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4 de abr de 2011

Só Deus é Livre! - Josemar Bessa



A palavra "graça" faz parte integral de nosso vocabulário religioso, e regularmente a ouvimos em orações públicas, como "concede-nos a ajuda da tua graça...", ou "dá-nos graça, para que possamos..." Para muitos, porém, esse termo sugere apenas noções vagas, como uma celestial recarga de bateria, administrada por meio das ordenanças; e, para a maioria, ele já não significa coisa alguma.


Deus é por nós ou por Ele mesmo?
por
John Piper

23 de Outubro de 1984 
Eu gostaria de tentar persuadi-lo que o fim principal de Deus é glorificar a Deus e gozar a si mesmo para sempre. Ou, colocando de outra forma: o fim principal de Deus é glorificar a si mesmo ao gozá-lo.
A razão pela qual tais palavras nos soam estranhas é que tendemos a ser mais familiarizados com os nossos deveres do que com os desígnios de Deus. Sabemos porque existimos – para glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Mas por que Deus existe? O que ele deve amar de todo o seu coração, espírito, entendimento e forças? A quem ele adora? Ou vamos negá-lo o maior dos prazeres? Importa muito qual é o objetivo último de Deus!
Se você perguntasse a meus quatro filhos: “O que é a coisa mais importante para seu pai?” e eles dissessem “Eu não sei”, eu ficaria realmente desapontado. Mas se eles respondessem: “Não me interessa”, eu me sentiria humilhado – e com raiva. Deve importar a um filho o que seu pai considera como importante no final das contas. E nos deve importar muito com o que Deus se compromete com todo o seu coração, espírito, mente e força. O que impulsiona o Onipotente? O que ele persegue em todos os seus planos?
Deus não nos abandona nesse dilema. Ele responde a tal questão em cada momento na história da redenção, desde a criação até a consumação. Vamos avaliar alguns pontos principais para vermos o que nos dizem.
Por que Deus nos criou? Isaías 43:6-7: “Trazei meus filhos de longe [diz o Senhor], e minhas filhas das extremidades da terra; a todo aquele que é chamado pelo meu nome, e que criei para minha glória”.
Por que Deus escolheu um povo para si e Israel para sua possessão? Jeremias 13:11: “Eu liguei a mim toda a casa de Israel... para me serem por povo, e por nome, e por louvor, e por glória”.
Por que Deus os resgatou do Egito? Salmo 106:7-8: “Nossos pais não atentaram para as tuas maravilhas no Egito... antes foram rebeldes contra o Altíssimo junto ao Mar Vermelho. Não obstante, ele os salvou por amor do seu nome, para fazer conhecido o seu poder”.
Por que Deus os poupou vez após outra no deserto? Ezequiel 20:14: “O que fiz, porém, foi por amor do meu nome, para que não fosse profanado à vista das nações perante as quais os fiz sair”.
Por que Deus não abandonou seu povo quando estes o rejeitou e pediu por um rei como as outras nações? 1 Samuel 12:20-22: “Não temais; vós fizestes todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao Senhor, mas servi-o de todo o vosso coração. .. Pois o Senhor, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo”.
Por que Deus usou seu poder soberano para trazer seu povo de volta do exílio, após punir quatro gerações de pecadores? Isaías (48:9,11) coloca desta forma: “Por amor do meu nome retardo a minha ira, e por causa do meu louvor me contenho para contigo... Por amor de mim, por amor de mim o faço; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória não a darei a outrem”.
Ezequiel 36:22-23, 32 coloca desta forma: “Assim diz o Senhor Deus: Não é por amor de vós que eu faço isto, ó casa de Israel; mas em atenção ao meu santo nome ... e eu santificarei o meu grande nome... e as nações saberão que eu sou o Senhor. Não é por amor de vós que eu faço isto, diz o Senhor Deus, notório vos seja; envergonhai-vos, e confundi-vos por causa dos vossos caminhos, ó casa de Israel”.
Por que o Filho de Deus veio a terra e para suas horas finais e decisivas? João 17:1: “Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o Filho te glorifique”. Uma bela conspiração para glorificar a Deidade em toda a obra da redenção!
E por que Jesus voltará no grande dia da consumação? 2 Tessalonicenses 1:9-10: “Os quais sofrerão, como castigo, a perdição eterna, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, quando naquele dia ele vier para ser glorificado nos seus santos e para ser admirado em todos os que tiverem crido...”.
Do início ao fim a força motivadora do coração divino sempre foi ser honrado e glorificado. Da criação à consumação, sua determinação última era a si mesmo. Seu propósito contínuo em tudo o que faz é para exaltar a honra de seu nome e ser admirado por sua graça e poder. Ele é infinitamente zeloso por sua reputação. “Por amor de mim, por amor de mim o faço”, diz o Senhor. “Minha glória não darei a outro!”.
Minha experiência em pregação e ensino me mostra que evangélicos americanos recebem esta verdade com algum ceticismo, se é que a recebem. Nenhum dos meus filhos nunca voltou para casa de suas escolas dominicais com uma lição intitulada: “Deus ama mais a si mesmo que a você”. Mas é absolutamente verdade, e assim, geração após geração de evangélicos cresce imaginando que realmente são o centro do universo.
Suponhamos, ainda assim, que a grande maioria de vocês não pretendam usurpar o lugar de Deus como o centro de seu universo. Você provavelmente tem duas outras objeções vindo à mente contra encarar Deus como tão egocêntrico. A primeira é que nós não gostamos de pessoas que agem desta forma, e a outra é que a Bíblia nos ensina a não agir desta forma. Tentarei responder a estas duas objeções, e assim sendo, espero também poder mostrar porque o compromisso de Deus em mostrar sua própria glória é imensamente relevante para nossa vida.

