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10 de ago de 2010

Pai, Filho e Espírito Santo - C. H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 12:37/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.

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Reconcilia-te, pois, com ele. Jó 22.21

De desejamos nos reconciliar com Deus e viver em paz, temos de conhecê-Lo como Ele mesmo se revela. Deus afirmou: "Façamos o homem à nossa imagem" (Gênesis 1.26). O homem não deve se contentar até que conheça um pouco deste "nós" (implícito no versículo), do qual ele deriva seu ser.

Faça um esforço consciente para conhecer o Pai. Mergulhe a sua cabeça no seio dEle, em profundo arrependimento, e confesse que você é indigno de ser chamado filho dEle. Receba o beijo do amor de Deus e permita que seja colocado em seu dedo o anel que é um sinal da eterna fidelidade dEle. Assente-se à mesa de Deus e deixe seu coração regozijar-se na graça divina.

Depois, avance e procure conhecer o Filho de Deus, que é o resplendor da glória de seu Pai. Conheça-O na admirável complexidade de sua natureza. Ele é Deus eterno e sofreu como um homem finito. Siga-O, enquanto Ele anda por sobre as águas com os passos da Divindade e se assenta à beira do poço com a fadiga da humanidade. Não se satisfaça até que conheça a Jesus como seu Amigo, seu Irmão, seu Esposo, seu Tudo.

Não se esqueça do Espírito Santo. Procure obter uma visão clara do caráter, dos atributos e das obras do Espírito Santo. No princípio, o Espírito do Senhor se movia sobre o caos e produziu ordem (Gênesis 1.2). Agora, Ele visita o caos de sua alma e cria a ordem de santidade. Contemple-O como Senhor e Doador da vida espiritual, o Iluminador, o Instrutor, o Consolador e o Santificador. Essa crença inteligente e espiritual na doutrina da Trindade é sua, se você realmente conhece a Deus. Tal conhecimento traz paz abundante e profunda.

A glória das igrejas e a glória de Deus


Por: Diogo Henrique de Sá

“Por amor de mim, por amor de mim o farei, porque, como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem.” (Isaías 48.11).

Há alguns anos atrás, durante uma reunião de domingo, na igreja onde eu congregava, escutei de um Seminarista a seguinte frase: “Eu sou membro da gloriosa Assembléia de Deus!”, naquela época eu era muito jovem para pensar nas implicações desta frase. Alguns dias atrás, no entanto, ouvi de um amigo, bem mais velho e que também estava naquela reunião, a mesma frase.

Estranhamente estes verdadeiros chavões, que visam supervalorizar algumas denominações e seus líderes, brotam dos lábios ingênuos da maioria dos cristãos sem o menor intendimento.

Passei a refletir mais sobre essa e outras frases, deste tipo, que permeiam o “evangeliquês” (dialeto, quase incompreensivo, pronunciado por membros de denominações ditas evangélicas) Já ouvi de tudo (1):

- “Sou Pentecostal até o tutano!”

- “Aqueles Batistas desviados!”

- “Aqueles Tradicionais Geladões!”

- “R.R. Soares, o Homem que abençoa o mundo!”

- “Nossa Igreja é mais abençoada, pois temos um Apóstolo!”

- “Eu sou a Voz profética de Deus no Brasil” (Silas Malafaia falando de si mesmo).

Analisando essas frases podemos perceber que existe algo de muito errado acontecendo dentro das denominações (não estou usando o termo igreja propositalmente), ao que tudo indica a Igreja que saiu da Reforma perdeu, tanto quanto a sua antecessora (Igreja Católica Romana), o foco de quem é o Senhor.

Isso é compreensível já que os “crentes” não se interessam muito pela Bíblia (Inclusive isto é constatado através de pesquisas). Na verdade só lemos pequenos trechos fora do contexto várias vezes, e normalmente quando faz parte da leitura oficial da “Campanha”, sei que esta é uma Verdade Inconveniente (uma vez disse a uma pessoa “evangélica” que ela deveria ler a Bíblia, meu Deus, foi pior que xingar a mãe, vi a fisionomia da pessoa mudar de ódio), porém isso já foi percebido inclusive pelas seitas, os Testemunhas de Jeová falam sobre nossa inadequação com relação a Palavra de Deus.

Mas voltando a falar sobre: Quem é o Senhor? Existe uma dupla consideração que precisamos fazer sobre esse tema:

1ª) Nós não sabemos quase nada sobre Jesus – Fiquei chocado um dia quando, ensinando na Escola Bíblica, disse que Jesus existe antes mesmo da fundação do mundo e uma das irmãs, muito piedosa, me perguntou como isso era possível se Jesus nasceu da Maria? Eu expliquei sobre a Eternidade de Jesus e sobre a sua primeira vinda e a irmã ficou maravilhada, em vários anos de “convertida” nunca alguém havia ensinado isso a ela. Isso revela algo que talvez nunca tenha te ocorrido: não conhecemos Jesus de verdade.


