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29 de set. de 2010

Louvem ao SENHOR pela sua bondade e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens! Pois fartou a alma sedenta e encheu de bens a alma faminta, Salmos 107:8-9Regozijai-vos no SENHOR, vós, justos, pois aos retos convém o louvor. Louvai ao SENHOR com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas. Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo. Salmos 33:1-3 Portanto, ofereçamos sempre, por ele, a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. Hebreus 13:15Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo. Salmos 9:1-2Dai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; adorai o SENHOR na beleza da sua santidade. Salmos 29:2Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos! Ajoelhemos diante do SENHOR que nos criou. Salmos 95:6Então, disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás. Mateus 4:10Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4:24 Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, tanto pequenos como grandes. Apocalipse 19:5Esse povo que formei para mim, para que me desse louvor. Isaías 43:21





Distrações no Lugar Santo


by David Wilkerson | October 30, 1995


“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim" (Mateus 15:7-8).
Quero falar a você sobre distrações mentais durante oração e louvor - especialmente na casa de Deus. Jesus chamou de hipócritas as pessoas que vieram à Sua presença dizendo palavras de louvor, mas cujas mentes e corações estavam absortos. Falou diretamente com eles, dizendo: “Vocês dão a Mim sua boca e lábios - mas suas mentes estão em algum outro lugar. Seus corações estão em qualquer lugar, menos perto de Mim!”.
E você? Mui provavelmente, está presente na casa de Deus por uma hora toda semana. Muito bem, seu corpo está na igreja - mas onde está a sua mente? Será que sua boca diz “Louvo a Ti, Senhor” - mas seu coração está a mil quilômetros de distancia? Por onde seus pensamentos o levam durante o louvor e a adoração?
Sua mente é atraída para problemas pessoais ou familiares? Fica preocupado com um assunto de negócios que tem lhe aborrecido? Fica muito distraído durante aquela hora na igreja em que a congregação se aproxima da majestade de Deus?
Você pode responder: “Minha mente só se concentra nas coisas de Deus. Preocupo-me com a família, e trabalho como se fosse para Ele. Então meus pensamentos não são maus. Estão centralizados no meu chamado, e em minhas obrigações. Eu chego à igreja com muita coisa na cabeça; isto não é uma coisa tão ruim”.
No entanto, tenha em mente que o povo para o qual Jesus se dirigia era de adoradores que tinham “se achegado a Ele” - crentes que tinham se reunido em nome de Deus para unidos adorar. Jesus disse que eles O honravam com suas palavras. Talvez até levantassem as mãos e louvassem bem alto. Na realidade, o que Ele descreve soa como uma adoração grande e intensa.
Mas onde estavam suas mentes, seus corações, enquanto O adoravam? Se estavam distraídos em pensamento, então a adoração era hipócrita - sem valor! Seus corpos podiam estar no santuário - mas seus corações poderiam estar em qualquer outro lugar da criação.
Não é coisa sem importância o entrar na casa de Deus! Se você freqüenta uma igreja onde as pessoas estão meramente brincando - aonde o pastor faz um sermão rápido, ansioso por acabar logo - então o diabo provavelmente não se incomoda com você. Mas se você freqüenta uma igreja onde pessoas estão firmes na adoração - um lugar que Deus abençoa com a unção de Seu Espírito - é totalmente perigoso adentrar Sua presença de forma leviana! “E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se cheguem a mim e serei glorificado diante de todo o povo. . .” (Levítico 10:3).
O Senhor tinha dito a Moisés: “Não serei tratado como pessoa comum! Se você vai entrar à Minha presença, precisa chegar a Mim santificado. Todos que se aproximam de Minha santidade precisam fazê-lo em cuidado e compenetração - por causa da Minha glória e majestade!”.
A Bíblia adverte contra o louvor apressado e precipitado: “Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra..." (Eclesiastes 5:2).
Não devemos pronunciar nada na presença do Senhor sem que nosso coração e alma estejam assumindo isso.
No entanto quantos louvores tolos são despejados pelos cristãos - tão poucos deles com alguma conexão com nossos corações! Que torrente de aleluias e cânticos irrefletidos são ditos por pessoas cujos pensamentos correm sem destino como cavalos selvagens. Amado, isto é tomar o nome do Senhor em vão! E “...o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7).
No Velho Testamento, a menor irreverência na adoração era julgada com severidade. Deus punia com rapidez aqueles que eram descuidados no achegar-se à Sua presença:
Em Levítico 10, os dois filhos de Aarão, Nadabe e Abiú, entraram na presença de Deus de forma despreocupada. Fizeram suas obrigações no templo de forma mecânica, sem nenhum temor ou respeito pelas coisas de Deus. Na realidade, nem mesmo pensaram que o Senhor iria reparar se fizessem tudo apressadamente na Sua presença, oferecendo fogo estranho. Então entraram depressa, ansiosos por voltarem para sua fornicação fora do tabernáculo:
“ E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e puseram incenso sobre ele, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR" (Levítico 10:1-2).
Deus os destruiu imediatamente! Em essência, Ele estava dizendo, “Vou mostrar às igrejas de todas as eras, mostrarei a todo futuro filho Meu - que o Meu povo precisa estar santificado quando se aproximar de Mim!”.
Uzá foi morto quando não valorizou a arca de Deus, que representava a presença do Senhor. Achou que não era nada de mais estender a mão, e segurar a arca para impedi-la de cair. Mas Deus julgou sua irreverência na mesma hora - e Uzá morreu imediatamente!
Os Bete-Semitas também se aproximaram da arca sem reverência. Bete-Semes era uma cidade levita, aonde o povo tinha conhecimento sacerdotal. Sabiam das ordens de Deus a respeito da arca. No entanto, ao invés demostrar temor e respeito para com ela, estavam meramente curiosos.
Os Canaanitas tinham acabado de devolver a arca, porque muita gente tinha morrido em Canaã. E agora os Bete-Semitas disseram: “Ouvimos falar tudo sobre a arca. Mas como é ela por dentro?”. Alguém levantou o propiciatório e olhou para dentro. O povo então deve ter feito fila durante horas para dar uma olhada dentro da arca -porque as escrituras dizem que 50.070 deles morreram! Deus os destruiu a todos porque não respeitaram a arca, não honraram a majestade de Sua presença.
Depois, alguém disse, “Quem pode se aproximar deste Deus santo?”. E isto é exatamente o que Deus queria - um temor santo no coração do povo, de maneira a não tomarem Sua presença de forma leviana!
Se você entrar na catedral de St. Peter aqui em Nova York, ouvirá um silêncio piedoso. No entanto em muitas igrejas evangélicas quando se entra no templo no domingo de manhã, ouve-se apenas gente conversando. Amados, precisamos entrar no lugar santo de Deus com coração reverente!
Os Puritanos passavam o sábado inteiro preparando-se para os cultos de adoração no domingo. Entrar na casa de Deus era coisa sagrada para eles, e tinham o cuidado de se santificar e purificar perante o Senhor. Oravam: “Oh Deus, não permita que eu entre em Tua casa de forma descuidada!”.
Você pode responder, “Mas estamos nos dias da graça. Hoje em dia Deus não destrói adoradores irreverentes em Sua presença”. A verdade é que hoje o julgamento de Deus é muito maior. Agora, adoradores descuidados são destruídos espiritualmente - e é uma destruição para a morte!
Veja: quanto mais irreverência para com a presença de Deus se aloja em seu coração, menos reverência você pratica. E esta irreverência apenas cresce, até que finalmente você se aproxima da presença de Deus totalmente descompenetrado e descuidado. Tudo isto leva à morte espiritual!
Você pode achar que seus pensamentos estão além de julgamento. Mas Deus olha e ouve o coração: "Porque a palavra de Deus é...apta para discernir os pensamentos e intenções do coração...todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar " (Hebreus 4:12-13).
Você teria coragem de entrar na igreja domingo de manhã carregando um boneco de palha, sentá-lo em seu banco favorito, a seguir ir para casa e assistir TV? Irracional, diria você? Zombaria?
Se o coração não está ocupado em adorar - se sua mente não está presente, se seus pensamentos não estão cativos à obediência em Cristo - você pode muito bem colocar um boneco de palha em seu lugar. Pelo menos é mais honesto do que vir à casa de Deus sem trazer a mente, e sem trazer o coração!
Que tipo de blasfêmia teria sido para os Levitas o encherem seus incensórios com enxofre ao invés de com incenso de aroma agradável? No entanto, isto é exatamente o que nós cristãos fazemos! Trazemos à presença de Deus incensórios cheios de enxofre - ou seja, mentes que estão cheias de toda espécie de pensamentos pecaminosos, de orgulho, sem controle, e permitimos que passeiem livremente. Que pecado horrível - tentar adorar com nossas mentes cativas pelo espírito deste mundo!
Os cristãos agora estão com tanta pressa que nem querem mais sair de seus carros. Algumas igrejas oferecem oportunidade de adoração drive-in, onde pessoas podem abrir as janelas dos carros e ouvir o culto no alto-falante. Outros cristãos nem saem da cama para ir à igreja. O pastor José Bonzinho leva sua mensagem de conforto pela TV diretamente para dentro de seus quartos!
Como é que essas pessoas vão ficar perante o tribunal de Cristo e responder à Sua ordem: " não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia" (Hebreus 10:25).
Como é que tais crentes podem dizer que amam a Jesus, e no entanto não desejam estar com o povo de Deus?
Por outro lado, rigorosamente milhões de assim chamados cristãos reunem-se por uma hora todos os domingos de manhã para o que é conhecido como “culto de adoração”. Milhares de coros cantam louvores a Deus, com instrumentos estridentes, solistas cantando, hinários sendo abertos, congregantes louvando.
No entanto, muito desta assim chamada adoração nunca consegue passar do teto! Ao invés, cái direto no chão - não ouvida, não aceita - perda total. Por que? É porque a mente das pessoas está nos jogos de futebol, nos esportes, na televisão. Esposas preocupando-se com o assado domingueiro. Seus lábios e bocas entoam louvores - mas seus corações estão longe de Jesus!
Verdadeiramente, muitos adoradores estão com uma doença que chamo de “loucura espiritual”. Loucura é um desarranjo mental: pensamentos flutuando desordenadamente, pequenos períodos de interesse, sem um curso consistente de raciocínio. E, de forma semelhante, a “loucura espiritual” é caracterizada por um vaguear de pensamentos desvairados, a mente viajando ao redor do mundo - enquanto que o tempo todo a boca adora, e lábios cantam louvores. Aos olhos de Deus isto é loucura espiritual!
Tente sentar-se por uma hora na sala particular do Presidente da República, da mesma forma que você faz na presença do Senhor. Olhe para o teto, pela janela, suspire, deixe a mente vaguear, esparrame-se na cadeira, feche os olhos e deite a cabeça para trás. Dentro de minutos o Presidente chamaria o secretário e diria: “Retire este cidadão da minha presença! O que ele está fazendo aqui?”.
“E dizeis: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, (isto é, você suspirou e expirou profundamente), diz o SENHOR dos Exércitos...assim fazeis a oferta: ser-me-á aceito isto de vossa mão? diz o SENHOR... apresenta-o ao teu príncipe; terá ele agrado em ti? Ou aceitará ele a tua pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos" (Malaquias 1:13, 8).
Deus está dizendo, “Experimente tratar seu governante como está tratando a Mim. Aja perante uma pessoa famosa da mesma maneira que age perante Mim. Veja se qualquer um deles aceita seu comportamento!”.
Deus não aceita adoração débil, maçante, dividida! E a razão pela qual muitos cristãos não adoram na igreja com poder, entusiasmo e zelo é porque em casa não têm intimidade com Jesus. Aqueles que aprenderam a adorar e concentrar-se em Jesus secretamente não precisam de um pastor para estimulá-los quando chegam à casa de Deus. Trazem seu próprio fogo - fogo que foi aceso no lugar secreto de oração!

