Tradutor

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

29 de nov de 2010

Pela fé que foi entregue aos santos

.
“...senti a necessidade de vos escrever, exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos” (Jd 3).

Uma das palavras mais freqüentes na Bíblia é “fé”. Conceito chave, esta palavra descreve um ato que passa pela inteligência e pela vontade.

Na Bíblia, fé significa confiança absoluta em tudo que Deus tem revelado; a confiança que possuímos no testemunho que Deus manifesta acerca de Si mesmo. Às vezes, esta palavra aparece para descrever o exercício da fé por parte do homem espiritual, a crença ativa, a dependência de Deus. Outras vezes, para descrever o objeto da fé, aquilo em que alguém crê, o sistema de princípios religiosos (como é o caso do cristianismo), o anúncio doutrinário na forma de um credo.

“Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos...” (1 Co 16.13 - ARC).

“Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro” (Cl 1.23 - ARC).

“Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3 - ARC).

“E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé” (At 6.7).

Há algumas perguntas que nos ajudam a avaliar nossa fé. Neste editorial propomos três perguntas através das quais podemos fazer uma radiografia dela. São perguntas importantes e reveladoras.

Em Que Você Crê?

O conteúdo da nossa fé é fundamental. Aquilo em que você crê constitui aquilo que você é. E só a verdade é digna de ser crida. Alguém já disse que “a piedade é filha da verdade, e precisa ser alimentada... não com outro leite que não seja o de sua mãe”. John Owen afirmou que “somente a verdade capacita a alma a dar glória a Deus”. Hoje em dia ouvimos expressões tais como: “Não importa o que você crê, conquanto seja sincero”; “Todos os caminhos levam a Deus”, etc. Ao que nos parece, esta será a religião do século 21. Isto, contudo, é uma grande falácia. Aquilo que você crê constitui o alicerce da sua vida. Aquele que crê mal não pode viver bem, pois não tem alicerces.

Nossa fé requer um conteúdo. Fé sem conteúdo não é a fé bíblica: é misticismo ou superstição. E o conteúdo sólido para alicerçarmos nossa vida tem de ser a verdade. Permaneça fiel às suas convicções, mas assegure-se de que elas são verdadeiras. Jesus disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32). Somente a verdade liberta e consola. Nossa liberdade consiste em sermos cativos da verdade. Um filósofo dinamarquês disse que, “para ser forte, preciso descobrir a verdade, pela qual eu possa viver e morrer”.

Vivemos tempos em que as pessoas estão à procura de mestres que lhes agradem. Líderes e movimentos religiosos, inclusive no meio evangélico, têm, como premissa essencial de sua prática e base de sua agenda, o pensamento corrente, os conhecimentos da psicologia e as tendências culturais. Surgem doutrinas que agradam multidões e pregoeiros que mais se parecem com aqueles animadores de programas de auditório. Entretanto, a questão não é se uma doutrina é bela, atraente, impressionante ou popular, mas se é verdadeira. O bispo de Hipona escreveu: “Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas em si mesmo”. E o reformador Lutero adverte-nos: “qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias”. No fim, a verdade triunfará. A verdade é sempre forte, não importa quão fraca pareça; e a falsidade é sempre fraca, não importa quão forte pareça.

Por nós Jesus orou. Ele pediu ao Pai: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17).

Como Você Crê?

A forma e a intensidade da fé têm grande importância. A fé é algo que se desenvolve mediante o uso. Ela precisa ser desenvolvida. Assim, a fé pode aumentar e ser fortalecida. Há níveis variados de fé, pois há níveis variados de desenvolvimento da alma. Por isso, fazem sentido expressões bíblicas tais como: “Homens de pouca fé”; “Geração incrédula”; “Fé do tamanho de um grão de mostarda”; “Mulher, grande é a tua fé”; “Nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. Dos pedidos que os discípulos fizeram ao Mestre Jesus Cristo, dois se destacam. O primeiro é “ensina-nos a orar”; e o segundo, “aumenta-nos a fé”.

Esta questão da forma e da intensidade da fé pode ser percebida de maneira bem nítida nas palavras de Jesus dirigidas a Tomé, no segundo domingo após a ressurreição. Como sabemos, Tomé esteve ausente na reunião do primeiro domingo (o que já constitui um ponto negativo) e não creu na notícia de que Jesus havia ressuscitado dentre os mortos. Após haver contemplado o Senhor, colocado o dedo nas feridas dos cravos em suas mãos e apalpado as chagas do seu lado, Tomé creu. E disse-lhe Jesus: “Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo 20.29).