2ª) Apesar de dizermos que Jesus é o Senhor, nos comportamos como se nós fossemos o senhor de Jesus – Podemos perceber essa conduta nos templos, através dos mensageiros da prosperidade que nos encorajam a encurralar Jesus na parede e exigirmos a restituição de tudo aquilo que perdemos. Dentre outras coisas. Jesus virou uma espécie de Gênio da lâmpada que surge convenientemente quando chamamos por ele.

Mas quero me concentrar em outro ponto: Nós cristãos temos tirado o foco de Jesus para focalizar em tudo o que é humano. Temos levantado a “bandeira” de nossa denominação como se a Cruz fosse, já não podemos, como Moisés, dizer “Jeová Nissi” pois a nossa bandeira tem sido a placa de nossa denominação e o nome do nosso proeminente líder.

Com relação a frase que ouvi do seminarista veja o disparate e pense comigo: gloriosa é a Assembléia de Deus ou o Deus da assembléia?

Se Deus, conforme o texto Bíblico, não divide sua glória com ninguém como podemos dar a glória dele a outra coisa. Como podemos dividir uma glória que nem nossa é? Como pudemos ser insensíveis ao ponto de não enxergarmos os limites entre o santo e o profano? Passamos a seguir a placa da denominação e nos esquecemos de quem realmente importa que é Deus. Engraçado que a pessoa que faz isso nunca irá admitir que esteja deixando Deus de lado, porém, embora não admita, termina por fazê-lo na prática e é a pratica que demonstra o que somos de verdade, Tiago já falava isso a 2 mil anos atrás. Isso fica muito evidente quando se presta atenção nas placas das denominações, isso porque seu título vai em letras garrafais, e o nome de Jesus quando aparece está com letras menores (Salvo quando o nome de Jesus é usado no título da denominação), veja está muito clara a ordem das coisas: 1ª a denominação, depois, se der, Jesus entra na parada (isso porque as vezes para economizar espaço na placa tiramos o Seu nome dela).

Eu não sou adepto das idéias de Witness Lee, mas estou convencido que uma das piores invencionices dos Protestantes foi criar o denominacionalismo, sei que o nome facilita por questões de registro e também para demonstrar o tipo de confissão daquele grupo, porém resultou em um “nacionalismo da denominação” que chega as vezes ser parecido com o comportamento entre Judeus e Samaritanos mencionados na Bíblia: nós não nos comunicamos (membros de diferentes denominações as vezes nem se falam), atingindo ao ponto do corpo de Cristo ser mutilado e cada pedacinho tem a sua própria cabeça, que é o “Cristo a gosto do cliente”. Gosto muito de uma frase do Paulo Romero que diz: "Quem crer no Jesus errado, embarca em uma salvação errada, e pode desembarcar no céu errado".

Conheci um Pastor que Batia no peito e dizia: “sou belemita da orelha furada”, em clara menção sobre a lei vetero-testamentária que dizia que um escravo que, por amar seu senhor, quisesse ficar com ele deveria ter sua orelha furada em sinal de escravidão perpétua, veja o disparate deste pastor. O que ele está dizendo vai contra tudo o que a Bíblia ensina, pois deveríamos ser “cristãos de orelhas furadas” pois é a Ele que deveríamos servir e não a uma denominação.

Quero também corrigir um erro crasso que cometemos a Ekklesia (2) – e é por isso que uso o termo denominação em lugar do termo igreja – era uma instituição Ateniense formada pelos cidadãos, eram os “chamados para Fora”, Jesus se apropriou deste nome para a sua Ekklésia formada pela assembléia de seu novo povo, assim como os atenienses, nós também fomos chamados para fora, nós somos a Igreja de Cristo. Nós criamos o conceito de “Igreja visível” e “Igreja invisível”, porém este conceito é defeituoso a Bíblia nunca autenticou esta nossa visão o exemplo disso é está em Rom. 16.5 onde Paulo saúda a Igreja que se reúne na casa de Áquila, ele não diz a “igreja de Áquila”, ele diz à “igreja que se reúne em sua casa”. A Igreja segundo Paulo eram as pessoas. Nós os que tivemos um encontro real e verdadeiro com Jesus Cristo, que fomos atraídos pelo seu irresistível amor, somos a Igreja.

