabo direciona a sua ira? Seu alvo são as famílias - tanto as salvas quanto as não salvas - no mundo inteiro. Ele está rugindo como leão esfomeado, atacando lares para devorá-los. Seu propósito infernal é destruir casamentos, distanciar filhos, pôr os membros das famílias uns contra os outros. O alvo é simples: ele procura levar ruína e destruição a todo lar que puder.
Jesus referiu-se a esta obra demoníaca quando descreveu Satanás, dizendo: “Ele foi homicida desde o princípio” (João 8:44). De fato, vemos o plano destrutivo do inimigo contra a primeiríssima família da terra. Foi o diabo que entrou em Caim e o convenceu a matar o irmão, Abel.
E esse homicida ainda está em ação. Estes últimos anos revelam isso através de maneiras terríveis. Há quatro anos atrás, o diabo se apoderou de dois garotos adolescentes no estado norte-americano do Colorado, e instigou-os a uma violentíssima destruição. Quando os dois garotos irromperam no Ginásio de Columbine com ímpeto homicida dos infernos, o mundo ficou atônito. Balearam uma adolescente cara a cara enquanto ela estava ajoelhada, orando; uma garota que conheciam e respeitavam. Quem, além do próprio Satanás os impulsionaria a fazer isto?
Penso na ruína que tal fato causou tanto sobre as famílias das vítimas quanto dos homicidas. Houve suicídios, distúrbios mentais, divórcios, parentes traumatizados. A destruição causada por esse incidente ainda ecoa acima do imaginável. E os pais e amigos dos envolvidos chorarão por toda a vida.
Um ano depois, Kathleen Hagen, uma pioneira no campo da urologia formada em Harvard, entrou sorrateiramente no quarto dos seus idosos pais enquanto dormiam, na cidade de Chatham, Nova Jérsey, e os asfixiou com um travesseiro. O pai tinha 92 anos e a mãe, 86. Ela, então, continuou morando na casa por vários dias, ignorando os cadáveres no quarto. Ao ser presa, parecia confusa e desgrenhada, porém sem qualquer remorso pelo que fizera. Os psicólogos não souberam como explicar por que uma mulher tão culta asfixiaria os pais, e depois continuaria a vida como se tudo fosse normal.
Pense na devastação nunca mencionada nesta horrível história criminal. A dor dos membros da família, a angústia dos netos – que ruína e destruição horríveis. Quem além de Satanás, poderia ter levado uma mulher tão respeitada a matar seus pais, sem razão aparente?
Há poucos anos, o jornal The New York Times publicou uma reportagem perturbadora: “Pais Cansados Entregam Seus Filhos”. O artigo falava sobre o número cada vez maior de pais frustrados que estavam levando os filhos a um tribunal para entregá-los voluntariamente à custódia do Estado, na corte de Manhattan, para adoção. Simplesmente eles não conseguiam mais controlá-los. Um pai não conseguia cuidar do filho adolescente, depois que a mãe do rapaz morreu. Um outro pai entregou a filha adolescente porque ela estava vivendo de um jeito muito louco, totalmente sem controle. Os funcionários do tribunal que escutaram estes casos estavam desnorteados. Um juiz perguntou à mãe que havia trazido a filha: “Você não a quer? Não gostaria de levá-la de volta para casa?” A mãe, esgotada, movimentou a cabeça sinalizando que não. A jovem então irrompeu em soluços incontroláveis.
O artigo assinalava que as famílias estavam se desintegrando numa velocidade enorme. As Varas da Família de Nova York estavam sobrecarregadas com os casos. Muitos dos filhos deixados em lares para adoção logo ficavam piores. Alguns deles acabavam fugindo e vivendo nas ruas.
Especialmente impressionante foi outra reportagem que relatava sobre uma nova raça de drogados. Na manchete se lia: “Filhos Usando Drogas Em Casa Com Os Pais”. Evidentemente, 30 por cento dos viciados de hoje dizem que se viciaram em casa através dos pais, os quais os introduziram as drogas. Como pode acontecer uma coisa destas?
Estes pais tinham sido usuários de drogas na adolescência. Então, mais tarde, quando os filhos chegaram à adolescência, os pais pensaram: “Nós usamos drogas, mas sobrevivemos. E estamos ótimos hoje. É melhor que nossos filhos usem drogas em casa do que nas ruas. E é melhor que aprendam a usá-las conosco do que com amigos inexperientes”. Assim ensinaram os filhos como fumar maconha, cheirar cocaína e usar agulhas. Desta maneira, raciocinaram, eles poderiam controlar o uso de drogas dos filhos.
Mas o resultado disso chegou. Os filhos se viciaram, e suas vidas saíram de controle. Muitos saíram de casa e estão vivendo nas ruas. Estão bravos com os pais, desiludidos por seu horrível conselho. E estão marginalizados pela sociedade, sem futuro. Agora os pais estão de coração partido, cheios de culpa, derramando lágrimas que chegaram tarde demais. Pergunto: como pode um pai tomar uma decisão tão insensata? Eles levaram ruína sobre sua própria família. Quem, além de Satanás, poderia ter cegado os seus olhos?
