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13 de out de 2010

CAP 2 - UM GUIA DE ESTUDO PARA O LIVRO DE GÊNESIS GÊNESIS 1:1-2


INTRODUÇÃO
Em Gênesis 1:1 nós temos o começo da grande revelação de Deus para o homem mortal, através de Sua Palavra Escrita. Fé na Palavra de Deus nos dá um entendimento da criação que não poderíamos obter de outra maneira [Hebreus 11:3].
I. A GRANDE REVELAÇÃO.
Nenhum homem poderia saber por experiência ou pesquisa as coisas relatadas em Gênesis1:1-2. Nosso grande Deus e Pai se encarregou de revelar os fatos da criação para nós. Deus fala ao homem de muitas maneiras [Hebreus 1:1], contudo, parece lógico que Ele iria nos dar esta revelação de forma escrita e permanente. Que tesouro é a Bíblia.
A fé na Palavra de Deus é a única prevenção verdadeira de não cairmos no erro. Crer no relato de Gênesis 1:1 nos livra dos grandes erros da filosofia humana.
Os seguintes erros têm escravizado milhões, mas em apenas um versículo Deus contradiz todos eles:
A. Ateísmo - Gênesis 1:1 afirma a existência de Deus.
B. Agnosticismo - Os agnósticos afirmam que ninguém pode saber se Deus existe. Gênesis 1:1 assume que todo homem por natureza sabe que Deus existe.
C. Politeísmo - A maior parte da humanidade acredita em muitos deuses. Gênesis 1:1 fala de um só Deus.
D. Panteísmo - Esta filosofia afirma que Deus e o universo são um. A maioria das religiões orientais são baseadas em tais conceitos. Gênesis 1:1 ensina que Deus é separado e transcende o universo. Ele é um Deus pessoal, e não apenas uma força universal.
E. Materialismo - Esta filosofia afirma que a matéria é eterna. Evolucionistas verdadeiras são materialistas. Gênesis 1:1 declara que a matéria teve um começo.
F. Dualismo - Os dualistas ensinam que o universo foi criado e é controlado por duas forças opostas: uma boa e a outra má. Gênesis 1:1 ensina que existe um Deus, vivo e verdadeiro, que evidentemente é supremo.
Estes e uma multidão de outros "ismos" são destruídos por uma simples declaração de Deus. O homem sem uma revelação inspirada é como um navio sem bússola.
II. UMA EXPOSIÇÃO DE GÊNESIS 1:1-2.
Versículo 1 - Na língua hebraica este versículo tem apenas sete palavras. O quanto o Senhor pode dizer com poucas palavras.
"No princípio" - Se refere ao princípio do universo: a origem do tempo e matéria. Não é o mesmo "princípio" de João 1:1, o qual se refere a eterna existência do Filho de Deus. O Senhor Jesus não foi criado, mas é co-eterno com o Pai. No "princípio" de Gênesis 1:1 Deus criou o universo, mas no "princípio" de João 1:1 Jesus "era".
"Deus" - Apropriadamente Deus é o primeiro substantivo mencionado na Bíblia. Perceba que a Bíblia não discute ou tenta provar a Sua existência. Espera-se de pessoas que são honestas com elas mesmas, reconhecerem a existência de Deus. Este conhecimento é universal entre os homens [Salmo 14:1; Salmo 19:1-3; Romanos 1:18-20]. Não é fácil ser um ateísta, exige muito esforço.
A palavra traduzida como DEUS, é Elohim na língua hebraica. Esta é uma palavra particularmente misteriosa, pois ela é ao mesmo tempo singular e plural. Cristãos sempre têm visto nela uma implicação ou indicação da doutrina da trindade. Ela é mais implícita no uso dos pronomes plurais [Gênesis 1:26; 11:7]. O restante da Bíblia esclarece a verdade da Trindade tão obscuramente vista na palavra Elohim.
Em outras partes da Bíblia, nós somos ensinados que a criação foi um trabalho de todas as três pessoas da Trindade Divina. Isto prova que os todos os três são Elohim.
A. Deus Pai - Gênesis 1:1; Jó 38:1-4.
B. Deus Filho - João 1:1-3; Efésios 3:9; Colossenses 1:16-17.
C. Deus Espírito Santo - Gênesis 1:2; Jó 26:13
"Criou" - Esta palavra significa criar do nada. É usada somente com referência a Deus.
"Os céus e a terra" - Esta frase se refere a todo o universo.
Versículo 2 - Aqui Deus começa a explicar exatamente como Ele criou o universo. Primeiramente uma massa de matéria foi criada. Ela era "sem forma e vazia". Esta expressão significa que a terra não tinha formato e só havia vácuo. Nos dias que se seguiram a criação, Deus deu forma a massa que hoje nós conhecemos por Terra. Ele então a encheu com plantas e animais.
É muito interessante notar que neste verso o Espírito Santo é mencionado. Ele trabalhou no desenho e embelezamento do universo [Jó 26:13]. Nos é dito que "Ele movia-se sobre a face das águas" pois naquele momento a água cobria tudo [vers. 9].
CONCLUSÃO
Muitas coisas vêm à mente enquanto nós meditamos nestas passagens:
A. Somente o pecado pode impedir alguém de ver Deus revelado na criação. A Bíblia assume que a existência de Deus é fato auto-evidente.
B. Como é glorioso o relato bíblico da criação. Que contraste com os mitos do paganismo ou as teorias da falsa ciência. Quão profundo é o pensamento de que o universo foi criado por um Deus onisciente e onipotente, mas, no entanto, um Deus pessoal.
C. Como é maravilhosa a unidade da Bíblia. Embora ela tenha sido escrita por mais de quarenta autores, num período de mil e quinhentos anos, ela é um livro só. Pense como o mistério da tri-unidade de Deus é gradualmente revelado e está implícita desde o começo das Escrituras.

