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24 de set de 2010

Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Salmos 30:5Salmos 16:8-9 “Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; porquanto ele está à minha mão direita, não serei abalado. Porquanto está alegre o meu coração e se regozija a minha alma; também a minha carne habitará em segurança.”Tenho-vos dito isso para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa. João 15:11 Mas alegrem-se os justos, e se regozijem na presença de Deus, e folguem de alegria. Salmos 68:3A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos ímpios perecerá. Provérbios 10:28Se a tua lei não fora toda a minha alegria, há muito que teria perecido na minha angústia. Salmos 119:92Tu amas a justiça e aborreces a impiedade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros. Salmos 45:7Praticar a justiça é alegria para o justo, mas espanto para os que praticam a iniqüidade. Provérbios 21:15Porque não se lembrará muito dos dias da sua vida; porquanto Deus lhe responde na alegria do seu coração. Eclesiastes 5:20Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria. João 16:20


A alegria do Senhor é a vossa força – DM Lloyd-Jones


Acima de tudo, consideremos o Mestre para quem trabalhamos. Lembremos quanto Ele suportou e quão paciente foi. ...Como foi tediosa Sua vida; a maior parte do Seu tempo foi gasto com gente simples e insignificante que não O compreendia bem. Mas Ele prosseguiu firme e sem se queixar. Como o fez? "Em troca da alegria que lhe estava pro¬posta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia" (Hebreus 12.2).
Aí está como o fez. Era por causa da alegria que estava diante dEle. Ele sabia do dia do coroamento que haveria de chegar. Ele via a colheita que iria fazer e, vendo-a, Ele conseguiu não prestar atenção às outras coisas, e, ainda, passar por cima delas gloriosa e triunfantemente. Pois eu e você temos o privilégio de ser como Ele. "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz" — é isso mesmo — " e siga-me'' (Marcos 8.34). Podemos até receber a honra de sofrer por Seu Nome. Paulo diz uma coisa por demais extraordinária, escrevendo aos colossenses (capítulo primeiro, versículo 24).

Diz ele que é seu privilégio preencher no seu corpo o que resta das aflições de Cristo. Que há de ser se eu e você, como cristãos, estamos tendo o mesmo privilégio sem o saber? Bem, lembre-se do seu bendito Mestre, olhe para Ele e peça-lhe perdão por haver-se deixado levar pelo desalento. Volte .a considerar assim a sua própria vida e, tão logo que o faça, ver-se-á cheio de nova esperança, novas forças, novo poder. Você não terá necessidade de estimulantes artificiais, nem de nenhuma outra coisa, pois verá que estará outra vez vibrando de entusiasmo pelo privilégio e alegria desta vida cristã, e se aborrecerá por haver murmurado e lamentado.

Você avançará ainda mais gloriosamente até que, finalmente Lhe ouça dizer: ' 'Muito bem, servo bom e fiel... entra no gozo do teu Senhor." "Vinde, benditos de meu Pai! entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" (Mateus 25.21, 23, 34).

Alegria!! - C. H. Spurgeon
Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres. (Sl 126.3)

Infelizmente, muitos crentes são propensos a olhar para o lado obscuro de todas as coisas e a gastar muito tempo pensando no que eles têm passado, em vez de pensar no que Deus tem feito por eles. Faça-lhes perguntas sobre as impressões deles a respeito da vida cristã, e descreverão seus permanentes conflitos, suas profundas aflições, suas tristes adversidades e a pecaminosidade de seus corações, sem qualquer referência à misericórdia e à ajuda que Deus lhes tem dado.

No entanto, um crente cuja alma se encontra em estado saudável se apresentará com alegria e dirá: "Falarei não a respeito de mim mesmo, e sim a respeito da honra de meu Deus. Ele me tirou 'de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus' (Salmos 40.2,3). O Senhor tem feito grandes coisas por mim; por isso, estou alegre". O relato de experiências como estas é o melhor que todo filho de Deus pode oferecer em resposta.

E verdade que sofremos provações, mas também é verdade que somos libertos delas. E verdade que temos nossa depravação, e pesarosamente sabemos disto, mas igualmente é verdade que temos um Salvador todo-suficiente, que vence estas corrupções e nos livra de seu domínio. Ao olharmos para trás, seria errado negar que temos estado no Pântano do Desânimo, e que temos nos arrastado pelo Vale da Humilhação, mas também seria impiedade esquecer que temos passado por eles com segurança e proveito. Não temos permanecido neles, graças ao nosso poderoso Ajudador e Líder que nos trouxe a um lugar espaçoso (ver Salmos 66.12). Quanto mais profundos forem os nossos problemas, tanto mais elevada será nossa gratidão a Deus, que nos conduziu através de todos eles e nos preservou até agora. Nossa tristeza não pode estragar a melodia de nosso louvor; nós o consideramos o tom da música de nossa vida "Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres".