Verdadeiros adoradores mal podem esperar para ir à igreja, para louvar o Senhor junto com o povo de Deus; ninguém precisa atrai-los com concertos, entretenimento, agitos. No entanto a maioria das igrejas de hoje são administradas como companhias de aviação que oferecem “milhagem para passageiros ”: venha à igreja todos os domingos e junte pontos grátis. Ganhe bônus dobrados por cultos durante a semana. Ganhe bônus triplo por reuniões de oração. Amados, esta agitação apenas inibe a

verdadeira adoração!

Tudo isto também tem a ver com oração. Muitas vezes ao nos aproximarmos do trono de Deus, rapidamente nos distraímos no lugar santo. Fazemos orações lindas, os lábios se movem - mas logo percebemos que nossa mente está em outro lugar. Uma oração assim distraída é inaceitável - perda de tempo!
Pense nisso: quando a alma deixa o corpo, tudo que resta é uma carcaça morta. E assim é com a oração e a adoração: quando sua mente se afasta da oração, tudo que resta é carcaça sem valor. Suas orações não têm vida!

Deus abençoa e honra aqueles que simplesmente comparecem à Sua casa? Não se tivermos deixado a mente em algum outro lugar! Não ganhamos “créditos

espirituais” simplesmente por plantar o corpo num banco de igreja. Nossa presença física não tem nenhum valor se estivermos sonolentos, distraídos, meio dormindo. É como se esperássemos que Deus ouvisse orações que nem nós mesmos ouvimos enquanto oramos! Queremos que Ele aceite adoração da qual nem mesmo nos lembramos de haver ofertado.

Por que somos tão distraídos na adoração e na oração? Vou lhe dar algumas razões:
Nossas mentes têm a tendência natural de vagar e flutuar. Muitas vezes não conseguimos dormir por sermos incapazes de impedir a profusão de pensamentos que invade a mente. Acontece com estudantes na escola - não conseguem focalizar a mente nas lições. Chamo isto de “distrações indesejadas”.
Recentemente enquanto estava sentado na igreja durante a adoração, fui tomado por pensamentos invasivos - pensamentos sobre o ministério, meu próximo sermão, finanças da igreja, necessidade de mais espaço. Todas estas coisas são importantes. Mas minha mente estava totalmente distraída da adoração do Senhor. Tive que lutar contra essas coisas, e continuamente trazer cativos meus pensamentos.
Quando Deus conversava com Abraão e fez aliança com ele, este matou cinco animais e os dispôs como sacrifício. A Escritura diz - “E as aves desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava" (Gênesis 15:11).

Isto é exatamente o que acontece conosco durante a adoração! Pensamentos voam até nós como pássaros importunos, interferindo em nossa intimidade,

tentando devorar nosso sacrifício. E, como Abraão, precisamos enxotá-los.

