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18 de jun de 2010

É Certo Que Nosso Pecado Caísse Sobre Cristo? - Spurgeon

/ On : 22:40/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.





Algumas pessoas perguntam se era certo que nosso pecado caísse sobre Cristo. Minha resposta é que há quatro razões pelas quais isso era certo:


a. Deus só pode fazer o que é certo. Foi Ele quem fez cair sobre Cristo "a iniqüidade de nós todos". Se questionarmos a eqüidade disso, questionaremos a justiça de Deus. E Deus, o criador de todas as coisas, não pode ser injusto.


b. Lembrem-se de que Jesus Cristo não foi forçado a receber nosso pecado sobre Si. Ele escolheu carregar nossos pecados "em seu corpo, sobre o madeiro" (1 Ped. 2:24). Ele disse: "Ninguém a tira (minha vida) de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou" (João 10:18). A morte de Cristo na cruz levou a efeito o acordo que Ele tinha feito espontaneamente com seu Pai, na eternidade. Este acordo, ou aliança, era que Cristo deveria vir à terra, nascer como um homem e morrer para salvar Seu povo de seu pecado.


c. Às vezes esquecemos que a relação entre Cristo e Seu povo tornou natural o fato de que Ele deveria carregar o pecado de Seu povo. Nosso texto nos diz que andávamos desgarrados como ovelhas, e não é Cristo nosso Pastor? Às vezes, fala-se de Cristo como o marido de Seu povo, da Igreja. Se uma mulher contrai uma dívida, é legal que seu marido pague essa dívida a fim de que ela fique livre. Assim, não seria justo que Cristo, nosso Pastor, nosso Marido, pagasse nossa dívida por nós, de maneira que nós, Seu povo, ficássemos livres? Nos tempos bíblicos, o parente mais próximo tinha que redimir a herança da família. É muito justo que o Senhor Jesus Cristo, nosso parente mais próximo, devesse redimir Sua Igreja mor­rendo por ela na cruz. Entretanto nossa união com Cristo é ainda mais íntima do que a união matrimonial. Somos membros de Seu corpo! É natural que Cristo, a Cabeça, devesse sofrer pela Igreja, Seu corpo.


d. Devemos lembrar também que a salvação nos vem de uma maneira semelhante ao modo pelo qual o pecado veio a nós. A razão por que pecamos encontra-se no fato de que o primeiro homem, Adão, pecou muito antes que tivéssemos nascido. Agora, todos os que descendem dele herdaram sua natureza pecaminosa. Nossa salvação en­contra-se no segundo Adão que morreu por nós, também muito antes que tivéssemos nascido. Agora, todos os que estão unidos a Cristo pela fé recebem Sua vida santa. Não é injusto que Deus tivesse um plano de salvação baseado numa relação estabelecida primeiro com Adão, e depois com Cristo. Este é o maravilhoso modo de salvação provinda de Deus. Vamos recebê-la com exultação!

Quem Ama Sofre Pela Alegria - John Piper

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Amar custa caro. O amor sempre inclui algum tipo de autonegação. Ele com freqüência exige sofrimento. Mas o prazer cristão insiste em que o lucro supera a dor. Ele afirma que há raros e maravilhosos espécimes de alegria que florescem apenas no ambiente chuvoso do sofrimento. "A alma não teria arco-íris se o olho não tivesse lágrimas." A cara alegria do amor é ilustrada várias vezes em Hebreus 10-12. Veja esses três exemplos:

Hebreus 10.32-35

Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições. Em parte fostes feitos espetáculo com vitupérios e tribulações, e em parte fostes participantes com os que assim foram tratados. Porque também vos compadecestes das minhas prisões, e com alegria permitistes o roubo dos vossos bens, sabendo que em vós mesmos tendes nos céus uma possessão melhor e permanente. Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão.