Minha alegria, minha coroa de exaltação! – John Piper

Paulo chamava as pessoas que ganhara para a fé de minha alegria: "Meus irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa, sim, amados, permanecei, deste modo, firmes no Senhor" (Fp 4.1). "Quem é nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença do nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria!" (lTs 2.19, 20). A igreja era sua alegria porque na alegria deles em Cristo sua alegria em Cristo era maior. Mais da misericórdia de Cristo era exaltado na multiplicação de convertidos à cruz. Assim, quando Paulo escolheu sofrer na causa da evangelização mundial e disse que seu objetivo era "ganhar a Cristo", queria dizer que seu próprio prazer na comunhão com Cristo seria eternamente maior por causa da grande assembléia de redimidos que se alegrava em Cristo com ele.

Apesar de eu não estar tão longe como Paulo em seu amor apaixonado pela igreja, agradeço a Deus os momentos críticos em minha vida em que ele me salvou do abismo do cinismo. Lembro da época em que eu estava começando meus estudos de teologia. O ambiente da igreja local no fim da década de 1960 era inóspito. Lembro-me de andar pelas ruas de Pasadena nos domingos de manhã no outono de 1968, perguntando-me se havia algum futuro para a igreja — como um peixe que duvidava do valor da água, ou um pássaro perguntando pelo porquê do vento e do ar. Foi uma preciosa obra da graça Deus ter-me salvo dessa estupidez e me dado um lar com o povo de Deus na Igreja da Avenida do Lago durante três anos, e me deixado ver no coração de Ray Ortlund, meu pastor, um homem que transpirava o espírito de Paulo quando olhava para o seu rebanho e dizia: "Minha alegria, minha coroa de exultação". 


Dez anos mais tarde, houve outro momento de crise, estando eu à minha escrivaninha tarde da noite em outubro de 1989, escrevendo em meu diário. A questão era se eu continuaria como professor no Bethel College ensinando Estudos Bíblicos, ou se me demitiria para procurar um pastorado. Uma das coisas que Deus estava fazendo naqueles dias era dar-me um amor profundo pela igreja — o corpo de pessoas que se reúne, cresce, ministra, que se encontra a cada semana e avança na semelhança com Cristo. Ensinar tinha suas alegrias. É um grande chamado. Mas naquela noite outra paixão triunfou, e Deus me conduziu, nos próximos meses, à Igreja Batista Bethlehem. Agora que escrevo estas linhas, já se passaram mais de quinze anos. Se eu deixar, as lágrimas correm com facilidade quando penso no que esses irmãos significam para mim. Eles sabem, espero eu, que minha grande paixão é "ganhar a Cristo". E, se eu não estiver enganado, eles também sabem que eu vivo "para ajudá-los a progredir e a ter alegria na fé" (Fp 1.25, BLH). O propósito dos meus escritos e pregações é mostrar que esses dois objetivos são um só. Ganho mais de Cristo em um pecador que se converte e em um santo que cresce do que em centenas de tarefas rotineiras. Dizer que Cristo é minha alegria e que Bethlehem é minha alegria não é conversa fiada.

Escolhendo a Alegria - J. I. Packer


Paulo, como já vimos, não só testifica a alegria em sua própria experiência de prisão, como manda que seus amigos filipenses pratiquem a alegria como disciplina constante de vida. "Alegrai-vos sempre no Senhor", ele escreve, e se repete para dar ênfase. É como se dis¬sesse: Vocês precisam orar, cultuar, amar uns aos outros, guardar os mandamentos, levar as cargas uns dos outros, guiar sua visão moral pelo Sermão do Monte, testemunhar, evitar toda forma do pecado, ser cheios do Espírito para batalhar contra Satanás e as tentações quando estes os assaltam, buscar boas obras, e procurar mostrar o fruto do Espírito constantemente — e, juntamente com tudo isso, como questão de importância especial, vocês devem alegrar-se no seu relacionamento com Jesus Cristo o tempo todo!