Autor: Pastor Ron Crisp 
Tradução: Pastor Eduardo Alves Cadete 2001 
Revisão : Joy Ellaina Gardner 2001 
Verificação: Pastor Calvin Gardner 2002 

CAP 1 - UM GUIA DE ESTUDO PARA O LIVRO DE GÊNESIS

INTRODUÇÃO

Gênesis pode muito bem ser considerado o livro mais importante que já foi escrito. Aqui nós temos o fundamento da Bíblia toda e o berço da doutrina bíblica. O livro de Gênesis sozinho nos dá o relato da criação, da origem humana e da queda do homem. Este livro traça o fundamento para toda profecia bíblica. Quando os homens rejeitam a autoridade de Gênesis, perdem a base de toda verdade espiritual. Eles literalmente não sabem de onde vêm e nem para onde vão.
I. O TÍTULO.
A palavra Gênesis significa origem. Gênesis, sem dúvida nenhuma, é o livro das origens. Em Gênesis nós temos a origem do universo, do nosso sistema solar, da vida, do homem, do pecado, do casamento, dos idiomas, da indústria, do governo, da religião e da nação de Israel.
Dez vezes no livro de Gênesis somos dados a história de várias gerações. A palavra "geração" basicamente significa origem, ou no contexto, o relato da origem.
Note as seguintes gerações:
1. Gerações do Universo -- Gênesis 2:4. 
2. Gerações de Adão -- Gênesis 5:1. 
3. Gerações de Noé -- Gênesis 6:9. 
4. Gerações dos filhos de Noé -- Gênesis 10:1. 
5. Gerações de Sem -- Gênesis 11:10. 
6. Gerações de Terá -- Gênesis 11:27. 
7. Gerações de Ismael -- Gênesis 25:12. 
8. Gerações de Isaque -- Gênesis 25:19. 
9. Gerações de Esaú -- Gênesis 36:1, 9. 
10. Gerações de Jacó -- Gênesis 37:2.

II. O AUTOR.
Moisés foi o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia. Eles são chamados de Pentateuco. Os judeus geralmente se referem aos autores do Velho Testamento como "Moisés e os profetas" [Lucas 24:27 e 44].
III. O BERÇO DA DOUTRINA BÍBLICA.
Toda doutrina bíblica tem seu fundamento no livro de Gênesis. Este livro é mencionado mais de duzentas vezes no Novo Testamento. Sem o livro de Gênesis seria impossível entendermos a Bíblia.
Em alguns aspectos a Bíblia é estruturada como um romance complexo:
A. Como no primeiro capítulo de um romance, Gênesis abre a história e nos dá toda a base necessária de informação. 
B. De Êxodo até Judas os detalhes são expandidos e a história é contada. 
C. O livro de Apocalipse, como no final de um romance, termina a história e liga todos os fatos que estavam em aberto. (Tem se notado freqüentemente, que em muitos aspectos o livro de Apocalipse termina com um novo começo. Gênesis começa com a criação dos céus e da terra, enquanto o livro de Apocalipse termina com um novo céu e uma nova terra).

IV. GÊNESIS COMO UMA REVELAÇÃO.
Três coisas podem ser ditas a respeito de Gênesis como uma revelação de Deus:
A. É uma grande revelação - Gênesis revela o que o homem nunca poderia aprender por ele mesmo [Jó 38:1-6]. Gênesis é o único livro da história da criação e dos primeiros dois mil e quinhentos anos da existência humana.
B. É parte de uma revelação progressiva - O restante da Bíblia completa o que Gênesis começa. Gênesis faz a primeira promessa da redenção, e termina com a aparente vitória do pecado [Gênesis 50:26].
Exemplo: Gênesis 3:15 - Nesta primeira promessa evangélica, temos as sementes de toda a história da redenção. O restante da Bíblia é realmente uma exposição deste versículo.
C. É uma revelação da história da salvação - Note que em Gênesis há somente dois capítulos descrevendo a história do universo, e apenas nove capítulos relatando a história das nações. O livro é constantemente estreito em seu escopo. Trinta e nove capítulos tratam da história de Abraão, Isaque e Jacó. O livro termina com os filhos de Jacó no Egito. Estes homens eram os "Pais" das tribos de Israel. No Egito eles se tornaram uma grande nação. É claro que o livro de Gênesis nos conduz a pessoa de Cristo. Esta não é apenas uma mera história da humanidade, mas o plano de salvação de Deus na história.
CONCLUSÃO
Que nosso estudo no livro de Gênesis possa nos ajudar a perceber uma vez mais a unidade da Bíblia. Os sessenta e seis livros da Escritura formam um único livro cujo tema é Jesus Cristo [João 5:39].

Autor: Pastor Ron Crisp 
Tradução: Pastor Eduardo Alves Cadete 2001 
Revisão : Joy Ellaina Gardner 2001 
Verificação: Pastor Calvin Gardner 2002 

Onde Estão Os ELIAS ? - Paulo Junior

C.J. Mahaney - A Vida Centrada na Cruz

Um homem que precisou ficar louco para se converter

 