Primeira objeção: nós não gostamos de pessoas que são apaixonadas por si mesmas.
Nós simplesmente não gostamos de pessoas que se mostram em excesso apaixonadas pelas próprias habilidades, poder ou aparência. Não gostamos de estudiosos que anseiam por exibir seu vasto conhecimento ou quem nos recita todas as suas mais recentes publicações e leituras. Não gostamos de empresários que se prolongam sobre como sagazmente investiram uma alta soma em dinheiro e como alcançaram o topo nos negócios deixando sempre todos os outros para trás. Nós não gostamos de crianças que gostam de repetirem por horas que são melhores que as outras. A menos que sejamos um deles, desaprovamos homens e mulheres que se vestem de forma não usual, simples e inofensiva, mas permanecendo sempre na última moda. Eles fazem isso de forma que serão tidos como estando “por dentro”, ou como sendo legais, atrativos ou descontraídos, ou qualquer outra coisa que o mundo diga que você deve ser.
Por que não gostamos de tudo isso? Imagino que seja porque nenhuma destas pessoas seja autêntica. Elas são o que Ayn Rand chama “de segunda mão”. Elas não vivem pela alegria de alcançar suas próprias metas e causas próprias. Em vez disso, elas vivem de segunda mão, da honra e cumprimento de outros. Nós não admiramos pessoas de segunda mão, admiramos pessoas serenas e seguras o suficiente para não sentirem a necessidade de sobrepor suas fraquezas e compensarem suas deficiências tentando receberem o máximo de elogios possíveis.
O argumento é tolerável, entretanto, qualquer que incluísse Deus na categoria dos “de segunda mão” seria suspeito aos cristãos. E para muitos o ensino de estar Deus buscando honrarias e com intuito de ser admirado e fazer coisas para exaltação do próprio nome, de fato o coloca em tal categoria. Mas deveria? Uma coisa podemos dizer com certeza. Deus não é fraco ou possui qualquer deficiência. “Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas” (Romanos 11:36). Ele sempre foi. Todo o resto deve seu ser a ele e desta forma não pode lhe acrescentar nada que já não flua dele. Isso é o que significa ser Deus e não criatura. Entretanto, o zelo de Deus por sua glória e por ser louvado por homens não deve ser atribuído à sua necessidade de superar suas fraquezas e compensar suas deficiências. Ele pode parecer, a um olhar superficial, se enquadrar na categoria dos “de segunda mão”. Mas, ele não é como eles e a aparente similaridade deve ser explicada de uma outra forma. Deve haver algum outro motivo que o incita a buscar o louvor de sua glória.
Segunda objeção: buscar a própria glória não é amar.
Existe outra razão, por experiência, pela qual não gostamos daqueles que buscam a própria glória. Não é apenas por sua falta de autenticidade, numa tentativa de encobrir fraquezas e deficiências, mas também por serem desatenciosos. São sempre tão preocupados com a própria imagem e honrarias que não se importam com qualquer outra pessoa. Esta observação nos leva à razão bíblica pela qual parece tão ofensivo que Deus busque sua própria glória. 1 Coríntios 13:5 diz: “O amor não busca os próprios interesses”. Agora, isso parece criar uma crise, pois se - como eu penso que as Escrituras ensinam claramente - Deus tem por objetivo final ser honrado e glorificado, como pode, então, ele ser amoroso? Pois “o amor não busca os próprios interesses”, mas lemos que “por amor de mim, por amor de mim o faço. A minha glória não a darei a outrem” (Isaías 48:11). Mas se Deus é um Deus de amor, ele tem de o ser por nós. Então, Deus é por nós ou por ele mesmo?
Aqui está a resposta com a qual desejo persuadi-lo. Desde que Deus é único como o mais glorioso de todos os seres, totalmente auto-suficiente, ele deve ser por si mesmo se ele é por nós. Se ele abandonasse o objetivo de se auto-exaltar, nós é quem perderíamos. Seu empenho em trazer glória para si mesmo e seu empenho em trazer glória para o seu povo, tratam-se de um único esforço. Eles se levantam ou caem juntos. Imagino que perceberíamos isso se fizéssemos a seguinte pergunta.
Do ponto de vista da beleza infinitamente admirável de Deus, seu poder e sabedoria, o que envolveria seu amor pela criatura? Ou, colocando de outra forma: o que Deus poderia nos dar para demonstrar todo o seu amor? Há apenas uma resposta possível, não é? ELE MESMO! Se Deus deseja nos dar o que há de melhor e mais satisfatório, isto é, se ele nos ama de forma perfeita, tem de nos oferecer nada menos que a si mesmo para nossa contemplação, companheirismo e alegria. “Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria” (Salmo 16:11).