As tragédias que atormentam famílias hoje são inacreditáveis. E os exemplos que mencionei são somente aqueles que estão acontecendo em nosso país. No resto do mundo um diabo enfurecido está fazendo estragos. E ele não vai parar enquanto não devorar toda família que estiver no seu caminho.
Muitas famílias crentes foram arruinadas pelo caos, tristeza e dor. E a devastação demoníaca chegou de muitas formas: através do divórcio, de filhos rebeldes, de vícios de todas as espécies. Entretanto o resultado é sempre o mesmo: uma família antes feliz é desintegrada e devorada.
Vi tudo isto por experiência própria por mais de quarenta anos, com a chegada de viciados e de alcoólatras aos centros de reabilitação de drogas do nosso ministério. Viciados em drogas e alcoólatras procuravam nossos centros de recuperação para receber ajuda. Era uma alegria ver aqueles homens e mulheres devastados sendo maravilhosamente salvos e libertos da escravidão. Jesus de maneira sobrenatural os transformava em novas criaturas.
Um dos sinais mais seguros de uma genuína conversão era quando um jovem ou uma mulher olhava para o seu passado e começava a perceber o quê Satanás lhe havia roubado. Soluçavam enquanto apertavam uma foto toda amassada do cônjuge, dos filhos ou dos pais. Como viciados, não haviam se importado de perder a família; sua única preocupação era o álcool e as drogas. Mas agora choravam copiosamente pelo que haviam perdido. Apontavam a foto e diziam: “Pastor David, esta é minha esposa. Ela me amava e eu a ela. E este é o meu filhinho. Mas agora não sei onde estão. Veja o que perdi...”.
Era trágico, devastador. Em tais momentos, você entende o poder destruidor de Satanás sobre estas famílias. Na verdade, a maior tragédia nunca era o mal que o vício fizera aos corpos devastados e abatidos, produzindo semblantes vazios. Pelo contrário, era o que fora roubado deles: um cônjuge, um filho, um futuro. Ainda pior era o que fora roubado dos filhos destas pessoas: uma chance de serem criados num lar piedoso, de conhecerem o amor de Jesus, de serem amados e alimentados por pais amorosos, de serem ensinados - através do exemplo - sobre como viver para o Senhor.
Afortunadamente, muitos desses ex-viciados foram abençoados por Deus com a restauração de suas famílias. Ou em alguns casos, encontraram uma nova família em seus companheiros de ministério. Mas continuo sofrendo com eles pela destruição que vivenciaram.
Agora volto ao título da mensagem: “Como salvar sua família da ruína e da destruição”.
Eis o que o Espírito Santo tem me revelado sobre esse assunto.
Chega uma hora que as circunstâncias da vida vão além da esperança humana. Não há conselho, nem médico, remédio, ou qualquer outra coisa que possa ajudar. A situação torna-se impossível. E requer um milagre, senão tudo acabará em devastação.
Em tais momentos, a única esperança que resta é que alguém se aproxime de Jesus. Alguém precisa ganhar o seu ouvido, sua atenção. Não importa quem seja - o pai, a mãe ou o filho. Esta pessoa precisa tomar a responsabilidade de se apropriar de Jesus. E precisa resolver que: “Não vou sair daqui enquanto não escutar a voz do Senhor. Ele precisa me dizer: ‘Está feito. Agora siga o seu caminho’”.
No evangelho de João, encontramos uma família que estava com este tipo de crise. “Ora, havia um oficial do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum” (João 4:46). Esta era uma família distinta, talvez até nobre. Um espírito de morte pairava sobre o lar, enquanto os pais cuidavam do filho moribundo. Poderia haver outros membros da família na casa, talvez tias e tios, ou avós, ou outros filhos. As escrituras dizem que toda a casa creu, incluindo os empregados. “... e ele creu (o pai) com toda sua casa” (4:53).
Alguém naquela casa infelicitada sabia quem era Jesus, e tinha ouvido sobre o seu poder milagroso. E de alguma forma chegou a notícia de que Cristo estava em Caná, a uns quarenta quilômetros de distância. Desesperado, o pai tomou sobre si o encargo de aproximar-se do Senhor. As escrituras dizem: “Tendo ouvido dizer que Jesus viera da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele...” (4:47).
Através dos anos, dezenas de mães de nossa igreja têm me procurado chorando por suas famílias devastadas. Marido que abandonara a família, ou o filho que estava na prisão, ou a filha que se tornara prostituta para sustentar o vício de drogas. Muitas vezes, a mãe é a última esperança que a família tem para se aproximar de Jesus. Então ela assume a responsabilidade da intercessão. E se determina a orar até que o Senhor traga libertação. Ela conclama outros a orar com ela, dizendo: “Não há mais esperança. Precisamos de um milagre”.
O nobre homem de João 4 tinha este tipo de determinação, e conseguiu aproximar-se de Jesus. A Bíblia diz que ele “lhe rogou que descesse para curar seu filho, que estava à morte” (4:47). Que quadro maravilhoso de intercessão. Este homem deixou tudo de lado, e buscou ao Senhor para que lhe desse uma palavra.