A alegria é, de fato, um aspecto do fruto do Espírito, e o hábito de alegrar-se no Senhor, como meio indicado pelo qual a alegria se torna realidade, é tanto assunto de mandamento divino e obrigação cristã como a apresentação de qualquer outra das coisas mencionadas. É verdade que a alegria, tanto a natural como a espiritual, nos virá periodicamente como uma rajada de vento ou brilho de satisfação íntima, como se fosse um beijo inesperado do céu, pelo qual devemos ser agradecidos toda vez; mas nem por isso devemos pensar na alegria como sendo essencialmente um estado de espírito de eu¬foria que pedimos e depois nos sentamos para aguardar. A alegria é um hábito do coração, induzido e sustentado por nós como qualidade permanente de vida pela disciplina do regozijo. A alegria não é um acidente de temperamento ou um benefício da providência imprevisível; a alegria é questão de opção. Paulo está instruindo os leitores a escolher alegrar-se porque é pela atividade de regozijar-se que a alegria se torna realidade pessoal.

Já vimos isso em Paulo. Ele ora pelos filipenses "com alegria" por causa de sua cooperação no evangelho (1.4-5) e os chama de sua "alegria" (4.1), como faz com os tessalonicenses também (lTs 2.19ss.; 3.9). O que ele quer dizer é que quando pensa neles, concentrando-se na graça de Deus em sua vida, a alegria penetra em seu coração. Assim ele se alegra neles, ou melhor, alegra-se no Senhor por causa deles, como por exemplo em Filipenses 4.10: "Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado". Como vimos também, Paulo pode optar por regozijar-se em um aspecto de uma situação da qual outros aspectos são calculados como deprimentes. Ele se alegra que Cristo está sendo pregado e se recusa a ficar pensando nos maus motivos dos pregadores, ou a alimentar a autopiedade por não estar livre para fazer o mesmo que eles estão fazendo (1.15-18). Isso, mais do que qualquer outra coisa, torna claro que a alegria é uma opção; a pessoa escolhe focalizar seu pensamento em fatos que evocam a alegria. Tal é o segredo de "alegrar-se sempre no Senhor", isto é, escolher sobre o que você vai pensar. É tão simples — e tão difícil — assim.

Será que podemos realmente escolher em que vamos pensar? Nestes dias, quando somos interminavelmente superestimulados por coisas externas, e quando a TV de cada dia estimula a mentalidade passiva que nos faz aguardar um divertimento em vez de criá-lo, a idéia de escolher temas para nossos pensamentos regularmente pa¬rece estranha a ponto de ser excêntrica. Mas Paulo não duvida de que esse tipo de controle do pensamento é possível. Realmente, ele ordena isso. "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento" (Fp 4.8). Controlar e dirigir os nossos pensamentos é um hábito, e quanto mais treinamos, mais peritos ficamos.

O Que Aconteceu com a Alegria?