Baseado em minha pequena experiência com o sofrimento, eu não teria direito em mim mesmo de dizer que algo assim é possível — aceitar com alegria o saque dos bens. Mas a autoridade do prazer cristão não está em mim, está na Bíblia. Não tenho o direito por mim mesmo de dizer: "Alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo" (IPe 4.13). Pedro pode fazê-lo porque ele e os outros apóstolos foram torturados por causa do evangelho e "retiraram-se da presença do conselho, regozijando-se de terem sido julgados dignos de padecer afronta pelo nome de Jesus" (At 5.41).

Os cristãos em Hebreus 10.32-35 obtiveram o direito de ensinar-nos sobre o amor caro. A situação parece ter sido essa: nos primeiros dias da sua conversão, alguns deles tinham sido presos por causa da fé. Os outros tiveram de enfrentar uma decisão difícil: Devemos nos esconder e permanecer "seguros", ou devemos visitar nossos irmãos e irmãs na prisão e arriscar nossa vida e nossas propriedades? Eles escolheram o caminho do amor e aceitaram pagar o preço. "Vocês participaram do sofrimento dos prisioneiros. E, quando tiraram tudo o que vocês tinham, vocês suportaram isso com alegria" (BLH).

Será que eles saíram perdendo? De forma alguma. Eles perderam bens e ganharam alegria! Eles aceitaram a perda com alegria. Em um sentido eles negaram a Si mesmos. Mas em outro não. Eles escolheram o caminho da alegria. É evidente que esses cristãos foram motivados para o ministério na prisão da mesma maneira que os macedônios (cf. 2Co 8.1 -8) foram motivados a ajudar os pobres. Sua alegria em Deus transbordou em amor pelos outros. Eles olharam para sua própria vida e disseram: "A tua benignidade é melhor do que a vida" (SL 63.3). Olharam para todas as suas posses e disseram: "Temos uma propriedade no céu que é melhor e dura mais que qualquer uma dessas" (v. 34). Depois olharam um para o outro e disseram:

Se temos de perder Os filhos, bens, mulher,
Embora a vida vá,
Por nós Jesus está,
E dar-nos-á seu reino.
Martinho Lutero

Com alegria eles "renunciaram a tudo quanto tinham" (Lc 14.33) e seguiram Cristo para a prisão, para visitar seus irmãos e irmãs. O amor é o transbordar da alegria em Deus que atende as necessidades dos outros.

Hebreus 11.24-26

Para gravar bem a lição, o autor de Hebreus cita Moisés como exemplo desse tipo de prazer cristão. Observe como a motivação é semelhante à dos primeiros cristãos no capítulo 10.
Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.

Em Hebreus 10.34 o autor disse que o anseio dos cristãos por uma propriedade melhor e mais
duradoura transbordou em amor feliz, que lhes custou suas propriedades. Aqui no capítulo 11, Moisés é um herói para a igreja porque seu prazer na recompensa prometida transbordou em tal alegria que considerou, em comparação, os prazeres do Egito como lixo e dedicou se para sempre ao povo de Deus em amor.

Nada aqui trata de autonegação completa. Ele recebeu olhos para ver que os prazeres do Egito eram "por um pouco de tempo", não eternos. Foi lhe concedido ver que sofrer pela causa do Messias era "maior riqueza do que os tesouros do Egito". Avaliando essas coisas, ele foi induzido a dar a Si mesmo pelo esforço do prazer cristão — o amor. E ele passou o resto dos seus dias canalizando a graça de Deus para o povo de Israel. Sua alegria em Deus transbordou em uma vida de serviço a um povo recalcitrante e carente. Ele escolheu o caminho da alegria máxima, não dos "prazeres transitórios".

Hebreus 12.1, 2

Levantamos acima a questão de o exemplo de Jesus contradizer ou não o princípio do prazer cristão, ou seja, que o amor é o caminho da alegria e que devemos escolhê-lo exatamente por essa razão, para não sermos descobertos recusando obedecer ao Todo-poderoso ou enterrando o privilégio de ser um canal da graça, ou desprezando a recompensa prometida. Hebreus 12.2 parece dizer com muita clareza que Jesus não contrariou esse princípio.