No entanto Cristo lhe respondeu: “Se, porventura, não virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis” (4:48). O que Jesus quis dizer com isto? Ele estava dizendo ao oficial que uma libertação milagrosa não era a sua necessidade mais premente. Na verdade, a questão número um era a fé deste homem. Pense sobre isto: Cristo poderia ter entrado na casa daquela família, imposto as mãos sobre o filho moribundo e o curado. Mas assim, tudo que a família saberia a respeito de Jesus era que operava milagres.
Cristo desejava mais para este homem e sua família. Queria que cressem que Ele era Deus encarnado. Por isto, disse basicamente isso ao oficial: “Você crê que é para Deus que você está suplicando para resolver esta necessidade? Você crê que sou o Cristo, o Salvador do mundo?”. O oficial respondeu: “Senhor, desce, antes que meu filho morra” (4:49). Neste momento, Jesus deve ter visto fé neste homem. É como se Jesus dissesse: “Ele crê que sou Deus em forma humana”. Porque logo em seguida lemos: “Vai, disse-lhe Jesus; teu filho vive” (4:50).
Infelizmente, muitos crentes seguem seu caminho antes de ouvirem Jesus. Mas este homem voltou à sua casa em fé. Qual foi a diferença? A diferença é que ele havia recebido uma palavra do Senhor. Buscara a Deus e esperara nEle em fé. E estava decidido a não ir embora até que recebesse uma promessa de vida. “O homem creu na palavra de Jesus e partiu” (4:50).
A igreja de Jesus Cristo deve se ocupar de ganhar almas, e a maioria dos cristãos são fiéis em fazer isto. Oramos pelas nações perdidas, por avivamento em nossas cidades e por nossos vizinhos não convertidos. Dou graças a Deus porque o seu povo está cumprindo esta obra vital.
Porém, eu pergunto: quem está orando fielmente por seu pai, mãe, irmã, irmão, primo, prima, ou pelos avós não salvos? Orar por nossos queridos deveria ser da maior importância em nossas vidas. Afinal, a responsabilidade por este tipo de oração recai sobre aqueles que têm acesso ao ouvido de Deus, que estão suficientemente próximos dEle para fazer um pedido. Agora, se este alguém não é você, então quem é? Quem há de orar fervorosamente pela salvação da sua família, se você não o faz?
Talvez você pense: “Já tenho testemunhado à minha família há anos. Tenho vivido meu testemunho com fidelidade diante deles. Eles conhecem as minhas convicções. Agora só me resta entregá-los aos cuidados de Jesus”. É verdade que devemos entregar nossos queridos não salvos ao ministério de convencimento produzido pelo Espírito Santo. Mas confiar no Espírito não significa deixar de orar com insistência em favor de nossa família. Se pararmos de interceder por eles, estamos na verdade dizendo: “É um caso sem apelação”.
Confiar no Senhor significa fazer exatamente o oposto. Se realmente confiamos nEle para a salvação e libertação de nossos queridos, clamaremos como aquele nobre: “Por favor, Jesus, venha já. Aja rápido, antes que meu ente querido se perca para sempre”. Somente oração agressiva e fervorosa pode combater os objetivos destrutivos de Satanás para arruinar nossa família. Orações feitas por pessoas cujos corações estão divididos não derrubarão as fortalezas dele. Precisamos ser chacoalhados das preocupações que temos conosco mesmos, e levar a oração a sério. E devemos ficar perto de Jesus até que a sua resposta venha.
Quando Jesus estava na região de Tiro e Sidom, “uma mulher cananéia ... clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada” (Mt 15:22). Satanás havia invadido o lar desta mulher e possuído sua filha. A palavra “horrivelmente” é derivada da raiz gramatical que significa depravadamente. Resumindo, a garota era vil e corrompida, dominada por Satanás.
Mas esta mulher não era uma mãe do mal. Embora gentia, cria. Afinal, se dirigiu a Jesus como “Senhor, Filho de Davi”. Na verdade, estava dizendo: “Tu és o Salvador, o Messias de Deus”. Neste ponto, surge uma pergunta: como Satanás tem acesso ao filho de um cristão? Como pode possuir filhos que vivem num lar piedoso?
Talvez você seja um pai ou uma mãe cristão. Você criou seu filho na igreja e fez o melhor para mostrar-lhe o caminho certo. Mas agora, depois de anos freqüentando a Escola Dominical e ouvindo pregações ungidas na igreja, ele se tornou frio e indiferente às coisas de Deus. Ele não tem a mínima preocupação quanto a servir a Jesus. E você pergunta: “Senhor, como isto pode ter acontecido?”.
Ao longo dos anos, tenho visto isto acontecer com filhos de muitos ministros. Multidões destes jovens entraram em nossos centros de recuperação de drogados do Desafio Jovem por terem sido atingidos por vícios. Foram criados em lares cristãos, mas por algum motivo não deram certo. Suas vidas passaram a ser dominadas por forças demoníacas. E se viciaram em drogas, álcool, pornografia, prostituição.