Não podemos nos esquecer da supervalorização do homem, do líder. Quando estudei Apologética pelo Instituto Cristão de Pesquisas (ICP), aprendi a reconhecer as seitas através das quatro operações matemáticas (3). Recordo ainda de cor sobre a divisão: “Dividem a fidelidade entre Deus e a organização. Desobedecer à organização ou à igreja equivale a desobedecer a Deus. Não existe salvação fora do seu sistema religioso.”

Que coisa mais interessante isso vem acontecendo em quase todas as denominações Evangélicas, principalmente as neo-pentecostais criamos uma supervalorização do líder, como se ele fosse o próprio Deus na terra. Eu sempre pensei que Jesus era o abençoador do mundo, mas descobri que ele perdeu o reinado para o R.R.Soares, o Edir Macedo tem seus clones espalhados por todo o país (fiquei pasmo ao ver como conseguem imitar o timbre de voz), Marco Feliciano não fica pra traz, tá cheio de gente imitando o cara, o pessoal do Valdomiro faz fila pra pegar o lencinho com o seu suor “sacro-santo” (ah esse me dá nojo), Ezequiel Pires tem a visão de raio X, Silas Malafaia é o auto proclamado “Profeta de Deus”, pensei que o ultimo profeta foi João Batista (ah já sei talvez Jesus tenha mentido né???). Agora pare um segundo - pense pelo amor de Deus, quem são esses homens? Não são ninguém! João disse:” Importa que Ele cresça e eu diminua”, mas esses e outros homens estão dizendo: importa que eu cresça e Ele que se vire.

O Prof. Leandro Villela (4) disse em um dos seus vídeos que as pessoas lhe enviam mensagens dizendo que não admitem que ele fale mal de um ou outro pastor, mas estranhamente não vê estas pessoas entrando em sites ateus e dizendo que não admitem que ninguém fale mal de Jesus, é inegável a algo de muito errado acontecendo em nossa vida, Jesus não é mais o centro.

Fora as orações fortes que aparecem por aí e que muita gente vai atrás, isso nos leva a outra discussão quem é forte? A oração? Ou o Deus a quem a oração é dirigida? Não existe oração forte, Deus ouve a oração de uma pessoa tão bem quanto ouve de 318. Ninguém pode obrigar Deus a fazer coisa alguma, veja o Ele diz sobre isso: “terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer” Ex.33.19. Ele responde a oração porque quer, porque nos ama, porém só faz quando quer. Nós não somos merecedores de nada, e Ele não tem nenhuma obrigação para conosco em relação a isso, já que nunca prometeu um mar de rosas, muito pelo contrario Jesus nos avisou: “No mundo tereis aflições, tenham bom ânimo...”.

Na verdade quem tem Glória é Deus, o Poder é Dele (Sl 62:11 “Deus falou uma vez; duas vezes ouvi isto: que o poder pertence a Deus”) tudo vem Dele estamos errados ao dividi-la com qualquer outro ser ou denominação, a Ele sempre o mais perfeito louvor. A Glória da Igreja é Cristo. Deus nunca dividiu sua glória com ninguém. As denominações e os líderes inescrupulosos devem se arrepender o quanto antes, ou sua parte será com os hipócritas onde a pranto e ranger dos dentes. Quantas vezes esses líderes dizem servir a Jesus e acabam por servir-se Dele com o pretexto de O glorificarem quando na verdade querem a Glória para sí, usando-O para se auto-promoverem como “Homens de Deus”, em mais um deslize para o Antigo Testamento, já que Paulo, Pedro, Tiago, João, Timóteo, e os outros nunca usurparam esse título para si, antes se auto proclamavam escravos de Cristo, cujo único interesse era promover, glorificar e honrar Aquele que tudo é. Nós não temos a glória e nós não temos a honra, pois ela também é Dele.

A ELE A HONRA E GLÓRIA E O DOMÍNIO PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!

NOTAS:
1 - Não vou colocar todas, pois não tenho todo o tempo do mundo, mas se você fala alguma e eu não postei não se sinta discriminado.
2 - Nossa palavra Igreja deriva etimologicamente da Palavra Grega Ekklesia.
3 - Para uma maior orientação sobre esse tema Acesse www.icp.com.br.
4 - http://www.youtube.com/user/inconformadostv#g/a

Por: Diogo Henrique de Sá
Contatos: diogo_hs@ig.com.br

Livres dos desejos do pecado – D. M. Lloyd-Jones

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(Desejar justiça) significa desejo de ser livre do pecado, porque o pecado nos separa de Deus. Positivamente, pois, significa desejo de ser reto para com Deus. . . Toda a dificul¬dade do mundo de hoje se deve ao fato de que o homem não é reto para com Deus, pois é porque ele não é reto para com Deus que anda por caminhos errados em tudo mais. . . Aquele que tem fome e sede de justiça percebe que o pecado e a rebelião o separaram da face de Deus e anela retornar àquele antigo relacionamento. . .