No entanto existem também “distrações voluntárias.” Acontece quando a pessoa permite que seus pensamentos flutuem indo e vindo. Algumas vezes o pensamento se concentra na adoração - mas na maioria das vezes ela permite que outras idéias se intrometam. A pessoa adora apenas em etapas, porque sua mente voa para dentro e para fora do culto. Com o tempo perde toda a concentração - e se afasta completamente dela!
Toda vez que me tranco para orar, dentro de dez minutos meus pensamentos começam a correr em todas as direções. Ouço minha boca adorando o Senhor, mas minha mente está toda ocupada em outra coisa. Tento lutar contra esse dilúvio de pensamentos, mas aumentam cada vez mais. E é assim que acontece comigo na casa de Deus. Posso estar louvando o Senhor, cheio de amor por Jesus - e subitamente minha mente começa a correr atrás de outra coisa.
Isto é a carne querendo nossa atenção! Ela luta continuamente contra nosso espírito. Nossos pensamentos errantes nem sempre são do diabo. Algumas vezes eles apenas ocupam toda nossa atenção - pensamentos de negócios, família, problemas, dificuldades. Mas devem sempre ser trazidos cativos - porque estamos em guerra!
A carne sempre tentará interferir em nossa adoração. Intervém dizendo: “Olhe para você - veja como está cansado! Seus olhos estão fechando. Não dê uma oferta tão fraca ao Senhor. Vá para a cama. Pode orar mais tarde quando estiver mais acordado”.
Mas se permitirmos que a carne faça o que quiser, nunca iremos orar! Temos ordem de resistir à carne, de lutar contra ela. Por isso temos que continuamente trazer Jesus de volta para o ponto focal. Devemos manter nossa mente centrada n’Ele. E logo o fogo de Deus cairá sobre nosso sacrifício santo!
“E me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do SENHOR, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor" (Zacarias 3:1).
Satanás fará oposição a todo verdadeiro adorador que chegue perto de Deus! Tiago ensina: “. .. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus.. .” (Tiago 4: 7-8).
Tiago pressupõe que quando você se aproximar de Deus, será atacado pelo inimigo. Então avisa: “Primeiro, combata Satanás - ofereça toda resistência - porque quando você adora de todo entendimento e alma, ele sempre irá lhe confrontar e distrair!".
O principal trabalho de Satanás é atrapalhar a oração, e corromper a adoração pura - especialmente daqueles que são sérios quanto a seguir Jesus. Toda vez que o Espírito Santo se move em nossa igreja - quando todas as mentes estão concentradas no Senhor, e Ele está recebendo adoração pura, imaculada - Satanás usa de tudo em seu poder para romper isso!
Poucas semanas atrás, um homem possuído pelo demônio sentou-se na fileira da frente. E na hora de maior adoração - exatamente quando a glória do Senhor estava se manifestando em grande poder e autoridade - este homem entrou em frenesi demoníaco. Seis de nossos obreiros tiveram que retirá-lo - e na verdade mordeu vários deles enquanto o carregavam para fora.
(Naquela hora não sabíamos se aquele homem tinha AIDS ou não. Tememos por nossos obreiros, porque especialistas recentemente provaram que uma pessoa tinha contraído AIDS através de uma mordida humana. Oramos enquanto o endemoninhado estava sendo testado - e graças a Deus, os testes foram negativos.)
Meia hora mais tarde, o endemoninhado nem se lembrava do que tinha feito. Satanás tinha tentado distrair-nos do que Deus estava fazendo, para desviar nossa atenção do Senhor. Mas não funcionou!
Alguns meses atrás, um homem se levantou no meio do culto, foi para fora, pegou uma lata de lixo e arrebentou o parabrisa de um carro. Depois calmamente voltou para dentro da igreja e sentou-se. A polícia teve que entrar em nossa reunião e retirá-lo!
Essas distrações acontecem o tempo todo. Pessoas da rua possuídas pelo demônio entram, sentam e caem no sono. Mas assim que nossa adoração tem início e o Senhor começa a receber nossos louvores, o diabo acorda essas pessoas. Elas começam a praguejar, fazendo cena - tentando atrapalhar!
Satanás fará qualquer coisa para atrapalhar uma adoração pura e dedicada - porque tem medo dela! Atirará dardos sutis em sua mente, introduzindo todo tipo de problemas não resolvidos. Irá repassar toda dificuldade, toda preocupação, toda falha da semana que findou. E brincará com suas emoções, repassando imagens em sua mente como uma maquina de cinema. Irá cochichar:
“Como é que você pode adorar, seu hipócrita? Você pecou ontem! Você é falso. Não pode levantar as mãos e louvar o Senhor, porque não é digno. Outros à sua volta vivem em vitória. Mas você é o único que está falhando com Deus!”
Satanás quer que você seja um crente desesperançado e derrotado - tão envolvido com os problemas, tão distraído pelas preocupações da vida, que não consiga adorar a Deus com todo seu coração e mente. Mas amado, você precisa ouvir Sua palavra novamente: Deus olha para o seu coração!
Você está arrependido, cheio de tristeza santa? Correu para Jesus para ser limpo? Invocou o Espírito Santo em socorro? Se fez isto, então resista às mentiras do diabo! Levante as mãos e adore seu Salvador. Não se deixe distrair!
"Porventura, esquece-se a virgem dos seus enfeites ou a esposa dos seus cendais? Todavia, o meu povo se esqueceu de mim por inumeráveis dias" (Jeremias 2:32).
Oh, como esta passagem me assusta! Cito este versículo toda vez que perco minha hora de oração por causa de negócios. Sempre me leva de volta para o lugar secreto de oração, clamando “Oh Senhor, não quero Te esquecer!”.
Este versículo é ainda mais assustador quando consideramos o contexto da passagem. Deus está dizendo ao Seu povo: “Eu mesmo lhe plantei como vide excelente, como semente inteiramente fiel. Você começou bem, e teve Meu toque. Foi naquela época santificado em Mim, e lhe abençoei. Mas agora Me deixou! Não Me adora mais. Se esqueceu do manancial de Águas Vivas!”.
“...as tuas apostasias te repreenderão. ..que mau e quão amargo é deixares ao SENHOR, teu Deus, e não teres o meu temor contigo. .. te tornaste para mim uma planta degenerada, de vide estranha . .. Como dizes logo: Não estou contaminado . ... porque (vocês) me viraram as (suas) costas. .. Em vão castiguei os vossos filhos; eles não aceitaram a correção... o meu povo se esqueceu de mim por inumeráveis dias” (Jeremias 2:19-32).
O povo de Deus não estava mais indo à Sua casa para adorá-Lo. Tinham ficado preguiçosos quanto às coisas de Deus, tendo se esquecido de todas Suas bênçãos e julgamentos para com eles. Negligenciaram-nO por dias seguidos, cuidando de seus próprios prazeres. E o pior de tudo é que disseram “...Eu estou inocente... não pequei” (versículo 35).
Muitas pessoas que acham estar salvas não vão para o céu, porque suas distrações se transformaram em menosprêzo: “como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação..." (Hebreus 2:3).
"Não atentarmos" aqui no Grego significa “mostrarmos indiferença”. Este versículo fala daqueles que permitem que a palavra de Deus mova-se para longe deles!
Se você não adora Deus de todo entendimento, e de todo coração, pouco a pouco a indiferença se infiltrará - e você começará a adorar apenas por hábito. No entanto, como é que você poderá escapar do julgamento do Senhor? Como irá escapar de Sua desaprovação, Sua ira?
Teste-se na palavra de Deus:
  1. Você entra com ousadia e regularmente no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus? (Hebreus 10:19).
  2. Você se aproxima de Deus constantemente em plena certeza de fé? (verso 22)
  3. Agarra-se firme a Ele, sem vacilar? (verso 23)
  4. Congrega-se juntamente com outros crentes? Ou esqueceu-se da reunião com os santos? (verso 25)
Você diz que é salvo, que ama Jesus. Então preciso lhe perguntar: você O adora diariamente, de todo seu coração - em Espírito e em verdade, sem distrações? Investiga a palavra de Deus como se sua vida dependesse disso? Ou passa dias sem abrir a Bíblia, sem orar a Ele em seu lugar secreto?
Deus deseja que saibamos que Sua casa é uma casa de adoração. E seremos julgados pelo modo como valorizamos a adoração, e como nos aproximamos de Sua presença. Não devemos apenas nos sentar e beber - devemos trazer um sacrifício! Devemos deixar de lado toda a carne e clamar “Senhor, estou aqui para queimar como sacrifício vivo para Ti. Dou-Te minhas mãos, minha voz, meus pensamentos - tudo, Jesus. Consuma-me como sacrifício de louvor a Ti!”.
É neste tipo de louvor que Deus habita. Então nesta semana quando entrar na casa de Deus, levante as mãos e diga, “Oh Jesus, não cheguei ao ponto que deveria ter chegado - mas eu Te amo! Purifique-me, santifique-me. Dê-me mãos limpas e um coração puro. E não deixe o diabo tocar minha mente! Coloque uma muralha de fogo ao redor de meus pensamentos. Permita que eu traga a oferta de um louvor totalmente concentrado no Senhor e dirigido a Ti!”.
Deus não mais permitirá que você sente-se em seu lugar, e deixe a mente flutuar. Ele lhe ama - Ele conhece o poder que a adoração pura liberta em seu espírito. Torna-o mais forte que qualquer leão, maior que qualquer gigante. Ele derruba qualquer muralha e qualquer fortaleza - porque faz de você um adorador de coração puro, e de mente focada unicamente n’Ele! Aleluia!
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O quê é tão altamente apreciado entre os homens que poderia ser tamanha abominação a Deus? Por exemplo, dê mais uma olhada à vaca sagrada da maioria dos jovens cristãos de atualmente - o hard rock, ou rock pesado! Agora isso ganhou novo nome, "Rock de Jesus" - "Rock do Amor" - "Rock do Espírito Santo". A música em si não é abominação a Deus, pois não é nada mais que um som amplificado; pode até ser imitada por uma parafernália - algo como um sintetizador Moog. Mas, o comercialismo barato de tantos roqueiros de Jesus é uma das piores abominações que a igreja já testemunhou.
Não dá para eu segurar mais isso. Alguém tem de falar. O efeito do assim chamado rock de Jesus sobre a igreja é escandaloso. É fedor às narinas de Deus, e quando Jesus iniciar a ceifa - todos os cambistas do rock de Jesus serão os primeiros a sair. Por quanto tempo você acha que Deus irá suportar alguns destes corruptos grupos de música que viajam pelo país cobrando até 7.000 dólares por um único "show para Jesus"? Até quando Jesus vai permitir que um pequeno exército de agentes e promotores intimidem as igrejas, empurrando uma música sobre os jovens que é nada mais que um eco barato vindo dos palcos do rock pagão? É um regresso à velha música tipo "maconha e ácido" de uma década atrás.
Estou 100% convencido de que Jesus está prestes a soprar para fora do santuário toda música sensual e mundana. Precisamos desesperadamente de uma limpeza de nossa apreciação musical. O nosso Senhor não pode ser agradado quando Seus filhos desenvolvem gosto por um som tão identificado com drogas, sexo, e violência. E, o que dizer dos cristãos que alimentam suas mentes com músicas sertanejas cheias de letras apresentando divórcio, traição e coisas de botequim?
Anote as minhas palavras, uma nova revolução na música está chegando à igreja. O Espírito vai soprar para longe todos estes atos tipo "shows, shows, shows" do Seu solo - e em seu lugar nascerá um som puro e glorioso que fará o céu se alegrar. Estes grupos que transigem e são tão populares, não encontrarão um punhado de jovens cristãos que os queiram ouvir. Jesus vai iniciar a própria música de "Sua volta". Ele vai eliminar todos os cantores e músicos falsos, de corações divididos. Ele vai santificar as vozes e os instrumentos dos que passarem pela purificação. Cristo vai levar os verdadeiros filhos de volta à música de adoração.
Nesse momento, os jovens cristãos não agüentam - depois de ajoelhados haverem derramado seus corações a Jesus - ligar um som de rock pesado. Oração, um coração contrito, olhos em lágrimas, visão de Cristo - nenhuma destas são parte do rock de Jesus. Mas tudo isso está prestes a mudar. Milhares de jovens cristãos já estão começando a meditar e orar com suave e terna música de louvor e adoração. O rock de Jesus está fora! Pode durar ainda um pouco, e seus promotores dirão que veio para ficar. Mas, já morreu! E o que veio em seu lugar? Um som novo. Um som totalmente de Jesus. Um cântico de jubiloso louvor e de impressionante adoração. O próprio Jesus fará a transformação. Veremos novos grupos se levantando - tão entregues a Jesus, tão separados do mundo e de sua tola música - que cantarão um cântico original, nada de som emprestado! Os cantores e os grupos que agora desfrutam de popularidade ficarão para trás - a menos que voltem para a cruz, se humilhem, e comecem a se concentrar em adoração.
Toda vez que esse jovens recém ungidos cantarem, Jesus será exaltado. Não veremos mais os executantes - veremos Jesus! Chega de discos, DVDs com capas psicodélicas baratas. Jesus será elevado - em vez do ego. Chega de agentes pressionando e cobrando preços exorbitantes. Chega de lances emocionais para animar o público. Chega de cantigas inócuas sobre paz e amor. Não! Será um som santificado, trazido por executantes santificados, e ouvido por ouvidos santificados.
O quê Isaías profetizou? O quê devemos esperar quando essa purificação estiver inteiramente sob a ação do vento? Eu creio que o Senhor nos deu um pequeno vislumbre do quê irá acontecer. Mais do que uma purgação de nossa música e de nossa moral, vejo chegando um novo tipo de despertamento. Nós testemunhamos em anos passados um despertamento de amor e compaixão. Esse despertar de amor trouxe multidões ao aprisco. Nós testemunhamos um despertamento da morte para a vida - da forma de piedade para o poder nela contido. Agora, estamos prestes a testemunhar um despertamento à santidade de Jesus. Ouça Isaías novamente.
"E no Santo de Israel se gloriará"
A santidade seguirá o amor! Cantaremos um cântico de júbilo, e seremos arrebatados com nova visão da santidade do Senhor.
Vejo mais e mais mestres sendo movidos a pregar separação, pesar piedoso (pelo convencimento do pecado), e santidade. O Espírito Santo levantará um padrão contra concessões e corrupção.Veremos um novo tipo de convertido. Breve, ouviremos de celebridades abandonando completamente o show business para pregar o evangelho. Políticos deixarão suas salas cheias de fumaça de cigarro uma vez por todas, para divulgar a palavra de Deus. Por falar em separação, esses cristãos vão levar vergonha a todos os famosos cristãos play-boys. Tais convertidos totalmente rendidos ao Senhor serão cheios da visão da santidade e da pureza de Cristo. E não terão medo de sair do seu mundo.
Uma nova geração de jovens convertidos se levantará com ousadia santa para renunciar à corrupção no mundo e na igreja. Onde o pecado abunda, muito mais abunda a graça. Os nossos filhos enfrentam um século quando parecerá que todos os demônios do inferno foram liberados para levar ao engano; enfrentarão seduções que nenhuma outra geração ouviu falar. Satanás os assaltará com todo tipo de recurso que tiver a seu dispor. Os maus ficarão cada vez pior. O crime e a violência ameaçarão a geração de nossos filhos e suas vidas. Gays andarão afetadamente pelas ruas das cidades, estuprando e matando homens, como fizeram nos dias de Ló. O fedor do inferno estará quase em toda parte. Mas, Jesus prometeu mais graça aos crentes dos últimos dias do que à qualquer outra geração. Satanás não sabe, mas todos os seus ataques servirão apenas para ajudar a produzir uma espécie de "súper santo". Isso no bom sentido. Jesus levantará, em meio à loucura e ao desespero, uma semente santa. São moços e moças fortes, separados, que não se dobram - todos eles lavados pelo sangue, e sobreviventes à purgação dos últimos dias.
Não me preocupo em absoluto quanto ao futuro que nossos futuros garotos cristãos enfrentarão. Eles serão mais fortes, puros, e aprofundados em Jesus que qualquer outra geração na história. Haverá menos palha e mais trigo entre eles.
Quanto a mim, tenho aberto todas as portas e janelas do meu ser. Minha alma clama, "Oh, Senhor, envie o vento - o vento purificador e separador do Teu Espírito - e sopre toda palha para fora de minha vida. Livre-me desses detritos. Dê-me aquela 'incessante tristeza' pelo pecado, da qual Paulo fala. Separa-me para Ti mesmo".

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- O Lugar do Espírito Santo na Trindade -

Durante uma série de mensagens com base no livro de Hebreus, alguém perguntou a respeito de meu ponto de vista sobre o Espírito Santo. A razão para isso é que o Espírito Santo não recebe tanta atenção quanto o Pai e o Filho. Este é um assunto difícil, mas tentei esclarecê-lo. Eis o que escrevi em resposta. Tenho enfatizado (a partir de textos como Hebreus 1.3; Colossenses 1.15; 2.9; Filipenses 2.6; 2 Coríntios 4.4 e João 1.1) que o Filho de Deus é o reflexo do próprio Deus Pai, em sua auto-consciência. Deus tem uma idéia perfeitamente clara e total de suas perfeições. Esta imagem de Deus é tão perfeita e completa, que é, na realidade, a manifestação de Deus, o Filho, uma pessoa com seus próprios direitos.

Portanto, Deus Filho não é criado, nem formado. Ele é co-eterno com o Pai, porque o Pai sempre teve essa perfeita imagem de Si mesmo. O Filho é dependente do Pai, como uma imagem depende do original, mas não é inferior em qualquer atributo divino, porque é uma cópia viva e plena das perfeições do Pai. De fato, isto é um grande mistério — como uma idéia, um reflexo ou imagem do Pai pode realmente ser uma pessoa, com seus próprios direitos? — e não imagino que sou capaz de tornar o infinito completamente controlável.

