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26 de jul de 2010

Vitória Mediante Derrota – A. W. Tozer

Então disse: Já não te chamarás Jacó, e, sim, Israel: pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.
Gênesis 32:28

Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo.
Gálatas 6:14

As experiências dos homens que andaram com Deus na antigüidade concordam no ensino de que o Senhor não pode abençoar plenamente um homem enquanto não o tiver vencido. O grau de bênção desfrutada por qualquer homem corresponderá exatamente à vitória mais ou menos completa de Deus sobre ele. Este é um princípio muito negligenciado do credo cristão, não compreendido por muitos nesta era segura de si, mas é, não obstante, de vital importância para todos nós. Este princípio espiritual é bem ilustrado no Livro de Gênesis.

Jacó era aquele que ardilosamente se agarrava ao calcanhar alheio, e cuja força lhe foi fraqueza quase fatal. Durante dois terços da duração total da sua vida ele tinha levado em sua natureza alguma coisa dura e não vencida. Nem a sua gloriosa visão no deserto, nem a sua longa e amarga disciplina em Harã romperam a sua força prejudicial. Permaneceu ele no vau do Jaboque por ocasião do pôr-do-sol, perspicaz, inteligente e velho mestre de psicologia aplicada aprendida a duras penas. Não foi belo o quadro representado por ele. Era um vaso estragado desde a sua fabricação. Sua esperança estava em sua derrota. Não sabia disso ao findar-se o dia, mas ao nascer do sol já o tinha aprendido. A noite inteira ele resistiu a Deus, até que amavelmente Deus tocou-lhe na articulação da coxa e obteve triunfo sobre ele. Só depois de ter descido à humilhante derrota é que ele começou a sentir a alegria da libertação da sua força má, o deleitável prazer da vitória de Deus sobre ele. Então clamou pela bênção e se negou a deixá-lo partir enquanto esta não lhe viesse. Fora uma longa luta, mas para Deus (e por razões só dEle conhecidas). Jacó fora digno do esforço. Agora ele era outro homem; o teimoso e egocêntrico rebelde tornara-se um dócil e nobre amigo de Deus. Ele prevalecera de fato, mas por meio da fraqueza, não da força.

Somente o vencido pode conhecer a verdadeira bem-aventurança. Esta é uma filosofia válida, baseada na vida, e necessária pela constituição das coisas. Não precisamos aceitar esta verdade cegamente; as razões são discerníveis, estando entre elas estas: So¬mos seres criados e, como tais, derivados, não auto-existentes. Não nos é dado ter vida em nós mesmos. Quanto à vida somos total e continuadamente dependentes de Deus, a Origem e a Fonte da vida. Somente pela total dependência dEle é que se concretizam as potencialidades ocultas da nossa natureza. Sem isto, somos apenas meios-homens, mal formados e nada belos membros de uma nobre raça outrora feita para exibir a imagem do seu Criador.

Uma vez, nos tempos antigos, Deus declarou que o fim de toda a carne chegara perante Ele, e os séculos não trouxeram nenhum abrandamento dessa sentença. "Os que estão na carne não podem agradar a Deus. ...o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. ... o pendor da carne dá para a morte." Com palavras como estas Deus perpetuou a antiga sentença de condenação. Admitamos ou não, o golpe da morte está sobre nós, e ser-nos-á salvadora sabedoria aprendermos a confiar, não em nós mesmos, mas naquele que ressuscita os mortos. Pois, como ousar pôr a nossa confiança numa coisa tão fugidia, tão efêmera como a vida humana?
Não pode achar repouso, afirmo, o homem prudente,
naquilo que perece; tampouco inclinará
seu coração para algo que do tempo depende.

Desde quatro séculos já, estas palavras chegam a nós e, em nossos momentos de queda sabedoria, sentimos e sabemos que elas são verdadeiras. Por quê, pois, colocamos a nossa confiança nas coisas que perecem e, portanto, nos tornamos as simplórias vítimas do tempo e os detestáveis vilões da mudança? Quem envenenou a nossa taça e nos transformou em rebeldes? Aquela antiga serpente, o diabo, foi quem primeiro nos seduziu para aquela temerária declaração de independência, declaração que, em vista das circunstâncias, é ao mesmo tempo tremendamente cômica e profundamente trágica. Pois o nosso inimigo só pode rir da incrível vaidade que nos levaria a medir forças com o Onipotente; essa é a comédia cínica de tudo isso; a tragédia goteja com cada lágrima e se aflige ao lado de cada túmulo.