Enquanto lê esta mensagem, você pode estar dando um suspiro de alívio dizendo: “Graças a Deus não é o caso do meu filho ou da minha filha. Tenho bons filhos. Tive muito empenho em criá-los no temor e no conhecimento do Senhor. Eles conhecem o caminho certo. Podem não estar pegando fogo por Jesus, mas pelo menos não estão usando drogas”.
Pais assim estão certos em serem agradecidos. No entanto, não temem que seus filhos possam estar mornos em relação a Jesus. De acordo com o próprio Senhor, o estado de mornidão é tão terrível quanto o da opressão demoníaca. Quando Cristo advertiu: “Estou a ponto de vomitar-te da minha boca...”, Ele não estava falando com viciados em drogas. Estava se dirigindo a cristãos mornos da sua igreja. Jesus sabe que um espírito de mornidão pode deixar qualquer cristão vulnerável a tentações diabólicas enviadas diretamente do inferno.
Seus filhos podem ser amáveis, educados, e bem-comportados. Podem fugir das companhias erradas, respeitar os mais velhos e ser moralmente íntegros. Mas se não têm seus corações inteiros de amor por Jesus – se estiverem apenas vagando espiritualmente – estão em perigo. Entenda isto: qualquer filho, criado num lar cristão, automaticamente se torna um alvo preferencial de Satanás. O diabo procura atacar as famílias que são mais fervorosas no seu amor por Jesus. Mas agora a frieza do seu filho torna a tarefa do inimigo mais fácil. Ele se deleitará ao ver quão fácil é enlaçar seu filho ou filha à escravidão do pecado.
Até os cristãos mais dedicados – inclusive ministros e líderes – podem estar cegos para a armadilha que Satanás tem preparada para os seus filhos que sejam espiritualmente passivos. O inimigo está, constantemente, buscando formas de apagar a menor faísca de vida espiritual que perceber neles. Rogo a você, pai cristão: não permita que o diabo alcance seu filho. Prostre-se sobre sua face diariamente, e cerque o seu jovem com intercessão. Deus lhe deu o poder de sacudi-lo desse estado de mornidão.
Quando meus filhos eram adolescentes, pensei que entrariam no reino de Deus pelo simples fato de que eu os amava. Falava comigo mesmo: “Sempre estarei presente para os meus filhos. Serei um amigo para eles. Só preciso lhes estar acessível, para que possam me comunicar suas necessidades”.
Então um dia, meu filho mais velho Gary, chegou em casa da escola, aos prantos. Foi direto para o quarto e se jogou na cama. Quando lhe perguntei o que estava havendo, ele respondeu: “Pai, não acredito que Deus exista. É tudo um mito”.
Eu soube naquele momento que todo o amor do mundo não resolveria este tipo de ataque demoníaco. E simplesmente ser capaz de me comunicar com meu filho não solucionaria o problema. Eu não podia me consolar, dizendo: “Esta é apenas uma fase ruim. Passará. Ele é um bom rapaz; e sabe que o amo”.
Não, eu tive que enfrentar o que estava acontecendo diante dos meus olhos: Satanás estava tentando roubar do meu filho a sua fé genuína e fervorosa. Eu vira Gary entregar a vida a Jesus com cinco anos de idade e sabia que sua fé era preciosa. Agora o inimigo queria esta fé. E ele estava tentando usar a dúvida e a incredulidade para destruí-la. Na verdade, Satanás estava alvejando o centro nevrálgico da nossa família: a nossa confiança em Jesus.
Eu sabia que só tinha uma opção. Entrei no meu lugar de oração, fechei a porta, prostrei-me com o rosto em terra, e me preparei para a batalha. Determinei, “Satanás, você não terá o meu filho!”. Daquele dia em diante, clamei ao Senhor em favor de Gary. Eu suplicava: “Senhor, guarde o meu filho do maligno”.
A mudança que no fim se deu em Gary não ocorreu da noite para o dia, nem dentro de uma semana, ou mesmo em meses. Ele continuou lutando com a confusão interior; mas chegou a hora em que a confiança de Gary em Jesus foi restaurada. E se você tem lido as minhas mensagens há algum tempo, sabe que Gary desde a sua adolescência tem servido a Deus em ministério de tempo integral. Ele é um consagrado apaixonado por Jesus. E neste último ano, tive o privilégio de pregar ao lado dele em reuniões de líderes.
Cada um dos meus outros três filhos teve a sua própria prova de fé. Mas assim como aconteceu com Gary, o Senhor foi fiel para dar a vitória a Debbie, Bonnie e Greg. Como o irmão, eles também se tornaram apaixonados por Jesus e servos no seu ministério. Entretanto, minha intercessão por minha família nunca cessou. Agora, minha esposa Gwen e eu nos unimos em oração com nossos filhos adultos para orar por nossos dez netos.
A mulher com a filha enferma persistiu em buscar a Jesus. Finalmente, os discípulos instaram com o Mestre: “Senhor, mande-a embora; livre-se dela. Ela não pára de nos perturbar”. Observe a reação de Jesus às súplicas da mulher: “Ele, porém, não lhe respondeu palavra” (Mt 15:23). Evidentemente, Ele estava ignorando toda a situação. Por que faria isto? Sabemos que nosso Senhor nunca se fez de surdo diante do clamor de qualquer pessoa que O buscasse com sinceridade.
