Tradutor

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

24 de set. de 2010

A IGREJA DE CRISTO AVANÇA CONTRA AS PORTAS DO INFERNO

 


Está escrito Mateus 16: 18    Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
   A igreja tem que ATACAR as portas do Inferno e não ficar esperando satanás atacar a porta da igreja. Jesus Cristo veio para desfazer as obras do diabo. Resistir ao diabo e ele fugirá de vós.                              
  As 
falsas igrejas (religiões) estão fazendo o jogo de satanás: não me incomoda que eu não te incomodo. Os falsos profetas estão fazendo acordo com as trevas para “ajudarem a pregar o evangelho”.
  Eu sei que nunca vi ninguém expulsar demônios em nome de GADU, baal, sol, lua, nome de padre, nome de pastor, maitréia, nossa senhora, são Sebastião, padre Cícero, são Jorge, etc. O único nome de poder e autoridade é Jesus Cristo. Estes falsos pastores = falsos profetas = maçons = cavaleiros templários, tem o GADU como seu deus, mas na hora de expulsar demônios usam o nome de Jesus Cristo. 
Dá pra entender? É por isso que a sentença deles.
  Está escrita - em Mateus 7:21-23  “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas?  (em teu nome não pedimos muito dinheiro?) E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”
  Recentemente em novembro de 2005, um motorista de táxi, o Sr Jansen e sua esposa participavam de um destes meus estudos de seitas e heresias em Vila Cosmo no Rio de Janeiro, que duram em torno de 12 horas. Ele ouviu o meu testemunho e pediu a palavra para narrar um fato importante.
  Disse ele, que no centro do Rio de Janeiro, uma senhora fez sinal para parar o táxi. Ela estava acompanhada de sua filha. Durante a viagem elas pediram para conduzi-las a uma grande igreja batista do Rio de Janeiro. Ele percebeu que a moça estava endemoniada e sugeriu que fossem para uma outra igreja mais próxima e que era muito boa. A endemoniada prontamente retrucou com violência: eu quero ir para a aquela grande igreja Batista (tem vários maçons e nunca permitiu estudos contra a maçonaria). Ele tentou argumentar, mas a endemoniada o ameaçou: se você não me levar pra igreja que eu quero eu vou matar essa tua filha e, apontou para o painel do táxi onde existia uma foto da filha do motorista. O jeito foi levá-la ao destino preferido de satanás. Dias mais tarde, ele encontrou a mãe no centro do Rio de Janeiro e fez a pergunta que você esta pensando: Ela foi liberta? NÃO. Tive que levá-la naquela igrejinha dos crentes.
  Satanás tem freqüentado estas igrejas “evangélicas” e se sentido muito bem, pois os “pastores” e alguns diáconos não o incomodam, pois não deixam fazer qualquer estudo sobre maçonaria, o que o revelaria.
  O que Deus me revelou na minha angústia, quando eu procurava respostas para ESTE TIPO DE IGREJA, hoje eu falo com o maior amor e carinho para o mundo inteiro, com esperança, fé, certeza e amor. É bem verdade que satanás e os servos dele tentaram me calar, mas o que esta dentro de mim é maior do que o que está no mundo. Estou contribuindo com a felicidade do mundo, da minha pátria, da igreja de Cristo e, principalmente com a sua felicidade. Deus quer que você tenha conhecimentos suficientes para decidir sobre a tua vida material e espiritual, pois desejamos que nesta vida vivas com dignidade e, na eternidade com Deus. Independentemente da tua decisão, estaremos orando por você e usando as nossas principais armas: o amor e o poder de Jesus Cristo, o que pode parecer loucura aos olhos dos ignorantes quanto às coisas que não são deste mundo. Assim como o grande profeta Elias disse, eu te pergunto:
  Está escrito - I Reis 18: 21 “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o.” (de preferência na sua loja)
  Está escrito – Hebreus 10:30-31  “Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.”
  NÃO CONTRIBUA COM O REINO DO ANTICRISTO. ENTREGUE OS TEUS DÍZIMOS E OFERTAS SOMENTE A PASTORES DE JESUS CRISTO. MAIS DO QUE ISTO: ENTREGUE OS CUIDADOS DE SUA VIDA AOS PASTORES DE JESUS CRISTO E MOSTRE AOS FALSOS PROFETAS QUE VOCÊ NÃO É BOBO, É UM ESCOLHIDO DE DEUS.  DEUS PERDOA O TEMPO DA IGNORÂNCIA. VOCÊ JÁ CONHECE A VERDADE.
  Está escrito: Atos 5:32  “E nós somos TESTEMUNHAS ACERCA DESTAS PALAVRAS, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem”
  Parabéns À IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE, que ha cerca de um século tomou a decisão em favor de Cristo como fez recentemente a outra parte da  IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL que em julho de 2005 na sua convenção nacional NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, NA CIDADE DE ARACRUZ, votaram que não aceitam tudo isto que você acabou de ler e ver: não aceitam nem membro nem pastor maçom, estes templários, satanistas que querem difamar Jesus Cristo com as mentiras ridículas sem qualquer fundamento. Os líderes, pastores e fieis mostraram que além de amor a Deus, às suas ovelhas, à pátria e a humanidade, têm respeito ao ser humano. Têm coragem para defender o nome de Cristo, mesmo que não tenham canais de televisão à sua disposição. Os presbiterianos têm coisa melhor: amor, consciência, maturidade, firmeza, dignidade, patriotismo e, sobretudo vergonha. Têm a certeza que não participam da morte das 35 mil crianças que morrem de fome por dia no planeta terra nem concordam com aquelas que são sacrificadas à baal, baalins, ou seja, a satanás. Não concordam com as guerras programadas nas câmeras secretas. Têm a certeza que nosso Deus é dono do ouro e da prata e não se submete às migalhas de satanás. São igrejas verdadeiras e não franquias de satanás em nome de Jesus Cristo. Os presbiterianos têm hoje o exercício da autoridade da palavra de Deus: satanás anda embaixo dos pés dos crentes e não na cabeça da igreja. Eles têm coisa ainda melhor: TÊM A SALVAÇÃO EM CRISTO JESUS.  (www.ipb.org.br).
  Está escrito - Apocalipse 14: 12 "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus".