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

O maior esforço de amor jamais feito foi possível porque Jesus buscou a maior alegria imaginável, que é a alegria de ser exaltado a direita de Deus na assembléia do povo redimido. "... em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz!"

Em 1978 eu estava tentando explicar algumas dessas coisas a uma classe de estudantes universitários. Como de costume, encontrei vários que eram bem céticos. Um dos mais pensativos escreveu-me uma carta para expressar seu desacordo. Como essa é uma das objeções mais sérias levantadas contra o prazer cristão, creio que será útil para outros se eu transcrever aqui a carta de Ronn e minha resposta.

Dr. Piper,

Discordo da sua posição de que quem ama busca seu próprio prazer ou é por ele motivado. Aceito que todos os exemplos que citou são verídicos: o senhor mencionou muitos casos em que a alegria pessoal é aumentada e pode até ser a motivação para alguém amar a Deus ou outra pessoa. Mas o senhor não pode estabelecer uma doutrina sobre o fato de que algumas evidências a sustentam, enquanto não puder mostrar que nenhuma evidência a contradiz.
Dois exemplos do segundo tipo: Imagine-se com Jesus no Getsêmani. Ele está para realizar o supremo ato de amor de toda a história. Você anda até ele, decidido a testar a posição que você tem em relação ao prazer cristão. Esse ato supremo de amor não deveria proporcionar grande prazer, abundante alegria? Todavia, o que é que você vê? Cristo está suando terrivelmente, angustiado, chorando. Não é possível encontrar alegria em nenhum lugar. Cristo está orando. Você o ouve perguntando a Deus se não há saída. Ele diz a Deus que o ato iminente será difícil e doloroso ao extremo. Não há um caminho divertido?

Graças a Deus, Cristo escolheu o caminho difícil. Meu segundo exemplo não é bíblico, apesar de poder ter tirado muitos outros dali. Você já ouviu falar em Dorothy Day? É uma mulher muito idosa que dedicou sua vida a amar os outros, em especial os pobres, deslocados, oprimidos. Sua experiência de amar quando não havia alegria levou-a a dizer isso: "O amor em
ação é algo doloroso e assustador". Não tenho como não concordar com ela. Eu gostaria de saber que resposta você dá a Ronn

Respondi a Ronn na mesma semana, em dezembro de 1978. Dorothy Day já morreu, mas preservarei as referências como eram na época. Por acaso, hoje tenho em Ronn um amigo, alguém que pensa a fundo sobre a cosmovisão cristã.

Ronn,

Muito obrigado por seu interesse em ter uma posição bem bíblica nessa questão do prazer cristão — uma posição que faça justiça a todos os dados disponíveis. Esse também é o meu objetivo. Assim, tenho de perguntar se seus dois exemplos (Cristo no Getsêmani e Dorothy Day no serviço doloroso do amor) contradizem ou
confirmam minha posição.

1) Vejamos primeiro o Getsêmani. Para que minha tese fique comprovada, tenho de ser capaz de mostrar que, apesar do horror da cruz, a decisão de Jesus de aceitá-la foi motivada por sua convicção de que esse caminho lhe daria mais alegria do que o caminho da desobediência. Hebreus 12.2 diz "... em troca da alegria que lhe estava proposta, [Jesus] suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia". Ao dizer isso, o escritor quer citar Jesus como mais um exemplo, além dos santos de Hebreus 11, de uma pessoa que anseia pela alegria que Deus proporciona e tem tanta certeza de recebê-la que rejeita "o gozo do pecado", que dura "um pouco de tempo" (Hb 11.25), para escolher ser maltratada para não deixar de alinhar-se com a vontade de Deus. Por isso, não é errado dizer que o que sustentou Cristo nas horas escuras do Getsemani foi a esperança da alegria além da cruz.