Foi essa, exatamente, a intenção de Deus ao nos enviar seu Filho. Efésios 2:18 diz que Cristo veio para que pudéssemos ter “acesso ao Pai em um mesmo Espírito”. E 1 Pedro 3:18 diz: “Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus ”. Deus busca nos dar o que há de melhor – não é prestígio, riqueza ou mesmo saúde nesta vida, mas um caminho livre para intimidade com ele mesmo.
Agora estamos no limiar do que, para mim, foi uma grande descoberta, e a solução para nosso problema. Para ser alguém que ama de forma suprema, Deus tem que nos dar o que para nós será o melhor e nos satisfará ao máximo; ele tem de se dar a nós. Mas o que fazemos quando somos levados ou guiados a algo excelente, algo que desfrutamos? Nós o enchemos de honra. Nós elogiamos pequenos recém nascidos: “Ó, olhe esse belo rostinho redondo; e todo esse cabelo, e suas mãos, não são grandes?”. Elogiamos o rosto da amada após um longo período de ausência. “Seus olhos são como o céu; seus cabelos como a seda; ó, você é tão linda para mim ”. Nós elogiamos o pênalti marcado no fim do segundo tempo quando estamos perdendo por um. Nós elogiamos as árvores no outono.
Mas minha grande descoberta, com o auxilio de C.S. Lewis e Jonathan Edwards, foi que não apenas louvamos o que nos agrada, mas que este louvor é o clímax da alegria em si. Não se trata de uma mudança na direção, mas faz parte do prazer. Veja como Lewis descreve essa percepção em seu livro “Reflections on the Psalms”.
Mas o fato mais óbvio sobre o louvor – seja a Deus ou a qualquer outra coisa – estranhamente me escapou. Pensei a respeito dele em termos de elogios, aprovação, ou prestar honras. Nunca havia notado que todo prazer espontâneo transborda em louvor, a menos que (algumas vezes mesmo que) a timidez ou o medo de chatear outros venha deliberadamente a extingui-lo. O mundo está repleto de louvores – amantes elogiam seus amados, leitores os seus poetas favoritos, andarilhos as belezas do campo e jogadores o seu esporte – louvores quanto ao tempo, vinho, banho, atores, cavalos, amigos, países, personagens históricos, crianças, flores, montanhas, selos raros, insetos raros, algumas vezes até políticos e estudantes... Minha maior e mais básica dificuldade sobre o louvor a Deus dependia da minha negação absurda a nós, com respeito ao supremamente Valioso, do que nos deleitamos em fazer — o que de fato não podemos continuar fazendo — sobre tudo o mais que valorizamos.
Imagino que tenhamos prazer em louvar o que nos agradar porque a louvor não meramente expressa, mas complementa o gozo; ele é a sua consumação apontada. Não é sem razão que os amantes continuam dizendo uns aos outros quão belos eles são; o deleite é incompleto até que ele seja expresso (Reflections on the Psalms, pp. 93-95)
Aí está a chave: nós louvamos o que nos agrada porque o deleite não se completa até que o expressemos em louvor. Se não pudéssemos falar a respeito do que valorizamos e celebramos, do que amamos e louvamos, do que admiramos, nossa alegria não seria completa. Jonathan Edwards disse: “Alegria é um grande ingrediente no louvor... O louvor é a tarefa mais alegre do mundo”. Entretanto, se Deus é verdadeiro para nós, se ele quer nos dar o melhor e tornar a nossa alegria completa, ele deve fazer do seu objetivo o ganhar nosso louvor para si. Não porque ele necessite encobrir alguma fraqueza em si mesmo ou compensar alguma deficiência, mas porque ele nos ama e busca a plenitude da nossa alegria, que pode ser encontrada somente em conhecer e louvar o mais belo de todos os Seres.
Deus é o único Ser no universo para quem o egocentrismo ou a busca pela própria glória é um ato máximo de amor. Para ele, auto-exaltação é a maior de todas as virtudes. Quando ele faz todas as coisas “para o louvor de sua glória”, ele preserva para nós e nos oferece a única coisa no mundo inteiro que é capaz de nos satisfazer por completo. Deus é por nós, e, portanto, tem sido, é agora e sempre será, em primeiro lugar, por si mesmo. Eu imploro que você não se entristeça com a centralização de Deus em suas próprias afeições, mas que experimenta-a como a fonte de alegria eterna.