John Owen - Acerte o pecado em cheio!





John Owen escreveu: "Aquele, que foi designado para matar um inimigo, se deixar um sobrevivente, o trabalho ficará incompleto". É necessário que sempre cumpramos a tarefa de mortificar o pecado. Podemos matar uma tribo inteira de amalequitas, mas se deliberadamente permitimos que um Agague escape, Deus não se agradará do nosso esforço.

A carne é muito sutil e enganosa, como bem sabemos. Um pecado específico nos deixa em paz por um tempo para fazer-nos pensar que nos livramos dele. Mas ele pode voltar com uma fúria infernal se não estivermos vigiando. O pecado está perpetuamente à espreita para nos atacar; continuamente devemos mortificá-lo. Esse é um dever do qual não descansaremos até descansarmos na glória.

Dê-lhe a mão, e ele vai querer o braço. Se ele ganhar espaço em nossa vida, suas raízes irão adiante e crescerão como uma árvore frondosa. Ele nos usará, abusará de nós e nos punirá com tantas desgraças quanto possível. Owen escreveu:

Cada pensamento ou olhar impuro seria um adultério, se pudesse. Todo desejo cobiçoso seria uma opressão. Todo pensamento de descrença, ateísmo. Eles se encaminham para seu ápice por etapas, aplainando o terreno onde se instalaram pelo entorpecimento... A esta altura nada poderia impedir isso, a não ser a mortificação, que seca a raiz e acerta a cabeça do pecado em qualquer momento, de modo que, qualquer que seja o alvo proposto, é aniquilado. Se o homem mais santo que há no mundo parasse de cuidar de seus deveres, cairia em tantos pecados amaldiçoados como sempre caiu qualquer um da sua espécie.

Adiante, ele acrescentou: "O próprio pecado se coloca contra qualquer ato de santidade e contra qualquer etapa que alcancemos. Que esse homem não pense que progride em santidade enquanto não esmagar sua concupis-cencia . '

Não somos ignorantes quanto aos desígnios de Satanás, declara o apóstolo (2Co 2.11). Nem deveríamos ser ingênuos quanto às sutilezas da nossa carne. Quando Agague aparece alegremente dizendo: "Certamente, já se foi a amargura da morte" (1 Sm 15.32); quando quer ser amigo e declarar fim às hostilidades — é nessa hora é que devemos ser mais imperativos ainda, e atacá-lo, e despedaçá-lo cruelmente diante do Senhor. O pecado não é mortificado quando é simplesmente encoberto, interior, trocado por outro ou reprimido. Ele não é mortificado até que a consciência se tranqüilize.

O pecado não é mortificado quando é meramente encoberto. Você pode ocultar o pecado da vista dos outros, mas isso não é o mesmo que mortificação. Se o pecado foi simplesmente embrulhado com hipocrisia, que vantagem há nisso? Se a consciência somente encobriu erros, estamos num estado muito mais perigoso que antes. "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Pv 28.13). Em relação ao pecado, você não fará a tarefa completa enquanto não o confessar e o deixar.