De fato, a fé bíblica é a confiança que temos no testemunho que Deus manifesta acerca de Si mesmo. Ao crente basta a Palavra de Deus. Deus falou a Abraão, e este creu. Lamentavelmente, vivemos um tempo em que a geração incrédula e adúltera pede e busca sinais a fim de crer.

Escrevendo sobre questões relacionadas à esfera da liberdade cristã, o apóstolo Paulo disse aos romanos: “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Rm 14.23 - ARC). A nossa fraqueza nasce de nossa falta de convicções arraigadas. Precisamos de homens com fé inabalável na Palavra do Senhor, com coragem para tomar posição em sua proclamação e defesa e com disposição e tenacidade para assumir os custos de tal decisão. Afinal, uma bigorna não tem medo dos martelos, e, como alguém já disse, “razões fortes levam a decisões enérgicas”.

Walt Disney criou um personagem que ele entendeu representar bem o Brasil. Foi o Zé Carioca. Um papagaio que caracteriza o carioca típico dos morros da cidade do Rio. De fato, o papagaio é uma ave bem brasileira. A singularidade dessa ave é que, por via de regra, imita bem a voz humana. Todavia, é um mero repetidor do que ouve constantemente. Também, em religião, os “papagaios” proliferam em nosso país. Estes repetem idéias que têm ouvido desde o berço ou práticas e doutrinas da moda, sem jamais terem chegado a uma experiência pessoal com Deus.

Quando Pilatos interpelou Jesus, com as palavras “És tu o rei dos judeus?”, Jesus respondeu ao governador, fazendo outra pergunta: “Dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim?” Ecoar o que se ouve, sem uma fixação pessoal, é tornar-se um papagaio.

Este é um sintoma alarmante de nossa época: muita gente “ecoando” um cristianismo que não passou da gravação, na memória, de algumas respostas do catecismo e alguns textos ou referências da Bíblia. Fé viva na Palavra e vivência com Deus nunca foram experimentadas por tais pessoas. E, quando chegam as horas difíceis, em que a vida espiritual tem de passar por uma prova de fogo, a “religião de segunda mão” não oferece o apoio de que precisa o “religioso”, que entra em pane e atola. Necessitamos de uma geração de homens “religiosos de primeira mão”, que falem ou cantem o que afirma o Salmo 23: “O Senhor é o meu pastor...” Como você crê? Como andam as suas convicções?

O conhecimento da verdade deve nos levar à convicção da verdade. Jesus lançou a seguinte pergunta ao povo, acerca de João Batista: “Que fostes ver no deserto? Uma cana agitado pelo vento? ... Mas, então que fostes ver? Um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta” (Mt 11.7-9 - ARC). É terrível quando ouvimos a respeito de alguém: “Ele nunca tem opinião própria; costuma adotar a que estiver em voga”. Eis aí um caniço agitado pelo vento. O profeta do Senhor não é aquele que se orienta pelo catavento da opinião pública, mas pela bússola da convicção bíblica. O nosso mundo é rico em ilusões, e, por vezes, nos deixamos iludir por ele. Somos tentados a preferir o caminho fácil e seguir o curso da multidão. Porém, aqueles que têm por filosofia de vida acompanhar as multidões freqüentemente se perdem no meio delas. Spurgeon um dia concluiu sobre a insanidade de alguém se guiar pela popularidade e disse: “Já faz muito tempo que parei de contar cabeças. Geralmente a verdade está com a minoria neste mundo mau”.

O mundo carece de homens que crêem naquilo que pregam. Nos tempos da bastilha francesa, Mirabeu falou de Robespiere, quando este fazia um discurso: “Este homem vai longe; ele acredita naquilo que diz!” É lamentável dizer, mas há muitos de nossos pregadores e teólogos que simplesmente não crêem naquilo que pregam. Se crêem, a forma como pregam parece negar-lhes a eficácia de sua fé.

O Que Você Faz Com O Que Você Crê?

O que fazemos com a fé é muito importante. Se algo é digno de ser crido, é digno de ser vivido. De fato, a fé bíblica implica em obediência.

