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30 de jun de 2011

John Piper - Por que eu preciso de outras pessoas se eu já tenho a Jesus?


Pastor John Piper nos fala da importância da comunhão com a igreja.

29 de jun de 2011

Você Deve Morrer - Paulo Junior




João 12 : 24 Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.


Se Cristo é Tudo - o mundo é Nada! - Josemar Bessa



2 Coríntios 6:3;10
Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado;
Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias,
Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns,
Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido,
Na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, à direita e à esquerda,
Por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama; como enganadores, e sendo verdadeiros;
Como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não mortos;
Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo.




"Cristo é tudo em todos." Colossenses 3:11

O filósofo diz que toda ciência tem sua dignidade a partir do objeto, quanto mais nobre o objeto, mais raro o conhecimento. Por isso, é que Jesus Cristo, sendo o objeto mais sublime e glorioso, o conhecimento que nos leva a Cristo deve ser o mais excelente...

28 de jun de 2011

Acorde - Leonard Ravenhill | A. W. Tozer




Levanta-te dentre os Mortos - John Piper



Reflexões sobre o levantar-se dentre os mortos

Como Você obedece a ordem de nascer de novo?


Como você obedece ao mandamento de nascer de novo? Antes, faça outra pergunta: quando Jesus ordenou a Lázaro que ressuscitasse dos mortos, como ele obedeceu a essa ordem? João 11.43 diz: "[Jesus] clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!" Esta ordem foi dada a um homem morto. O versículo seguinte acres¬centa: "Saiu aquele que estivera morto, tendo os pés e as mãos ligados com ataduras".

Como Lázaro fez isso? Como um homem morto obedece a ordem de viver novamente? A resposta parece ser: a ordem leva consigo o poder de criar uma nova vida. Obedecer à ordem de nascer de novo significa fazer o que pessoas vivas fazem. Isto é extremamente importante. A ordem de Deus: "Levanta-te de entre os mortos!" leva consigo o poder de que necessitamos para obedecer-Lhe. Não obedecemos a esta ordem criando essa vida. Obedecemos a essa ordem fazendo o que pessoas vivas fazem — Lázaro saiu para fora. Ele ressuscitou. Caminhou até Jesus. A chamada de Deus cria vida. Respondemos no poder daquilo que a chamada criou.


Em Efésios 5.14, Paulo disse: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará". Como você obedece à ordem de acordar do seu sono? Se a casa estivesse cheia de monóxido de carbono, e alguém gritasse: "Acorde! Salve-se! Saia!", você não obedeceria esta ordem acordando a si próprio. A altissonante e poderosa ordem, por si mesma, o desperta. Você obedece por fazer aquilo que pessoas acordadas fazem diante do perigo. Você se levanta e sai da casa. A chamada cria o despertar. Você reage no poder do que a chamada criou.

Creio que isto explica por que a Bíblia diz coisas paradoxais a respeito do novo nascimento, ou seja, que temos nós mesmos de ob¬ter um novo coração, mas é Deus quem cria o novo coração. Por exemplo:


Deuteronômio 10.16: Circuncidai... o vosso coração. Deuteronômio 30.6: O SENHOR, teu Deus, circuncidará o teu coração.

Ezequiel 18.31: Criai em vós coração novo e espírito novo. Ezequiel 36.26: Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo.

João 3.7: Importa-vos nascer de novo.

1 Pedro 1.3: "Deus... nos regenerou [fez nascer de novo].

"Circuncidar o coração" significa fazer o que fazem as pessoas que têm o coração circuncidado. Seja cuidadoso para com Deus e abandone todo o mal. Separe a sua vida para Deus e seja diferente do mundo. Tudo isto é possível somente por causa da promessa: "O SENHOR, teu Deus, circuncidará o teu coração". Como diz Filipenses 2.12-13: "Desenvolvei a vossa salvação... porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade". "Desenvolvei a vossa salvação" corresponde a "circuncidai... o vosso coração". "Deus é quem efetua em vós" corresponde a "o SENHOR, teu Deus, circuncidará o teu coração". A conexão é que o nosso fazer depende de Deus fazê-lo primeiro. Ele inicia e capacita.

De modo semelhante, "criai em vós coração novo" significa que devemos agir em novidade de coração e dar passos de acordo com essa novidade. A promessa "dar-vos-ei coração novo" significa que Deus é o criador decisivo do novo coração. Deus nos dá o novo coração, e agimos de acordo com ele.