Mas também significa, necessariamente, o desejo de ficar livre do poder do pecado. . . O homem a quem estamos considerando. . . chegou a perceber que o mundo em que ele vive é controlado pelo pecado e por Satanás. . . Ele entende que «o deus deste mundo» o vem cegando. . . Quer libertar-se desse poder que o arrasta para baixo, a despeito dos esforços dele (ver Romanos 7). Quer ficar livre do poder, da tirania e da servidão do pecado. . .

Mas a coisa vai mais longe ainda. Significa o desejo de ficar livre do próprio desejo do pecado, pois vemos que aquele que verdadeiramente se examina a si próprio, à luz das Escrituras, não só descobre que está na escravidão do pecado; ainda mais horrível é o fato de que ele gosta do pecado, ele o deseja. Mesmo depois de ter entendido que é errado, ele o quer. Mas agora, o homem que tem fome e sede de justiça é aquele que quer desfazer-se daquele desejo do pecado, não somente exterior, mas também interiormente. . . O pecado é algo que polui a própria essência do nosso ser e da nossa natureza. Quem é cristão quer ficar livre disso tudo. . . Ter fome e sede de justiça é desejar libertar-se do ego, em todas as suas horríveis manifestações, em todas as suas formas. . . aquele que tem fome e sede de justiça. . . quer emancipar-se da preocupação egocêntrica, em todas as suas formas e medidas.

Studies in the Sermon on the Mount, p. 77.-9-

Capacidade Moral e Natural – R. C. Sproul

Jonathan Edwards fez outra distinção que é útil no entendimento do conceito bíblico do livre-arbítrio. Ele distinguiu entre capacidade natural e capacidade moral. A capacidade natural tem a ver com os poderes que recebemos como seres humanos naturais. Como um ser humano, tenho a capacidade natural de pensar, de andar, de falar, de ver, de ouvir, e, sobretudo, de fazer escolhas. Há certas capacidades naturais que me faltam. Outras criaturas podem possuir a capacidade de voar sem a ajuda de máquinas. Eu não tenho essa capacidade natural. Posso desejar voar pelos ares como o Super-Homem, mas não tenho essa capacidade. A razão pela qual eu não posso voar não é devida à deficiência moral no meu caráter, mas porque meu Criador não me deu o equipamento natural necessário para voar. Não tenho asas.


A vontade é uma capacidade natural dada a nós por Deus. Temos todas as faculdades naturais necessárias para fazer escolhas. Temos uma mente e temos uma escolha. Temos a capacidade natural de escolher o que desejamos. Qual, então, é o nosso problema? De acordo com a Bíblia, a localização de nosso problema é clara. E com a natureza de nossos desejos. Este é o ponto focal de nossa queda. A Escritura diz que o coração do homem decaído abriga continuamente desejos que são somente maus (Gn 6.5).

A Bíblia tem muito a dizer sobre o coração do homem. Na Escritura, o coração refere-se não tanto a um órgão que bombeia sangue através do corpo, como à essência da alma, ao lugar mais profundo das afeições humanas. Jesus viu uma conexão próxima entre a localização dos tesouros do homem e os desejos de seu co¬ração. Encontre o mapa do tesouro do homem e você terá a estrada para seu coração.

Edwards declarou que o problema do homem com o pecado está em sua capacidade moral, ou falta dela. Antes que uma pessoa possa fazer uma escolha que é agradável a Deus, ela precisa primeiro ter um desejo de agradar a Deus. Antes de encontrarmos Deus, precisamos primeiro desejar procurá-lo. Antes de escolher¬mos o bem, precisamos primeiro ter um desejo pelo bem. Antes de escolhermos Cristo, precisamos primeiro ter um desejo por Cristo. O valor e a substância do debate todo apóiam-se preci¬samente neste ponto: O homem decaído, em si mesmo e de si mesmo, tem um desejo natural por Cristo?

Edwards responde a esta questão com um enfático "Não!". Ele insiste que, na queda, o homem perdeu seu desejo original por Deus. Quando ele perdeu esse desejo, alguma coisa aconteceu à sua liberdade. Ele perdeu a capacidade moral de escolher Cristo. Ou ele tem esse desejo já dentro dele, ou precisa receber esse desejo de Deus. Edwards e todos que abraçaram a visão reformada da predestinação concordam que, se Deus não plantar esse desejo no coração humano, ninguém, deixado a si mesmo, jamais escolherá Cristo. Eles sempre e em todo lugar rejeitarão Cristo porque eles não o desejam. Eles livremente rejeitarão Cristo no sentido de que sempre agirão de acordo com seus desejos.