Referência: Daniel 4

Ø Nos primeiros quatro capítulos de Daniel, vemos a luta de Deus por uma vida humana, ou seja a vida de Nabucodonosor.
I. AS UNICIATIVAS DE DEUS PARA ALCANÇAR UM HOMEM
1. Colocou pessoas crentes na sua companhia – Capítulo 1 = Lá no seu palácio estavam Daniel e seus três amigos. Jovens crentes, fiéis, inteligentes, cheios da graça de Deus. Mas o convívio com pessoas crentes, por si só, não converte ninguém, ainda que seja crentes excepcionais como aqueles quatro jovens.
2. Mostrou para ele que só o Reino de Deus é eterno – Capítulo 2 = Nabucodonosor permanece ainda pagão. Está atribulado, furioso, sem compaixão – Está furioso com os sábios que não conseguem decifrar seu sonho. Mandou matá-los. Só um homem sem Deus pode agir assim. Daniel falou-lhe do Reino de Deus que viria e que jamais seria destruído. Nabucodonosor foi levado a contemplar a ruína de sua religião e a confessar que Deus é o Deus dos deuses – 2.47. Ele ficou impressionado – reconheceu que Deus existe. Chegou a reconhecer que Ele é o maior de todos os deuses. Mas ele não ser firmou. Logo no capítulo 3 esquece de sua confissão.
3. Mostrou para ele que só Deus liberta – Capítulo 3 = Agora Nabucodonosor fez uma hedionda estátua representando ele mesmo, e ordenou que deveria ser adorada. Perdeu sua convicção anterior que Deus é o Deus dos deuses. Agiu em direta contradição às verdades que recentemente confessara. As palavras de sua boca não alcançaram seu coração. HOJE ISTO SE REPETE = Muita gente fica impressionada. A verdade as cativa e as entusiasma. Ficam inquietas com o que ouvem. Mas não dão lugar ao Evangelho. Esta era a condição de Nabucodonosor no capítulo 3. Sua fúria de um homem não convertido levou-o a jogar os três jovens na fornalha acesa. Ele teve o testemunho de fidelidade dos 3 jovens. Ele teve a visão do Filho de Deus pré encarnado. Ele mais uma vez confessa que não há Deus que liberta como o Deus daqueles jovens. MAS DEUS É O DEUS DE MESAQUE, SADRAQUE E ABEDE NEGO E NÃO O SEU DEUS PESSOAL. Hoje talvez, Deus é o Deus da sua esposa, de seus pais, mas não é o seu Deus pessoal. Você sabe que Deus livra, salva, liberta, mas você ainda não está comprometido com Ele.
4. Deus continuou insistindo, insistindo, insistindo de novo. Mas o coração do rei não estava aberto para Deus. No capítulo 4 Deus instou mais uma vez. A graça de Deus é soberana e Deus desta vez destruirá as resistências do rei.

II. A REVELAÇÃO DE DEUS PARA ALCANÇAR UM HOMEM
1. O sonho – v. 10-16 = altura e limitação
2. A interpretação do sonho – v. 19-27 = 
3. O cumprimento do sonho – v. 28-33

III. A AÇÃO DE DEUS PARA SALVAR UM HOMEM
1. A paciência de Deus – v. 29 = Deus não derrama seu juízo antes de chamar ao arrependimento. Deus deu 12 meses para Nabucodonosor se arrepender. Deus tem lhe falado. Ele não quer que você pereça. Ele tem lhe dado muitas oportunidades. Noé pregou durante 120 anos. Sodoma teve o testemunho de Ló que afligia a sua alma ali. Jerusalém antes de ser levada cativa ouviu o brado dos profetas que a convocou ao arrependimento. Nesta noite Deus está lhe dando mais uma chance. Cada dia é um dia de graça. É mais uma chance que Deus lhe dá. 
2. A dureza do homem – v. 4,29 = 
2.1. Feliz e calmo passeando no palácio a despeito do solene aviso de Deus = Ah! Se você pudesse perceber o perigo que se encontra a sua alma, você cairia com o rosto em terra. Você gritaria socorro. O inferno está com a boca aberta. Os demônios querem levá-lo à perdição. O tempo é de emergência e não de folguedo.
2.2. Ele exalta-se a si mesmo – v. 30 = “Eu edifiquei”; “com o meu grandioso poder”; “para a glória da minha majestade.”
2.3. A prosperidade não é segurança contra a adversidade = Babilônia era a cidade mais rica e poderosa do mundo. 96 KM de muros com 25 metros de largura, para 2 carruagens paralelas. 25 portões de cobre. Uma imagem de Marduque no grande templo com 22.500 Kg de ouro. Era um grande construtor. A cidade estava cheia de prédios, palácios e templos. Lá estava os JARDINS SUSPENSOS, uma das sete maravilhas do mundo antigo, construído para sua esposa, uma princesa da Média, que sentia falta das montanhas de sua terra natal. Um conquistador inveterado. Um reino glorioso e extenso. Mas as nações são para Deus como um pingo, com o pó, como vácuo, como nada. Babilônia cairia. Só o Reino de Deus é eterno.