Ora, o que dizer sobre o Espírito Santo? Acho proveitoso observar que a mente de Deus, refletida em nossa própria mente, tem duas faculdades: entendimento e vontade (tendo as emoções como os atos mais vividos da vontade). Em outras palavras, antes da Criação, Deus podia relacionar-se consigo mesmo de duas maneiras: podia conhecer e amar a Si mesmo. Em conhecer a Si mesmo, Deus gerou o Filho, a perfeita, completa e total imagem pessoal dEle mesmo. Em amar a Si mesmo, o Espírito Santo procedeu do Pai e do Filho.

Portanto, o Filho é a eterna imagem que o Pai tem de suas próprias perfeições, e o Espírito Santo é o eterno amor que flui entre o Pai e o Filho, visto que se deleitam Um no Outro.

Como pode este amor ser uma pessoa em seus próprios méritos? As palavras falham, mas não podemos dizer que o amor entre o Pai e o Filho é tão perfeito, tão constante e envolve tão completamente o que o Pai e o Filho são em Si mesmos, que este amor se manifesta como uma Pessoa em seus próprios méritos?

C. S. Lewis tentou apresentar isso usando uma analogia — mas é somente uma analogia:

Você sabe que entre os seres humanos, quando se reúnem em família, ou num clube, ou numa sociedade comercial, as pessoas falam sobre o "espírito" daquela família, daquele clube ou daquela sociedade comercial. Elas falam sobre "espírito" porque os membros individuais, quando se reúnem, desenvolvem maneiras particulares de conversarem e se comportarem, maneiras que não teriam, se estivessem sozinhos. É como se uma personalidade coletiva viesse à existência. Na verdade, não é uma pessoa real: é apenas semelhante a uma pessoa. Mas essa é somente uma das diferenças entre Deus e nós. O que resulta da vida conjunta de Deus Pai e Deus Filho é uma Pessoa real; é, de fato, a Terceira das três Pessoas que são Deus.

Estes são mistérios profundos. Todavia, para amar e conhecer a Deus, considero proveitoso ter em mente, pelo menos, alguma concepção quando afirmo que existe somente um Deus e de que Ele existe em três Pessoas. É nosso dever e deleite adorar o nosso grande Deus, mas Ele não é honrado mediante adoração ignorante, pois isto seria uma charada. A adoração tem de se fundamentar em algum conhecimento. Do contrário, não é o verdadeiro Deus a quem adoramos.


É Hora do Espetáculo! - J. MacArthur

Quando Charles Spurgeon nos advertiu a respeito daqueles que"gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças", foi menosprezado como um alarmista. Mas a profecia de Spurgeon se cumpriu diante de nossos olhos. As igrejas modernas são construídas assemelhando-se a teatros ("casas de divertimento", Spurgeon as chamou). Em lugar do púlpito, o enfoque está no palco. As igrejas estão contratando, em regime de tempo integral, especialistas em mídia, consultores de programação, diretores de cenas, professores de teatro, peritos em efeitos especiais e coreógrafos. 

Tudo isso não passa da extensão natural de uma filosofia norteada por marketing seguida pelas igrejas. Se a igreja funciona apenas com o objetivo de promover um produto, é bom mesmo que seus líderes prestem atenção aos métodos da Avenida Madison. Afinal, a maior competição para a igreja é um mundo repleto de diversões seculares e uma gama de bens e serviços mundanos. Portanto, dizem os especialistas em marketing, jamais conquistaremos as pessoas até que desenvolvamos formas alternativas de entretenimento a fim de ganhar-lhes a atenção e a lealdade, desviando-as das ofertas do mundo. Desta forma, esse alvo estipula a natureza da campanha de marketing. 

E o que há de errado nisso? Por um lado, a igreja não deveria mercadejar seu ministério, como sendo uma alternativa aos divertimentos seculares (1 Ts 3.2-6). Isto acaba corrompendo e barateando a verdadeira missão da igreja. Não somos apresentadores de carnaval, ou vendedores de carros usados, ou camelôs. Somos embaixadores de Cristo (2 Co 5.20). Conhecendo o temor do Senhor (v. 11), motivados pelo amor a Cristo (v. 14), tendo sido completamente transformados por Ele (v. 17), imploramos aos pecadores que se reconciliem com Deus (v. 20). 

Também, em lugar de confrontar o mundo com a verdade de Cristo, as mega-igrejas norteadas por marketing estão promovendo com entusiasmo as piores tendências da cultura secular. Alimentar o apetite das pessoas por entretenimento apenas agrava o problema das emoções insensatas, da apatia e do materialismo. Com toda franqueza, é difícil conceber uma filosofia de ministério mais contrária ao padrão que o Senhor nos confiou. 

Proclamar e expor a Palavra, visando o amadurecimento e a santidade dos crentes deveria ser âmago do ministério de toda igreja. Se o mundo olha para a igreja e vê ali um centro de entretenimento, estamos transmitindo a mensagem errada. Se os cristãos enxergam a igreja como um salão de diversões, a igreja morrerá. Uma senhora, inconformada com sua igreja, que tinha abraçado todas essas excentricidades modernas, queixou-se recentemente: "Quando é que a igreja vai parar de tentar entreter os bodes e voltar a alimentar as ovelhas?" 

Nas Escrituras, nada indica que a igreja deveria atrair as pessoas a virem a Cristo através do apresentar o cristianismo como uma opção atrativa. Quanto ao evangelho, nada é opcional: "E não há salvação,em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (At 4.12). Tampouco o evangelho tem o objetivo de ser atraente, no sentido do marketing moderno. Conforme já salientamos, freqüentemente a mensagem do evangelho é uma "pedra de tropeço e rocha de escândalo" (Rm 9.33; 1 Pe 2.8). O evangelho é perturbador, chocante, transtornador, confrontador, produz convicção de pecado e é ofensivo ao orgulho humano. Não há como "fazer marketing" do evangelho bíblico. Aqueles que procuram remover a ofensa, ao torná-lo entretenedor, inevitavelmente corrompem e obscurecem os pontos cruciais da mensagem. A igreja precisa reconhecer que sua missão nunca foi a de relações públicas ou de vendas; fomos chamados a um viver santo, a declarar a inadulterada verdade de Deus — de forma amorosa, mas sem comprometê-la — a um mundo que não crê. 



    A Musica instrumental no louvor
minha dúvida é com relação a utilização de instrumentos musicais após o novo testamento, é permitido ou não é?

Tentarei colocar diante de vocês as razões principais porque eu acredito que o louvor não é só música e muito menos a instrumental na igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
Meu passado em relação à música no louvor   

Iniciei-me no Evangelho em uma comunidade que ainda existe, conhecida como, “Casa de Oração” e sempre tinha as minhas associações religiosas com cristãos que não utilizavam instrumentos mecânicos no louvor. Não posso falar do indivíduo, porém da comunidade, estes cristãos acreditavam, que a música instrumental no louvor era errada. Não por uma questão de conveniência nem de preferência pessoal, mas como uma questão de princípio e convicção, eles contestaram a utilização da música instrumental no louvor. Então, eu mais ou menos herdei esta posição
Ficava emocionado em participar desta comunidade, que as pessoas, que não se dedicam ao Estudo da Palavra, chamam de “IGREJA” com as histórias de pessoas de fé examinando as Escrituras na doutrina e na ordem da antiga igreja primitiva. Ficava cativado, pela idéia de restaurar o cristianismo apostólico, assunto, que importava e que tinha praticamente descoberto a verdade em todos eles. não que eu pense que os meus irmãos na fé, religiosos, como eu, estavam certos em tudo. Não é isso que nos une. É sim um compromisso fundamental ao domínio de Cristo que nós compartilhávamos. Uma atitude básica para com o Senhor Jesus é o que nos une.
Direi, contudo, quando vem à questão da música, que o meu próprio estudo das Escrituras, e outros estudos paralelos, me trouxeram à convicção profundamente enraizada que conferem autoridade para afirmar, segundo o meu entendimento e convicção, que a música instrumental no louvor não é bem aceita por Deus.
Na verdade, a nossa posição em relação à música instrumental não é uma idéia nossa exclusiva, outros também defendem essa premissa, Hoje, somos uma pequena minoria em relação a este assunto e esta prática. Mas não fomos os primeiros a chegar a essa conclusão sobre o louvor. João Calvino se opôs à música instrumental no louvor. Assim fizeram Martinho Lutero, João Wesley e muitos outros reformadores. Estes homens se expressaram de maneira tão firme a respeito do assunto que duvido que conseguiriam louvar junto com a maioria dos seus descendentes espirituais modernos. João Calvino provavelmente não conseguiria louvar com a maioria dos calvinistas modernos. Lutero provavelmente não conseguiria louvar com os luteranos. Wesley provavelmente não louvaria com os wesleyanos.
Um dos pontos mais impressionantes, é que, a música instrumental entrou em praticamente todas as denominações como uma inovação, e quase sempre havia um elemento que lutava para mantê-la fora. Foi forçada, apesar das objeções dos oponentes, e, em muitos casos, o resultado foi, a divisão.
ABAIXO, TRANSCREVO O QUE ENCONTREI NA INTERNET.
Você conhece o termo a capella? É um termo técnico para a música vocal que não é acompanhada por instrumentos mecânicos. Suponho que a maioria das pessoas compreende isso. Mas você também compreende que o termo vem do italiano antigo e literalmente significa na maneira da capela ou da igreja? A música vocal, cânticos sem acompanhamento mecânico, era o estilo da igreja. A música instrumental não era o estilo da igreja, mas uma perversão da música típica da igreja e uma inovação. A música que é mais freqüentemente utilizada nas igrejas hoje pode ser do estilo do antigo judaísmo; pode ser do estilo de um ritual pagão; pode até mesmo lembrar o estilo do teatro, da danceteria ou do show de rock. Não é o estilo da igreja. É uma perversão.
Então, a maioria daqueles que hoje utilizam a música instrumental no louvor, não estão sendo fiéis aos seus antepassados espirituais. Com certeza, a questão mais importante é se estão também indo contra a autoridade da Bíblia; e é esta a questão que pretendo discutir. Calvino não foi nem apóstolo nem profeta. Nem foi Lutero, Wesley ou Campbell. As suas práticas não estabelecem precedentes para aqueles que vieram depois. Mas estes homens foram contra a música instrumental no louvor porque compreenderam que era contrária ao desejo revelado de Deus. Estavam certos ou errados? Certamente ninguém que seriamente quer agradar ao Senhor pode ver esta questão com indiferença. De qualquer forma, estando em tal companhia, não espero ser tratado como dissidente ou esquisito quando falo deste assunto.
Se alguém perguntasse, porque não utilizamos música instrumental no louvor, a maioria dos discípulos, que tivessem um bom entendimento, provavelmente responderia mais ou menos assim: Nós somos discípulos de Jesus Cristo, e o nosso Mestre, não nos ensinou, a utilizar a música instrumental no louvor. Jesus não a autorizou, nem pessoalmente, nem pelos seus apóstolos escolhidos. O Novo Testamento é silencioso em relação à utilização de música instrumental no louvor da igreja. Entenda bem, o Novo Testamento não é silencioso em relação à música. A igreja apostólica tinha música – música vocal, ou cânticos. Mas o Novo Testamento não dá exemplo nenhum de cristãos louvando utilizando música instrumental. Nem há evidência de que os cristãos foram ensinados pelos apóstolos a utilizarem a música instrumental no louvor.
Esta é uma afirmação justa do caso. A música instrumental é uma inovação humana. É comparável, ao “fogo estranho” que Nadabe e Abiú, ofereceram no altar (Levítico 10:1). É um daqueles casos nos quais igrejas não seguiram a direção do cabeça, da igreja, mas tomaram as decisões próprias.
Estudo atribuído a L. A. Mott, Jr.