by David Wilkerson | February 1, 1983

O Espírito Santo deseja ardentemente levar o povo de Deus a servir novamente ao Senhor com alegria e júbilo. Quanto pesar deve haver no céu por testemunhar o manto de desespero e tristeza que tem coberto multidões de crentes. A Palavra de Deus ordena:
“Celebrai com júbilo ao Senhor, todos as terras. Servi ao Senhor com alegria...” (Salmo 100:1,2).
“A esperança dos justos é alegria...” (Provérbios 10:28).
“Os justos, porém, se regozijam, exultam na presença de Deus e folgam de alegria” (Salmo 68:3).
“Vós, com alegria, tirareis água das fontes da salvação” (Isaías 12:3).
“Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes...” (Salmo 5:11,12).
Jesus diz aos discípulos: “...se me amásseis, alegrar-vos-íeis...” (João 14:28).
O salmista declara “...bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor!” (Salmo 144:15).
Alegria quer dizer “satisfação, felicidade, regozijo de espírito, entusiasmo causado pela esperança.” Regozijo quer dizer “alegria em intensidade máxima, estar intensamente alegre.” Felicidade quer dizer “plena satisfação, prazer abrangente.”
Quantos cristãos você conhece atualmente que têm regozijo de espírito, estão entusiasmados, intensamente alegres, em plena satisfação, experimentando alegria em intensidade máxima? Ouça as palavras do Senhor:
“...quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno...Regozijai-vos naquele dia e exultai...” (Lucas 6:22;23).
Se não fosse Jesus que houvesse dito isto, soaria totalmente ridículo - mas lá está: preto no branco, e claro: “Quando vocês forem rejeitados, perseguidos, expulsos - pulem de alegria! Que isso seja a maior alegria! Aproveitem!”
Quando o Espírito Santo começou a trabalhar comigo na área de servi-Lo com alegria e júbilo, tive dificuldades para enfrentar a seriedade do assunto. Eu não entendia por completo a atitude de Deus. Fiquei imaginando qual a importância que isto teria, comparado à todos os problemas dolorosos do mundo de hoje, como drogas, álcool, divórcio, violência, e corrupção. Eu nunca tinha pensado muito sobre o quanto eu tinha de alegria e júbilo.
“E daí?”, pensei. “Muito bem, não experimento sempre a felicidade no meu andar cristão. Fico triste! Os problemas da vida às vezes me derrubam. O futuro é tão desanimador que às vezes deixa a gente deprimido e com medo. A alegria existe - acho que apenas não mostro. O ser humano é assim. Deus não fica preocupado quando fico meio por baixo.”
Isto não é suficiente! Este assunto de servi-Lo com alegria, júbilo, entusiasmo e regozijo é levado extremamente à sério por Deus.
Na velha aliança, temos uma visão clara de quanto Deus leva à sério esta questão de servi-Lo em espírito de júbilo. No monte Ebal Deus expressa uma terrível maldição que envolvia seis tragédias: escravidão, fome, sede, nudez, falta de tudo, um jugo de ferro sobre o pescoço até o fim!
E que pecado terrível poderia Israel cometer, que trouxesse tamanha maldição, um pecado que poderia lhes destruir? Primeiro, claro, seria desobediência aos mandamentos do Senhor. Mas isto também: “Porquanto não serviste ao Senhor, teu Deus, com alegria e bondade de coração, não obstante a abundância de tudo...” (Deuteronômio 28:47,48).
Você pergunta: “Será que Deus é tão severo assim em relação à alegria nestes dias da graça do Novo Testamento?” A resposta é que Deus não nos julgará pelo que mostramos no rosto, mas pelo que Ele vê em nossos corações. É possível ter um rosto esgotado, cansado e ainda assim transbordar de alegria no homem interior. Mas é difícil esconder a alegria genuína do Senhor. Sempre que a glória de Deus toca a alma, ela afeta as feições externas. Nos tempos do Velho Testamento, a unção fazia o rosto brilhar!
O profeta Joel prediz que chegaria um dia quando a alegria iria se apagar na casa de Deus.
“...já não há alegria entre os filhos dos homens...não está destruído da casa do nosso Deus, a alegria e o regozijo?” (v. Joel 1:12, 16).
Este apagamento da alegria e do júbilo dos crentes está evidente em todos os lugares para onde se olha atualmente! Muitos no povo de Deus se mostram tristes e abatidos, porque perderam a alegria do Senhor. Muitos cristãos parecem tão sós, entristecidos e temerosos quanto o incrédulo. Tornou-se um testemunho vergonhoso diante do mundo, e está mais do que na hora de todo cristão se perguntar: como estou servindo o Senhor? - com qual atitude? Será que O sirvo só pelo medo ou pela obrigação? Estou trabalhando com o coração dividido? Será que já acostumei com Ele? Será que possuo aquela alegria indescritível, ou minha alegria e júbilo murcharam? Será que estou verdadeiramente entusiasmado e cheio de êxtase por conhecê-Lo? Será que, diante dos ímpios, sou um testemunho válido de que Cristo pode encher o coração com a maior de todas as alegrias? Ou será que me tornei mais um cristão deprimido e preocupado? Será que existe alegria suficiente na minha alma para transbordar nas minhas ações e na minha conversa, ou me tornei um murmurador e reclamador como os filhos de Israel? Será que tenho sorrido ultimamente?