Isso não diminui a realidade e a grandeza do seu amor por nós, porque a alegria em que ele esperava era conduzir muitos filhos à glória (Hb 2.10). Ele se alegra em nossa redenção, que redunda na glória de Deus. Abandonar a cruz, e com isso a nós e a vontade do Pai, era uma possibilidade tão horrível na mente de Cristo que ele a repeliu e aceitou a morte.

Meu artigo sobre "Satisfação insatisfeita", no entanto lera a esse artigo que Ronn estava reagindo; seu conteúdo foi incorporado nesse capítulo], propõe ainda mais: que em algum sentido muito profundo deve haver alegria no próprio ato de amor, para que este possa agradar a Deus. Você mostrou claramente que, para isso ser verdade no caso da morte de Jesus, tem de haver uma diferença radical entre alegria e "diversão". Todos nós sabemos que isso é verdade.
Não é justo que você mude de dizer "não há um caminho divertido" no Getsemani para "não é possível encontrar alegria em nenhum lugar". Eu sei que, naqueles momentos em minha vida em que escolhi fazer as boas ações que mais me custaram, senti (com e sob as feridas) uma alegria muito profunda ao fazer o bem.

Eu imagino que, quando Jesus se levantou da sua última oração no Getsêmani com a decisão de morrer, fluiu por sua alma um sentimento glorioso de triunfo sobre a tentação daquela noite. Não dissera ele: "A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra" (Jo 4.34)? Jesus gostava de fazer a vontade do Pai assim como nós gostamos de comer. Terminar a obra do Pai era o que o alimentava; abandoná-la seria escolher morrer de fome. Eu acho que houve alegria no Getsêmani quando Jesus foi levado — não diversão, não prazer sensual, nem riso, na verdade nada que esse mundo pode oferecer. Mas havia, no fundo do
coração de Jesus, um sentimento bom de que sua ação estava agradando seu Pai, e que a recompensa que viria superaria toda a dor. Esse sentimento profundamente bom é o que capacitou Jesus a fazer por nós o que ele fez.

(2) Sobre Dorothy Day você afirma: "A experiência por que ela passou de amar (os pobres, deslocados e oprimidos) quando não restava mais alegria levou-a a dizer isto: 'O amor em ação é algo doloroso e assustador'". Tentarei responder de duas formas.

Primeiro, não se precipite concluindo não existir alegria nas coisas "dolorosas e assustadoras". Há alpinistas que passaram noites sem dormir escalando montanhas e que perderam dedos das mãos e dos pés por causa das temperaturas abaixo de zero, vivendo momentos horríveis para alcançar o cume. Eles dizem: "Foi doloroso e assustador". Mas se você lhes perguntar por que o fazem, a resposta sempre será esta: "Há uma alegria na alma que proporciona uma sensação tão boa que compensa todo o sofrimento".

Se isso acontece com alpinistas, o mesmo não pode valer para o amor? Não é uma prova de como somos mundanos em nossa tendência de sentir mais alegria em escalar montanhas do que em superar os precipícios do desamor em nossa vida e sociedade? Sim, o amor com freqüência é algo "doloroso e assustador", mas não vejo como alguém que preza o que é bom e admira Jesus pode deixar de sentir uma grande alegria quando (pela graça) pode amar outra pessoa.

Agora deixe-me abordar a situação de Dorothy Day de outra maneira. Imaginemos que eu seja um dos pobres que ela está tentando ajudar com muito esforço. Creio que poderíamos ter o seguinte diálogo: —Por que a senhora está fazendo isso por mim, Miss Day?