Tradução: Victor Bruno
Revisão: Felipe Sabino de Araújo Neto
Janeiro de 2006

Reverência para com Deus
por
Henry Sikkema
Quando Davi intentou tomar a arca do concerto da casa de Abinadabe, ele teve intenções corretas, mas ele o fez da maneira errada, levando, no final das contas, à morte de Uzá (2 Samuel 6:1-11 e 1 Crônicas 13). Como Davi entendeu mais tarde (em 1 Crônicas 15:13 ss), ele estava errado na primeira vez em que tentou levar a arca para Jerusalém. Ele comentou queporquanto da primeira vez vós não a levastes, o Senhor fez uma brecha em nós, porque não o buscamos segundo a ordenança. Ele então declara o modo que deveria ser feito – os Coatitas (um clã dos Levitas) deveriam carregar a arca nos pólos e aos Levitas não lhes eram permitido tocar nas coisas santas (Números 4:14-15 dá estes mandamentos); somente um grupo seleto de Levitas deveria tocar os instrumentos musicais, e não Davi e todo o Israel. Note que Davi diz isto embora Deus não tenha proibido explicitamente o uso de um carro – o mandamento de carregar a arca nos pólos é suficiente para proibir qualquer outro método de transportar a arca. Como C.H. Spurgeon escreveu num sermão sobre A Lição de Uzá:
"O povo não demonstrou qualquer reverência para com Deus, consultando Seu registro de regras que Ele tinha imposto para orientação deles, - parecendo pensar que tudo o que lhes agradasse, O agradaria, - todo tipo de adoração que eles escolhessem inventar, seria suficiente o bastante para o Senhor Deus de Israel, - portanto, isto terminou em fracasso......"[15]

Quando Davi fez estas coisas como Moisés tinha ordenado, conforme a palavra do Senhor (1 Crônicas 15:15), então, Deus ajudou os levitas que Levavam a arca do concerto do Senhor (verso 26). Assim, novamente vemos claramente que Deus Se agrada somente com aquilo que Ele ordena.