Um pouco de familiaridade com os nossos corações nos forçará a reconhecer que não há esperança dentro de nós, e o mais breve olhar ao redor haveria de mostrar-nos que não temos por que esperar socorro de fora. A própria natureza nos ensinará que (Deus à parte) não passamos de órfãos da criação, meninos perdidos nos vastos espaços, apanhados em desamparo pela voragem de forças demasiado grandes para serem compreendidas. Por este mundo fora, ruge um invisível e imenso poder que deixa em sua esteira gerações, cidades, civilizações. A terra, nosso passageiro lar, somente nos oferece por fim um sepulcro. Nada nos resta de seguro, de amável. No Senhor há misericórdia, mas no mundo não há nenhuma, pois a natureza e a vida avançam como que inconscientes do bem e do mal, da tristeza e da dor humanas.

Foi para livrar Jacó da enganosa esperança, que Deus se con¬frontou com ele aquela noite às margens do rio. Para livrá-lo da autoconfiança foi necessário que Deus o derrotasse, que arrebatasse dele o controle, que exercesse o Seu grande poder e o dirigisse com cordas de amor. Charles Wesley, o suave cantor da Inglaterra, com penetração espiritual rara mesmo entre os cristãos adiantados, escreveu da boca de Jacó o que concebeu que seria a sua oração enquanto lutava com Deus no vau do Jaboque:

Vai-se-me a força, a minha natureza morre;
sucumbo embaixo da Tua poderosa mão;
p'ra reviver feneço, e caio para erguer-me:
Eu caio e, entretanto, pela fé estou firme.
Sim, firme estou, e não
Te deixarei partir até Teu Nome e Tua natureza saber.
Aleijado eu estou, porém capturo a presa;
pecado, inferno e terra, fácil os domino;
a saltitar de gozo, sigo o meu caminho
e para o lar eu vôo, como um ágil cervo,
para provar por toda a imensa eternidade que o
Teu'Nome é amor, e amor Tua Natureza.
Faremos bem em rogar a Deus que nos invada e nos conquiste pois, enquanto não o fizermos, ficaremos em perigo de mil inimigos. Trazemos dentro de nós as sementes da nossa própria desintegração. A nossa imprudência moral nos põe sempre em perigo de autodestruição acidental ou negligente. A força da nossa carne é um perigo para as nossas almas, perigo presente sempre. A libertação somente pode vir-nos pela derrota da nossa antiga vida. A segurança e a paz só nos podem vir depois de nos termos forçado sobre os nossos joelhos. Deus nos resgata rompendo-nos, despedaçando a nossa força e eliminando a nossa resistência. Então Ele invade a nossa natureza com aquela antiga e eterna vida que desde o princípio existe. Assim Ele nos vence e com essa benigna vitória nos salva para Si.

Com este segredo exposto aguardando fácil descobrimento, por que será que em quase todas as nossas buliçosas atividades trabalhamos noutra direção e não nesta? Por que edificamos as nossas igrejas sobre a carne humana? Por que valorizamos tanto aquilo que Deus de há muito repudiou, e desprezamos aquelas coisas que Deus tem em tão alta estima? Pois ensinamos os homens, não a morrer com Cristo, mas a viver na força da sua humanidade agonizante. Jactamo-nos, não em nossa fraqueza, mas em nossa força. Valores que Cristo declarou falsos são trazidos de volta para debaixo do favor evangélico e promovidos como sendo a própria vida e substância do caminho cristão. Com que avidez buscamos a aprovação deste ou daquele homem de reputação secular. Quão vergonhosamente exploramos a celebridade convertida. Qualquer pessoa afastará a censura de obscuridade dos nossos líderes famintos de publicidade: atletas famosos, membros do congresso, viajantes internacionais, ricos industriais; diante deles nos inclinamos com obsequiosos sorrisos e os honramos em nossas reuniões públicas e em nossa imprensa religiosa. Assim glorificamos homens para realçar a posição da igreja de Deus, e a glória do Príncipe da Vida é deixada a depender da transitória fama de um homem que sem falta morrerá.