A este ponto, não estou tentando provar a verdade da visão de Edwards. Para fazer isso, é preciso dar uma olhada de perto na visão bíblica da capacidade ou inabilidade moral do homem. Faremos isso mais tarde. Precisamos também responder à pergunta: "Se falta ao homem a capacidade moral de escolher Cristo, como pode Deus considerá-lo responsável por escolher Cristo? Se o homem nasce num estado de incapacidade moral, sem nenhum desejo de escolher Cristo, não é então culpa de Deus que os homens não escolham Cristo?" Novamente peço paciência ao leitor, com a promessa de que vou retomar estas questões brevemente.

Ouvindo a Jesus em João 4.14 – John Piper

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Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.

Ao me ajoelhar naquela manhã de segunda-feira, durante meu devocional, disse: "Ó Senhor, tem misericórdia de mim, pecador! Ajuda-me. Por favor, vem e restaura a minha alma". Em seguida, perguntei calmamente: "Senhor Jesus, o que querias dizer quando falaste: 'Aquele... que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede'? Estou com sede nesta manhã. Ouvi meu colega David Livingston dizendo, ontem à noite, que ele tem sede. Quase todo crente que vem ao meu escritório tem sede. Qual era a tua intenção ao dizer que aqueles que bebessem da tua água não teriam mais sede? Não temos bebido? Esta promessa é vã?"

O Senhor respondeu. Ele me mostrou o resto do versículo, e derramou sobre ele uma luz que nunca vira antes. João 4.14 começa assim: "Aquele... que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede". Isso foi o que me levou a clamar: "O que pretendias dizer? Estou tão sedento! Minha igreja está sedenta! Os pastores com quem eu oro estão com sede! O Jesus, o que querias dizer?"

Jesus respondeu da única maneira pela qual sei que Ele respon¬de. Abriu-me os olhos para ver o significado do que disse na Bíblia. Eu já havia memorizado esse versículo na manhã do domingo, para a minha própria alma e para um possível uso na oração pastoral. Assim, enquanto eu orava, os elementos da comunicação divina estavam no seu devido lugar. (Oh! que percepção perdemos quando não memorizamos mais das Escrituras!)

Enquanto eu suplicava, a segunda parte do versículo falou por si mesma. Jesus disse: "Pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna". Com estas palavras, veio a resposta. Não era uma voz audível, e sim, a voz de Jesus, na Palavra iluminada e aplicada pelo Espírito Santo.

A resposta era assim: quando bebem da minha água, a sede de vocês não é aniquilada para sempre. Se isso acontecesse, vocês sentiriam, posteriormente, qualquer necessidade de minha água? Esse não é meu objetivo. Não quero santos auto-suficientes. Quando bebem da minha água, ela se torna uma fonte em vocês. Uma fonte satisfaz a sede, não por remover a necessidade por água, e sim por estar lá, para lhes dar água sempre que têm sede. Vez após vez! Como nesta manhã. Portanto, beba, John. Beba.

Agora, enquanto escrevo, vejo esta verdade preciosa no Salmo 23: "O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará". Apesar disso, clamamos: "O Senhor, hoje eu tenho necessidades! Conheço centenas de pessoas que têm necessidades e confiam em Ti como o pastor delas. Qual a tua intenção ao dizer que nada nos faltará?"

Agora, aprendemos uma lição. Primeiramente, clamamos. Depois, lemos: "Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma". Refrigera-me. Isso significa que as necessidades surgem em minha alma, e, então, o Senhor Jesus as satisfaz. Elas surgem novamente; Ele as satisfaz. A vida é um ritmo de necessidade e suprimento — e, às vezes, um ritmo de perigo e livramento. "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte...". O vale se tornará (novamente) em verdes pastos, e as águas tranqüilas fluirão (novamente!). Até agora, a fonte está jorrando do interior e o fará para sempre. Por que a fonte, em nosso íntimo, não é nós mesmos; é Deus. "Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem" (Jo 7.38-39).

A sede é satisfeita pelo Espírito de Cristo revelando-nos a Si mesmo e as suas promessas, para a satisfação de nossa alma. Mas a sede não é obstruída, para que não percamos o impulso de vir a Ele vez após vez, em busca de tudo o que Deus prometeu ser para nós em Jesus.

Aquele que tem sede venha e continue vindo, até que nossa comunhão seja tão íntima, que não haja qualquer distância entre nós e o Senhor.

O Amor


"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba..."