Sei que, muitas pessoas se defendem que, no Novo Testamento não existe nada nem a favor nem contra a respeito. Justamente porque há silêncio, é que concluímos que tal estilo não seja importante. Devemos tomar este silêncio por uma indicação de que a música instrumental no louvor é estranha à vontade de Cristo. Podem até discutir que não foi necessário mencioná-la especificamente, pois os judeus haviam se acostumado a utilizar a música instrumental no louvor e simplesmente continuaram fazendo o que faziam. Podem alegar que somos obrigados a provar que a sua utilização foi descontinuada ao invés de chamá-los para justificar a sua utilização.
Porém, o meu argumento não se baseia meramente no silêncio das Escrituras, embora, acredito eu, seja mui importante tal silêncio.  É fundada não somente no que a Bíblia não diz, mas também no que diz. O que a Bíblia diz é o que torna o silêncio do Novo Testamento significante.
Portanto, devemos defender que, o silêncio do Novo Testamento deve ser avaliado à luz da história bíblica, levando ao período do Novo Testamento. Podemos defender, mais ainda, que o louvor deve ser julgado à luz dos ensinamentos positivos do Novo Testamento sobre o louvor. Veremos que o louvor é muito mais, como disse o salmista, o fruto dos lábios, veja por exemplo, Lc. 1:64; 2:28, Sl. 26:7; 71:8; Rm. 14:11 e Tg. 5:13 Assim concluiremos que o louvor é o que sai de nossos lábios. Com estas introduções, devemos iniciar o nosso estudo e resposta à sua Pergunta se a MUSICA INSTRUMENTAL É PERMITIDA NO LOUVOR DA IGREJA, considerando as evidências do Velho Testamento em relação à música no louvor.
COMEÇAREMOS NOSSO ESTUDO POR  DAVI.( aqui começa um misto, trabalho nosso e parte da internet)
Devemos ter em mente que, nada existe de real significância em relação à música no louvor no Velho Testamento até a época de Davi, embora podemos mencionar, Jubal foi chamado “o pai de todos os que tocam harpa e flauta” (Gênesis 4:21), que, ao menos, indica que a música mecânica é de origem muito antiga. Labão expressou o remorso a Jacó, que havia saído de repente em segredo de Harã, que ele não teve oportunidade de despedi-lo “com alegria, e com cânticos, e com tamboril, e com harpa” (Gênesis 31:27). A passagem  triunfante do Mar Vermelho, foi comemorado com uma canção de louvor a Jeová, que é chamado de “minha força e o meu cântico” (Êxodo 15:2). “A profetisa Miriã, irmã de Arão, tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças” (Êxodo 15:20). Miriã respondeu às mulheres com uma chamada a cantar a Jeová (v. 21). O som de uma trombeta foi ouvido no Monte Sinai (Êxodo 19:13,16,19; 20:18). O som do canto foi ouvido por Moisés ligado ao incidente do bezerro de ouro (Êxodo 32:18). Israel cantou um cântico no deserto sobre um poço que Jeová lhes providenciara (Números 21:17). Por ordem de Jeová, Moisés ensinou a Israel um cântico que serviria como testemunha de Jeová contra Israel no evento da sua apostasia futura (Deuteronômio 31:19 - 32:47).
Débora comemorou a vitória sobre os cananéus com um canto de louvor a Jeová (Juízes 5:1,3,12). A filha de Jefté o cumprimentou na sua volta da batalha “com adufes e com danças” (Juízes 11:3). Depois de ser ungido por Samuel, Saul foi ao encontro de um bando de profetas, que estariam profetizando, que deve ter sido uma espécie de canto ou salmo, já que foi feito com “saltérios, e tambores, e flautas, e harpas” (1 Samuel 10:5; confere 1 Crônicas 25:1
O serviço do templo organizado por Davi
A música se tornou cada vez mais importante no reinado de Davi. Depois da conquista de Jerusalém, trazer a arca da aliança a Jerusalém foi comemorado com cânticos e todos os tipos de instrumentos musicais, tocados por Davi e todo Israel II Sm. 6:5 e repetido em II Cr. 13:8.
Davi foi quem organizou os levitas para dirigirem o canto na casa do Senhor, I Cr. 6:31-48; 9:33 e 16:4 e seguintes. 
 
Davi também organizou os sacerdotes e os levitas em grupos para o serviço do templo (1 Crônicas 23-26), e esta organização foi observada depois da construção do templo por Salomão. Entre estes arranjos feitos por Davi quando ele era “já velho e farto de dias” (1 Crônicas 23:1) houve uma organização elaborada dos levitas para o serviço de canto ligado ao templo (1 Crônicas 25; confere 23:5). Preste atenção em algumas das afirmações que descrevem esta função.
“Quatro mil para louvarem o SENHOR” com instrumentos feitos por Davi com este propósito (1 Crônicas 23:5). Certos levitas foram separados para “profetizarem com harpas, alaúdes e címbalos” (1 Crônicas 25:1). Os filhos de Asafe foram colocados “sob a direção deste, que exercia o seu ministério debaixo das ordens do rei” (25:2). Os filhos de Jedutum foram colocados “sob a direção de Jedutum, seu pai, que profetizava com harpas, em ações de graças e louvores ao SENHOR” (25:3). Os filhos (e, aparentemente, as filhas também) de Hemã estavam envolvidos: “Todos estes estavam sob a direção respectivamente de seus pais, para o canto da Casa do SENHOR, com címbalos, alaúdes e harpas, para o ministério da Casa de Deus, estando Asafe, Jedutum e Hemã debaixo das ordens do rei” (25:4-6). As pessoas eram treinadas com este propósito: “O número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto do SENHOR, todos eles mestres, era de duzentos e oitenta e oito” (25:7).
Coube a Salomão, por vontade Divina, a construção do templo. Davi, todavia, tinha o templo e sua organização no coração. ICO. 21:28-29 O molde para o templo foi revelado a Davi, que o entregou a Salomão, Davi colecionava materiais a serem utilizados na construção do templo. E foi Davi que organizou os sacerdotes e os levitas para o serviço do templo. Como se pode ver, não existe evidencias que antes de Davi, tenha existido qualquer manifestação de musica tocada por instrumentos, e organizada para louvar a Deus, a não ser, as passagens acima mencionada, importante reparar que a utilização sistemática da música no louvor, incluindo a música instrumental, teve a sua origem no período final do reinado de Davi.
O reinado de Salomão
A primeira metade do reinado de Salomão deve ter sido praticamente devotada à construção do templo (1 Reis 6-9). 2 Crônicas 5:11-14 descreve os arranjos musicais na dedicação do templo. Mas para os nossos propósitos, II Crônicas 7:6 é de importância especial: “Os sacerdotes estavam nos seus devidos lugares, como também os levitas com os instrumentos músicos do SENHOR, que o rei Davi tinha feito para deles se utilizar nas ações de graças ao SENHOR ... Os sacerdotes que tocavam as trombetas estavam defronte deles, e todo o Israel se mantinha em pé.” E ali, entoaram o cântico do salmo 136.
Então repare em 2 Crônicas 8:14: “Segundo a ordem de Davi, seu pai, dispôs os turnos dos sacerdotes nos seus ministérios, como também os dos levitas para os seus cargos, para louvarem a Deus e servirem diante dos sacerdotes, segundo o dever de cada dia, e os porteiros pelos seus turnos a cada porta; porque tal era a ordem de Davi, o homem de Deus. Não se desviaram do que ordenara o rei aos sacerdotes e levitas, em coisa nenhuma, nem acerca dos tesouros”.
Finalmente, II Crônicas 9:11 diz que Salomão “fez...harpas e alaúdes para os cantores.” Mas não pode haver dúvida a respeito disso. O serviço de canto do reinado de Salomão foi o que Davi havia estabelecido.
Reis posteriores: Três movimentos de reforma
Encontramos em, II Crônicas 20,algumas referências aos arranjos musicais no reinado de Josafá (versículos 19,21,22,28). Mas estes não dão nenhuma evidência que aponte para um lado ou para o outro. Contudo, três reformas que ocorreram em Judá depois dos períodos de apostasia são de interesse especial.
● A reforma de Joiada após a usurpação de Atalia
A primeira reforma vem depois da usurpação de Atalia, a filha do rei israelita, Acabe. Foi o sumo sacerdote Joiada, que expulsou Atalia e há duas afirmações em relação a música. A primeira vem ao proclamar a revolta contra Atalia: “... e todo o povo da terra se alegrava, e se tocavam trombetas. Também os cantores com os instrumentos músicos dirigiam o canto de louvores” (II Crônicas 23:13). Mas a segunda afirmação é o mais significante: Como Joiada estava limpando o lugar e restaurando o louvor verdadeiro, II Crônicas 23:18 diz: “Entregou Joiada a superintendência da Casa do SENHOR nas mãos dos sacerdotes levitas, a quem Davi designara para o encargo da Casa do SENHOR, para oferecerem os holocaustos do SENHOR, como está escrito na Lei de Moisés, com alegria e com canto, segundo a instituição de Davi.
Devemos, pois, ter em mente que esta orientação não se pode esquecer. Depois de sete anos da usurpação de Atalia, a reforma e a restauração é cumprida pelo apelo a duas fontes. As instruções, de como oferecer as ofertas queimadas, são encontradas na lei de Moisés. Mas a restauração do serviço musical é baseada na ordem de Davi.
● A reforma de Ezequias
O serviço do templo foi corrompido novamente, pelo Rei Acaz. Mas, um movimento de reforma foi liderado pelo seu filho Ezequias. Novamente temos evidência em relação à restauração do serviço musical. Ezequias, de acordo com que nos é dito em II Crônicas 29:25-28, “estabeleceu os levitas na Casa do SENHOR com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do SENHOR, por intermédio de seus profetas. Estavam, pois, os levitas em pé com os instrumentos de Davi, e os sacerdotes, com as trombetas. Deu ordem Ezequias que oferecessem o holocausto sobre o altar. Em começando o holocausto, começou também o cântico ao SENHOR, com as trombetas, ao som dos instrumentos de Davi, rei de Israel. Toda a congregação se prostrou, quando se entoava o cântico, e as trombetas soavam...” O versículo 30 acrescenta mais uma afirmação significativa: “Então, o rei Ezequias e os príncipes ordenaram aos levitas que louvassem o SENHOR com as palavras de Davi e de Asafe, ora, o que significa ”com as palavras de Davi e de Asafe”?  Entendemos que seja com SALMOS,  Eles o fizeram com alegria...”
● A reforma de Josias
A descrição da restauração do serviço do templo em relação à reforma de Josias concorda com a evidência já apresentada. Encontramos quatro referências:
Entre os levitas supervisionando as restaurações no templo estavam “Todos os levitas peritos em instrumentos músicos” (2 Crônicas 34:13).
As instruções, que Josias deu “aos levitas, que ensinavam a todo o Israel” incluiu este comentário, “... Preparai-vos segundo as vossas famílias, segundo os vossos turnos, segundo a prescrição de Davi, rei de Israel, e a de Salomão, seu filho” (II Crônicas 35:3-4).
II Crônicas 35:15 contêm evidências importantes: “Os cantores, filhos de Asafe, estavam nos seus lugares, segundo o mandado de Davi, e de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, vidente do rei ...”
Finalmente, 2 Crônicas 35:25 diz que a memória de Josias foi preservada em canto após a sua morte, mas não fornece nada em relação ao ponto.