Igualmente, o modo de obedecermos à ordem de nascer de novo é, primeiramente, experimentar a dom divino da vida espiritual e fazer o que pessoas vivas fazem — invocar a Deus com fé, gratidão e amor. Quando a ordem de Deus nos alcança com o poder de criar e converter do Espírito Santo, essa ordem nos dá vida. A evidência de que a ordem divina nos alcançou criando vida é que reagimos com vida, fé, esperança e alegria. Se essa resposta está em nós, somos nascidos de Deus e temos obedecido à ordem.

Você já nasceu de novo? Tem um novo coração? Ressuscitou espiritualmente de entre os mortos? Esta é a obra de Deus em e por trás de sua resposta de fé. Portanto, responda com humilde confiança, reconhecendo no próprio ato o toque soberano de Deus.

27 de jun de 2011

Morrendo para Viver - Chuck Swindoll


A mensagem fala sobre o método divino na libertação do cristão do poder do pecado em Romanos 6.

As Recompensas Do Discipulado - Paul Washer




De volta à Cruz e ao punhal(Homenagem a David Wilkerson)



Relato documental do ministéio de David Wilkerson que ja esta na gloria celestial com o Senhor - com certeza! Obrigado Senhor, pela vida deste verdadeiro discipulo e um exemplo rarissimo para todos nos!


Não julge o seu crescimento pelos seus sentimentos (parte2) - David Wilkerson


David Wilkerson demonstra algumas evidências do crescimento do cristão em maturidade e o engano de se confiar nos sentimento para avaliar a nossa condição espiritual.



Não julge seu crescimento pelos seus 

sentimentos (parte 1) - David 

Wilkerson



25 de jun de 2011

O Incrivel CORNÉLIO - Paulo Junior



Atos 10:1 Na cidade de Cesaréia havia um homem chamado Cornélio, que era comandante de um batalhão romano chamado "Batalhão Italiano".
Atos 10:2 Ele era um homem religioso; ele e todas as pessoas da sua casa adoravam a Deus. Cornélio ajudava muito os judeus pobres e orava sempre a Deus.
Atos 10:3 Um dia, ali pelas três horas da tarde, Cornélio teve uma visão. Ele viu claramente um anjo de Deus, que chegou perto dele e disse: - Cornélio!
Atos 10:4 Ele ficou olhando para o anjo e, com muito medo, perguntou: - O que é, senhor? O anjo respondeu: - Deus aceitou as suas orações e a ajuda que você tem dado aos pobres e ele não esqueceu você.


23 de jun de 2011

À Imagem de Cristo - Paulo Junior



Somos Transformados Progressivamente – John Piper

A transformação que resulta do contemplar a glória de Cristo, no evangelho, acontece progressivamente. "Contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem." Falar sobre nossa transformação em termos de "glória" demonstra que a glorificação cristã começa na conversão, não na morte ou na ressurreição. De fato, na mente de Paulo, a santificação é a primeira fase da glorificação.

Por isso, devemos pensar sobre a vida cristã como um conformar-se, mais e mais, à gloriosa pessoa de Cristo. O primeiro e mais importante significado dessa conformação é moral e espiritual. Vemos o próprio Cristo como infinitamente belo em suas perfeições morais e espirituais e, consequentemente, infinitamente valioso. Ele é o maior tesouro no universo. Nós O vemos dessa maneira e nos deleitamos em ter encontrado a fonte de todo prazer e o cofre do tesouro do regozijo santo.



E, quando contemplamos a Cristo, também compartilhamos, mais e mais, da percepção espiritual de Cristo a respeito do Pai e do mundo. Cada vez mais, passamos a ver a preciosidade de Deus conforme Cristo a vê. E vemos que a glória do Pai e a do Filho são uma única glória. Não há escolha de uma em detrimento da outra. Eles se tornaram um Deus nas afeições de nosso coração.

Quando contemplamos a glória de Cristo, no evangelho, e experimentamos a sua pureza, chegamos a ver o pecado como repugnante e a salvação como magnificente. Não vemos mais as pessoas, como disse Paulo, "segundo a carne" (2 Co 5.16), mas com um amor que "tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Co 13.7). Não desesperamos de ninguém, porque, apesar da depravação humana, "para Deus tudo é possível" (Mt 19.26). E não vemos mais a cultura com olhos de sedução ou desespero, mas com olhos de esperança. O Cristo soberano e vivo reivindicará, um dia, este mundo para Si mesmo. Nosso espírito é despertado e fortalecido por contemplar a glória de Cristo e sua paixão por fazer todas as coisas servirem à glória de seu Pai.