“...de mim te cansaste (enfadaste), ó Israel...me deste trabalho com os teus pecados e me cansaste com as tuas iniquidades...” (Isaías 43:22, 24) (parênteses meus).
O profeta Malaquias sofre com a situação trágica da casa de Deus nos seus dias. O povo de Deus estava entediado, e a adoração tinha ficado monótona e mercenária - “E dizeis ainda: Que canseira! E me desprezais, diz o Senhor dos Exércitos...” (Malaquias 1:13).
Em outras palavras, “O meu povo se enjoou de Mim. Por isso fica se arrastando num culto monótono no altar.” Os filhos de Deus caíram na rotina. Seus corações não estavam mais lá! Levavam ofertas para o altar com má vontade: sacrificavam animais doentes, fracos, aleijados. Os sacerdotes não faziam nada se não recebessem pagamento, nem mesmo fechar a porta do templo ou acender o fogo do altar. Usavam o ministério para cobrir de penas o próprio ninho.
Que situação triste! Ministros religiosos cheios de ganância que nada mais eram do que prestadores de serviços! A adoração do templo era uma farsa! Como eram lentos, que caras aborrecidas tinham! Não havia vida, entusiasmo, nem alegria ou prazer. O coro, os músicos, e tanto os sacerdotes quanto o povo estavam num jogo perigoso de hipocrisia!
Era uma rotina religiosa. Cantavam hinos com o coração dividido, davam ofertas com o coração dividido, ouviam uma palavra dividida vinda de um ministro dividido - e se alegravam com a idéia de acabar cedo. Eles se apressavam para o amém final e rapidamente saíam da casa de Deus.
Eram pessoas tristes e entediadas por haverem se entregado a um sentimento de futilidade e impotência!
“Vós dizeis: Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?” (Malaquias 3:14).
Para usar uma terminologia nossa, eles estavam dizendo: “Do que adianta isto? Para que serve se aplicar tanto para agradar a Deus e fazer o certo, se parece que isso não vale a pena? Por que praticar sacrifícios, jejuar, e orar; por que ser tão rígido e religioso? Não adianta nada - é chato! Nada muda. Minhas orações ninguém responde...E continuo atolado em problemas.”
Como não havia vida na casa de Deus, e o altar era tão monótono, o povo simplesmente desistiu! Continuavam na rotina só porque temiam a ira de Deus. Continuavam indo à igreja só porque tinham de ir. E tinham pavor de cada minuto que ficavam lá.
Que retrato da situação de hoje! Do país inteiro as pessoas escrevem, falando da triste situação de suas igrejas. Falam de pastores sem apreensão (pela obra), que não pregam. Queixam-se dos cultos de adoração mortos, áridos, monótonos e tediosos. Suas igrejas morreram. Mesmo assim se mantêm na rotina! Pingam um dinheirinho nas ofertas! O coro vai cantando monótono. A igreja funciona e a programação continua se arrastando. Mas não há alegria, não há entusiasmo, não há regozijo. Inexiste um grito de vitória!
Creio que uma das coisas mais raras no mundo de hoje é uma igreja alegre e incandescente tendo um homem no púlpito com algo que valha à pena ser dito. Tantas vezes ouço isto: “Desisti de achar uma igreja que realmente cuide das minhas necessidades e de minha família. Todo domingo me levanto apavorado de pensar em me sentar para mais um culto chato. Aonde, ó aonde, vou achar uma igreja que esteja em chamas?”
E disso você pode ter certeza: em qualquer lugar que houver uma igreja com a alegria e a liberdade do Espírito, Satanás estará ocupado tentando levar esta igreja e o pastor para algum tipo de escravidão legalista e triste. Satanás gostaria muito de chegar nesta igreja e acabar com a alegria e a felicidade!
Tão importante quanto o papel da igreja, servir o Senhor com alegria e júbilo é uma responsabilidade pessoal!
“E não nos cansemos de fazer o bem...” (Gálatas 6:9).
Deus não vai permitir que nenhum de nós ponha a culpa da nossa perda de alegria e de júbilo, num pastor enfadonho ou numa igreja fraca. São privilégio e responsabilidade nossos ter e conservar a alegria do Senhor através de nosso próprio comportamento diante dEle. Deus não aceitará desculpas nesta área!
Paulo muitas vezes teve de se posicionar sozinho. Escrevendo à Timóteo, diz:
“Na minha primeira defesa, ninguém foi a meu favor; antes, todos me abandonaram. Que isto não lhes seja posto em conta! Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de força...” (2 Timóteo 4:16,17).