O período da restauração
Quando Judá se tornou escravo dos deuses do povo pagão, e deu as costas ao Senhor, Deus de Israel, a maneira queDeus fez para seu povo caírem em si, foi levando-o para o severo castigo no exílio. Judá teve que passar por um cativeiro de setenta anos na Babilônia. Mas eventualmente a nação voltou a terra.
E encontraram, tudo em grande  desorganização. Jerusalém e seu templo haviam sido deixados em ruínas. O sistema inteiro estava em desordem. Os sacrifícios, as festas religiosas, o serviço do templo – todos haviam sido descontinuados. Quando as pessoas voltaram à terra natal, o templo teve que ser reconstruído e o sistema inteiro teve que ser restaurado. O que descobrimos ser verdadeiro em relação aos movimentos de reforma que ocorrem anteriormente ao exílio babilônico também foi verdadeiro em relação ao movimento de restauração após o exílio. Os livros de Esdras e Neemias são muito claros em relação a este ponto. Devemos considerar o testemunho destes dois livros em relação à restauração da música do templo.
Esdras 2:41 e 70 mencionam “os cantores” entre aqueles que voltaram do cativeiro. Esdras 3:10 dá testemunho em relação à restauração do serviço de cânticos: “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do SENHOR, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o SENHOR, segundo as determinações de Davi, rei de Israel. Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao SENHOR...”.
Esdras 8:20 fala do mesmo ponto: entre aqueles trazidos da Babilônia para o serviço do templo estavam duzentos e vinte “servidores do templo, que Davi e os príncipes deram para o ministério dos levitas”.
Encontramos mais evidencias em Neemias 12:24, entre aqueles, que voltaram à terra com Zorobabel e Jesua, vários levitas “para louvarem e darem graças, segundo o mandado de Davi” ou “de acordo com as instruções deixadas pelo rei Davi.
O livro de Esdra trata muito mais da reconstrução do templo, enquanto que, o livro de Neemias, trata da reconstrução do muro que cercava Jerusalém. Em Neemias 12:35-36, certos filhos dos sacerdotes são descritos como participantes na dedicação do muro reconstruído “com os instrumentos músicos de Davi, homem de Deus”.
Então, Neemias 12:44 menciona homens responsáveis pelas ofertas feitas para os sacerdotes e levitas. São descritos como “as porções designadas pela Lei para os sacerdotes e para os levitas; pois Judá estava alegre, porque os sacerdotes e os levitas ministravam ali”. A passagem continua nos versículos 45 e 46: “e executavam o serviço do seu Deus e o da purificação; como também os cantores e porteiros, segundo o mandado de Davi e de seu filho Salomão. Pois já outrora, nos dias de Davi e de Asafe, havia chefes dos cantores, cânticos de louvor e ações de graças a Deus”.
Não há como perdermos o foco. Se no antigo testamento encontramos a lei de Moisés e o serviço sistemático do templo estabelecido por Davi, após o cativeiro babilônico houve um retorno a dois padrões ou modelos. Em relação à música, os líderes de Israel no período depois do cativeiro não inventaram um novo sistema. Simplesmente restauraram o plano que fora estabelecido por Davi.
Chegamos ao fim do período do Velho Testamento. Está na hora de resumir, as nossas descobertas. Tentei esboçar o desenvolvimento histórico da música no louvor. Aqui está o que encontrei:
A ordem estabelecida por Davi foi, então, aceita pelos reis posteriores. Nos períodos de apostasia, o povo, freqüentemente desordenaram e corromperam o louvor de Israel. Mas, quando reis reformadores vieram ao trono, um retorno sempre ocorreu ao sistema estabelecido por Davi. A destruição babilônica de Jerusalém e o cativeiro que se seguiu foi a maior desorganização de todas. Mas quando as pessoas voltaram a terra, novamente o precedente para o serviço musical foi encontrado no sistema de Davi.
Então devemos observar vários pontos significativos em relação ao serviço de canto do Velho Testamento que envolvia a música instrumental. Primeiro -  o padrão para este serviço de canto volta a Davi.
Segundo -  foi ligado a Jerusalém. Terceiro -  foi ligado ao templo construído por Salomão e então restaurado depois do cativeiro por Jesua e Zorobabel. Quarto -  foi ligado aos levitas
Fala o novo testamento da musica instrumental?(esse trecho é exclusivo do nosso site)
Vamos considerar por enquanto, o testemunho de Jesus em João 4:19-24. Na sua conversa com a mulher samaritana no poço de Jacó, Jesus aponta que Jerusalém, com seu templo, não teria mais o significado que uma vez teve. O Pai seria louvado, nem no Monte Gerizim, como fizeram os samaritanos, nem em Jerusalém, como fizeram os judeus. Os verdadeiros adoradores louvariam ao Pai em espírito e em verdade, e o lugar seria insignificante, enquanto Deus mandou Salomão construir um templo como o lugar que Ele queria ser louvado, o Senhor Jesus construiu uma igreja com pedras vivas, para ser louvado, e como Ele mesmo disse, ali àquela mulher, Deus deve ser adorado em espírito e em verdade, ora, para se adorar em espírito e em verdade, é em qualquer lugar, no trabalho, no lar, no passeio, no caminho nas estradas, na dormida da noite, no quarto, na sala, no quintal, em qualquer lugar, que convenhamos, para esses lugares, levar um instrumento, não deve ser tarefa fácil.
Os adoradores do Novo Testamento, portanto, não voltam a Davi, para um padrão de louvor, como fizeram os reis reformadores, e como fizeram os judeus da restauração. Então, até onde a significância espiritual está envolvida, Jerusalém não existe mais; o templo não existe mais; os levitas não existem mais; o sistema davídico não existe mais. Assim uma pessoa não pode presumir que já que a música instrumental foi utilizada no sistema davídico que deveria estar no louvor do Novo Testamento. Além disso, a obrigação de apresentar provas certamente fica com aquele que defende ou incentiva a utilização da música instrumental no louvor da igreja. Ele deve provar que é isso que o Senhor da igreja quer. O sistema inteiro que incluía a utilização da música instrumental já não existe mais. Se fracassamos em aprender o que aconteceu na cruz, certamente não perderemos a mensagem de 70 d.C., quando Jerusalém foi destruída e o templo foi reduzido a ruínas tais que nenhuma pedra foi deixada sobre outra (confira Mateus 24:2).
Já que o sistema que incluía a música instrumental acabou, então certamente o peso das provas repousa naqueles que pensam que a música que pertencia ao sistema obsoleto permanece. O peso das provas não está em mim. Tenho provado que o sistema que incluía a música instrumental já não existe. Se alguém pensar que a música instrumental permanece, deve prová-lo citando evidências do Novo Testamento. Este é o peso que ele deve carregar.
Temos ai muitas considerações sobre a musica instrumental no louvor, devemos compreender, que, deixar o sacrifício da cruz, e voltar ás praticas antigas, que nem os judeus na sua maioria executam mais, é negar o próprio Senhor e seu sacrifício remidor, pois, o apostolo Paulo escreveu que, se cumprirmos um mandamento, seremos obrigados a cumprir toda lei, Gl. 5:3, e veja que apesar de ser do antigo testamento, o louvor com instrumentos era para o sacerdócio levítico e não parte da lei
Como vimos, foi Davi quem iniciou o louvor com instrumento, após sua morte, veio seu filho Salomão que deu continuidade a tudo que ele implantou no louvor a Deus, depois os reis que o sucederam, restauraram o sistema levítico criado por Davi, e finalmente os reformadores também assim procederam. A casa de Davi, sempre estava presente, bem assim o sacerdócio levítico, (você gravou o que dissemos, guarde bem isto ?)Veio Jesus, também da casa de Davi, porém não restaurou nem os músicos, nem o sacerdócio levítico, mas, instalou um novo sacerdócio, porque sendo Ele da casa de Davi, ele mesmo não poderia ser sacerdote, mas O foi, por isto, nem o sacerdócio levítico, nem o templo, nem Davi, existiam, nem foram restaurado como fizeram os antepassados, que sucederam a Davi.
Afinal como deve ser louvor?
Algumas das referências ao louvor nos Salmos falam apenas de canto. Salmo 9, por exemplo, primeiro fala de dar graças ao Senhor e mostrar as suas obras maravilhosas (v. 1). Estas expressões no versículo 1 são seguidas no versículo 2 com a linha: “ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores”. Depois, no versículo 11, fala ao povo: “Cantai louvores ao SENHOR, que habita em Sião; proclamai entre os povos os seus feitos”.
Por outro lado, os Salmos também transbordam com referências ao louvor por meio de instrumentos mecânicos: “Celebrai o SENHOR com harpa, louvai-o com cânticos no saltério de dez cordas” (33:2). “Ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu” (43:4). Salmo 57:7-9 fala dos salmos e a harpa em ligação com o cantar de louvores. [ Veja 108:2, que é parecido]  “Eu também te louvo com a lira, celebro a tua verdade, ó meu Deus; cantar-te-ei salmos na harpa” (71:22).
Num contexto que fala de cantar em voz alta a Deus e fazer-lhe um som agradável. Salmo 81:2 diz: “Salmodiai e fazei soar o tamboril, a suave harpa com o saltério”.
Salmo 92:3 fala de cantar louvores “com instrumentos de dez cordas, com saltério e com a solenidade da harpa”.
Então, há Salmo 98:5-6 – “Cantai com harpa louvores ao SENHOR, com harpa e voz de canto; com trombetas e ao som de buzinas, exultai perante o SENHOR, que é rei”.
“No saltério de dez cordas, te cantarei louvores” (Salmo 144:9). “Entoai louvores, ao som da harpa, ao nosso Deus” (147:7). “Cantem-lhe salmos com adufe e harpa” (149:3). “Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa” (150:3). E assim por diante.
Agora quero colocar do lado destas as referências do Novo Testamento aos cristãos e a sua música e louvor de Deus. A evidência começa com as referências em Mateus 26:30 e Marcos 14:26 no final da última ceia de Jesus com os discípulos: “Tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.” Depois há a afirmação a respeito de Paulo e Silas no cárcere filipeu: “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus...” (Atos 16:25). Romanos 15:9 é uma citação dos Salmos: “Por isso, eu te glorificarei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome”. 1 Coríntios 14:15 fala de cantar com o espírito e com a compreensão.
Duas passagens nas epístolas de Paulo nos dizem mais a respeito da música na igreja. Uma é Efésios 5:17-19. - entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais...(19) “. A outra é da epístola paralela, Colossenses:” Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração “(3:16)”.
Hebreus 2:12 é uma citação de Salmo 22:22, um salmo sobre o Messias: “cantar-te-ei louvores no meio da congregação”.
Finalmente, Tiago 5:13 recomenda cantar louvor como a expressão natural de um coração alegre.(observemos o verbo, “cantar” se fosse instrumento diria, tocar>
É só isso! Os salmos estavam cheios de referências falando de louvar a Deus com a harpa, e outros instrumentos. Que contraste marcante o Novo Testamento apresenta! Não tem uma palavra nele de louvar a Deus com instrumentos mecânicos. Efésios 5:19 é de interesse especial. Onde a versão Revista e Corrigida fala, “cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração” a versão Revista e Atualizada diz, “entoando e louvando de coração ao Senhor”. “Louvar” e “salmodiar” são traduções do verbo grego que tantas vezes é ligada ao tocar da harpa na literatura grega. Mas Paulo não fala aqui de produzir música nem pela harpa nem por outro instrumento tal. Ele fala da música do coração. [O SENHOR mandou a música instrumental, pelos seus profetas (2 Crônicas 29:25); Jesus não a mandou pelos seus apóstolos”
Este contraste entre o Velho Testamento e o Novo se torna mais notável ainda quando se considera que os cristãos tinham ainda mais razões que os judeus para comemorarem os louvores ao Senhor. Considerem a explosão de louvor com a qual Paulo começa a sua epístola aos efésios e Pedro começa a sua primeira epístola. A redenção em Cristo Jesus certamente dava razão de sobra para as maiores expressões de louvor das quais os seres humanos são capazes. Mas o “sacrifício de louvor” que o Novo Testamento nos exorta a oferecer a Deus não vai além do “fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hebreus 13:15). Há uma razão para isso? Acredito que há. Aquela razão envolve a diferença de natureza entre as duas alianças.
A MÚSICA NA ADORAÇÃO Os crentes devem viver com os olhos fitos na glória de Deus. Quer façamos grandes coisas ou não tão grandes assim – mesmo no que é mais simples como comer e beber – nosso motivo constante deve ser a glória de Deus. I Coríntios 10:31. Quanto mais, então, devemos desejar glorificar a Deus Vamos tomar a música como exemplo...Temos que determinar, em relação à música, que ela é para a glória de Deus e de acordo com os padrões encontrados na Bíblia.  O estudo apresentado nestes capítulos se centralizará primeiro na Adoração Bíblica e depois examinaremos o lugar que a música tem como expressão de adoração
O novo método consiste em incorporar o mundo à igreja e, deste modo, incluir grandes áreas em seus limites. Por meio de apresentações dramatizadas, os pastores fazem com que as casas de oração se assemelhem a teatros; transformam o culto em shows musicais e os sermões, em arengas políticas ou ensaios filosóficos. Na verdade, eles transformam o templo em teatro e os servos de Deus, em atores cujo objetivo é entreter os homens. Não é verdade que o Dia do Senhor está se tornando, cada vez mais, um dia de recreação e de ociosidade; e a Casa do Senhor, um templo pagão cheio de ídolos ou um clube social onde existe mais entusiasmo por divertimento do que o zelo de Deus?
 É evidente que, a música cristã moderna, via de regra, é bem inferior aos hinos clássicos, que eram escritos 200 anos atrás. Isto, não é uma reclamação do estilo no qual as músicas são escritas, na maioria das vezes. Ao invés, as letras são, o que revelam mais nitidamente quão feio nossos padrões caíram.  Os hinos eram ferramentas didáticas maravilhosas, cheias da Palavra e de doutrina sólida, um meio de ensinar e admoestar uns aos outros, como nos é ordenado em Colossenses 3.16 [A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.]. Mais de cem anos atrás, a música de igreja tomou uma direção diferente, e seu foco se tornou mais subjetivo. As músicas enfatizaram a experiência pessoal e os sentimentos do adorador.
(o trecho a seguir, foi nossa pesquisa na Internet)
>Em muitos “hinos” o centro do louvor é o homem e não Deus.
>Diversos “hinos”, você não sabe se é uma declaração a -Deus ou a uma pessoa amada.
>Vários “hinos”, não aparecem nenhum dos nomes: Deus, Jesus, Cristo, Espírito Santo, Jeová, Senhor.
>Músicos e cantores, muitos deles você não sabe se são adoradores ou artistas da música.
>Em várias igrejas, o tempo dedicado ao “louvor” é em muito superior ao tempo para a pregação da Palavra.
>No Brasil, já surgiram os milionário$ da chamada “música gospel”. 