Graça Barata - Josemar Bessa



Meio Evangelho é um falso evangelho - Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e a comunicação de suas aflições, sendo feito conforme a sua morte (Col 3.10).
O grande alvo, fim e tarefa posta diante do Cristão é seguir a Cristo — seguir o exemplo que Ele nos deixou (1 Pedro 2:21), e Ele “não agradou a si mesmo (Romanos 15:3)...




19 de jun de 2011

Paul Washer - A beleza de Jesus Cristo


Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. 2Co 3:18
Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. 2Co 4:6

A Palavra Final de Deus - Tullian Tchividjian



William Graham Tullian Tchividjian é o pastor da Igreja Presbiteriana Coral Ridge em Ft. Lauderdale, Florida. É professor visitante de Teologia no Reformed Theological Seminary e neto do conhecido pregador e evangelista Billy Graham. É formado em filosofia pela Universidade de Columbia e obteve seu M.Div pelo Reformed Theological Seminary. Tullian é autor de vários livros e contribui como um dos editors do jornal Leadership Journal. Ele é preletor em diversas conferência teológicas nos EUA e faz um programa de rádio, com meditações e pregações. É casado com Kim, com quem tem três filhos Gabe, Nate, e Genna.


Nós, cristãos, temos uma tendência notável de focalizar quase exclusivamente o fruto do problema. Fazemos isso como pais ao lidar com nossos filhos; os pastores, com os membros da igreja; os maridos, com sua mulher; e as mulheres, com seu marido. Fazemos isso com nós mesmos. Por outro lado, o evangelho sempre trata das raízes do problema. E a raiz do problema não é o mau comportamento. O mau comportamento é o fruto de algo mais profundo.
Harold Senkbeil identifica corretamente nosso verdadeiro inimigo: a morte. Em outras palavras, os pecados são o fruto de um problema mais profundo, um problema que somente Deus pode resolver. A morte é a raiz do problema.
"Isto parece bom", ela pensou consigo mesma. Aquele fruto lustroso – ele clamava por ser comido, por ser desfrutado. E que experiência ampliadora seria esse desfrute – o conhecimento do bem e do mal, o Poderoso havia dito. Como ele poderia querer menos do que o melhor para os seus?
"Meu marido e eu seremos como o próprio Deus?", ela pensou. "Ora, como isso pode ser tão mau?"
A serpente foi sensata: era muito melhor conhecer o bem e o mal do que conhecer apenas o bem.
"Tome, coma um pouco." Ela passou o fruto suculento para o seu marido.
"É muito bom. Aliás, Adão, você sabe o que Deus queria dizer com a palavra – eu acho que era – ‘morrer’?"
Todo comportamento pecaminoso – até nos cristãos – tem sua origem na morte que aconteceu no Éden. Tratar do comportamento sem lidar com a morte é perpetuar a morte. Os fariseus eram mestres nisso, e Jesus os chamou de "sepulcros caiados". Muitos de nós, cristãos, somos culpados de cometer esse mesmo erro. Tendemos a pensar no evangelho como o programa de Deus para tornar pessoas ruins em pessoas boas e não para tornar pessoas mortas em pessoas vivas. O fato é que Jesus veio primeiramente para realizar uma ressurreição da morte e não uma reforma moral – como sua própria e ressurreição demonstram.
A seguinte citação foi extraída do excelente artigo de Senkbeil publicado no livro Justified: Modern Reformation Essays on the Doctrine of Justification(Justificado: Ensaios Reformados Modernos Sobre a Doutrina da Justificação):
Muitas pessoas acham que o dilema humano é que nossas vidas estão fora de ajuste; não satisfazemos as expectativas de Deus. Portanto, a salvação se torna um questão de reorganizar nossas prioridades e ajustar nosso estilo de vida para corresponder com a vontade de Deus. Em sua forma mais grosseira, este erro leva as pessoas a pensarem que merecem sua própria salvação. Mais freqüentemente, no mundo evangélico contemporâneo, o erro tem um disfarce mais sutil: armado com perdão por meio de Jesus, as pessoas são instadas a praticar técnicas e princípios que Cristo ensinou para colocarem novamente seu estilo de vida em harmonia.
É verdade que vidas pecaminosas estão fora de ajuste. Todos nós necessitamos do poder santificador do Espírito. Mas isso vem somente depois que nosso verdadeiro problema é resolvido. Os pecados são apenas o sintoma; o nosso verdadeiro dilema é a morte.