3. A humilhação do Rei – v. 31-33= Quando o homem não escuta a voz da graça, ouve a trombeta do juízo. Deus abriu para Nabucodonosor a porta da esperança e do arrependimento. Ele não entrou, então Deus o empurrou para o corredor do juízo. Deus o humilhou. Mas na sua ira, Deus lembrou-se da sua misericórdia e o poupou.
3.1. Vem do céu = v. 31 = O poder e a prosperidade sem o temor de Deus pode intoxicar a alma – Dt 8.11-18. O orgulho é algo abominável para Deus. Deus resiste ao soberbo. O processo de quebrantamento do homem vem do céu. 
3.2. É repentina – v. 31,33 = A paciência de Deus tem limite. O cálice da ira de Deus se enche. 
3.3. É terrível – v. 32,33 = O rei ficou louco. Deus o fez descer ao fundo do poço. Deus tirou o seu entendimento. Deu-lhe um coração de animal. Seu cabelo cresceu como penas de águia. Suas unhas cresceram como as aves. Vivia como animal no campo, comendo capim, pastando no meio dos bois. Sua doença era chamada de Insânia Zoantrópica – Licantropia ou Boantropia = considerar-se um animal, agir como animal. Deus colocou o homem mais poderoso do mundo no meio dos bois. Deus golpeou seu orgulho para levá-lo à conversão. Ele passou a comer capim, a rolar no chão com os cascos crescidos. O todo poderoso Nabucodonosor virou bicho. Foi pastar.
3.4. É irremediável – v. 32,33 = Ninguém pode ajudá-lo, mesmo ele sendo o homem mais rico e mais poderoso da terra.
3.5. É proposital = v. 27 = a) É cheia de esperança – v. 15,32; b) Não é vingança; c) visa o arrependimento = Deus o mandou comer capim, para não mandar para o inferno. Essa é a eleição da graça, que leva o homem ao fundo do poço e depois o tira de lá. O mesmo Deus não fez com BELSAZAR foi condenado inapelavelmente. HERODES, por não dar glória a Deus foi comigo de vermes. O Deus que fere é o Deus que cura. O que humilha, é o que exalta. 
4. A conversão do Rei – v. 34-37
Ø Como Deus operou a conversão de Nabucodonosor? Não foi exaltando-o, mas o humilhando. É assim que Deus converte as pessoas. Quem não se fizer como criança, não pode entrar no Reino de Deus.
Ø Primeiro o homem precisa ser confrontado com o seu pecado. Primeiro precisa saber que está perdido. Primeiro a lei o condena. Primeiro precisa ir ao pó. Primeiro precisa reconhecer sua indignidade. Na porta do céu só entra gente quebrantada. 
Ø Nabucodonosor via a glória de sua cidade. Ele tocava trombeta para si mesmo. Colocava holofote em si mesmo. Aplaudia a sua própria glória. Deus então o humilhou. Jogou-o no pó. Mandou-o para o pasto comer grama. Tirou suas roupas palacianas e molhou o seu corpo com o orvalho do céu. Suas unhas esmaltadas, viraram cascos. Exemplo: MANASSÉS
Ø AGORA ele olha para o céu, para cima – v. 34 = Até agora só olhara para baixo, para a terra. Como aquele rico insensato que construiu só para esta vida e Deus o chamou de LOUCO. Muitos levantam os olhos tarde demais como o RICO que desprezou Lázaro. Ele levantou seus olhos, mas já estava no inferno.

IV. TRÊS LICÕES PRÁTICAS = 
1. Nunca devemos desistir da conversão de qualquer pessoa 
Ø Aquele que arruinou Jerusalém, que destruiu o templo, que carregou os vasos sagrados. Que esmagou a cidade. Que levou cativo o povo. Aquele que adorava deus falsos e era cheio de orgulho. Aquele que manda matar seus próprios feiticeiros e também joga na fogueira os filhos de Deus. Aquele que exige adoração à sua pessoa e força as pessoas a adorarem falsos deuses. Aquele que era o homem mais poderoso da terra – se esse homem se converteu, podemos crer que não há conversões impossíveis para Deus.
Ø Creia na conversão do ateu, do agnóstico, do cínico, do apático, do blasfemo, do feiticeiro, do idólatra, do viciado, da prostituta, do drogado, do assassino, do presidiário, do político, do universitário, do patrão, do seu cônjuge, do seu filho, dos seus pais. Creia! Evangelize! O Deus que salva está no trono! Aleluia!

2. A razão porque você não se converteu é que você ainda não está suficientemente quebrantado 
Ø Você tem um elevado conceito de si mesmo. Você é muito orgulhoso para se prostrar. Acha-se muito importante ou bom para se humilhar.
Ø Mas é o publicano que bate no peito e chora pelos seus pecados que desce justificado. O grande perseguidor da igreja Saulo de Tarso só é convertido quando Jesus o joga no chão e ele cego, humilde se volta para o céu quebrantado.
Ø Jesus não veio chamar justos, mas pecadores. Não veio curar os que se julgam sãos, mas os que reconhecem que são doentes e carentes.

3. Quem reluta em se prostrar, ou vai ser quebrado ou vai perecer eternamente = 
Ø Deus poderia tornar qualquer pessoa louca. Quem sabe como Deus reagirá à sua constante rejeição, a despeito das constantes advertências?
Ø Deus pode quebrar você sem que haja cura – Pv 29.1 – Belsazar e Herodes
Ø Se Deus tornar você louco sem lhe restaurar, como você clamaria por sua misericórdia? Se Ele chama você agora, por que você recusa?
Ø Deus não despreza o coração quebrantado – Sl 51.17
Ø Erga seus olhos ao céu enquanto é tempo. O homem rico, o fez tarde demais. O tempo de Deus é agora. É melhor ser quebrado por Deus agora, do que perecer eternamente no inferno. Reconheça hoje também a soberania de Deus na sua vida – V. 37.

Rev. Hernandes D. Lopes.

Como Podemos não Amá-lo? - C. H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 11:21/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


- O SENHOR olha dos céus; vê todos os filhos dos homens. (Sl 33.13) -

Talvez nenhuma outra figura de linguagem retrate a Deus de maneira tão brilhante quanto a figura que O apresenta descendo do seu trono, vindo do céu para atender às necessidades e contemplar os problemas da humanidade. Amamos Aquele que, ao ver as cidades de Sodoma e Gomorra repletas de iniqüidade, não as destruiria até que lhes fizesse uma visita pessoal. Não podemos deixar de derramar nosso coração em afeição por nosso Senhor, que da mais sublime glória inclina o seu ouvido, e o coloca bem próximo dos lábios do pecador moribundo cujo coração debilitado anela por reconciliação.

Como podemos não amá-Lo, quando sabemos que Ele conta até o número de nossos cabelos, marca o nosso caminho e ordena os nossos passos? Esta grande verdade é colocada bem perto de nosso coração, ao recordarmos quão atencioso é o Senhor, não somente para com os interesses temporais de suas criaturas, mas também para com as necessidades espirituais delas.