(1 Coríntios 13:4-8 )


 


Aquele que não ama não conhece a Deus...” (1João 4.8)


Voce nâo fica chocado com uma declaração dessas: “Aquele que nâo ama nâo conhece a Deus!?”
Eu uma vez mais fiquei, pois uma afirmaçao tão enfática como essa me leva a indagar: “Deus dos céus será que eu realmente te conheço?” Quantos de nós, cristâos, batem no peito afirmando em nossos cultos, ou em nossa orações: “Deus está aqui e nós o conhecemos”? Ou em nossos estudos bíblicos e teológicos acabamos  por pensar que de tanto estudar conhecemos bem a Deus? Contudo, na verdade conhecemos sobre Deus e nâo a Deus! E por que estou dizendo isso?
O cohecimento verdadeiro e completo de Deus só vem pelo amor – ”aquele que não ama não o conhece”eu nâo devo conhecer a Deus! Por isso chegamos a uma conclusão chocante: será que amamos? Quanto do que fazemos no dia-a-dia –  das coisa naturais às espirituais – é feito com amor? E quanto às pessoas: dos ímpios aos nossos irmãos na fé, olhe para eles nesse momento, veja sua situação, seu estado, pessoas que estão vindo na sua mente ou que você convive no dia-a-dia, você as trata com amor, ou melhor: você as ama? Deus dos céus o que estamos fazendo? – que declaração aterrorizante, chocante, que joga toda nossa teoria sobre Deus no chão, quebra todas as nossas teses, estudos, auto-piedade, auto-sacrifício e religiosidade. Declaração que nos envergonha, nos humilha, nos causa impacto, arrepios e nos leva a afirmar:
Que apavoro toma os nossos corações! Se não sabemos amar, e se não amamos de fato, estamos em total escuridão, pois assim vivemos sem o conhecimento de Deus, e sem conhecê-lo onde iremos? Como venceremos? Óh Deus, nos ajude amar e mostar o seu amor! Quanto descaso e indiferença da nossa parte para com as pobres almas perdidas – sem Deus e sem amparo – e nós rodeados de conforto e da graça, milhares famintos, doentes, destruídos, condenados e nós possuímos o reino e o enterramos!? E a razão pela qual  tudo a nossa volta está tão superfficial – de forma a não colhermos resultados – é porque não fazemos nada com amor, não amamos. Eu não estou dizendo de obras, eu não estou dizendo de ações somente, eu estou dizendo de inteções, eu estou dizendo de sentimentos: “ALGO QUE É FEITO E  MOVIDO PELO AMOR!”
E o resultado é uma falta de conhecimento de Deus, que nos deixa débeis, cegos, e isso é a maior condenação que um homem pode ter:  “não conhecer a Deus”, que tragédia, que juízo!!! Será que não é por isso que a cristandade atual está tão perdida e confusa, não seria essa uma das causas do declínio da igreja moderna, pois ela parece sem um pingo de conhecimento de Deus? Então olhamos e somos obrigados a afirmar: “nossa atual geraçao não ama!” Estou fazendo  um apelo para que você ame, ore pedindo pelo Espírito, para que ele derrame desse amor, ou talvez ele já foi até derramado: e será possível que você não o pratica, não o exercita, enfim, não ama? E ele não é manifestado, não por que você não o tenha, e sim porque você não usa a sua vontade, a sua iniciativa em amar, pois assim assim com certeza Deus faria o resto! E a razão de tudo isso é o nosso egoísmo, fruto desse evangelho egoísta de hoje, que sufoca o amor...
Vá enquanto é dia, ame, pratique o amor e assim conheça a Deus. Saia dessa escuridão espiritual que você se encontra, tenha uma revelação maior de Deus, amando. Caso contrário você poderá ouvir: “Ei, você nâo conhece a Deus!

Paulo Junior.


Qual Escolha Vamos Fazer?

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Desde quando lidava com o Israel físico no Antigo Testamento, falando das bênçãos que iriam receber na terra prometida, mediante a obediência a sua palavra, o Senhor não deixou de advertir a respeito das consequências da desobediência. Lembremos das palavras do Senhor faladas através de Moisés ao seu povo, pouco antes de entrarem na Terra Prometida: “Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la” (Deuteronômio 30:15-16).  
É muito bom termos o conforto de saber que a palavra do Senhor sempre se cumpriu, relativo a suas promessas de bênçãos (Josué 21:43-45). Quando vemos o povo fiel ao Senhor recebendo dele as bênçãos, como consequência da obediência, devemos ser encorajados a guardar seus mandamentos, e confiantes na sua misericórdia, termos a certeza da glória eterna junto ao Pai (2 Coríntios 5:10; 2 Pedro 3:9-13).  
Mas, no mesmo contexto, o Senhor advertiu o povo dizendo: “Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres” (Deuteronômio 30:17-18).  
Posteriormente o Senhor deixou ainda mais claro para Israel por boca de Josué sobre a certeza do cumprimento de suas promessas tanto de bênçãos quanto de maldição (Josué 23:11-16). Devemos entender que a condenação é tão real e certa quanto a salvação (Hebreus 6:4-8,10:26-31; Mateus 18:9).  
O desejo do Senhor, porém, era que todos tomassem a decisão correta: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó (Deuteronômio 30:19-20).  
No Novo Testamento Jesus nos ensina o mesmo princípio quando nos encoraja a trilhar o caminho que conduz a vida. Ele deixou bem claro quais serão as conseqüências da nossa escolha. (Mateus 7:13-14; João 14:6).  
Qual escolha nós vamos fazer? O bem ou o mal? A vida ou a morte?  
Que façamos a escolha certa!  
 