Nota

[15] C. H. Spurgeon, um sermão sobre A Lição de Uzá. Vol 49(1903) #2855 , Página 517 citado em O Princípio Regulador Escriturístico da Adoração por Rev. G.I.Williamson, para a Conferência Psalmody (Salmodia), na Assembléia de Bonclarken, Flat Rock NC, 1990.


Tradução livre: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 26 de Setembro de 2004.

Se Deus é Soberano, Por que Fazer Alguma Coisa?
por
Matt Perman

A soberania de Deus, tal como estou convencido de que a Bíblia ensina, significa que Deus preordenou tudo o que acontece. Antes da criação, Deus planejou e decidiu ("ordenou") toda a direção da história humana até os mínimos detalhes. Todas as circunstâncias no tempo são portanto a evidência externa do plano de Deus o qual Ele decretou na eternidade.
À luz disto, uma objeção comum é: "Se Deus já decidiu o que vai acontecer, então por que eu devo fazer alguma coisa? Nós, de qualquer jeito, não controlamos a história. Portanto, apenas nos acomodaremos num assento e não faremos nada". O oponente está dizendo que o resultado lógico da crença na absoluta soberania de Deus é o que nós chamaremos "fatalismo indiferente": a visão de que nós não devemos fazer nada, uma vez que Deus a tudo controla.
Como responderemos à objeção do fatalismo indiferente? Por que não acreditar na soberania absoluta de Deus leva ao fatalismo indiferente? E se Deus é absolutamente soberano, como nossas escolhas podem ter um sentido real? São questões muito boas que uma compreensão própria da soberania de Deus responderá.
Primeiro nós precisamos entender a diferença entre fatalismo e o que é chamado de compatibilismo. Compatibilismo é a visão de que Deus é absolutamente soberano e ainda assim nossas escolhas têm sentido real e somos responsáveis por elas. É o que creio que a Bíblia ensina, e é muitas vezes chamando "calvinismo". O fatalismo, de outra sorte, ensina que, aconteça o que acontecer, o que você escolha ou faça, as coisas produzirão o mesmo resultado. Por exemplo, se está determinado que Bill vai obter um "zero" na sua prova de amanhã, então não importa quão duro ele tenha estudado, ou quão bem ele saiba a matéria: ele vai fracassar. Suas escolhas não vão realmente afetar o que vai acontecer.[1]
A compatibilismo, em contraste com o fatalismo, diz que nossas escolhas realmente afetam o futuro, e que se uma escolha diferente tivesse sido feita, o futuro teria sido diferente. Nesse ponto de vista, se Bill não estudar, ele vai fracassar. Mas se ele estudar duro, então seu estudo será o meio que lhe fará obter uma boa colocação. Em consideração à soberania Do Deus, isso significa que Deus não apenas ordena os fins (por exemplo, uma boa classificação para Bill) e então dizer "isso vai acontecer, não importa como". Não, Deus também ordenou os meios de Seu plano final (por exemplo, Deus ordena que Bill vá estudar tal como os meios da obtenção de uma boa colocação que Ele decretou). Nossas decisões são como vínculos na cadeia de meios ordenados por Deus para ocasionar Seu plano final. Se decisões diferentes foram feitas, as conseqüências serão diferentes. Mas Deus trabalha para verificar que os meios que Ele tem ordenado certamente ocorrerão para que nenhum de Seus propósitos possa fracassar. Isto faz das decisões humanas realmente significativas e vitais.
Deveria ser agora mais evidente por que a absoluta soberania de Deus não remonta à indiferença do fatalismo. Em resumo, Bill deve estudar porque são esses os meios que Deus usa para perfazer sua boa colocação. Se Bill consegue boa colocação, então seu estudando esteve tão predestinado pelo plano de Deus como sua boa classificação. Todas as boas escolhas que alguém faz são definitivamente causadas por Deus; todas as más escolhas são permitidas de bom grado por Deus como uma parte de Seu plano. Além disso, Deus perfaz Seus decretos preservando de certo modo nossa responsabilidade e não viola nossa vontade (isso será explicado mais daqui a pouco).