A fé bíblica traduz-se em discipulado. Não crê aquele que não vive consoante à sua crença. “Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tg 2.17). Um pressuposto da pregação da Palavra de Deus é que o propósito subjacente a toda doutrina é garantir a ação moral. Aprendemos por simples verificação semântica que teologia é conhecimento de Deus. Sua teologia consiste naquilo que você é quando pára de falar e começa a agir. Deus quando nos instrui a mente, Ele o faz para transformar a vida. Aliás, este é o alvo do ensino, e a lei do processo de aprendizagem estabelece que o aluno deve reproduzir, em si próprio, a verdade aprendida. E vivendo a verdade, nossas próprias vidas se tornam verdadeiras. Nós nos tornamos o que devemos ser.

Uma fé digna de ser crida é digna de ser proclamada. Novamente recorro a Spurgeon, que disse: “Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade”. Hoje a teologia é vista como reflexões dos ambientes eruditos, aprisionada nos recintos acadêmicos dos seminários. Faz-se uma grande dissociação entre o conteúdo dos compêndios empoeirados das bibliotecas dos teólogos e a ação pastoral na igreja e a vivência comum do crente com Deus. Não tenhamos o mínimo interesse numa teologia que não promova o ardor por Deus; não tenhamos qualquer interesse por uma teologia que não evangelize e uma fé que não seja missionária.

A verdade precisa ser proclamada, não importa como seja recebida. E deve ser proclamada, antes de tudo, porque é a Verdade de Deus. Proclamar a Palavra glorifica o seu santo Nome. A pregação é sem dúvida um bem eterno. Essa foi a conclusão dos apóstolos quando elegeram “os sete”. O bem que se faz aos homens é passageiro; as verdades que lhes deixamos são eternas.

Uma fé digna de ser crida é também digna de que batalhemos por ela. O melhor método para a erradicação do erro ainda é publicar e praticar a verdade. Precisamos tornar clara nossa posição, com palavras e obras, em favor da verdade e contra as falsas doutrinas. Quase sempre, é no vácuo deixado pela negligência e descaso em proclamarmos “todo o conselho de Deus” que proliferam as seitas e heresias. Quando a verdade silencia, as opiniões falsas parecem plausíveis. A verdade amordaçada é uma contradição e impropriedade, pois a verdade é sempre o argumento mais forte.

“Sê fiel até à morte.” Não foi este o lema dos mártires desde Estêvão? “Senti a necessidade de vos escrever, exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos” (Jd 3). No eminente e constante desafio de estar comprometida com a fé que foi entregue aos santos, esta revista se apresenta ao leitor. Fazemo-lo com humildade, reverência e tremor. Mas fazemo-lo varonilmente. Neste primeiro número trazemos o artigo O Perfeito Equilíbrio da Verdade de Deus, onde Geoffrey Thomas, integrante da equipe editorial do The Banner of Truth Journal e pastor batista no País de Gales, procura estabelecer um equilíbrio entre algumas verdades que, aparentemente, encontram-se em conflito umas com as outras. Em determinados momentos da história da Igreja, os verdadeiros servos do Senhor tenderam a enfatizar certas doutrinas em detrimento de outras. A geração seguinte reagiu contra essa ênfase da geração precedente, e assim aconteceu o fenômeno que alguns historiadores denominam de “movimento pendular”. O autor é feliz na sua exposição, ao propor um equilíbrio em alguns dos pontos fundamentais da fé e prática cristãs.

O Supremo Dever do Pastor é um artigo do Dr. Thomas K. Ascol, pastor batista em Cape Coral, Flórida, e editor do The Founders Journal. Qual o supremo dever do pastor? Salientando os diversos aspectos que envolvem o ministério pastoral nos tempos atuais, o autor encontra, no emaranhado de responsabilidades que ao pastor se atribui, o dever de pregar a Palavra de Deus. Seu artigo é muito oportuno, mormente nesses tempos em que vozes e movimentos questionam acerca da relevância da pregação bíblica, nos dias atuais.

A. W. Tozer, pastor de uma igreja da Aliança Cristã e Missionária até seu falecimento na década de 1960, é conhecido como “um profeta da nossa geração”. Seu artigo, Precisamos Novamente de Homens de Deus, é uma convocação a agradar a Deus e ignorar a multidão, numa geração pragmática e materialista. A voz de Deus é a voz de Deus. A voz do povo é a voz do povo. Quão desesperadamente precisamos hoje dessa mensagem. Deus está procurando homens que tenham a coragem de tomar posição e assumir o preço dela, no meio desta geração. Na decadente era pré-diluviana, Ele encontrou Noé. O mundo está necessitando novamente de homens como Noé - “pregoeiro da justiça” - a quem o Senhor disse: “Tenho visto que és justo diante de mim nesta geração” (Gn 7.1).