Embora haja uma grande distância entre a criatura finita e o Criador infinito, existem laços que unem a ambos. Quando você chora, Deus está consciente disso. "Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem" (Salmos 103.13). O seu suspiro é capaz de mover o coração de Jeová. Seu murmúrio pode inclinar os ouvidos dEle até você. Sua oração pode deter a mão dEle e sua fé pode mover-Lhe o braço. Não pense que Deus está assentado nas alturas ignorando tudo o que acontece com você. Lembre que mesmo pobre e necessitado como você é, o Senhor pensa em você. Os olhos dEle passam por todos os lugares da terra, para que se mostre forte em benefício daqueles que têm um coração perfeito para com Ele (ver 2 Crônicas 16.9).

Se você ama realmente o seu Salvador e deseja honrá-Lo, deteste o mal. Não conhecemos outra cura para um cristão que ama o mal, do que a comunhão abundante com o Senhor Jesus. Se você gasta bastante tempo com Jesus, não pode ficar em paz com o pecado.

Você é Fraco como Paulo ou como Sansão? – C. H. Spurgeon










‘Quando sou fraco, então sou forte” – disse o Apóstolo Paulo. Nosso texto não está tão somente inscrito na Bíblia, mas nas vidas dos santos. Embora não sejamos apóstolos e jamais possamos alegar possuir a inspiração de Paulo, é verdade que neste aspecto particular estamos tão instruídos quanto ele, pois temos aprendido por experiência que "quando sou fraco, então sou forte." Esta frase se transformou num provérbio cristão; é um paradoxo que já não deixa perplexo a nenhum filho de Deus; é, ao mesmo tempo, uma advertência e um consolo que exorta aos fortes a considerar a fraqueza do poder, e apresenta ante os fracos o poder da fraqueza.

Fique entendido, desde o início, que NOSSO TEXTO NÃO É CERTO EM TODOS OS SENTIDOS EM QUE PODERIA SER LIDO. Alguns irmãos são fracos enfaticamente e sempre; mas nunca descobri que foram fortes, exceto no sentido de ser teimosos e obstinados. Se a teimosia é poder, são campeões; e se a presunção é força, são gigantes; todavia não são fortes em nenhum outro aspecto.

Muitos são fracos, mas não fortes. Ao nos referirmos a eles, temos de alterar o texto: "Quando são fracos, são a fraqueza mesma." Há um tipo de fraqueza que convém temermos, a qual pode introduzir-se insensivelmente entre nós; no entanto não vem acompanhada de poder, nem de honra, nem de virtude; é um mal, somente um mal, e o é continuamente. É seguida de incapacidade para o serviço nas coisas santas, e de falta de eficácia; e a menos que a graça divina impeça a calamidade, nascerá dela o fracasso do caráter e a derrota na vida. Que nunca cheguemos a conhecer a fraqueza de Sansão após ter revelado o seu segredo e perdido o vigor! Ele não podia dizer: "quando sou fraco, então sou forte", pois ao ouvir: "Sansão, os filisteus vêm sobre ti", já não conseguiu feri-los; não tinha mais força para proteger-se nem guardar os seus olhos e alcançar a própria liberdade. Cego, trabalha penosamente no moinho; o herói de Israel se transformara em escravo dos incircuncisos. Sem dúvida, assim foi, e algo semelhante pode ocorrer conosco. "Exulta, faia, porque o cedro caiu!" Irmãos, é preciso que lutemos contra toda a fraqueza que leve ao pecado, caso que alguma Dalila seja também nossa destruição. Os longos cabelos de Sansão denotavam sua consagração, e se alguma vez chegamos a ser fracos por falta de consagração, esta fraqueza será fatal para o verdadeiro serviço. Se o que tinha "nada em si e tudo em Deus" descer até desejar "algo do eu e algo de Deus", sua condição é deplorável. Depois de haver vivido para ganhar almas, se agora vive para juntar prata e ouro, seu dinheiro perecerá com ele; se o que foi famoso por sua devoção ao Senhor se tornar senhor de si mesmo, será infame; pois estou convicto de que, embora não façamos nada de mal aos olhos dos homens, é grande mal decair de servir a Deus de todo o coração. Isso é o que faz rir aos demônios e aos anjos admirar-se: um homem de Deus vivendo como um homem do mundo! Até mesmo o Senhor se detém a perguntar: "Que fazes aqui, Elias?" Os santos e os zelosos se afligem quando observam um ministro de Cristo ministrado a sua própria ambição. Só somos fortes à proporção que nossa consagração seja perfeita. A menos que vivamos inteiramente para Deus, nossa fortaleza sofrerá grandes perdas, e nossa fraqueza será do tipo que degrada o crente até o ponto de os ímpios perguntarem com desprezo: "Você também é fraco como nós? Ficou semelhante a nós?"

Amigos, há outro sentido em que jamais devemos nos tornar fracos: em nossa comunhão com Deus. Davi descuidou da sua comunhão com Deus, e Satanás o venceu por meio de Batseba; Pedro seguiu a Jesus de longe, e logo negou a seu Senhor. A comunhão com Deus é o braço direito da nossa força, e, se se rompe, somos como água. Sem Deus, nada podemos fazer; e nos arruinamos em proporção ao nosso intento de viver sem Ele. Coisa lastimável que o homem que contemplou o rosto do Forte e se fez poderoso, pudesse esquecer de onde vem sua grande potência e assim ficar enfermo e enfraquecido! O que interrompe suas visitas à sala do banquete da comunhão santificada estará desnutrido e terá de exclamar: "Que fraqueza!" O que não anda com o Amado logo será um Mefibosete nos pés e um Bartimeu nos olhos; tímido no coração e trêmulo nos joelhos. Se somos débeis na comunhão com Deus, nos tornamos fracos em tudo.