Deus advertiu Adão e Eva de que o conhecimento do mal viria a um preço elevado: "No dia em que dela [da árvore do conhecimento do bem e do mal] comeres, certamente morrerás" (Gn 2.17). Nossos primeiros pais quiseram ser como Deus e se mostraram dispostos a pagar o preço. E ainda estamos pagando o preço: "O salário do pecado é a morte" (Rm 6.23); "Em Adão, todos morrem" (1 Co 15.22); "Estando vós mortos nos vossos delitos e pecados" (Ef 2.1).
O verdadeiro problema que enfrentamos é a morte. A morte física, com certeza. Mas, em última análise e mais horrivelmente, a morte espiritual – ser separado de Deus para sempre. E todos têm de morrer. Você pode morrer sozinho ou morrer em Jesus.
Em sua morte, Jesus Cristo absorveu a nossa morte e ressuscitou triunfantemente para remover todo o poder do sepulcro. Na promessa da ressurreição, a morte perde seu poder. Quando morremos com Jesus, nós vivemos realmente!
A santificação consiste da compreensão diária de que em Cristo morremos e de que em Cristo ressuscitamos. Mudança de vida acontece à medida que o coração assimila diariamente a morte e a vida. Reforma diária é o fruto de ressurreição diária. Entender isso de outra maneira (o que sempre fazemos por costume) significa perder o poder e o principal ensino do evangelho. Em seu livro God in the Dock (Deus no Banco dos Réus), C. S. Lewis deixa claro o argumento de que "você não pode conseguir as coisas secundárias por colocá-las em primeiro lugar; você consegue as coisas secundárias somente por colocar as coisas prioritárias em primeiro lugar". O comportamento (bom ou mau) é uma coisa secundária.
Em nossos dias, espera-se que os pregadores sejam especialistas em "renovação moral cristã". Espera-se que eles ofereçam listas de "faça isto", em vez de anunciarem: "Está consumado". Espera-se que eles façam alguma outra coisa "mais do que" expor aos olhos de suas congregações a obra consumada de Cristo, pregando uma absolvição total baseada tão-somente na justiça completa de Outro. Evidentemente, a ironia é que a renovação moral não acontece mesmo quando os pregadores seguem essa pressão. Focalizar-me no como estou fazendo mais do que naquilo que Cristo fez é narcisismo cristão (um oximoro, se já ouvi um oximoro) – o veneno da auto-absorção que destrói o poder do evangelho em nossa vida. Marinho Lutero comentou que "o pecado que está por trás de todos os nossos pecados é a mentira da serpente de que não podemos confiar no amor e na graça de Cristo e de que temos de tomar as questões em nossas próprias mãos".
Em outras palavras, a renovação moral é refocalizar nossos olhos, removendo-os de nós mesmos e fixando-os na obediência daquele Homem, na cruz daquele Homem, no sangue daquele Homem – na morte e na ressurreição daquele Homem!
"Em meu lugar, condenado ele foi e com seu sangue meu perdão selou – aleluia! Que Salvador!"
Aprender a amar diariamente esta troca gloriosa, descansar em sua completude e viver sob a sua bandeira é o que significa ser moralmente reformado!

Traduzido por: Wellington Ferreira

Copyright©2011 Tullian Tchividjian
Copyright©2011Editora Fiel

Traduzido do original em inglês: God’s Final Word – Extraído do Blog The Gospel Coalition.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

A mais profunda divisão entre os homens - J. I. Packer



A mais profunda divisão entre os homens, neste mundo, pode ser expressa assim: alguns têm conhecimento do pecado, e outros não. Essa divisão não se verifica apenas entre a igreja e o mundo; ela manifesta-se até mesmo na igreja. Ao falar de "conhecimento do pecado" não me refiro ao discernimento dos pecados dos outros, acompanhado de virtuosa indignação contra os mesmos.

Vez por outra, todos nós sentimos tal indignação, como se deu com aquele fariseu, na narrativa de Jesus, o qual agradeceu a Deus por não ser como os outros homens, tal como o publicano (Lc 18.11, 12). Com essa expressão refiro-me antes à consciência de sua própria culpa, perversão, impureza e falta de capacidade moral e espiritual, conforme Deus as vê. Se temos ou não tal conhecimento não depende nem de vivermos moral ou imoralmente à luz de padrões convencionais, nem depende de nosso estilo de vida preferido ser ordeiro e controlado, em oposição ao estilo descontrolado e casualista.