A verdade é que Jesus sabia que a história desta mulher seria contada às gerações futuras. E Ele queria revelar uma verdade a todos que viessem a ouvi-la. Por isso, testou a tenacidade da fé daquela mulher. Quando finalmente se dirigiu a ela, disse: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (15:24). Em outras palavras, estava dizendo: “Vim trazer salvação aos judeus. Por que deveria desperdiçar o evangelho deles com uma gentia?”.
Para a maioria de nós, uma declaração como esta teria sido motivo suficiente para darmos meia volta e voltar para casa. Mas aquela mulher não se moveu; a situação da sua filha era uma questão de vida ou morte para ela. E ela não ia dar descanso a Jesus até que Ele lhe desse a resposta de que precisava.
Pergunto-lhe: quantas vezes você já desistiu de orar? Quantas vezes se cansou e raciocinou: “Já busquei ao Senhor. Tenho orado e suplicado. Mas simplesmente não recebo respostas”? Bem, era uma questão de vida ou morte para você? Você realmente buscou ao Senhor com todo o seu coração, toda sua alma, seu entedimento e sua força, sabendo que não havia outra solução?
Veja como esta mulher respondeu. Não foi com uma queixa ou um dedo de acusação, dizendo: “Por que estás me negando isso, Jesus?”. Não, as escrituras dizem exatamente o contrário: “Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me!” (15:25).
O que vem depois é difícil de entender. Uma vez mais, Jesus rechaçou a mulher. Só que desta vez sua resposta foi ainda mais ríspida. “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos” (15:26).
É importante que se entenda que os judeus religiosos daquela época consideravam os gentios menos que cachorros aos olhos de Deus. É claro que Jesus não aceitava isto; Ele jamais daria uma conotação de inferioridade racial a qualquer das criaturas do Pai Criador. Mas Ele sabia que esta mulher estava consciente da atitude dos judeus em relação aos gentios. E, uma vez mais, Ele a estava provando.
Agora a mãe lhe responde: “Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos” (15:27). Que resposta incrível! Esta mulher tão determinada não pretendia abandonar sua busca intensa por Jesus; e o Senhor a elogiou por isto. Ele lhe disse: “Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã...” (15:28).
Amado, não devemos nos contentar com migalhas. A promessa é que temos toda a graça e misericórdia de que precisamos para as nossas crises. E isto inclui as crises que envolvem nossas famílias, tanto as pessoas salvas como as não salvas. Somos convidados a chegar com ousadia ao trono de Cristo, com confiança. E devemos apresentar a Ele todas as necessidades, tanto as relativas a um pai incrédulo, quanto a um filho rebelde. Pode ser que não vejamos todos os nossos queridos acertarem-se com o Senhor, ou darem uma virada na vida. Mas podemos levantar grandes muralhas ao seu redor, a fim de interromper sua trajetória rumo ao inferno. Podemos orar para que haja convencimento (da parte de Deus) sobre eles, e pela oração levantar muros de proteção ao seu redor. Também podemos orar para que pessoas cheguem às suas vidas para testemunhar a eles.
Contudo, há uma coisa que posso lhe assegurar: estas coisas nunca acontecerão se simplesmente nos resignarmos e deixá-los ao destino. Podemos tentar nos convencer dizendo: “Agora, só posso levar esse assunto pela fé”. Mas isso é desculpa falsa. Só serve para nos livrar de derramar o nosso suor espiritual, e de lutar em intercessão pela salvação da alma dos nossos queridos.
Insisto – torne essa, a sua oração: “Senhor, se algum dos meus entes queridos se perder, não será porque não orei. Não será porque considerei já como certa e garantida a obra do Espírito Santo nas suas vidas. E não será porque deixei de chorar em seu favor. Custe o que custar, vou lutar em intercessão por eles - até que um de nós se dirija ao lar para estar contigo”.
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Paul Washer - Um Marido e Uma Família Bíblica (1 /7)


Vozes vindas do céu

 

Referência: Lucas 3.21-22 – 9.35 – João 12.27-30

INTRODUÇÃO
1.Que Jesus é o verdadeiro Messias de Deus, pode ser provado por várias razões:
a)Pelas centenas de profecias que apontaram para a sua vinda ao mundo – O VT é uma preparação para a sua vinda ao mundo.
b)Pelos seus milagres extraordinários – Os cegos viram, os paralíticos andaram, os leprososo eram purificados e os mortos ressuscitavam.
c)Pelos seus ensinos excelentes – Suas palavras são espírito e vida. Ninguém jamais falou como ele. Ele ensinava com autoridade.
d)Pela sua ressurreição – Ele venceu a morte.
e)Pela voz celestial – Três vezes o Pai quebrou o silêncio e falou audivelmente do céu, testificando que Jesus era o Seu Filho amado, o Messias.