Há outro tipo de fraqueza que jamais devemos cultivar, a qual parece estar muito em moda atualmente: a fraqueza da fé. Isso porque quando sou fraco na fé, não sou forte no Senhor. Quando alguém duvida de seu Deus, delibita-se. Alguns julgam as pessoas cheias de incredulidade e desconfiança como possuidores de profunda experiência, porém a incredulidade nunca pode ser considerada como condição à eminência em santidade. A fé é a nossa arma de guerra; ai do guerreiro que a esquece! Portanto, procuremos discernir entre fraqueza e fraqueza; a fraqueza que é sinal de poder e a fraqueza na fé, pois esta é indicação de decadência espiritual.

Oxalá jamais sejamos fracos no amor, e sim, à semelhança de Basílio, possamos nos tornar "colunas de fogo". O amor é o maior poder que o peito humano pode abrigar. Não devo comparar o amor com outras virtudes, de modo a vir depreciar qualquer delas; mas de todas as forças ativas o amor é a mais potente, pois mesmo a fé opera pelo amor. A fé não vence os corações humanos para levá-los a Jesus até que use essa maravilhosa arma, e então amorosamente os conduz a Cristo. Quanto necessitamos de amor intenso, amor que seja pura chama ardente e consumidor! Que tão sagrado fogo arda no íntimo de nosso ser! Que amemos a Deus intensamente e à nossa congregação por amor dEle! Irmãos, sejam fortes nisso. Podem estar certos de que se deixarem de amar à congregação à qual pregam e à verdade que foram ordenados proclamar, o estado da igreja será como um porta-bandeira derrotado.

Desejamos — e com que anelo! — ser libertos de toda fraqueza da vida espiritual. Desejamos deixar para trás a fraqueza natural em nós, como recém-nascidos em Cristo, para que possamos ser jovens fortes; ainda mais, necessitamos ser homens maduros em Cristo Jesus, "fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder". Se somos fracos neste aspecto, em nada seremos fortes. Como ministros, deveríamos cobiçar toda a fortaleza espiritual que Deus está disposto a outorgar. Tomara que o Santo Espírito que habita em nós nada encontre que O impeça ou diminua Suas influências! Oxalá se manifestasse tanto a plenitude da divindade do Espírito bendito em nossos corpos mortais à semelhança de como agiu na segunda pessoa da Trindade no passado! Quisera que nossa natureza, como a sarça de Horebe, ardesse plenamente com a presença de Deus. Não importa que a sarça seja consumida; é bom ser consumido se o Espírito mora em nós e manifesta o Seu poder.

Como vêem, há sentidos em que contradizemos diretamente ao texto, e com isso destruímos seu verdadeiro significado. Se fosse certo que todos os que são fracos são fortes, poderíamos achar diretamente um ministério vigoroso invadindo os hospitais, alistando um exército em nossos manicômios e convocando a todos que têm deficiência mental. Não, não é dado aos tímidos e aos incrédulos, aos néscios e aos frívolos, pretender que sua fraqueza mental, moral e espiritual seja uma plataforma adequada para a revelação do poder divino.

A Pessoa com a Bíblia: Culpada – Francis Schaeffer


  • O Deus que já não honramos mais.

  • Por que Deus nos protegeria?


Enquanto Paulo começa em Romanos 2.17 falando diretamente aos judeus, lembre-se de que, hoje em dia, eles representam um povo com a Bíblia. Será que, no nosso caso, que temos a Bíblia em nossas estantes, nós que contamos com a igreja no nosso meio, nós que temos uma cultura gerada pela Reforma, temos o bastante para a salvação?

Se, porém, tu que tens por sobrenome judeu, repousas na lei e te glorias em Deus. (2.17)

"Repousas na lei" deve nos lembrar do que acabamos de ler emSofonias 3.11. Paulo está falando ao povo que se tornou soberbo em razão de o "santo monte" (Sf 3.11) encontrar-se bem no meio deles. E eles "repousam" neste fato.

... que conheces a sua vontade... (2.18a)

Mas o que os judeus tem? Eles têm a Bíblia. Como dirá Paulo mais tarde, "Qual é, pois, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, sob todos os aspectos. Principalmente porque aos judeus foram confiados os oráculos de Deus" (3.1-2). A principal vantagem que os judeus tiveram em relação a todas as demais pessoas era que eles tinham a Bíblia. Eles conheciam a vontade de Deus (2.18). Eles confiavam nisto (2.17). Contudo, havia aí um problema muito sério: ter esta bênção tão especial os tornou soberbos. E aí é precisamente que muitas pessoas se encontram hoje. Repare em todas aquelas catedrais da Europa. As pessoas ouvem os sinos da catedral. Não basta? Elas têm suas crianças batizadas, crismadas, confirmadas. Elas realizam seus casamentos na igreja. Não basta?

E a mesma mentalidade é encontrada nos Estados Unidos. Temos uma das maiores porcentagens de pessoas freqüentadoras de igrejas de todos os tempos - maior até do que nos tempos em que as pessoas realmente acreditavam em alguma coisa! Ainda assim, Deus está dizendo aos judeus lá do primeiro século, mas igualmente a muitas pessoas do nosso próprio tempo, que toda essa herança judaica (ou cristã) não representa mais do que um grão de areia. Tudo isso só condena você ainda mais!