—Porque eu o amo.
—O que a senhora quer dizer com "eu o amo"? Eu não tenho nada a oferecer.
Não sou digno de amor.
—Pode ser. Mas não há formulários a preencher para receber o meu amor.
Aprendi isso de Jesus. O que quero dizer é que eu quero ajudá-lo porque Jesus me
ajudou muito.
—Então a senhora está tentando satisfazer seus anseios?
—Você pode colocá-lo nesses termos. Um dos meus anseios mais profundos é
fazer de você uma pessoa feliz e com propósito na vida.
—Incomoda a senhora o fato de eu ser mais feliz e ter mais sentido na vida
desde que a conheci?
—Deus o livre dessa idéia! O que poderia fazer-me mais feliz?
—Então, no fundo, a senhora passa todas essas noites aqui sem dormir pelo que
a deixa feliz, não é verdade?
—Se eu disser que sim, alguém poderia entender-me mal. Poderia pensar que no
fundo eu não me importo com você, apenas comigo mesma.
—Mas, pelo menos para mim, a senhora não concordaria?
—Sim, para você eu digo: eu trabalho pelo que me dá a maior alegria: a sua
alegria.
—Obrigado. Agora eu sei que a senhora me ama.


Esse É Meu Rei

John Piper - Quando Você Tem Fé Em Jesus.

Marcos 11:22 "Ao que Jesus lhes disse: Tende fé em Deus;" 

 


A Bíblia Contém...

Salmo 19:7-10 "A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos.O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos."

Steve Hill - Onde Estão os Homens de Deus?

Atos 20:27 "porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus."

Porque Perdoar?

Liberte-se

Deus Exige Arrependimento

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Em seu discurso ateniense, Paulo disse, "Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam" (Atos 17:30). Poucas coisas são mais necessárias em nossa cultura do que uma profunda consciência da necessidade do homem se arrepender diante de Deus.
O homem moderno tende a um ponto de vista deste mundo, com pouco reconhecimento da realidade sobrenatural de Deus nos assuntos práticos desta vida. O conceito de um Deus pessoal é amplamente irrelevante para as preocupações do dia-a-dia do indivíduo médio.
Ainda menos ele admite, para qualquer propósito prático, sua responsabilidade para com a vontade real, objetiva, do seu Criador. A noção de pecado toca-o antes como curiosidade, e a idéia do arrependimento como uma velharia. O homem moderno não mais acredita em ter pecados reais, dos quais ele precise arrepender-se, do que acredita que sangrio seja um procedimento médico.
Ironicamente, a cultura moderna rejeita a realidade do pecado e a necessidade de arrependimento porque ela se vê como "iluminada". Na verdade, contudo, a sociedade que não tem senso real destas coisas mostra ser relativamente menos iluminada do que outras.
Quando o apóstolo Paulo teve sua oportunidade de apresentar o evangelho de Cristo em Atenas, a sede da cultura antiga e a cidade cujo nome era sinônimo de sofisticação filosófica, ele disse que os atenienses tinham praticado sua idolatria durante "tempos de ignorância", não de "iluminismo". O homiliasta inglês W. Clarkson comenta isto com razão: "Nenhuma arte, nenhuma filosofia, nenhuma ciência, nenhuma literatura, nenhuma conquista, nenhum avanço de qualquer tipo que seja compensará a ignorância de Deus; a alma que não o conhece é um homem ignorante; o tempo que não o conhece é uma era ignorante." Como Salomão argumentou, "O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria" (Provérbios 9:10).
O evangelho é, na verdade, alegres notícias da graciosa salvação de Deus, mas é mais do que anúncio de boas novas. É somente de boas novas para aqueles que responderão obedientemente ao anúncio. E o arrependimento é uma parte importante da resposta exigida. Para aqueles do Pentecostes que perguntaram o que deveriam fazer para receber o perdão de seus pecados, Pedro respondeu que, "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2:38). Mais tarde, Paulo escreveu que Cristo voltará no dia do julgamento "em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus" (2 Tessalonicenses 1:8).
O mandamento para arrepender implica não somente em que o homem precisa mudar seus modos, mas pode fazer isso. A maioria de nós perde tempo precioso analisando, raciocinando, e rebuscando a psicologia de nosso comportamento. Conforme o psiquiatra Jacob Conn escreve, "Muitos de nós, com deficiências, estamos interessados em perguntar como isso começa? Poucos se perguntam por que continuo com isso?" Não importa de onde nossos vários maus comportamentos vieram, Deus sabe que os temos dentro de nós para mudar. E ele ordena conseqüentemente o arrependimento.
Para o homem moderno, a coisa central sobre o arrependimento que precisa ser conhecida é esta: devemos afastar-nos de nossas maldades pelo motivo essencial que elas são pecados contra Deus. Pode ser que violemos normas sociais ou acreditemos em modos que são psicologicamente doentios, mas a coisa de longe pior sobre nossos erros é a sua afronta a nosso Pai Celestial. Depois de seu pecado com Bate-Seba, Davi teve a integridade de orar a Deus, "Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos" (Salmo 51:3-4). O auto-aperfeiçoamento é bom, até onde pode ir. Mas sem a confissão honesta que temos pecado contra Deus, o auto-aperfeiçoamento não é o mesmo que o arrependimento. E é arrependimento o que Deus ordena.