I. VEJAMOS QUANDO AS VOZES DO CÉU FORAM OUVIDAS
1.Os anjos proclamaram o seu nascimento. Os sábios viram a sua estrela, mas a voz do céu não foi ouvida durante os trinta anos da sua vida. A primeira voz veio no começo do seu ministério, em seu batismo. A segunda voz veio no meio do seu ministério no Monte de Transfiguração. A terceira no fim do seu ministério, quando estava à sombra da cruz. Jesus ouviu a voz do céu no começo, no meio e no fim do seu ministério. Seu ministério públicou começou, continuou e terminou sob o divino testemunho do Pai.
2.Todas as três vezes que a voz do céu foi proclamada foi no contexto da morte de Cristo. A primeira vez, no Jordão, Jesus foi apresentado como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O Cordeiro foi imolado para a nossa redenção. A segunda vez, foi no Monte de Transfiguração, quando Moisés e Elias falavam para Jesus sobre a sua partida para Jerusalém, o seu seja, sua caminhada para o Calvário. A terceira vez foi no Templo, na mesmo momento em que Jesus falava que tinha vindo ao mundo para morrer pelos nossos pecados.
3.Todas as três vezes que a voz do céu foi ouvida foi também no contexto de oração. No Jordão o céu se abriu porque Jesus orou. Ele orou, o céu se abriu, o Pai falou e o Espírito Santo desceu. Na Transfiguração, Jesus orou, o seu rosto transfigurou-se, a nuvem de glória apareceu e o Pai falou. No Templo, Jesus orou e o Pai falou dizendo que estava sendo glorificado no Filho e que ainda seria mais glorificado em sua morte. A vida de Jesus era o palco onde se manifestava a glória de Deus.
4.A primeira vez que o Pai falou dizendo que Jesus era o seu Filho Amado foi antes da TENTAÇÃO NO DESERTO. Ele providencia para nós poder, consolo e segurança antes de nos permitir passar pelos desertos da tentação. O diabo quis colocar dúvida no coração de Jesus sobre sua filiação, mas Jesus já havia ouvido o testemunho do céu, antes de ouvir a voz tentadora de Satanás.
5.A segunda vez que o Pai falou foi antes da grande jornada dos setenta discípulos na grande cruzada de evangelização das cidades. Os doze já tinha curado enfermos, expulsado demônios e feito muitos milagres portentosos. Mas agora a obra precisa enlarguecer-se. Mais obreiros precisavam ser envolvidos. Os céus deram a Jesus uma prova de sua Filiação antes do Senhor estender suas agências de misericórdia. Assim, também, quando o Senhor nos chama para trabalhos maiores, mais arrojados, nós devemos também nos colocar a parte em retiro de oração e então recebemos conforto e capacitação para fazer a obra.
6.O terceiro testemunho celestial veio para o Senhor exatamente antes do seu sofrimento e da sua morte. Naquela semana ele seria preso, torturado, castigado, ultrajado, condenado, crucificado. Naquela semana ele seria cuspido, ferido, e levado diante do Sinédio, do Palácio romano, da multidão e exposto ao espetáculo público no Gólgota. Naquela semana Jesus iria dizer: “Minha alma está profundamente triste até a morte” e também “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. Mas de passar pelo calvário Jesus recebe a confirmação do Pai de que sua vida e sua morte estavam trazendo glória para o seu nome.
7.A primeira voz veio a Jesus quando ele estava numa atitude de OBEDIÊNCIA. Ele não precisava ser batizado. O batismo de João era para arrependimento. Ele não tinha pecado. João entendeu isso: “Eu é que preciso ser batizado por ti.” Mas Jesus obedeceu o Pai e identificou-se conosco. E como nosso fiador e representante, ele assumiu o nosso lugar. Levou sobre si a nossa culpa, o nosso pecado e foi batizado por se identificar conosco, para cumprir a lei e satisfazer a justiça divina. Quando você está no caminho da obediência filial você ouve a voz do céu dando testemunho que de fato você é filho de Deus.
8.A segunda atestação vinda do céu veio ao Jesus quando ele estava num RETIRO DEVOCIONAL DE ORAÇÃO. Jesus subiu o monte de Transfiguração para orar. Ele tinha fome de Deus. Ele tinha prazer e deleite na vida de oração. Para ele a comunhão com o Pai era mais importante que o sucesso do ministério. Nós jamais poderemos triunfar em público no ministério se nós não tivermos intimidade com Deus em oração. Ouvimos pouco a voz de Deus, porque temos poucos retiros devocionais para estarmos a sós com o Pai.
9.O terceiro testemunho veio ao nosso Senhor quando estava engajado nas lides do MINISTÉRIO. Ele estava pregando no Templo, quando o Pai respondeu a sua oração. Precisamos entender que a obediência e a oração não anula a necessidade de estarmos engajados na obra da pregação. O ministério público é tão aceitável a Deus como as horas secretas de oração. Não negligencie a obediência, não negligencie a oração, mas não se esqueça de fazer a obra de Deus. Quando obedecemos ao Senhor, ouvimos sua voz e fazemos sua obra ouvimos a sua voz.
II. VEJAMOS PARA QUEM AS VOZES DO CÉU FORAM PROCLAMADAS
1.Na primeira vez, no BATISMO a voz do céu veio apenas para Jesus e João Batista. João era o amigo do noivo que anunciava a chegada do noivo. Ele dizia para as multidões: “Eu batizo com água, mas após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” Apenas João ouviu aquela voz, mas através dele ela foi ouvida por toda a Judéia.