Tudo quanto pode ser dito sobre o estilo de vida é que se alguém não é um daqueles que encaixam o seu viver nos moldes da respeitabilidade convencional, de tal modo que os homens pensem bem a seu respeito, então talvez essa pessoa esteja mais em contato consigo mesma e melhor capacitada para perceber que o diagnóstico bíblico do pecado é uma carapuça que se ajusta à sua cabeça. Nos dias de Jesus, isso aconteceu com os publicanos e outros (pecadores) sem reputação, em contraste com os fariseus. Isso vem se repetindo desde então. O falecido Peter-Sellers, aquele maravilhoso ator que representou vários personagens e deu ao mundo Grytpype-Thynne, Henry Crun, Major Bloodnok, Blue-bottle, Fred Kite, Inspetor Clouseau, Dr. Strangelove, o temível Fu Manchu e muitos outros, disse francamente que não sabia quem ou o que ele era, à parte dos papéis que desempenhava.

Os escritores que falaram sobre ele, referiram-se à máscara por detrás da máscara. Por semelhante modo, a religião pode ser apenas um papel teatral, produzindo o estado mental que o trecho do Salmo 36.2 atribui aos ímpios: "A transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta nem detestada".

Que significa conhecer o pecado em nós mesmos? Significa mais do que saber que, algumas vezes, não somos exatamente perfeitos — embora alguns achem difícil chegar a esse ponto. Significa notar os motivos do interesse próprio: a auto-imposição, o avanço pessoal, a auto-justificação, a auto-satisfação — motivos esses que estimulam as nossas ações. Significa compreender que esses motivos revelam o nosso verdadeiro "eu", porque procedem do nosso próprio "coração"— não, naturalmente, daquele músculo que bombeia o sangue, e, sim, do âmago real oculto de nossa personalidade, de onde, segundo Jesus ensinou, procedem "os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura" (Mc7.21, 22).

"Enganoso éo coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?", declarou Deus por meio do profeta, em Jeremias 17.9, 10. E Ele mesmo deu a resposta: "Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos". Conhecer o pecado, pois, é enfrentar o fato que, em nosso estado caído, não podemos fazer nossos corações assumirem a atitude requerida por Deus, de autonegação, de auto-humilhação, de tomar a cruz e dar a vida em favor do próximo. Alguns, na verdade, podem sentir prazer em ter aparência de religiosos — o Oriente e o Ocidente estão repletos de pessoas para os quais isso representa uma satisfatória viagem pelo "ego". Mas, nenhum ser humano caído aprecia naturalmente as privações e asperezas da auto-entrega ao Deus vivo. Tereza de Ávila foi ousada ao dizer: "Senhor, se é assim que tratas os teus amigos, não me admira que tenhas tão poucos". Finalmente, o conhecimento do pecado é reconhecer que precisamos de perdão, e que, sem perdão, não haverá a mínima esperança de comunhão com Deus.

Como adquirimos o conhecimento do pecado? Por meio da lei de Deus, assevera Paulo — a lei que reflete o caráter de Deus e expressa a sua vontade para o nosso viver, e da qual há elementos gravados na consciência de cada ser humano (cf. Rm 2.14, 15); a lei que foi outorgada no Sinai e explicada pelos profetas, pelos apóstolos e pelo próprio Senhor Jesus. "Ora. sabemos que tudo o que a lei diz aos que vivem perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado" (Rm 3.19, 20). É claro que, quando Paulo fala sobre a "lei", ele indica padrões de viver para Deus, em adoração, bem como de viver para o próximo, por meio do serviço; ele indica também indispensáveis padrões de bondade, assim como especificações quanto a males proibidos; e, a demanda por constante perfeição (cf. Tg 2.10), que ultrapassa em muito a esforços ocasionais; e, ainda, a declaração do juízo retributivo contra os transgressores da lei. Ora, segundo Paulo ensina, ao nos fazer conscientes do pecado, a lei funciona assim:

1.      A lei identifica o pecado, definindo e retratando-o.

2.      A lei desperta a desobediência. O pecado é uma espécie de alergia no sistema moral e espiritual do homem caído, uma reação anômala à lei de Deus. O pecado irrompe irracionalmente, sob a forma de um impetuoso desejo, contrário aos mandamentos do Senhor. "Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência..." (Rm 7.7,8). Todo aquele que procura observar qual¬quer dos mandamentos de Deus, no nível da motivação, disciplinando-se para querer somente aquilo que Deus quer, passa por uma experiência similar a de Paulo. Desta forma, cada um de nós pode detectar a sua própria depravação total, se até este ponto temos duvidado dela.