A segunda razão para a indiferença do fatalismo é sua auto-contradição. A pessoa que é fatalisticamente indiferente estará dizendo: "Porque Deus decide tudo o que vai acontecer, eu pararei de fazer escolhas". Mas a escolha de parar de fazer escolhas é em si mesma uma escolha!
Deus nos fez de modo tal que somos seres tomadores de decisão. Sempre faremos um escolha ou outra em dada situação - não podemos ajudar mas para fazer escolhas quando confrontado com alternativas (não temos escolha nesse caso!). Por exemplo, quando confrontado com a opção de comer uma torta qualquer ou um bolo, seria impossível para mim não fazer um tipo de escolha. Eu teria ou a torta, ou o bolo, ou nenhum. Se eu me recuso a fazer uma escolha, eu ainda estou fazendo uma escolha - a escolha de não comer. O fatalismo indiferente é falso porque é impossível - ele se auto-destrói numa auto-contradição. Impossibilidades são totalmente inaplicáveis, porque tentar propor o fatalismo indiferente é negá-lo. Para esta razão isto não pode ser a aplicação lógica de opinião em soberania absoluto Do Deus.
Evidentemente, a soberania de Deus não remove a necessidade e a realidade das nossas escolhas. Mas se uma pessoa "modifica" sua posição de fatalismo indiferente e tenta usar a soberania de Deus como uma desculpa para permanecer em pecado?
Alguém poderia tomar a soberania de Deus e (in)aplicá-la nesse caminho. Isso seria pecado. Mas um ensino não se torna falso tão-somente porque ele foi mal aplicado. Deveríamos chegar também à conclusão de que a confiança da segurança eterna e a justificação pela fé só seriam falsas porque algumas pessoas tentam usá-las como desculpa para o pecado? (veja em Romanos 6:1-2 como Paulo responde à inaplicabilidade dessas verdades) Um pessoa pode decidir não buscar a Deus ou não O obedecer porque "tudo está submetido a Ele, de qualquer jeito". Mas perfaz indiferença e passividade o resultado lógico de crer na soberania de Deus? A crença na soberania de Deus não poderia apenas ser tomada tão facilmente em outra direção e devidamente aplicada para encorajar a obediência zelosa, ao invés de um fatalismo indiferente? Uma vez que nós devemos fazer um escolha ou para viver justamente ou viver pecaminosamente, em que bases enlata se diz aquele soberania Do Deus conduz logicamente para um escolha de ser humano em vez de de sinfulness da preguiça um escolha para godliness humano? Paul dizer alguma coisa aplicável aqui: "e por que não dizer (como nós estamos caluniosamente relatou e como algum afirmar aquilo nós dizemos), "há males que vêm para o bem? É certa sua condenação" (Romanos 3:8).
Em vez de dizer "Deus é soberano, portanto Eu não me preocuparei em buscá-Lo e fazer o que é correto" poder-se-ia dizer com igual coerência lógica que "Deus é soberano, portanto eu O obedecerei zelosamente em todo tempo porque eu sei que Ele certamente abençoará minha obediência com ótimos frutos. E sei que Ele me susterá vitoriosamente com Sua força e perseverança, uma vez que Ele não está somente no controle mas também é um Deus santo e piedoso, que ama a justiça." Um caminho ou outro será escolhido. Nós não podemos não escolher.
Mas como são feitas as escolhas? Responder a essa pergunta nos levará à real questão em jogo. Como seres humanos, nós fazemos escolhas segundo nosso estrito desejo momentâneo - nós escolhemos o que pensamos ser a melhor opção no momento. Isso quer dizer que nossas escolhas revelam nosso caráter, uma vez que é nosso caráter quem produz nossos desejos e, portanto, determina o que consideramos a melhor opção. Um bom caráter geralmente desejará boas coisas, e um mau caráter desejará coisas más. O que nós escolhemos, portanto, revela a condição de nosso coração.
Portanto, se nós usamos a soberania de Deus como uma desculpa para pecar, isso revela a iniqüidade em nosso coração. Se aplicamos corretamente essa doutrina, no entanto, e vemos a liberdade que ela nos dá para obedecer diligentemente, ela revela a bênção de que Deus está trabalhando em nossos corações. Se tentamos usar e usamos a soberania de Deus como desculpa para pecar, precisamos ir a Ele e nos arrependermos ao invés de concluir que Deus não é realmente soberano, afinal.