2.Na segunda vez, na TRANSFIGURAÇÃO o testemunho teve um círculo mais amplo. Pedro, Tiago e João estavam presentes. Também estavam Moisés e Elias, representantes da lei e dos profetas. Assim, a lei, os profetas, os apóstolos representando a igreja cristã, todos estavam ouvindo o testemunho do Pai de que Jesus era o Seu Filho, o seu eleito, e que todos deveriam ouvi-lo.
3.Na terceira vez, no TEMPLO a voz do Pai foi ouvida por uma multidão. A multidão ouviu, mas não discerniu. Uns pensaram que a voz de Deus foi apenas um fenômeno natural: Um trovão. Outros pensaram que a voz de Deus foi uma manifestação mística: Um anjo. Na verdade o testemunho que Deus dá a respeito do seu Filho está se expandindo.
4.Os três testemunhos foram dados da seguinte maneira: O primeiro testemunho do céu foi dado ao maior de todos os homens: “Entre os nascidos de mulher ninguém foi maior do que João Batista”. Mas a voz revelava alguém maior do que ele. O Filho do Deus eterno. O segundo testemunho foi ouvido pelo melhor dos homens: o grande legislador, o grande profeta e os mais nobres dos apóstolos. Mas a voz deu testemunho de alguém maior do que eles: O Filho de Deus, o eleito de Deus, a quem eles deveriam ouvir. O terceiro testemunho ecoou no mais santo lugar, o Templo, mas a voz deu testemunho de alguém que era maior e mais santo do que o templo mais santo. Em todos os três lugares: No Jordão, no Monte e no Templo foi magnificado acima e além de todos os outros, como o santo, amado e escolhido Filho de Deus!
III. VEJAMOS COM QUE FINALIDADE DEUS DEU O TRÍPLICE TESTEMUNHO A CERCA DO SEU FILHO
1.O primeiro testemunho de Deus, no JORDÃO foi acerca da FILIAÇÃO ETERNA de Jesus: “Tu és o meu Filho amado”. Jesus não veio ao mundo como os patriarcas, os profetas ou mesmo aos apóstolos, como meros filhos de homens. Jesus é o Filho do eterno Deus. Ele é Deus. Co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Ele e o Pai são UM. Ele é o Verbo eterno, pessoal e divino. Antes de iniciar o seu ministério Jesus foi ungido como o eterno e divino Filho de Deus.
2.O segundo testemunho de Deus, no MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO foi com a finalidade de que seus discípulos O OUVISSEM. O propósito de Deus é que ouçamos os ensinos de Jesus e sigamos sua doutrina. Suas palavras são Palavras de Vida. “Para quem iremos nós, só tu tens Palavras de Vida eterna”. Veja o testemunho que Pedro deu dessa experiência da Transfiguração: 2 Pedro 1:16-19.
3.O terceiro testemunho, no TEMPLO foi um testemunho do sucesso da sua obra. “Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei” (Jo 12:28). Jesus veio ao mundo satisfazer a justiça de Deus e revelar o seu amor, e então glorificar o Pai. O Pai estava dizendo para Jesus: “Em tua vida passada jás tens glorificado o meu nome. Tua descida do céu, tua vida de trinta anos de obediência, todas as todas as tuas obras que tu fizeste nos três anos de ministério, tudo tem trazido glória para o meu nome. E eu ainda o glorificarei. No meio das gotas de sangue do Getsêmani, no meio dos terrores do pátio do palácio de Herodes, no meio das agonias da cruz, eu ainda glorificarei meu nome. Sim, em tua ressurreição, em tua ascensão, em tua majestade à minha destra, em teu julgamento dos vivos e dos mortos eu ainda glorificarei o meu nome. Assim, essas três vozes pode sem vistas como um testemunho da pessoa do Filho, da obra do Filho e do sucesso do Filho em sua missão redentora.
4.Essas três vozes confirmam o tríplice ofício de Cristo. João Batista veio pregando o Reino. Na primeira ocasião, Jesus foi proclamado em seu BATISMO como o cabeça de um novo Reino. Jesus assim, foi apresentado como Rei. Na segunda ocasião, na TRANSFIGURAÇÃO a voz do céu disse: “A ele ouvi”. Assim Deus estava apontando Jesus como o Profeta. Na terceira ocasião, no TEMPLO Jesus foi apresentado como sacerdote. Ele estava no meio dos sacerdotes, no templo onde os sacrifícios eram oferecidos. Jesus oferece-se a si mesmo como o sacrifício perfeito, orando para que o seu sacrifício glorificasse o Pai. Ele recebeu o testemunho que Deus tinha sido glorificado nele e ainda seria glorificado novamente.