Se, porém, tu que tens por sobrenome judeu, repousas na lei e te glorias em Deus; que conheces a sua vontade, e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído na lei; que estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutor de ignorantes, mestre de crianças, tendo na lei a forma da sabedoria e da verdade; tu, pois, que ensinas a ou trem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Dizes que não se deve cometer adultério, e o cometes? Abominas os ídolos, e lhes roubas os templos? Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa. (2.17-24)

Que terrível! Lá estão os judeus, que haviam sido destinados a revelar a imagem do Deus vivo a um mundo perdido (2.19-20), e não obstante eles só conseguiam ver a sua missão como um motivo para soberba(2.17, 23). Vemos o mesmo problema entre os cristãos de hoje. O que você acha que é para um missionário a coisa mais difícil de encarar no início de um ministério novo? Não conheço um único missionário que discordasse que o maior problema que tem de enfrentar é o dos que estiveram lá antes deles e que passaram ser associados à palavra cristão nas mentes das pessoas do local. Quando Livingston tentou pregar o evangelho na África, teve de encarar o fato de que as pessoas relacionavam o Cristianismo aos portugueses, que foram traficantes de escravos naquela parte do mundo. Até recentemente, o maior problema que os missionários enfrentavam nas regiões muçulmanas era que os muçulmanos, que não devem beber vinho, associavam os cristãos aos mercadores que lucravam com a venda daquela mercadoria que eles mesmos não podiam comercializar. Quando pessoas com a Bíblia - sejam elas judias ou cristãs - têm este tipo de comportamento, ao invés de irradiarem luz estão disseminando a escuridão.

Normalmente associamos a palavra missionário ao Cristianismo, mas os judeus dos tempos do Antigo Testamento eram todos, em certo sentido, chamados para ser missionários. O livro de Jonas é o melhor exemplo disso. Quando pensamos em Jonas, é claro que pensamos no grande peixe, mas a história de Jonas é importante, principalmente, como exemplo do fracasso de Israel em proclamar a sua mensagem missionária. Jonas foi chamado a pregar em Nínive, mas ao invés de aceitar este chamado missionário, ele pegou um barco que estava zarpando na direção oposta a Nínive.

Ezequiel também fala do fracasso de Israel em sua missão: "Assim diz o SENHOR Deus: Esta é Jerusalém; pu-la no meio das nações e terras que estão ao redor dela. Ela, porém, se rebelou contra os meus juízos, praticando o mal mais do que as nações, e transgredindo os meus estatutos mais do que as terras que estão ao redor dela" (Ez 5.5-6a).Deus pôs Jerusalém no meio das outras nações com certo propósito. O propósito de Israel era falar da existência de Deus e de seu caráter e chamar as outras nações para Deus. Jonas é um bom exemplo do fracasso de Israel em fazer isso, mas ele não é, sob hipótese alguma, o único. Os judeus deviam ser um testemunho de Deus, mas, ao invés disso, diz Ezequiel, eles representaram exatamente o contrário. Desde os tempos do cativeiro na Babilônia, os judeus foram espalhados pelo mundo conhecido. Se eles apenas tivessem ficado firmes em Deus! Mas, como Jonas ilustra, e Ezequiel disse, e Paulo está dizendo em 2.17-24, eles fizeram exatamente o oposto. Quando Salomão dedicou o Templo, ele declarou que o mesmo se tornaria a "Casa de Oração de todos os povos" (veja 2Cr 6.32; Is56.7; Mt 21.13). Mas acabou ocorrendo precisamente o contrário.
O templo devia ser um testemunho ao mundo de que Deus existe, de que ele realmente está aí. A realidade de Deus deveria ser vista por meio da retidão de vida das pessoas que ministravam na sua casa. Também deveria se tornar manifesta pela forma como Deus protegia o seu povo na batalha. Sendo este um mundo caído, a nação escolhida por Deus necessitaria de tempos em tempos da sua proteção na batalha, e sua intenção era oferecer a eles esta proteção, como teste¬munho para as nações. Mas, devido ao seu pecado, Deus parou de protegê-los e todas as nações podiam agora dizer "o Deus deles é igualzinho a todos os outros". A imoralidade de Israel levou todas as outras nações a blasfemar (2.24) contra Deus. Israel deveria ser uma demonstração viva do fato de que Deus está aí. Ao invés disso, em razão de seu pecado e conseqüente serre de derrotas na batalha, as outras nações diziam que "o Deus de Israel não está aí".

Para aplicar um termo neotestamentário à situação de Jonas, por causa de ele tomar a direção oposta, o evangelho não foi pregado a Nínive (até que Jonas se arrependesse). Devido ao pecado tão freqüente de Israel, o bom caráter de Deus não era mostrado ao mundo. Como Isaías expressou, ao invés de trazer à tona algo equiparável a um nascimento espiritual, Israel só conseguiu constatar que "o que demos à luz foi vento" (Is 26.18).

Infelizmente, o mesmo pode muitas vezes ser aplicado aos cristãos de hoje. Mais do que freqüentemente as pessoas de outras religiões que vieram a ter contato com cristãos afastaram-se com repulsa. Praticamente todos os líderes de seitas do mundo de hoje foram formados nas nossas universidades e delas saíram intocados e sentindo repulsa. Ao mesmo tempo, Deus muitas vezes também retirou a sua mão protetora, permitindo que os povos pautados pelo Cristianismo caíssem sob a influência de ideologias tais como o comunismo ateísta ou religiões pagãs do oriente. Nossa situação é perfeitamente paralela àquela dos judeus nos tempos bíblicos. Tanto os judeus daquela época quanto os cristãos de hoje falharam em manifestar para todo o mundo o fato de que Deus realmente existe. Por isso, como Ezequiel prossegue dizendo, "assim serás objeto de opróbrio e ludibrio, de escarmento e espanto às nações que estão ao redor de ti, quando eu executar em ti juízos com ira e indignação, em furiosos castigos. Eu, o SENHOR, falei" (Ez5.15).

Que triste situação. Lá estão as nações; elas deveriam estar olhando para Israel e vendo que Deus existe. Mas ao invés disso, Deus teve de julgar Israel. De fato ele usou estas mesmas nações inimigas para julgar Israel. Ao invés de olhar para Israel e reconhecer a Deus, eles destruíram Israel, ao mesmo tempo em que blasfemavam contra o seu Deus. E é isso precisamente que Paulo está dizendo em Romanos 2: "Em cada área da vida em que você deveria ter sido um testemunho; ao invés disso, você se mostrou pecaminoso e orgulhoso, e por isso Deus teve que avisá-lo. E isso, por sua vez, levou as outras nações a blasfemar contra o seu Deus".