A Bíblia mostra inúmeras histórias gloriosas de pessoas que mantiveram alegria e regozijo em todas as provações - mesmo quando todos os demais tinham desistido! Israel inteiro estava murmurando e reclamando, exceto dois homens de Deus: Josué e Calebe. Eles jamais hesitaram na fé e na alegria, apesar de todos os demais em derredor estarem se entregando ao desespero e à desolação.
Quando os líderes de todas as nações, juntos com os líderes das igreja e suas congregações estavam se curvando diante da imagem de ouro do rei Nabucodonozor, Daniel e os três jovens hebreus alegravam-se no Senhor, inabaláveis na fé! Sadraque, Mesaque, e Abede-Nego saltavam de alegria na fornalha de fogo! Outros poderiam ficar choramingando, dizendo: “Não dá para enfrentar o sistema, não dá para resistir ao espírito deste mundo.” Mas não estes jovens! “Quanto a nós,” declararam, “serviremos nosso Deus com confiança, alegria, e júbilo!” Para eles inexistia tédio ou monotonia!
Ainda hoje Deus possui um povo que não se curvará! Eles levantam suas cabeças, em meio à todas tribulações e testes, e se glorificam no Senhor! Brilham como belos exemplos de como a alegria do Senhor é possível em meio à qualquer provação. São os melhores testemunhos da fidelidade de Deus. Deus diz o seguinte em relação à eles: “Confiam em Mim; por isso têm tanta alegria e júbilo.”
A nossa alegria e o nosso júbilo devem ser resultado de uma grande verdade básica: estamos sob as asas protetoras de Deus!
“Porque tu me tens sido auxílio; à sombra das tuas asas, eu canto jubiloso..” (Salmo 63:7).
Não é de se admirar que Paulo diga: “...sinto-me...transbordante de júbilo em toda a nossa tribulação” (2 Coríntios 7:4) ! Como poderá alguém sob as asas protetoras de Deus permitir que a alegria e o júbilo se desvaneçam? É uma afronta contra Deus, um insulto à Sua fidelidade. E é só porque não confiamos mais em Sua proteção e no Seu cuidado, que deixamos que o desespero e a tristeza ocupem o lugar da alegria e da paz.
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (I João 4:18).
O resultado da desobediência e da hipocrisia é sempre o medo. É o pecado não abandonado que leva o povo de Deus a tremer em Sua presença, e a perder toda alegria e paz. Isaías diz: “Os pecadores de Sião (a igreja) se assombraram, o tremor surpreendeu os hipócritas...” (Isaías 33:14) [os parênteses são meus].
Lucas nos diz que os não convertidos têm medo, e que seus corações desmaiam de terror, alarmados pelas coisas terríveis que vêm sobre a terra (Lucas 21:26). Mas o medo que alarma o cristão é resultado direto de se guardar pecado secreto no coração!
“...se fizeres o mal, teme...” (Romanos 13:4).
Quando Adão pecou, ele não conseguiu mais encarar a Deus. Ele se escondeu, vestindo o corpo com suor e lágrimas! Como foi triste o dia em que o pecado entrou no coração do homem. Perdeu-se a alegria!
Servir ao Senhor com alegria e júbilo é absolutamente impossível se o pecado repousa na porta do coração. Paulo exorta: “Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego...” (Romanos 2:9).
Não é de se admirar que tanta gente esteja sempre deprimida e triste! Mostre-me um ministro com pecado não abandonado na vida, e lhe mostro um dos homens mais tristes e infelizes da terra. Seu pecado destrói a alegria! Mostre-me qualquer crente em desobediência, e lhe mostro uma pilha de nervos - torturado pela culpa, pela condenação, pela vergonha e pela dor! Infeliz! Triste!
Será que ficamos aborrecidos e com medo - por estarmos sendo desonestos com Deus?
Outra razão porque o medo cria raízes é alguma tribulação ou alguma mágoa não resolvida.
Como Davi, há muito cristãos que choram.
“Sobre mim vieram tribulação e angústia...” (Salmo 119:143).
Como dói ver uma bela criancinha sofrer! Como é triste ficar impotente enquanto um de nossos queridos se acaba com câncer, ou por alguma outra doença mortal! Ou pior, vê-los ficando amargos com Deus!
Como é preocupante enfrentar um futuro incerto. Um precisa de uma casa; o outro precisa desesperadamente vender uma casa. Alguns estão desempregados; outros vivem numa insegurança constante, pensando se não serão os próximos a serem despedidos.
Por todo lado há problemas. Problemas de saúde, preocupações com negócios, imóveis, empregos, educação - tudo conspirando para roubar do povo de Deus a sua confiança no Senhor, e também sua alegria e júbilo.
Somos advertidos para não fraquejar deixando de nos alegrar na hora do sofrimento. Não podemos deixar que a dor roube de nós a alegria de Cristo!
“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma cousa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando” (I Pedro 4:12-13).
Paulo prossegue:
“...entristecidos, mas sempre alegres...” (2 Coríntios 6:10).
E ainda mais diretamente no ponto:
“Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro...redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; a quem, não havendo visto...crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória” (I Pedro 1:6-8).
Isto é uma coisa forte! Foi escrita para aqueles que neste instante estão experimentando um período de sofrimento e angústia! Se necessário...por um período...sofrimento! Remova isso de sua vida! Contudo - você realmente está sendo testado por esta ardente provação. Você não deve se prolongar em sofrimento! O plano e o desejo de Deus para você, é que a Sua alegria e júbilo sejam a sua força agora.
“...porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8:10).
Se você puder simplesmente confiar em Deus, crendo que Ele sabe exatamente o que está acontecendo, e que Ele produzirá glória a partir de tudo isto - então a alegria retornará!
Santos: estamos todos caminhando para a fornalha.
A Bíblia pinta um quadro desolador nos últimos dias. Ainda não vimos nada, comparado com o que deve vir. O futuro, falando do ponto de vista humano, é desesperador. Cristo preveniu a respeito da violência, guerras, terremotos por todo lado, fome, pestilência, coisas espantosas, grandes sinais do céu. Haverá perseguição, traição, ódio, perplexidade por toda parte.
“...homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das cousas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados...” (Lucas 21:26).
Esta perturbação que virá sobre a terra é uma armadilha! Um laço! “Pois um laço virá sobre todos que habitam a face da terra...” Será nesse laço, o começo das dores, que muitos do povo de Deus serão pegos despreparados. Cairão fragilmente diante do ataque da inquietação e da dor!
Se não temos alegria, não temos força! E acreditem, irmãos e irmãs, vamos precisar de muita força para resistir a estes dias maus. É por isso que o Espírito de Deus está nos convocando para renovar a alegria da nossa salvação.
“Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Coríntios 3:17).
Poucos cristãos têm conhecimento da verdade sobre a liberdade e o sacrifício libertador do Calvário! Nunca deixaram que a cruz os livrasse do medo e da escravidão. Não conseguiremos nos alegrar e ser sumamente satisfeitos em nosso relacionamento com o Senhor, enquanto possuirmos um conhecimento precário ou limitado quanto ao que aconteceu na cruz.
Paulo viu a gloriosa revelação de uma cruz libertadora! Ela significou liberdade para ele:
“Irmãos, fostes chamados à liberdade...Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes...” (Gálatas 5:1,13).
Não é apenas aquilo do que fomos salvos que nos causa alegria - é aquilo à que somos levados!
“...a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (Romanos 8:21).
Liberdade significa “Libertação ou soltura da escravidão”. Significa poder para escolher, independência de todas forças de opressão! Em Isaías lemos que o Espírito do Senhor estava sobre Cristo para “...proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados” (Isaías 61:1).
Satanás não controla mais a nossa vontade! Não podemos mais dizer: “Não dá para evitar isso!” Não! Devemos abandonar cada um daqueles pecados que nos assedia! Todo cativeiro, depois do arrependimento, é auto-infligido.
A alegria se foi porque não aceitamos inteiramente a graça plena e gratuita de Cristo! Parece ser mais santificado continuar se arrependendo e confessando...se arrependendo e confessando...agindo e se escravizando para provar nosso amor por Ele! Parecemos nos esquecer que uma vez tendo confessado os pecados, “...ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9).
Simplesmente não conseguimos compreender a verdade de que Deus não está zangado com os filhos arrependidos. Simplesmente não conseguimos crer que “o Senhor se agrada do seu povo...exultem de glória os santos...” (Salmo 149:4,5).
Sim, há uma hora para se arrepender. Mas também há a hora de se alegrar no perdão! Isto é claramente demonstrado no Water-gate de Esdras! Isso mesmo - Water-gate! Esdras e Neemias assumiram a tarefa de reconstruir Jerusalém e restaurar a lei e a obediência em Israel. Jerusalém estava em ruínas, com os portões queimados, e as muralhas estragadas e se desmoronando.
O povo tinha ficado sem lei, desobediente, e corrupto. Os ricos cobravam juros altos, e levavam a nação à escravidão e à dívidas.E pior de tudo, o povo se misturava com adoradores de ídolos, casando com mulheres pagãs.
Deus estava prestes a despertar Sião. Um espírito de pesar e de genuíno arrependimento de coração breve seriam derramados sobre o povo. “Todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas (‘water-gate’); e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel...Esdras, o escriba, estava num púlpito de madeira...abriu o livro...abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé...Leram no livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia...” (Neemias 8:1-8).