–por Alessandro B. F. da Costa

A Cruz É Uma Prova de Amor - Paulo Junior



O porta estreita, o caminho estreito, a cruz, não são provas do egoísmo de Deus, e sim do seu grande amor, misericórdia e graça por nós!

Cap 34 - Um Estudo Sistemático de Doutrina Bíblica O OFÍCIO DE BISPO

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Os principais oficiais nas igrejas do Novo Testamento eram chamados bispos, ou anciãos, ou pastores. "Que os apelativos 'bispos', 'presbíteros' ( ou ancião) e 'pastor' designam o mesmo ofício e ordem de pessoas, pode ser visto de Atos 20:28... (cf. 17...) ... Fil. 1:1; 1 Tim. 3:1,8; Tito 1:5,7; 1 Ped. 5:1,2..." (Strong). Para o mesmo efeito são as palavras de muitos outros, incluindo as de Conybeare e Howson e passagens citadas por Giessler (Church History, Vol. 1, pág. 90).
            A primeira objeção plausível à identidade de bispos e anciãos foi à avançada por Calvino baseado em 1 Tim. 5:17. Mas em vez de mostrar que os termos designam dos dois ofícios, esta passagem mostra que um ofício envolvia duas espécies de trabalho: ensinar e reger ou superintender. Alguns ocupantes do ofício eram mais felizes em um do que no outro, sendo o ensino considerado como a função mais elevada do ofício. As passagens seguintes mostram que ensinar e superintender pertenciam ao mesmo individuo: Atos 20:28-31; Efe. 4:11; Heb. 13:7; 1 Tim. 3:2.
            A pluralidade de anciãos ou bispos nas igrejas do Novo Testamento era incidental e não é cabível em todas as igrejas; a saber, uma pluralidade de anciãos não é essencial à existência de uma igreja nova testamentina. Foram o tamanho e a escassez das igrejas, e as grandes expansões vagas, que deram caso a pluralidade de anciãos (*).
I. QUALIFICAÇÕES DOS BISPOS
            Estas qualificações estão dadas em 1 Tim. 3:1-7 e Tito 1:5-9, que são:
1. IRREPREENSIBILIDADE
            Por isto não se quer dizer que o bispo deva ser moralmente perfeito. Nenhum homem na carne o é. Quer dizer que ele deve estar acima de séria censura. Este requisito está explicado e amplificado em ambas as passagens supracitadas, como segue:
            "Ademais, ele deve ter bom testemunho dos que estão de fora; sob pena de cair em afronta e no laço do diabo" (1 Tim. 3:7).
            "Porque o bispo deve ser irrepreensível, como despenseiro de Deus; não soberbo, não fácil de se irar, nem violento, nem briguento; não guloso de torpe ganância." (Tito 1:7).
            Se o público não tiver uma elevada consideração pela integridade moral de um homem, ele jamais deverá ser feito bispo.
2. RELAÇÕES CONJUGAIS ADEQUADAS
            Marido de uma só esposa. Isto quer dizer, sem duvida, que ele deve ser marido de só uma esposa num tempo. Não deve ter duas esposas vivas. Nem isto requer que um pregador seja casado, ainda que, em muitos casos, é melhor que fosse, nem o priva de casar outra vez se sua esposa morre.
3. VIGILANCIA, SOBRIEDADE E BOA CONDUTA
            Estas são dadas juntas em 1 Tim. 3:2. São dadas na Versão Revista como significando que o bispo é para ser temperante, calmo e ordeiro. E esta versão seguinte deixa a referência a vinho. Temperança quer dizer controle próprio em tudo. Envolve abstinência total daquilo que for prejudicial ou mau.
4. HOSPITALIDADE
            Hospitalidade refere-se a hospedagem dos visitantes no lar. Nos dias do Novo Testamento a hospitalidade foi "um serviço especialmente necessário... quando o viajante cristão estava exposto a dificuldades peculiares e perigos, um dever, portanto, que era muitas vezes obrigatório" (Harvey, sobre Tito). A hospitalidade talvez não seja tão urgentemente necessária hoje, mas não é nada menos bela e benéfica."
5. APTIDÃO PARA ENSINAR
            Isto inclui tanto o amor para ensinar como a habilidade nele. Isto requer conhecimento e a habilidade para comunicá-lo.