Em Quanto ao Vir a Cristo, Ernest Reisinger, veterano pastor batista na Flórida e editor assistente do The Founders Journal, analisa os fundamentos histórico-teológicos de uma das práticas mais comuns à chamada “pregação evangelística” contemporânea: o sistema de apelo. O autor, numa análise acurada, apresenta os perigos e equívocos em torno desta prática (inaugurada por Charles Finney), entre os quais, a freqüente associação e/ou permuta que se faz entre a regeneração operada pelo Espírito Santo e um ato físico exterior. É um artigo que se enseja bastante oportuno. O que temos nesta edição, contudo, é apenas a primeira parte. Aguarde a conclusão no próximo número.

Em Sansão e a Sedução da Cultura, Roger Ellsworth nos adverte quanto ao perigo de nos tornarmos enamorados e, deste modo, divididos pela cultura. Ele o faz de maneira bastante ilustrativa, recordando-nos a história de Sansão e seu encanto por Dalila. Ellsworth conclui seu artigo, alertando sobre o dever de permanecermos fiéis e não nos deixarmos seduzir pela cultura que, por Deus, fomos chamados a influenciar.

Dois pequenos artigos complementam o conteúdo deste número. Pequenos, mas nem por isso de menor importância. Outro Evangelho é um artigo que se revela bastante atual. Foi extraído dos escritos de A.W. Pink, teólogo reformado falecido em 1952. Trata desse “evangelho” atual cuja maior aspiração é paz, unidade e irmandade. A mensagem desse evangelho objetiva tornar o mundo tão confortável e um habitat tão harmonioso, que a ausência de Cristo não será percebida, e a necessidade de Deus não existirá. As Implicacões do Livre-arbítrio, citado de C. H. Spurgeon, faz breve análise do conceito humanista do livre-arbítrio em contradição com a doutrina bíblica da livre agência do homem. O que pensamos sobre livre-arbítrio? Como isto se relaciona com a vontade soberana e a graça eficaz de Deus? Não estaremos colocando o homem onde Deus deve estar?

Uma de nossas expectativas é que essas leituras estimulem o leitor a batalhar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos.

Não é coisa pequena ficar em pé diante de uma congregação e dirigir uma mensagem de salvação ou condenação, como sendo do Deus vivo, no nome do nosso Redentor. Não é coisa fácil falar tão claro, que um ignorante nos possa entender; e tão seriamente que os corações mais desfalecidos nos possam sentir; e tão convincentemente que críticos contraditórios possam ser silenciados.


Autor: Richard Baxter
Tradução: Gilson Santos
Fonte: [ Editora Fiel ]