IV. VEJAMOS COMO O TRÍPLICE TESTEMUNHO DE DEUS FOI DADO
1.O primeiro testemunho, no JORDÃO, quando Jesus foi batizado o céu se abriu, o Espírito desceu e o Pai falou. A obediência de Jesus à vontade e ao propósito do Pai abriu o céu para nós. Nossas orações podem agora ascender a Deus e todas as bênçãos podem descer para nós e sobretudo, oEspírito Santo desceu para ficar eternamente conosco. A obediência de Cristo identificando-se conosco e satisfendo toda a justiça de Deus, abriu o céu para nós. A obediência de Cristo cumprindo o propósito do Pai em se tornar o Cordeiro que tira o pecado do mundo, abriu-nos no céu.
2.O segundo testemunho, no MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO o céu não se abriu. A voz de Deus veio da nuvem. Aquela nuvem era uma representação da mediação de Cristo. Quando Deus fala, ele pode falar como falou no Sinai. Houve trovões e relâmpagos. O monte tremeu e fumegou e o povo temeu. Agora podemos ouvir a voz de Deus com deleite. Agora Deus fala conosco em Cristo. A mediação de Cristo é o meio que Deus nos fala.
3.O terceiro testemunho, no TEMPLO nem o céu se abriu nem houve nuvem luminosa. Houve apenas a voz do céu. A glória de Deus se manifesta completamente na vida e morte de Cristo.
4.No JORDÃO a voz de Deus foi a apresentação de Jesus como a essência do Evangelho. Os pais da igreja diziam que queremos ver a Trindade devemos ir ao Jordão. Mas podemos dizer que se queremos ouvir o Evangelho também devemos ir ao Jordão. “Este é o meu Filho amado, em quem tenho todo o meu prazer”. O Evangelho é Jesus. Deus tem todo o prazer em Jesus. Quando você está em Cristo Deus tem o seu prazer em você. Isso é o Evangelho. Quando o pecador entrega-se a Cristo e está em Cristo, Deus tem nele todo o seu prazer. Ele é justificado. Deus não se deleita em você por causa dos seus méritos, obras ou virtudes. Deus se deleita em você por causa do seu Filho.
5.No MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO temos não apenas o Evangelho, mas a ordem do Evangelho: “Ouçam-no”. A fé vem pelo ouvir. A salvação vem pelo ouvir não ensinos de homens, não doutrinas de homens, mas ouvir Cristo. Lá estavam Moisés e Elias, mas ordem foi: Ouçam a Jesus. Jesus é maior do que Moisés e Elias. Ele é o Deus encarnado. Ele é o Salvador. Fora dele não há salvação.
6.No TEMPLO temos não o evangelho ou os preceitos do evangelho, mas o resultado do Evangelho: “Eu já o tenho glorificado e ainda mais o glorificarei.” É através do Evangelho que Deus é glorificado. Deus tem glorificado seu nome através do evangelho e ainda o glorificará. Isso deve nos motivar a pregar esse glorioso evangelho, como Jesus estava fazendo no Templo.
V. VEJAMOS AS CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE O TRÍPLICE TESTEMUNHO DE DEUS FOI DADO
1.Em cada uma das ocasiões que o Pai falou a Jesus, seja no JORDÃO, seja no MONTE, seja no TEMPLO Jesus estava orando. A oração era a alma do ministério de Jesus. Porque ele orou o céu se abriu. Porque ele orou seu rosto resplandeceu. Porque ele orou, o Pai o glorificou. Se queremos ouvir o testemunho interno de Deus de que somos filhos de Deus precisamos conhecer a intimidade de Deus através da oração. Se queremos ouvir a voz de Deus, precisamos primeiro alçar nossa voz ao céu.
2.Em cada uma das ocasiões o sofrimento expiatório de Cristo foi colocado diante dos seus olhos. No JORDÃO ele se identificou conosco e foi apresentado como o CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO. No MONTE Moisés e Elias falam da sua partida para Jerusalém. O êxodo do povo, o calvário, a cruz. No TEMPLO Jesus está na semana da sua morte. Ele já estava com a sua alma angustiada. Estava no limiar do Calvário.
3.Em cada uma das ocasiões que Jesus recebeu a voz do Pai, ele estava honrando o Pai. No BATISMO ele honrou o Pai pela obediência. No MONTE ele honrou o Pai pela vida devocional de oração. No TEMPLO ele honrou o Pai pela sua entrega à morte. Se nós queremos ouvir a voz de Deus e se queremos que Deus seja honrado em nossas vidas, precisamos obedecer o Pai, precisamos ter intimidade com o Pai e precisamos oferecer nossa vida para a realzação dos propósitos do Pai.
CONCLUSÃO
1.Devemos receber o testemunho que Deus deu acerca do seu próprio Filho com firme convicção: O homem de Nazaré é o eterno Filho de Deus. O filho de Maria é o salvador do mundo. Ele é o caminho para a salvação e não há outro.
2.Se o Pai nos ordenou a ouvi-lo, devemos ouvi-lo com profunda reverência. Ouvir sua Palavra, seus preceitos e seus mandamentos com deleite, com alegria, e sobretudo, com incondicional obediência.
3.Devemos ouvir a Jesus com alegre confiança. Se o Pai enviou o Seu Filho para ser o nosso substituto, representante, Salvador, Senhor, devemos confiar nele de todo o nosso coração e descansar a nossa alma em seus braços eternos.
Hernandes D.Lopes

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O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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