Salvação Sem Arrependimento?

Numa sociedade que engole o esquema fantasioso "fique rico rápido", não é nada surpreendente que muitos procurarão ter ganho espiritual sem realmente modificar suas vidas. No entanto a idéia de arrependimento exige mudança, e a Bíblia nos mostra que não poderemos ser salvos sem o arrependimento.

Arrependimento É Exigido para a Reconciliação

As pessoas estão separadas de Deus pelo pecado (Isaías 59:1-2). Paulo mostra claramente que todos pecaram e portanto merecem a conseqüência da morte: eterna separação de Deus (Romanos 3:23; 6:23). Nestas condições, os homens devem procurar se reconciliar com Deus. Usando exemplos de pessoas que foram punidas nesta vida, Jesus disse que outros também seriam destruídos: ". . . se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:3,5). Ele não poderia mais claramente ter-nos informado que o arrependimento é essencial para a salvação.

Arrependimento Requer Volta

Com uma definição simples, dizemos então que o arrependimento é uma mudança de atitude. Na linguagem do Novo Testamento, a palavra se refere a alguém que muda de atitude, desiste do pecado e se volta para Deus. Arrependimento é, em suma, a atitude de alguém que desiste de pecar.

Arrependimento Resulta em Revisão

Enquanto arrependimento em si mesmo é uma mudança de atitude, ele também exige uma mudança na conduta da pessoa. João Batista instruiu as pessoas com, "Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento" (Mateus 3:8). Uma pessoa que realmente mudou de atitude com respeito ao pecado manifestará essa mudança em suas ações. Jesus falou das diferenças entre as boas e as más pessoas, e disse ". . . pelos seus frutos os conhecereis" (Mateus 7:20).
Uma pessoa que realmente se arrependeu do pecado não vai continuar a andar de acordo com a carne. As obras da carne serão substituídas pelo fruto do Espírito na pessoa que saiu do pecado para servir a Deus (Gálatas 5:19-26).

Resultados do Arrependimento

Arrependimento é uma parte essencial do que Deus exige para nossa salvação. Sem arrependimento, ninguém será salvo do pecado e suas terríveis conseqüências. Entretanto, como é verdade para todos os outros itens do plano, o arrependimento por si só não salva. Se uma pessoa se desviou do pecado sem realmente crer em Jesus Cristo, ela não o obedeceu completamente. Alguém que se desviou do pecado mas não é batizado para o perdão destes mesmos pecados também negligenciou uma parte vital do plano de Deus para a salvação (repare na relação do arrependimento e batismo em Atos 2:38). Enquanto alguém não pode ser salvo somente pelo arrependimento, ninguém pode ter as riquezas espirituais sem o arrependimento.

-por Gary Henry

John Owen - Temos Visto A Glória De Cristo? (1616 - 1683)

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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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