O que nós, que somos parte da cristandade do século 20, podemos fazer, além de nos vestirmos de pano de saco e nos cobrir de cinzas e dizer"amém. A que ponto foi que chegamos. Somos motivo de blasfêmia. Deus já não nos pode proteger"? Até os nossos dias, todas as maiores nações "cristãs" da história ficaram sabendo da verdade, mas acabaram deliberadamente por dar-lhe as costas. Tudo o que podia ser dito contra os judeus dos tempos de Paulo pode ser dito agora contra nós. Ao invés de sermos missionários, temos dado motivos de blasfêmia aos incrédulos. Nós não apenas deixamos de pregar a mensagem positiva da salvação, mas estamos pregando, ao invés disso, uma mensagem contrária, e temos dado motivos aos incrédulos para se desviarem de um Deus que nós já não honramos.

Alguns capítulos adiante, Ezequiel diz o seguinte aos habitantes de Judá, o reino do extremo sul: "Também Samaria não cometeu metade de teus pecados; pois tu multiplicaste as tuas abominações mais do que elas, e assim justificaste a tuas irmãs, com todas as abominações que fizeste. Tu, pois, leva a tua ignomínia, tu que advogaste a causa de tuas irmãs, pelos teus pecados, que cometeste mais abomináveis do que elas; mais justas são elas do que tu; envergonha-te logo também, e leva a tua ignomínia, pois justificaste a tuas irmãs" (Ez 16.51-52). Então, noversículo 56: "Não usaste como provérbio o nome Sodoma, nos dias de tua soberba". E, mais adiante, no versículo 61: "Então, te lembrarás dos teus caminhos e te envergonharás quando receberes as tuas irmãs, assim as mais velhas como as mais novas, e tas darei por filhas". Em outras palavras, Ezequiel está dizendo que os judeus dos seus dias eram piores até mesmo do que os notórios sodomitas. Jesus mesmo disse algo semelhante dos judeus do seu próprio tempo, que "se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje" (Mt 11.23).

É neste ponto em que estamos em nossa própria cultura cristã hoje. Eu não aprecio o comunismo, mas eu acredito que a China comunista não é tão má aos olhos de Deus quanto a nossa própria cultura. Nós, que vivemos no norte da Europa e na América do Norte, desde a Reforma temos sido em muito abençoados pelas luzes da verdade. Entretanto, nós nos desviamos deliberadamente dela. Quando eu ouço Paulo perguntar aos judeus da sua época: "vocês estão achando que serão salvos, só porque são judeus, enquanto que, na verdade, vocês têm sido um motivo de blasfêmia para as nações?" Tenho certeza de que Deus está fazendo a mesma pergunta aos que se chamam cristãos no norte da Europa e na América do Norte hoje em dia. Estamos sendo um motivo de blasfêmia. Isso não é nenhuma desculpa para o outro lado, o das pessoas sem a Bíblia; como vimos anteriormente (1.18—2.16), elas serão condenadas do mesmo jeito. Mas não temos desculpa alguma. Não podemos dizer "nós é que estamos certos. Certamente Deus vai nos proteger". Por que ele deveria? Somos uma blasfêmia contra Ele!

Paulo declarou que tanto os gentios quanto os judeus de seus dias estavam sob a ira de Deus. Em 3.9-20 ele dirá a mesma coisa, em maiores detalhes, chegando ao ponto mais alto com esta con-clusão tão citada: "pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (3.23), que é uma outra forma de dizer que "todos estão sob a ira de Deus". Ou como em Isaías: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas" (Is 53.6). Quem precisa de Salvador? O gentio pecou; o judeu pecou. O homem sem a Bíblia pecou; o homem com a Bíblia pecou. Quem precisa do Salvador? A resposta nos parece agora bastante simples, não é? Todo mundo, homens e mulheres, precisam do Salvador! E, se quisermos viver no mundo como ele é, e não em algum mundo de faz de conta, teremos de viver sob estas condições. Quando as pessoas nos perguntam: "Quem precisa de Salvador?", devemos responder muito calmamente, muito sobriamente, e com real compaixão que "todos pecaram e carecem da glória de Deus".

Quando consideramos que Paulo estava falando de todos os judeus e de todos os gentios como sendo pessoas igualmente pecadoras aos olhos de Deus, é importante que nós, os cristãos de hoje, não olhemos para trás, para os leitores do primeiro século, como se nos encontrássemos acima deles. Como Paulo nos lembra em Efésios 2.3, nós "éramos por natureza filhos da ira", não passávamos do pior e mais desnorteado tipo de pecador. Todos nós temos estado sob a ira de Deus. Se tivermos aceitado Cristo como nosso Salvador, a ira de Deus já não estará mais sobre nós. Mas isso não se deve a alguma coisa de nós mesmos, alguma coisa que esteja embutida em nossa herança genética, ou em nossa cultura cristã. Se não estamos sob a ira de Deus neste preciso momento, isso se deve tão somente ao fato de que, devido à sua graça, Cristo morreu por nós e, igualmente pela sua graça, nós o aceitamos como Salvador. Não podemos supor termos sido resgatados graças à bondade inerente de qualquer um que ainda se encontra sob a ira de Deus. Sempre que analisamos a ira de Deus contra o mundo pecaminoso, a postura certa é a que diz: "Eu já estive nesta posição eu mesmo, e lá eu mereceria estar, se não fosse a obra consumada de Jesus Cristo". É somente no espírito desta humilde constatação que ousamos prosseguir.

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Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

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