6. TRANQUILIDADE
            As qualidades que seguem a aptidão para ensinar são dadas na melhor tradução, como segue: "... não ralhador, não briguento senão gentil, não contencioso." O Bispo não é para por natureza ser violento e belicoso, mas um homem de um espírito gentil e perdoador, adverso a altercar e disputar. Vide 2 Tim. 2:24. Todavia ele deve contender pela fé e combater o mal.
7. AUSÊNCIA DE COBIÇA
            Não deve o bispo ser amante do dinheiro, porque o amor do dinheiro é a raiz de todas as espécies de mal. Ele não deve botar o dinheiro acima do cumprimento fiel da vontade de Deus.
8. HABILIDADE DISCIPLINAR
            O teste é o modo por que ele controla seus próprios filhos. A Escritura diz que se ele não pode controlar, não pode cuidar da igreja de Deus.
9. UMA EXPERIÊNCIA CRISTÃ SASONADA
            O bispo não deve ser um noviço, isto é, um há pouco chegado à fé; ele deve possuir um grau considerável de maturidade Cristã.
10. ORTODOXIA NA FÉ
            Para as oito qualificações precedentes seguimos a epístola a Timóteo e não procuramos enumerar tudo em ambas as epístolas, admitindo que em Timóteo temos, de um modo geral, tudo que se inclui em Tito. Mas a última estipulação em Tito desejamos observar. Reza ela como segue:
            "... apegando-se à palavra fiel que é segundo o ensino, para que ele tanto possa exortar na sã doutrina como convencer aos contradizentes" (Tito 1:9).
            Isto quer dizer o bispo é para ser alguém que se agarra à Palavra de Deus a despeito de toda a tentação para deixá-la.
II. OS DEVERES DO BISPO
            Os deveres do bispo são como segue:
I. REGER A IGREJA
            1Tim. 5:17; Heb. 13:7,17. A regência aqui, contudo, não é autocrática (1 Ped. 5:3) senão só a regra de superintendência e liderança. Em nossa consideração da igreja mostramos que a igreja é uma democracia, recebendo e excluindo membros, manejando os seus próprios negócios. E assinalamos que "anciãos regentes",  no sentido moderno, não estão autorizados por 1 Tim. 5:17.
2. ENSINAR
            1 Tim. 3:2; 2 Tim. 4:2; Tito 1:9; Heb. 13:7. Este é o trabalho principal do pregador. Nada deverá ser permitido emiscuir-se nisso. Se ele falhar nisso, falhou em tudo. Tudo mais é secundário ante a obra de ensinar.
3. PASTOREAR O REBANHO
            Efe. 4:11. Nesta passagem temos o bispo chamado pastor. Quer isto dizer que ele é um pegureiro. É para ele ter o mesmo interesse era o caso com o antigo pastor e suas ovelhas. É para ele alimentá-las, escudá-las contra o perigo, confortá-las na aflição e fortificá-las quando fracas.
4. ADMINISTRAR AS ORDENANÇAS
            Parece, ao tratar da natureza do ofício de bispo, considerar como sua função particular a administração das ordenanças. E como antes observamos a respeito do batismo, assim podemos agora dizer tanto do batismo como da Ceia do Senhor: que não temos nenhuma indicação certa que quaisquer senão bispos jamais as administraram.


*O bispo não é um sacerdote oficial. A palavra sacerdote no grego é inteiramente diferente das traduzidas por bispo, ancião, pastor. As igrejas do Novo Testamento não tinham sacerdotes oficiais. Todos os crentes são sacerdotes. Vide 1 Ped. 2:5,9; Apoc. 5:10. Eis aqui a lastimável fraca tentativa uma vez feita por um católico em evidência para justificar o sacerdócio: - "A própria palavra 'sacerdote'  em nossa língua deriva-se da do Novo Testamento 'presbuterous'".  Esta faz presbítero, sacerdote, padre. Isto é indicação suficiente do ofício e prova que o sacerdócio católico é escriturístico."

Autor: Thomas Paul Simmons, D.Th.
Digitalização: Daniela Cristina Caetano Pereira dos Santos, 2004
Revisão: Charity D. Gardner e Calvin G Gardner, 05/04

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