É espantoso que nos proclamemos seguidores de Cristo e, contudo, tomemos tão superficialmente as palavras dos Seus servos. Pois como poderíamos agir como agimos, se levássemos a sério a admoestação de Tiago, o servo de Deus: "Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, em trajes de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra; e disserdes ao pobre: Tu, fica ali em pé, ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés, não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos tornastes juízes tomados de perversos pensamentos? Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prome¬teu aos que o amam?"

Paulo via estas coisas sob outra luz, que não a daqueles homens a quem Tiago faz a sua reclamação. "Pela cruz", diz ele, "estou crucificado para o mundo". A cruz em que Jesus morreu veio a ser também a cruz em que o Seu apóstolo morreu. A perda, a rejeição, a vergonha, pertencem tanto a Cristo como a todos os que real e verdadeiramente são de Cristo. A cruz que os salva também os mata, e qualquer coisa abaixo disso é uma pseudo fé, não uma fé verdadeira, de modo nenhum. Mas o que havemos de dizer quando a grande maioria dos nossos líderes conservadores não andam como crucificados, mas como os que aceitam o mundo com o seu próprio valor — rejeitando apenas os seus elementos mais gros¬seiros? Como podemos encarar Aquele que foi crucificado e morto, quando vemos os Seus seguidores aceitos e louvados? Todavia, eles pregam a cruz e protestam em alta voz que são crentes verdadeiros. Haverá, então, duas cruzes? E será que Paulo quis dizer uma coisa e eles outra? Temo que é assim, que existem duas cruzes, a antiga e a nova.

Lembrando-me das minhas próprias imperfeições, quero pensar e falar com amor cristão de todos aqueles que levam sobre si o precioso Nome pelo qual nós cristãos somos chamados. Mas, se enxergo bem, a cruz do evangelismo popular não é a cruz do Novo Testamento. É, ao contrário, um novo e brilhante ornamento do seio de um cristianismo autoconfiante e carnal cujas mãos são, de fato, as mãos de Abel, mas cuja voz é de Caim. A antiga cruz matava os homens; a nova os entretém. A antiga cruz os condenava; a nova os diverte. A antiga cruz destruía a confiança na carne; a nova a estimula. A antiga cruz produzia lágrimas e sangue; a nova produz riso. A carne, sorridente e confiante, prega e canta acerca da cruz; diante dessa cruz ela se inclina e para essa cruz aponta com esmerado e teatral dramatismo — mas nessa cruz a carne não morrerá, e o opróbrio dessa cruz, obstinadamente, se nega a levar sobre si.

Bem sei quantos argumentos lisonjeiros podem ser manipulados em apoio da nova cruz. Não é verdade que a nova cruz ganha conversos e faz muitos seguidores e. assim, leva a vantagem do sucesso numérico? Não devemos ajustar-nos aos tempos que mudam? Não ouvimos o lema, "Novos dias, novos métodos"? E quem, exceto alguém muito velho e muito conservador, insistiria na morte como o meio indicado para a vida? E quem hoje está interessado num melancólico misticismo que sentenciaria sua carne a uma cruz e recomendaria a humildade que apaga o ego, como uma virtude que os cristãos modernos devem praticar realmente? Estes são os argumentos que, ao lado de muitos outros mais verbosos ainda, são apresentados para dar uma aparência de sabedoria à cruz oca e sem sentido do cristianismo popular.

Sem dúvida há muitos cujos olhos estão abertos para a tragédia do nosso tempo, mas, por que ficam eles tão silenciosos quando há tão dolorosa necessidade do seu testemunho? Em nome de Cristo os homens têm esvaziado a cruz de Cristo. "Alarido dos que cantam é o que ouço." Os homens modelaram com buril uma cruz de ouro e diante dela se assentam para comer e beber e se levantam para divertir-se. Em sua cegueira, substituíram a ação do poder de Deus pela obra de suas humanas mãos. Talvez a nossa maior necessidade atual seja a vinda de um profeta que quebre as pedras aos pés do monte e convoque a igreja para o arrependimento ou o juízo.