A Palavra de Deus foi exposta, o povo alegremente ouviu, entenderam! Arrependeram-se! As Escrituras registram: “...o povo chorava, ouvindo as palavras da lei” (Neemias 8:9).
Eles choraram por seus pecados! Choraram por sua apostasia! Se entristeceram e se lamentaram em arrependimento. E apesar de que ainda haveria outras vezes para chorar, e apesar de que ainda havia muito a ser feito pelo Espírito Santo para levá-los à um ponto de completa obediência - mesmo assim, em seus corações eles haviam verdadeiramente se arrependido, e desejavam ir com Deus até o fim. Desejavam ardentemente santidade e pureza.
Neemias e Esdras se levantaram diante daqueles filhos de Deus que choravam e se lamentavam, e proclamaram um dia de alegria e júbilo:
“Este dia é consagrado ao Senhor, vosso Deus, pelo que não pranteeis, nem choreis...não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8:9-10).
Chega de depressão! Chega de dor! Chega de culpa ou condenação! Eles haviam realmente se arrependido. Agora era a hora para cantar, se regozijar, e se fortalecer na alegria. Agora era a hora para aceitarem o perdão e se tornarem extremamente felizes:
“Então, todo o povo se foi...a regozijar-se grandemente (felicidade), porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas...” (Neemias 8:12) (os parênteses são meus).
A nossa alegria e a nossa felicidade também têm de vir de entendermos a mensagem que Deus tem para libertação. Não precisamos compreender todas as doutrinas da expiação, da reconciliação, da propiciação, da graça, da santificação, etc. Para vivermos alegremente no Senhor, tudo que necessitamos conhecer é esta verdade fundamental:
Você não precisa explicar ou compreender inteiramente. Mas precisa entender que foi o suficiente. Era a única coisa que se fazia necessária! Deus agora, de todo o coração, alegremente, perdoa todos que se arrependem. Estamos reconciliados! Cristo fez a paz! Ele levou a ira de Deus que estava dirigida contra o pecado do qual nos arrependemos.
Não se alegrar no perdão de Cristo é duvidar que Ele tenha pago integralmente por nossos pecados! Este pecado é pior.
Que o Espírito lhe dê compreensão desta verdade: somos chamados para a liberdade. Deus deseja que tenhamos abundância de alegria. Uma alegria que seja plena e completa. Comprimida e transbordante!
A Palavra de Deus deixa perfeitamente claro que Ele deseja ardentemente ser desfrutado pelos Seus santos:
“Para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos” (João 17:13).
“Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (Isaías 35:10).
Por favor, não despreze a graça de Deus! Aceite o seu perdão. Não tente inventar novas coisas para se arrepender. Está na hora de desfrutar daquilo que Cristo fez por nós. Alegre-se!
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A alegria é um dos aspectos do fruto da vida controlada pelo Espírito Santo de acordo com Gálatas 5.22: "Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança". Somos exortados a regozijar-nos em qualquer tipo de situação e em todas as coisas: "Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos" (Fp 4.4); "Regozijai-vos sempre" (1 Ts 5.16). Na realidade, há apenas uma razão para os crentes deixarem de se alegrar: quando pecam. Considere o que disse Davi em conseqüência de seu pecado: "Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário" (SI 51.12).

Jamais deveríamos trocar a alegria pela casmurrice, amargura ou negativismo, simplesmente porque as coisas não estão como gostaríamos que estivessem. Todavia, é característico dos crentes deixarem que as circunstâncias, dificuldades, confusões, tribulações, problemas econômicos, agressões, desavenças, expectativas ou ambições não cumpridas, relacionamentos tensos, e assim por diante, desequilibrem-nos e lhes roubem a alegria.

No capítulo 1, vimos uma exposição de motivos pelos quais os crentes passam por provações, e concluímos que eles, de fato, devem esperar por tais dificuldades, e acreditar que o Senhor tem um bom e glorioso propósito para isso. Em meio a qualquer circunstância difícil, trava-se a luta pela manutenção da alegria. O apóstolo Paulo é um grande exemplo de sucesso nessa luta. O Novo Testamento não registra que Paulo houvesse permitido que qualquer circunstância lhe roubasse a alegria no Senhor. Pelo contrário: quanto maior a adversidade, mais persistente mostrava-se ele em exprimir sua alegria.

Paulo alegrava-se apesar das dificuldades, porque seu principal propósito e meta era ver a causa de Cristo anunciada. 

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