 
DESEJO DE DAVI: CANTAR LOUVORES A DEUS
SENHOR, quero dar-te graças de todo coração e falar de todas as tuas maravilhas. - Em ti quero alegrar-me e exultar, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo. Salmos 9. 1 e 2. (nvi)
Na essência do relacionamento de cada crente com Deus está o dever de louvá-lo. (bep)

LOUVAR A DEUS COM A ALMA
Preparado está o meu coração, ó Deus; cantarei e salmodiarei com toda a minha alma. - Salmos 108 o salmista tinha resolvido louvar ao Senhor, e coisa alguma seria capaz de fazê-lo desistir. ANDAR EM TEMOR A DEUS E LOUVA-LO Vós que temeis ao SENHOR, Louvai-o. Salmos 22.23a HOJE, HÁ CONGREGAÇÕES QUE ADORAM AO SENHOR APENAS EXTERIORMENTE ; APARENTAM ALEGRIA EM LOUVÁ-LO, E DÃO A IMPRESSÃO QUE ANDAM NOS SEUS CAMINHOS; AO MESMO TEMPO, TAIS IGREJAS SE CONFORMAM COM O MUNDANISMO E DESPREZAM O ESTUDO DILIGENTE DA SUA PALAVRA ESCRITA. ESSE TIPO DE “ADORAÇÃO” É UMA OFENSA A DEUS E UMA ABOMINAÇÃO PARA ELE.
É importante ressaltarmos a diferença entre louvor e adoração. Louvor é elogio. É expressão de LOUVAR A DEUS, POR MEIO DE JESUS
Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome. Hebreus 13.15
Em conseqüência da oferta final de Jesus pelos nossos pecados, temos apenas a obrigação de oferecer sacrifícios de gratidão e louvor a Deus (I Pe: 2.9).
O EXEMPLO DE JESUS
Naquela hora Jesus, exultando no Espírito Santo, disse: Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra. Lucas 10.21ª
O sucesso da missão dos 70 fez com que Jesus demonstrasse espontânea adoração no Espírito.
LOUVAR A DEUS, DE CORAÇÃO
Falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, - dando graças constantemente a Deus Pai, por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. - Efésios 5.19 e 20 Cantar hinos cristãos é um meio de edificação, ensino, ação de graças e oração (Cl 3.16). O cântico cristão é uma expressão de alegria.  O propósito de cantar hinos ou cânticos espirituais, não deve ser passatempo, nem exibição de talentos individuais, mas adoração e louvor a Deus (Rm 15.9-11; Ap 5.9,10).
LOUVAR A DEUS, COM GRATIDÃO
Habite ricamente em vocês a Palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. - Tudo o que fizerem, seja em palavra ou ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dEle, graças a Deus Pai.
Colossenses 3.16 e 17
A Palavra de Cristo deve ser continuamente lida, estudada, meditada e assunto de oração, até que ela habite ricamente dentro de nós. Quando isto acontecer, nossos pensamentos, palavras, ações, e motivação serão influenciados e controlados por Cristo (Sl 119.11; Jo 15.7; ver I Co 15.2). Salmos, hinos e cânticos espirituais devem ser usados para ensinar a Palavra e admoestar os crentes a viver uma vida de obediência a Cristo.
OBJETIVO FINAL: LOUVAR  A DEUS NA ETERNIDADE
E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações. - Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois Tu somente és Santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiça se tornaram manifestos”. Apocalipse 15.3 e 4.
O cântico de Moisés louva a Deus por causa do Seu poder, da libertação que concede, e da Sua retidão revelada ao liberar Israel (Êx 15.1-18). Assim também, os crentes perante o trono foram resgatados de um poder ainda mais terrível do que o do Egito, pelo próprio Cristo, maior do que Moisés.
reconhecimento das qualidades de alguém ou de seus atos. Tal expressão normalmente se faz através de palavras. Quando dizemos: “Senhor, tú és maravilhoso”, isto é louvor. Quando dizemos: “Senhor, muito obrigado pelo alimento”, isto é ação de graças, agradecimento. A adoração, por sua vez, é uma atitude espiritual, caracterizada por um amor intenso, reconhecimento da majestade divina e se traduz em disposição para servir ao Senhor. A adoração é interior, mas pode ser acompanhada de gestos exteriores, tais como o levantar das mãos, em sinal de rendição, ou o ajoelhar ou o prostrar-se diante do Senhor.
O louvor pode ser dirigido a Deus ou aos homens (Pv.27.21; Pv.31.30; Rm.3.3; II Cor.7.14). Afinal, louvor é elogio. A bíblia diz que o próprio Deus louvará aos salvos (I Cor.4.5). A adoração, porém, só pode ser dirigida a Deus. “Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto” (Mateus 4.10; Ap.19.10).


Podemos louvar ao Senhor com nossas palavras, declarando seus atributos e a grandeza dos seus feitos. Esta é também uma forma de testemunho da nossa fé. Podemos fazer isto falando ou cantando. Vemos, portanto, que louvor não é sinônimo de música, como muitos consideram. É preciso que compreendamos isso. O louvor a Deus, antes de ter uma forma musical, precisa ser uma experiência pessoal e espiritual. É maravilhoso cantar as canções que outros irmãos fizeram, mas é também importante que cada pessoa louve ao Senhor com suas próprias palavras, falando ou cantando sobre sua própria realidade e sua experiência com Deus. Louvor é uma forma de oração.
O louvor precisa sair do coração do homem, (e não dos cds, ou dos instrumentos) inspirado pelo Espírito Santo, e alcançar o coração de Deus. Existem muitas questões implícitas nessa frase, muitos aspectos que viabilizam ou bloqueiam o verdadeiro louvor, conforme estudaremos oportunamente. Quando conseguimos alcançar o coração de Deus e agradá-lo, com o louvor que Ele é digno, e usamos a sua palavra, como a espada de justiça, então o Senhor libera o seu poder, de maneira que naquele ambiente, onde o verdadeiro louvor se realiza, a ação de Deus acontece.  (Salmo 149.6-9). Os oprimidos são libertos, e, há uma atmosfera celestial, propícia, à ação do Espírito Santo, e adequada, para o pronunciamento da mensagem profética (II Rs.3: 15-16). 