Diante de todos os que desejam seguir Cristo, o caminho é claro. É o caminho da morte para a vida. Sempre a vida está logo além da morte e acena para o homem que está farto de si mesmo para que venha e conheça a vida mais abundante. Mas para alcançar a nova vida ele deve passar pelo vale da sombra da morte, e eu sei que ao som destas palavras muitos darão as costas e não mais seguirão a Cristo. Para quem iremos, porém? "Tu tens as palavras da vida eterna."

"Pode ser que haja alguns seguidores bem intencionados que voltem atrás porque não aceitam a morbidez que parece associar-se à idéia da cruz. São amantes do sol e acham duro demais pensar em viver somente nas sombras. Não querem habitar com a morte nem viver sempre numa atmosfera de morte. E o instinto deles não falha. A igreja tem exagerado muitíssimo nas cenas dos leitos de morte, nos cemitérios paroquiais e nos funerais. O cheiro bolorento das igrejas, o lento e solene passo do ministro, o sopitado silêncio dos adoradores e o fato de que muitos entram num templo somente para prestar sua última homenagem aos mortos, tudo fortalece a noção de que a religião é algo que deve ser temido e que, como uma operação grave, deve ser suportado só porque fomos apanhados numa crise e não ousamos evitá-lo. Nada disso é a religião da cruz; é, ao contrário, uma paródia dela. O cristianismo de cemitério paroquial, conquanto nem remotamente relacionado com a doutrina da cruz, talvez possa ser culpado do aparecimento da nova e alegre cruz de hoje em dia. Os homens anelam a vida, mas quando se lhes diz que a vida vem pela cruz, não podem entender como pode ser isso, pois aprenderam a associar com a cruz imagens típicas como placas memoriais, naves com pouca iluminação, e hera. Assim, re¬jeitam a verdadeira mensagem da cruz e com essa mensagem rejei¬tam a única esperança de vida conhecida dos filhos dos homens.

A verdade é que Deus nunca planejou que os Seus filhos vivessem para sempre estendidos numa cruz. Cristo mesmo suportou a Sua cruz durante apenas seis horas. Quando a cruz acabou de realizar a sua obra, a vida entrou e dominou. "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome." A Sua jubilosa ressurreição veio logo em seguida à Sua triste crucifixão. Mas o primeiro tinha que vir antes do segundo. A vida que pára aquém da cruz é apenas algo fugidio e condenado, destinado a perder-se a ponto de não poder recuperar-se. A vida que vai até à cruz e ali se perde para então ressurgir com Cristo é um tesouro divino e imperecível. Sobre ela a morte não mais tem domínio. Todo aquele que se recusa a levar sua antiga vida à cruz está apenas tentando enganar a morte e, não importa quão ardua¬mente lute contra ela, não obstante está fadado a perder sua vida afinal. O homem que toma a sua cruz e segue a Cristo, logo verá que a sua direção é para longe do sepulcro. A morte está por trás dele, e uma jubilosa e crescente vida está adiante. Os seus dias serão assinalados daí por diante, não pela obscuridade eclesiástica, pelo cemitério de igreja, pela entonação afetada, pela vestimenta negra (coisas que não passam de mortalhas de uma igreja morta), mas pela "alegria indizível e cheia de glória".

A fé real sempre deve significar mais que aceitação passiva. Atreve-se a significar nada menos que a sujeição da nossa condenada vida adâmica a um misericordioso fim na cruz. Isto é, recebemos a justa sentença de Deus contra a nossa carne má e admitimos o Seu direito de dar fim à sua carreira insossa. Consideramo-nos como crucificados com Cristo e como ressuscitados para uma novidade de vida. Onde houver tal fé, Deus sempre agirá de acordo com o que esperamos. Aí começa a divina conquista das nossas vidas. Deus realiza isto por meio de uma efetiva captura, uma invasão das nossas naturezas, contundente mas impulsionada pelo amor. Quando Ele domina a nossa resistência, prende-nos com cordas de amor e nos atrai a Si. Ali, "desvanecidos com a Sua amabilidade", jazemos vencidos e damos graças e mais graças a Deus pela bendita conquista. Ali, com a sanidade moral restabelecida, levantamos os olhos e bendizemos o Deus Altíssimo. Então partimos, pela fé, para cativar aquilo para que fomos primeiro cativados por Deus.
"Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas cousas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos peque¬ninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado."

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