A soberania de Deus é, realmente, uma doutrina grandemente libertadora para nós. Ela nos liberta para obedecermos com alegre confiança, segurança e paz. Tal como um crente, nós devemos pensar assim: "Uma vez que Deus é soberano, a não obediência pode fazer mal ao meu relacionamento com Deus e, portanto, a obediência nenhuma, não importa quão "bobo" isso seja ao mundo e não importam as conseqüências, isso no final pode fazer mal a mim". Não é dessa maneira que Paulo usou a doutrina em Romanos 8:28-36? Ele disse no verso 28 e então procedeu à explicação de que a segurança que ela nos dá através do zelo, da obediência de risco porque "nada nos separará do amor de Cristo".[2]
Olhe a maneira pela qual Paulo aplica a soberania de Deus à nossa obediência em Filipenses 2:12-13: "desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor, porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade." De acordo com Paulo, o fundamento de nossa obediência é o fato de que Deus é no final das contas Quem coloca em nós a boa vontade e o efetuar a obediência. Paulo não disse que "Deus põe a boa vontade e trabalha em você, portanto fique na cama". Muito pelo contrário, ele viu a soberania de Deus como uma razão profunda e animadora para a obediência de risco!
Tendo entendido como nós fazemos as escolhas, estamos agora numa posição de entender como Deus pode controlar todas as coisas, e ainda conduzir Seu plano de modo a preservar a responsabilidade e liberdade humanas. Provérbios 16:9 diz que "O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos." Este versículo parece afirmar a liberdade humana e o controle absoluto de Deus por cima de nossa liberdade - ao mesmo tempo. Como podem ser compatíveis?
Como vimos anteriormente, nós escolhemos sempre segundo nosso desejo - sempre escolhemos a opção que preferimos. Isso faz cada escolha determinada (está determinado que eu vou escolher a opção que eu acho preferível), livre ainda (uma vez que não estamos sendo forçados a escolher, mas estamos escolhendo o que nós queremos).[3] Além disso, a ação de escolher está sempre acompanhada, subconscientemente ou conscientemente, pelo processo de considerar todos os aspectos da situação e pelo nosso desejo de realizar a opção que mais queremos. Uma vez que nós percebemos qual opção preferimos, sempre decidiremos por aquela opção, então. Por exemplo, quando dada a opção entre chocolate ou bolo branco, eu não posso e não determino espontaneamente que desejarei o bolo branco. Antes, eu reconheço ponderadamente que meu grande desejo é o bolo branco. Nossas escolhas são livres e são realmente nossas porque consideramos todos os aspectos da situação por nós mesmos e vimos à conclusão acerca de qual escolha ser melhor através de nossos próprios processos mentais. Assim, "a mente do homem planeja seu caminho"
Deus, no entanto, pode ainda estar no final das contas no controle e assim "dirigir nossos passos" regulando nossas situações e assim as informações sobre as quais baseamos nossas escolhas. Uma vez que sempre escolheremos a opção que nossas mentes encontram como a mais preferível à luz da situação, Deus pode simplesmente fazer as circunstâncias de modo tal que essa opção a qual achamos ser a preferível (e por isso a opinião que escolheremos) seja a escolha que Ele ordenou para realizarmos. Nossa escolha é livre e realmente nossa uma vez que é um resultado de nosso próprio raciocínio e processo mental ("a mente do homem planeja seu caminho"), mas Deus ainda a controla porque Ele ordenou e conduziu para que as informações de nossos processos mentais fossem a base para verificarmos que a escolha que fazemos é a que Ele desejou ("o Senhor dirige seus passos").