 

Culto Verdadeiro a Deus Não é Show,


Diante das afirmações ousadas, de um ministrante de louvor,  cremos que esse ministrante está equivocado, quando enfatiza que Deus aceita, e até prefira, show e louvorzão. Não cremos que Deus é silencioso ao modo aceitável de O cultuar e O louvar. Através dessa refutação, procuramos estabelecer o culto que agrada a Deus e qual o louvor que Deus pede. A adoração, e o louvor que agrada Deus, na Sua casa estão impressos na bíblia.  Estão, claramente afirmadas para todos que tenham olhos para ver.
(ESTA PARTE É TRABALHO DO NOSSO SITE)
Qual O Culto que Agrada a Deus?

O culto que agrada a Deus é aquele que vem de um coração puro (Sl 15.1-5; I Tm 2.8). Está claro que aquele que habitara no seu tabernáculo e no Seu santo monte, é aquele que anda com as mãos santas no temor de Deus, e não com uma liturgia de atitude criativa, que usa a cultura de um povo como padrão.  As mãos santas que devem ser levantadas são as de um coração puro e não destes membros da anatomia nos quais o pecado habita (Rm 7.18, 23). As mãos que devem ser levantadas em oração são as que são santas.  De outra forma Deus não nos ouvirá (Sl 66.18, “Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá”). É melhor orar, e adorar, com um coração puro.

Pureza de coração no temor do Senhor nos levará a fazer tudo para a glória de Deus na igreja (Pv 1.7; Ec 12.13; I Co 10.31; Ef 3.21). O adorador temente a Deus não ousará adicionar qualquer atividade conforme o seu coração, mas se limitará àquela adoração que a bíblia estabeleceu como aceitável no culto da igreja. Uma atitude de temor a Deus desprezará a criatividade oriunda do seu próprio coração naquilo referente à adoração a Deus. Um exemplo disso é o rei Davi.  Ele foi criativo em sua forma de adoração, pois quis erguer um templo a Deus. O desejo foi excelente mas a ação foi proibida. A idéia de adorar a Deus foi reprovada por ele ser homem de guerra e ter derramado muito sangue (I Cr 22.8 e 28.3). Nisso entendemos que o culto que agrada Deus não é medido somente por um coração sincero, ou por uma atitude criativa, mas o culto desejado por Deus é aquele baseado no ensino da Palavra de Deus. A emoção não é espiritualidade, mas submissão à Palavra de Deus cria aquele coração puro que é adoração aceitável.

Paulo se refere aos coríntios, como santificados em Cristo Jesus. No entanto ele os escreve relatando os problemas deles.  Esses problemas não eram comportamentos adequados de santificados em Cristo Jesus. Ele ensinou-os que o culto a Deus não deve ser com fornicação, desunião ou desordem (I Co 1.1,2; 3-11; 14). Deus não aceita culto, senão aquilo ao nível dos santificados em Cristo Jesus.

Talvez alguém, querendo celebrar louvores, decida fazer de uma forma espetacular a adoração com programação cheia de coreografias, músicas, instrumentos, vestimentas extravagantes, efeitos, etc. Muitos vão gostar e apoiar esses louvores, e, de fato, acabam achando que estão louvando a Deus. Todavia sendo o coração enganoso, poderão estar agradando somente a carne(Jr17.9;IJo2.16).Pode ser que nenhum destes seja conhecido por Deus (Mt7.21-23).

Não podemos ser guiados por pensamentos criativos ou simplesmente por um coração sincero. Temos que nos limitar ao padrão neotestamentário. A igreja não tem o luxo de legislar, mas somente executar o que Jesus tem mandado (Mt 28.18-20).  Fomos criados na imagem de Deus e por isso, contrário aos animais, temos o poder de controlar nossas emoções. Ser racional e controlar as emoções é fundamental quando cultuamos a Deus (I Co 14.32, 40). Deus é tão grande que não temos todo o conhecimento apropriado para adorar a Deus corretamente (Jó 38).  Por isso é básico que nos limitamos à Sua Palavra.  Se O adoramos sendo guiados somente pelo nosso coração, provavelmente será uma adoração enganosa e perversa (Jr 17.9, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?”). Não segue seu próprio coração. Segue o que Jesus legislou, a bíblia.

Podemos questionar se as coreografias, louvorzão, etc., agradam a Deus, uma vez que, além de não serem bíblicas, estas não produzem o arrependimento, a mudança de comportamento para a santidade, e nem promovem a edificação nas Escrituras (Ef 4.15-24). Se fossem essas invenções modernas que balancem o corpo e estouram os timpanais e muitas vezes aparentem que tenham origens das profundezas de espiritualidade, se fosse realmente tudo aquilo que aparentam, por que a carne é bem alimentada por elas e somente as emoções são exercitadas por tais produções? Por que tais cultos não levam para maior evangelização ao mundo pecador? Por que não prolifere o culto domestico que inclui a leitura bíblica com a família e oração conjunta pela obra de Deus, os sem Cristo, doentes, etc.? Por que não tais produções espetaculares e talentosas não geram maior crescimento na graça e no conhecimento de Jesus Cristo? Não produzem tais virtudes por não ter o alvo de admoestar ou ensinar doutrina, algo que é primordial para qualquer renovação correta e bíblica (Cl 3.10; I Pd 2.2). Tais virtudes serão realidades exclusivamente pelo ensino profuso de doutrina, cantada ou pregada.  Tanto mais profuso, melhor.  O Apóstolo Paulo ensinou aos da igreja em Colossos: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração”, Cl 3.16. Portanto, se a adoração não admoesta ou ensina de Jesus Cristo, não é agradável a Deus.

Para provar que não é permitido a cultuar a Deus segundo a nossa “bem-intencionada” imaginação citamos um caso bíblico entre muitos. Aquilo que o rei Davi programou, segundo o seu coração bem intencionado, com todo um show para levar o altar para Jerusalém, foi, para ele, recomendável e bonito.  Todavia, para Deus, foi uma terrível imprudência (II Sm 6.1-7).  Para provar ainda mais essa tese, que não é permitido poderíamos falar da adoração segundo o coração de Aarão e dos filhos de Israel. Esse show produziu um bezerro de ouro (Êxodo 32).  O culto que naturalmente sobe do coração leva à satisfação da carne.  Esta não foi a adoração que agradou Deus. Poderíamos falar da adoração prestada segundo o coração de Gideão em Juizes 8.27, ou da adoração inventiva apresentada pelo povo de Deus com o rei Acaz, uma adoração carnal tal que tinha que ser tirada em II Reis 18.4. Todos estes casos foram do coração e foram prestados com emoção profunda e religiosa. Mas para Deus tudo isso foi enfado. Ele os repugnava! Poderíamos falar também da adoração que emanaria das emoções do Apóstolo João em Apocalipse 19.10; 22.8,9 que eram sinceras, mas levaram o apóstolo João ser repetidamente reprovado. Se Deus desejava criatividade e coisas novas no culto dEle, nenhum desses casos citados teriam trazido a pesada correção do Senhor.

Por estes exemplos bíblicos entendemos que o culto correto NÃO é uma ATITUDE CRIATIVA feita com o maior esforço do adorador ao Deus que TUDO merece. Por falar de merecimento, Deus não merece o culto inventivo do homem que despreza a Sua única regra de fé e ordem, a Sua Palavra.

Pode ser que o culto que agrada Deus seja antiquado, na opinião de alguns, mas o Espírito Santo ajuda as nossas fracas manifestações de O adorar como Ele nos ensina na Palavra de Deus, e, pelo ministério dEle, a verdadeira adoração chega a Deus (Rm 8.26,27).

Por Deus não mudar (Ml 3.6), o culto que O agradou na Palestina, e na Ásia no primeiro século, agrada a Ele completamente neste país sul-americano no século XXI.

Qual o Louvor Que Deus Pede?

É explicito e claro que o louvor que Deus pede é louvor espiritual (Jo 4.23,24).  Deus é Espírito.  Por isso o louvor a Ele deve ser exclusivamente espiritual.  O louvor espiritual agradável a Deus tem a sua fonte naquilo que Deus regenerou em Seu povo pela Palavra de Deus, ou seja, no homem novo (I Pd 1.23).  É esse espírito, ou homem interior, que deleita-se na lei de Deus (Rm 7.22).  É esse espírito, ou homem novo, que canta ao Senhor com graça, admoestação e doutrina em salmos, hinos e cânticos espirituais (Cl 3.10, 16).  É este louvor espiritual, oriundo do homem novo, que o apóstolo Paulo instruiu na sua carta aos coríntios: “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.”, 1 Coríntios 14.15. É este o louvor e adoração que Deus pede.

Qualquer tradição que é bíblica não pode ser mudada sem desviar-se da bíblia.  Para reforçar o ensino aos Tessalonicenses, o apóstolo Paulo, pela inspiração do Espírito Santo deixou registrado: “Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.” - II Ts 2.15. O louvor usando os hinos, taxados como liturgia repetitiva, e, portanto, desprezível, por este ministrante batista de louvor, tem que ser afirmado que o hino é um louvor bíblico e, portanto, recomendável e aceitável. O Salmista, o próprio Jesus, e os Apóstolos incluíam os hinos nos louvores deles. Observe os seguintes versículos:

Salmista: “E pós um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR”, Salmos 40.3. Se o Cristão quer louvar o seu Deus corretamente, cantará hinos.  Essa musica é nova, não no sentido de moderna, mas no sentido de diferente, diferente daquela anteriormente cantada pelo salmista na sua vida anterior e pecaminosa. Sendo feito uma nova criatura em Cristo, tudo se faz novo (II Co 5.17).  O que saiu do homem novo gerado pelo Espírito Santo foi um hino!

Creio, que isto, é por demais eloqüente, acerca do louvor instrumental, que na minha modesta opinião, não é aceito por deus porque tem muito da carne e nada do espiritual, a finalidade do instrumento, e mostrar que existe a legria no ambiente, quando deveria existir um coração contristado e um desejo imenso de louvar única e exclusivamente a Deus, Por isto, jamais, devemos introduzir instrumentos no louvor e palavra vinda do homem interior.


Queremos lembrar aos nosso visitantes, que o nosso trabalho e as publicações, estão disponíveis a todos que queiram copiar, imprimir ou oferecer aos amigos, lembramos apenas que nos é muito grato sua ajuda no sentido de divulgar nosso site, obrigado e que Deus abençoe a todos.

Por – Olavo, com Auxilio de uns sites da Internet.


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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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