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Marcadores

(I Pedro 5:8) (1) 1 Coríntios (3) 1 Pedro (1) 1Pedro (1) 2 Pedro (2) A (1) A palavra da Cruz é Loucura (3) A Parábola do Rico e Lázaro (1) a Semente e os Solos (1) A Volta de Jesus (4) A. W. Tozer (36) A.W Pink (2) Abandonado (1) Aborto (9) Adoração (18) Agostinho (1) Aids (1) Alegria (22) Aliança (1) Alívio (1) Almas (17) Amarás o Próximo (1) Amargura (1) Amém (3) Amizade (5) Amor (70) Anátema (1) Angústia (2) Animais (1) Anjos (3) Anorexia (1) Ansiedade (5) Anticristo (2) Antidepressivo (1) Antigo Testamento (1) Apocalipse (10) Apostasia (5) Apóstolo Paulo (4) Arca de noé (2) Arrebatamento (3) Arrependimento (22) Arrogância (1) Arthur W. Pink (5) As Igrejas de todos os Tipos e para todos os Gostos (1) Ateísmo (4) Ateus (5) Augustus Nicodemus (2) Autoridade (4) Avareza (1) Aviso (2) Avivamento (10) Batalha Espiritual (7) Batismo (4) Bebida Alcóolica (1) Benção (2) Bíblia (49) Boas Novas (1) Bullying (1) Cálice (2) Calvinismo (2) Campanhas no Facebook (1) Cansado (1) Caráter (4) Carnal (1) Carnaval (2) Carne (11) Carta de Deus e do Inferno (2) Carter Conlon (1) Casamento (32) Castigo (1) Catolicismo.Religiao (1) Céu (14) Chamados ao primeiro amor (5) Charles Haddon Spurgeon (274) Cigarro (1) Circo ou Igreja? (1) Cirurgia Plástica (1) Citações Redes Sociais (2) Clodoaldo Machado (1) Cobiça (1) Comunhão (4) Comunidade no Orkut (1) Conhecendo as Histórias da Bíblia (1) Conhecimento (2) Consciência (2) Consolador (3) Copa do Mundo (1) Coração (31) Coragem (4) Corra (1) Corrompidos (1) Cosmovisão Cristã (1) Crer em Jesus (3) Criação (3) Criança (7) Cristãos (60) Cristianismo (19) Cristo (85) Crucificaram (1) Cruz (29) Culto (2) Cultura (4) Cura (6) David Wilkerson (43) Demônio (4) Dennis Allan (23) Denominações (1) Dependência (2) Depravação Humana (11) Depressão (6) Desanimado e fraco (11) Descanso (1) Desejo (1) Desenhos para Crianças (9) Deserto (1) Desigrejados (1) Desonra (1) Desprezado e Rejeitado (3) Desviado (5) Deus (328) Devoção (1) Diabo (9) Dinheiro (11) Discernimento (1) Discipulado (7) Discípulos Verdadeiros (4) Divórcio (9) Divulgue esse Blog (2) Dízimos e Ofertas (3) Dons Espirituais (1) Dor (6) Dores de Parto (1) Doutrinas (5) Dr J.R (1) Drogas (1) Dúvidas (1) Eclesiastes (1) Ego (1) Enganados (1) Envelhecer com Deus (1) Equilibrio (1) Errando (2) Escolha (2) Escolhidos De Deus (10) Escravo por Amor (2) Esforço (1) Esperança (8) Espíritismo (1) Espirito Santo (27) Espirituais (35) Estudo da Bíblia (257) Estudo Livro de Romanos por John Piper (17) Estudo Livro de Rute por John Piper (5) Eternidade (10) Eu Não Consigo (1) Evangelho (76) Evangelho da Prosperidade (13) Evangelho do Reino (1) Evangelismo (5) Evangelizar pela Internet (7) Evolução (1) Exaltação (1) Êxodo (1) Exortação (3) Ezequiel (1) Falar em Linguas (3) Falsos Profetas(Enganação) (17) Família (16) Fariseus (3) (49) Felicidade (6) Festas do Mundo (1) Festas juninas(São João) (1) Fiél (3) Filmes Bíblicos (43) Finais dos Tempos (11) Força (1) Fruto (8) Futebol (1) Gálatas (1) George Müller (1) George Whitefield (2) Glória (44) Graça (47) Gratidão (3) Guerra (4) Hebreus (1) Heresias (3) Hernandes Lopes (110) Hinos (1) Homem (46) Homossexual (6) Honra (1) Humanismo (1) Humildade (9) Humilhado (8) Idolatria (12) Idoso (1) Ignorância (1) Igreja (79) Ímpios (1) Incentivo (1) Incredulidade (2) Inferno (8) Ingratidão (2) Inimigo (2) Inquisição Católica (1) Intercessão (1) Intercessor (1) Intervenção (9) Intimidade (1) Inutéis (1) Inveja (1) Ira (12) Isaías (1) J. C. Ryle (9) James M. Boice (1) Jejum (4) Jeremias (2) Jesus (88) (1) João (4) João Calvino (145) Jogos VIDEO GAMES (2) John Owen (15) John Pipper (587) John Stott (28) John Wesley (1) Jonathan Edwards (92) José (1) Joseph Murphy (1) Josué Yrion (8) Jovens (15) Julgamento (20) Justiça (2) Lave os pés dos seus irmãos Vá em busca dos perdidos e fale do amor de Deus (1) Leão da Tribo de Judá (1) Legalismo vs. Bem-Aventuranças (1) Leonard Ravenhill (52) Liberdade (10) Língua (5) Livre arbítrio (10) Livros (67) Louvor (4) Lutar (7) Maçonaria e Fé Cristã (1) Mãe (2) Mal (18) Maldições Hereditárias (3) Manifestações Absurdas (2) Marca da Besta (1) Mártires (5) Martyn Lloyd-Jones (173) Masturbação (2) Mateus (2) Maturidade (2) Médico dos Médicos (1) Medo (2) Mefibosete (1) Mensagens (372) Mentira (8) Milagres (2) Ministério (10) Misericórdia (13) Missão portas abertas (21) Missões (27) Missões Cristãos em Defesa do Evangelho (1) Monergismo (1) Morrendo (12) Morte (43) Morte de um ente querido que não era crente (1) Mulher (11) Mulheres pastoras (2) Mundanismo (3) Mundo (28) Murmuração (3) Músicas (38) Músicas nas Igrejas.Louvor (8) Namoro ou Ficar (12) Natal (4) Noiva de Cristo (2) Nosso Corpo (1) Novo convertido (10) Novo Nascimento (11) O Semeador (1) O Seu Chamado (13) Obediencia (8) Obras (15) Obreiros (2) Observador (2) Oração (67) Orgulho (10) Orgulho Espiritual (1) Orkut (1) Paciência (7) Pai (1) Pais e Filhos (21) Paixão (3) Paixão de Cristo (2) Parábola Filho Pródigo (2) Parábolas (9) participe do nosso grupo e curta nossa página! (1) Páscoa (1) Pastor (18) Paul Washer (216) Paulo Junior (239) Paz (4) Pecado (106) Pecadores (12) Pedofilia (2) Perdão (16) perse (1) Perseguição (13) Pobre (4) Poder (18) Por que tarda o pleno Avivamento? (3) Pornografia (8) Porque Deus permite o sofrimento dos inocentes (2) Porta Estreita (2) Pregação (24) PREGAÇÕES COMPLETAS INTRODUÇÃO ESCOLA DE OBREIROS (1) Profecias (3) Profetas (3) Prostituição (2) Provação (2) Provar o Evangelho Para Aqueles que Não acreditam Na Bíblia (1) Provérbios (1) Púlpito (3) Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (1) R. C. Sproul (29) Realidade (1) Rebelde (1) Redes Sociais (2) Reencarnação (2) Refletindo Sobre Algumas coisas (1) Reforma e Reavivamento (1) Reforma Protestante (3) Refúgio (2) Regeneração (16) Rei (3) Relativismo (1) Religião (7) Renúncia (2) Ressuscitou (5) Revelação (1) Ricardo Gondim (1) Richard Baxter (7) Rico (12) Romanos (20) Roupas (1) Rupert Teixeira (4) Rute (5) Sabedoria (12) Sacrifício (3) Salvação (45) Sangue de Cristo (3) Santa Ceia (2) Santidade (34) Satanás (15) Secularismo (1) Segurança Completa (1) Seitas (3) Semente (1) Senhor (10) Sensualidade (2) Sermão da Montanha (2) Servos Especiais (4) Sexo (8) Sinais e Maravilhas (2) Soberba (1) Sofrimento (24) Sola Scriptura (1) Sola Scriptura Solus Christus Sola Gratia Sola Fide Soli Deo Gloria (4) Soldado (1) Sozinho (3) Steven Lawson (12) Submissão (1) Suicídio (2) Televisão um Perigo (8) Temor (4) Tempo (5) Tentação (9) Teologia (2) Teologia da Prosperidade (4) Tesouro que foi achado (4) Tessalonicenses 1 (1) Testemunhos (29) Thomas Watson (17) Tim Conway (38) Timóteo (1) Todo homem pois seja pronto para ouvir tardio para falar tardio para se irar Tiago 1.19 (1) Trabalho (2) Tragédia Realengo Rio de Janeiro (2) Traição (4) Transformados (1) Trevas e Luz (2) Tribulação (10) Trindade (2) Tristeza (5) Trono branco (2) Tsunami no Japão (2) tudo (231) Uma Semente de Amor para Russia (1) Unção (3) Ungir com Óleo (1) Vaidade (3) Vaso (2) Velho (1) Verdade (30) Vergonha (3) Vestimentas (1) Vícios (6) Vida (39) Vincent Cheung (1) Vitória (5) Vontade (1) Votação (1) Yoga (1)

Comentários:

Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

Minha foto

Darliana+ Missões Cristãos em Defesa do Evangelho+✿Apenas uma alma que foi resgatada através da graça e misericórdia de Deus,Dai de graça o que de graça recebeste' (Mt. 10,8). Latim para estar em consonância com as cinco teses que dão sustentação ao “pensamento”e à vida do genuíno cristão reformado: sola scriptura,sola gratia, sola fide,solus christus, soli deo gloria. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32) "Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos." Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento." A.W.Tozer✿

Postagens Populares

Bíblia OnLine - Leitura e Audio

Bíblia OnLine - Leitura e Audio
Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

Feed: Receba Atualizações Via Email

Coloque o seu endereço de email e receba atualizações e conteúdos exclusivos:

Cadastre seu E-mail.Obs.: Lembre-se de clicar no link de confirmação enviado ao seu e-mail.