3.      A lei condena a desobediência por ela mesma fomentada, capacitando-nos assim a nos vermos como realmente somos, isto é, culpados diante de Deus, condenados à morte. "Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri... Por que o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento me enganou [transpondo minhas defesas num ponto, enquanto eu estava ocupado em repeli-la em outro] e me matou [isto é, trouxe-me à miséria de a cada momento saber que estava perdido]" (Rm 7.9, 11).

Assim, por induzir-nos ao desespero, a lei nos ensina a olhar para fora de nós e de nossas fantasiosas realizações morais e nos ensina a virmos a Cristo como pecadores, para sermos perdoados. Que isso aconteça, faz parte do plano misericordioso de Deus. É conforme Lutero explicou em certa ocasião: "Enquanto os pecados são desconhecidos, não há lugar para a cura, nem esperança de que ela aconteça; pois, os pecadores que pensam estarem saudáveis, e que não precisam de médico, não suportarão o toque da mão do curador. Portanto, a lei é necessária para nos dar conhecimento do pecado, a fim de que o homem orgulhoso, que pensa estar são, possa ser humilhado pela descoberta de sua imensa iniqüidade pessoal e suspire e anele pela graça que é oferecida em Cristo'' - (The Bondage ofthe Will — A Escravidão da Vontade — tradução de J. I. Packer e O. R. Johnston, p. 288). Nas próprias palavras de Paulo: "De maneira que a lei nos serviu de aiopaidagõgos, o escravo encarregado da educação de uma criança] para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé" (Gl 3.24).

A isto pode ser acrescentado que Jesus Cristo, o Filho de Deus em carne, pode verdadeiramente ser descrito não somente como a graça encarnada, mas também como a lei encarnada. A sua vida e os seus ensinos revelam a santidade diante de nós, de um modo que tanto nos instrui quanto nos condena. Para muitos crentes, o ato de meditar nas palavras de Jesus tem servido para despertar e aprofundar o senso de pecado, mais do que qualquer outra coisa. Não podemos pensar sobre o pecado com mais profundidade do que isto: tudo o que somos, moral e espiritualmente, é aquilo que Cristo não é. Já tivemos ocasião de dizer que o conhecimento do pecado vem através do conhecimento de Deus. Agora, devemos acrescentar que esse conhecimento vem principalmente através do conhecimento do Deus encarnado.

"Mac-Adoradores" - Josemar Bessa


O culto tem se tornado comum, barato, trivial.

Cultuar é vivificar a consciência pela santidade de Deus,
alimentar a mente com a verdade de Deus,
purificar a imaginação pela beleza de Deus,
abrir o coração para o amor de Deus,
devotar a vontade ao propósito de Deus.

Um Cristianismo Hindu - Josemar Bessa



Devemos ser Dogmáticos ou não?

Paul Washer – Como Interpretar a Bíblia (2 e 3)


A Bíblia é um livro Espiritual que deve ser interpretado através da iluminação do Espírito Santo, mas ao mesmo tempo a Bíblia é um livro, e a única correta interpretação é aquela que concorda com sua gramática – o que está escrito. Por esta razão é importante que nós estejamos familiarizados com as regras ou princípios da interpretação. A ciência da Hermenêutica é o estudo desses princípios.
Hermenêutica é um assunto sério. A nossa interpretação da Bíblia irá determinar nossas crenças e essas crenças determinarão como pensamos e agimos. 
A seguir, estão 13 princípios que nós devemos seguir quando interpretamos a Bíblia:
| parte 1 | parte 2 | parte 3 |
5. Textos incertos [difíceis] devem ser interpretados através de textos claros [fáceis]. Aqueles textos que a interpretação não é muito clara devem ser interpretado à luz dos textos, que podem ser entendidos claramente.
6. A gramática determina a Interpretação. O texto ou verso que estamos estudando tem somente uma interpretação correta e é aquela na qual está de acordo com a gramática (o que está escrito). Mesmo se o texto possa ter várias aplicações, ele tem apenas uma interpretação correta e é aquela que está de acordo com o que está escrito.
7. O contexto é importante. A Bíblia é como um quebra-cabeça no qual é impossível interpretar somente uma peça sem um entendimento geral de todas as outras. Cada palavra deve ser interpretada no contexto da frase, cada frase no contexto do parágrafo, cada parágrafo no contexto do livro e cada livro no contexto da Bíblia inteira.
8. As palavras são importantes. Deus escolheu palavras para nos comunicar Sua palavra. Portanto é importante determinar o significado de cada palavra.
9. A interpretação simples é normalmente a melhor. A Bíblia não foi escrita para teólogos ou místicos, mas para o homem comum. Apesar de haver alegorias, metáforas e símbolos na Bíblia, devemos buscar a mais simples interpretação.