Se alguém com quem nós estamos conversando tenta sempre usar a soberania absoluta de Deus como uma desculpa para não buscar a Deus ou Lhe obedecer, a solução não é dizer que "Deus não é realmente soberano - você tem um livre-arbítrio para escolher contra os propósitos eternos de Deus". Os pecadores, a Bíblia diz, fogem de Deus por natureza e procuram uma desculpa qualquer para justificar sua fuga. Uma tentativa de usar a soberania de Deus como desculpa para continuar em pecado revela as pessoas pecadoras e a necessidade da graça de Deus. A soberania de Deus não é a causa da indiferença - o pecado é a causa. Não atribuímos a culpa a quem ela não pertence.
Então, o que devemos fazer não é apelar ao "livre-arbítrio" numa tentativa de convencer a pessoa de que ela deva obedecer, mas apontar-lhe seu pecado, dobrar nossos joelhos e orar: "Deus, Eu sei que controlas todas as coisas. Portanto eu oro a Ti para que mudes o coração do meu amigo e o faça buscar a Ti. Por favor, dá-lhe um desejo irresistível por Ti." Deus é a resposta para uma fuga de Deus pelo incrédulo, não o livre-arbítrio. Apelar para seu "livre-arbítrio" não pode ajudar, uma vez que seu "livre-arbítrio" não pode se submeter a Deus além de Sua graça soberana (Romanos 8:7; João 6:44,65). A soberania de Deus não é problema deles, é sua única esperança.
Concluindo, eu tive um experiência no verão passado que talvez dê uma luz a essa questão. Estava no topo do Monte Pike no Colorado. As nuvens acima eram de cor preta e ameaçadoras, mas eu não estava muito consciente do perigo. Estava gostando da vista do cume da montanha numa área escancarada, longe de qualquer abrigo. De repente meu cabelo levantou todo. Isso sinalizou a mim de que um relâmpago ia cair bem perto a mim, e logo. Eu não tinha nenhum controle sobre isso, se iria acertar ou não, e eu sabia. Soube também que não havia nenhum lugar para procurar abrigo do relâmpago. Não havia nem permanecido ali ainda e disse: "Eu não estou no controle da situação, então que importa se ele vai me acertar ou não - não me interessa." Não - eu estava assustado e corri até um abrigo, mesmo sabendo que podia não conseguir. Sabendo ser incapaz foi a razão pela qual eu procurei refúgio.
É uma situação parecida com a soberania de Deus. Nós não estamos no controle - Deus está. Mas saber disso pode ser talvez o sentido de Deus usar meios para mover um santo ocioso a agir. A soberania de Deus, no entanto, é ligeiramente diferente da minha experiência do relâmpago. Se Deus principia em nós um escape para refúgio em Sua misericórdia e bondade, essa não é uma esperança fugaz. Ele nos trará com segurança a Si mesmo.
NOTAS
1. Veja Lowell Kleiman e Stephen Lewis, Filosofia: Uma Introdução Através da Literatura, (Paragon House: Nova Iorque, 1992), p. 554.
2. Se somos cristãos obedientes, podemos estar sempre satisfeitos completamente na esperança que a divina providência nos dá - mesmo quando experimentamos momentos difíceis nessa terra. O desejo íntimo de um cristão é que eles se deleitem nisso e estejam plenos na glória de Deus e adorem exaltá-Lo no mais alto do céu. O maior desejo de Deus, por outro lado, também é o de ser exaltado no mais alto do céu. E Ele é mais glorificado quando Seu povo se satisfaz Nele. Uma vez que Deus é soberano - tão bem quanto infinitamente desejoso por Sua própria glória - Ele não deixará Seu prazer em ser glorificado fracassar. Realmente, Ele trabalha todas as coisas em conjunto para Sua maior glória, o que é nosso maior bem. E isso significa que um deleite de um cristão obediente por um dia apreciar a glória de Deus ao máximo possível não pode ser decepcionado!
3. Que ocorre quando você escolhe, por exemplo, estudar para uma prova quando você na verdade quer ir ao cinema à noite? Nesse caso, você desejou os benefícios, de longo prazo, da boa nota que o estudo lhe trará, mais do que o prazer de curto prazo que um bom filme trará. Assim quando opta pelo estudo, você ainda está escolhendo o que prefere, no final das contas.

Traduzido por: Cleber Olympio
Fonte:Monergismo 

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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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