Por: Paul Washer © HeartCry Missionary Society | hcmissions.com
Tradução: voltemosaoevangelho.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

10 O Velho Testamento deve ser interpretado à luz do Novo. Para o Cristão, o Novo Testamento determina a aplicação do Velho Testamento em sua vida. Um bom exemplo é a doutrina do Espírito Santo. No Velho Testamento, Ele poderia ser retirado dos crentes (Sl. 51:11), mas no Novo, ele permanece eternamente com ele (João 14:16-17).

11. A interpretação não deve ir além da revelação das Escrituras. O que a Bíblia não explica nós devemos aceitar como um mistério. Se formos além “do que está escrito” corremos perigo de formar falsa doutrina.
12. O Objetivo é a exegese. A palavra exegese vem do verbo Grego exegeisthai [ ex=fora/ hegeisthai=conduzir ou guiar ]. Quando interpretamos as Escrituras devemos extrair o verdadeiro sentido do texto e a todo custo devemos evitar ler textos a qual eu acho que ele pode significar. Devemos evitar interpretar a Bíblia de acordo com nossas próprias presunções ou ideias preconcebidas. Nossas presunções são como óculos coloridos que destorcem nossa visão das Escrituras. Devemos nos esforçar para retirar nossos óculos e ver o texto como ele é. Esse é o maior trabalho do estudante da Bíblia.
13. Nossa interpretação pessoal deve ser comparada com a da Igreja. Nos últimos 2000 anos, teólogos dedicados, pastores e outros Cristãos estudaram as Escrituras. Devemos comparar nossas descobertas com a deles. Se nossa interpretação não é encontrada entre os dedicados Cristãos da história, possivelmente estamos errados. Não deveria haver “novas descobertas” na doutrina Cristã. Judas refere à fé Cristã com aquele que foi “de uma vez por todas” entregue aos santos (Judas 1:3). [1]

Por: Paul Washer © HeartCry Missionary Society | hcmissions.com
Tradução: voltemosaoevangelho.com
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[1] n.t.: com isso Paul Washer não está dizendo que a tradição possui autoridade igual ou superior ao das Escrituras. Concordamos com a Declaração de Cambridge que diz:
“Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.”
O que Paul Washer quer dizer é que Deus deu à Igreja mestres fiéis as Escrituras e que devemos nos atentar ao seus ensinos. Contudo, em último quesito, todo ensino deve ser fundamentado sobre as Escrituras e não sobre a autoridade de qualquer pessoa. E da mesma forma, somente as Escrituras devem ser usadas para convencer o crente das doutrinas bíblicas e não “fulano disse”.

16 de jun de 2011

A Oração de um Profeta Menor



Esta é a oração de um homem chamado como testemunha perante as nações. Foi isto que ele disse ao Senhor no dia de sua ordenação. Depois de os presbíteros e ministros terem colocado as mãos sobre ele, retirou-se para encontrar seu Salvador num lugar secreto e em silêncio, bem além do ponto em que seus bem intencionados irmãos poderiam tê-lo levado.Foram estas as suas palavras: Ó Senhor, ouvi a tua voz e fiquei com medo. Tu me chamaste para uma tarefa terrível numa hora grave e perigosa. Está prestes a sacudir todas as nações e a terra, assim como o céu, para que permaneçam as coisas que não podem ser abaladas. 


Ó Senhor, meu Senhor, Tu te aviltaste honrando-me como teu servo. Homem algum recebe esta honra salvo aquele que é chamado por Deus como Arão. Tu me ordenaste teu mensageiro para os duros de coração e difíceis de entendimento. Eles te rejeitaram, a ti, o Mestre, e não posso esperar que me recebam a mim, o servo.Deus meu, não perderei tempo deplorando minha fraqueza nem minha incapacidade para a obra. A responsabilidade não é minha, mas tua, pois disseste: "Eu te conheci — te ordenei — te santifiquei", e também afirmaste: "Irás a todos a quem te enviar e dirás tudo aquilo que eu ordenar". Quem sou eu para argumenta contigo ou duvidar de sua soberana escolha? A decisão não me cabe, ela é só tua. Assim seja, Senhor. A tua vontade seja feita e não a minha.Bem sei, Deus dos profetas e dos apóstolos, que enquanto eu te der honra tu me honrarás. Ajuda-me, pois, a fazer este voto solene de honrar-te em toda a minha vida futura e meu trabalho, na felicidade ou na desgraça, na vida ou na morte, e manter esse voto enquanto viver.


Está na hora, ó Deus, de entrares em ação, pois o inimigo invadiu as tuas pastagens e as ovelhas foram destroçadas e espalhadas. Os falsos pastores andam por toda parte, negando o perigo e rindo dos riscos que o teu rebanho corre. As ovelhas estão sendo enganadas por esses mercenários e os seguem com lealdade tocante enquanto o lobo se aproxima para matar e destruir. Suplico-te, ó Deus, dá-me olhos penetrantes para perceber a presença do inimigo; dá-me entendimento para observar e coragem para contar fielmente o que vejo, Torna minha voz tão idêntica à tua que até mesmo as ovelhas doentes a reconheçam e te sigam.


Senhor Jesus, aproximo-me de ti para receber preparo espiritual. Impõe sobre mim a tua mão. Unge-me com o óleo do profeta do Novo Testamento. Proíbe que me transforme num escriba religioso e perca assim meu chamado profético. Salva-me da maldição que paira sobre o clero moderno, a maldição da transigência, da imitação, do profissionalismo. Salva-me do erro de julgar uma igreja pelo seu tamanho, sua popularidade ou pelas somas que oferece anualmente. Ajuda-me a lembrar que sou um profeta — não um promotor, nem um administrador religioso, mas um profeta. Não permita que jamais me torne escravo da multidão. Cura minha alma das ambições carnais e salva-me da atração da publicidade. Livra-me da escravidão às coisas. 





Não permita que desperdice meus dias com trivialidades. Põe teu terror sobre mim, ó Deus, e leva-me para o lugar de oração onde possa lutar com os principados e potestades e com os senhores das trevas deste mundo. Livra-me de comer em excesso e dormir tarde. Ensina-me a autodisciplina para que possa ser um bom soldado de Cristo.Aceito trabalho árduo e pequenas recompensas nesta vida. Não peço conforto. Procurarei não fazer uso das pequenas manipulações que facilitam a vida. Se outros procurarem o caminho mais suave, tentarei seguir o mais estreito sem julgá-los com demasiada severidade. Esperarei oposição e irei aceitá-la quando chegar. Ou, como algumas vezes acontece, se eu vier a receber presentes de agradecimento dados por pessoas bondosas, fica comigo então e livra-me do mal que geralmente se segue. Ensina-me a usar o que quer que receba de modo a não prejudicar minha alma nem diminuir meu poder espiritual. E se em tua providência permissiva, eu vier a receber honra através da tua igreja, não deixe que me esqueça nessa hora de que sou indigno da menor de tuas misericórdias, e que se alguém me conhecesse tão bem como eu me conheço, essas honras não seriam concedidas ou seriam feitas a outros mais dignos de recebê-las. 


E agora, Senhor do céu e da terra, consagro o restante de meus dias a ti; sejam eles muitos ou poucos, conforme a tua vontade. Faze-me ficar diante dos grandes ou ministrar aos pobres e humildes; essa escolha não é minha e não iria influenciá-la mesmo que pudesse. Sou teu servo para fazer a tua vontade, e essa vontade é mais doce para mim do que posição, riqueza ou fama, e eu a prefiro acima de todas as coisas na terra ou no céu.Embora escolhido por ti e honrado por um chamamento sublime e santo, não permita que eu jamais esqueça que não passo de pó e cinzas, um homem com todas as falhas e paixões naturais que perseguem a raça humana. Oro a ti, portanto, meu Senhor e Redentor, salva-me de mim mesmo e de todos os males que possa fazer a mim mesmo enquanto tento ser uma bênção para outros. Enche-me com o teu poder pelo Espírito Santo, e na tua força irei e anunciarei a tua justiça. Espalharei a mensagem do amor que redime enquanto tiver forças.


Então, Senhor, quando estiver velho e cansado, não mais podendo continuar, prepara um lugar para mim lá no alto, e permite que eu possa ser contado com os teus santos na glória eterna. Amém. 


-A.W Tozer




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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

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