O pecado não é mortificado quando é somente interior. Se você deixa a prática aparente de algum pecado e ainda continua a ruminar seus prazeres, cuidado. Você pode ter removido seu pecado para a privacidade da sua imaginação, onde ele se torna conhecido apenas de Deus e você. Porém o pecado não foi mortificado. Jesus censurou os fariseus exatamente por isso. Eles odiavam o assassinato mas toleravam o ódio. Abstinham-se da fornicação, mas perdiam-se em pensamentos sensuais. Jesus declarou que eram merecedores do inferno (Mt 5.22-28).

O pecado não é mortificado quando é trocado por outro. Qual é a vantagem em trocar a concupiscência da carne pela concupiscência dos olhos? A concupiscência não foi mortificada, apenas mudou de forma. O puritano Thomas Fuller disse: "Alguns pensam que se tornaram mais piedo¬sos porque trocaram a abundância e o prazer pela avareza". Se você ceder a essa tática, seu coração corre o perigo de ser endurecido pelo engano do pecado (Hb 3.13).

O pecado não é mortificado até que a consciência seja tranqüilizada.

O alvo é: "o amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia" (lTm 1.5). Enquanto a consciência permanecer suja, ela afetará nosso testemunho. "Santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo" (IPe 3.15, 16; ênfase acrescentada).

Parte do processo da mortificação atua na questão da nossa culpa. Aqueles que tentam fugir da culpa não confessam adequadamente o seu pecado; portanto, não podem ser limpos e totalmente perdoados.

Para quem quer mortificar o pecado, John Owen escreveu: "Encha a consciência da culpa do pecado". Ao contrário da sabedoria popular de nossos dias, ele acreditava que a angústia da culpa era uma conseqüência natural e saudável do mau procedimento. "Envergonhe-se", ele escreveu,12 porque ele via a vergonha como uma vantagem na mortificação do pecado. Ele corretamente entendeu o que Paulo queria dizer em 2 Coríntios 7.10: "A tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar".

Aqueles que dão liberdade à culpa, reivindicam a promessa de perdão, rapidamente se tranqüilizam, e então, não pensam mais que seus maus procedimentos estão sujeitos aos enganos do pecado que endurecem o coração — especialmente quando o pecado ameaça se tornar um hábito. Deixe a tristeza fazer o trabalho completo em seu coração para produzir um arrependimento profundo e honesto, e aqueles pecados serão completa-mente enfraquecidos.

O pecado não é mortificado quando é meramente reprimido.

Algumas pessoas usam as diversões para evitar de tratar o seu pecado.Tentam mergulhar sua consciência no álcool ou abafar sua culpa com entretenimento e outras distrações. Quando a tentação surge, eles não dão uma resposta bíblica, como fez Jesus (Mt 4.4,7,10). Em vez disso, buscam uma saída carnal. Martyn Lloyd disse o seguinte sobre essa tendência:

Se tão-somente você reprime uma tentação ou o primeiro impulso de pecado no seu interior, provavelmente ele irá surgir com mais força • ainda. Nesse aspecto eu concordo com a psicologia moderna. A repres¬são é sempre ruim. "Bem, o que você faz?", alguém pergunta. Eu respondo: "Quando sentir o primeiro impulso do pecado, repreenda-se e diga: "É claro que eu não tenho absolutamente nada que ver com isso". Desmascare a coisa e diga: "Isso é demoníaco e mesquinho, foi o que tirou o primeiro homem do paraíso". Expulse-o, olhe para ele, denuncie-o, odeie-o pelo que ele é; então na verdade você tratou dele. Você não deve, simplesmente empurrá-lo para baixo com espírito de medo, de uma maneira tímida. Coloque-o em cena, exponha-o, analise-o; e então o denuncie pelo que ele é até odiá-lo.

Esse é um bom conselho. Deveríamos trabalhar com nosso pecado corajosamente, acertando-o em cheio. Subjugá-lo um pouquinho não é suficiente. Precisamos exterminá-lo, despedaçá-lo — busque os meios da graça e do poder do Espírito para extirpar a vida venenosa dele.

Essa é uma tarefa para toda a vida, na qual nosso progresso será sempre apenas gradual. Isso faz com que a luta pareça desanimadora num primeiro momento. Mas, logo que nos dispusermos a trabalhar, descobriremos que aquele pecado não será senhor sobre nós, pois estamos debaixo da graça (Rm 6.14). Isso significa que é Deus quem realiza em nós tanto o querer quanto o realizar segundo a sua boa vontade (Fp 2.13). E tendo começado sua boa obra em nós, "há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (1.6).

Eu Te Escolhi - C. H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 10:54/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


Tu és o meu servo, eu te escolhi. - Isaías 41.9

A graça de Deus em nossos corações nos tornou servos dEle. Talvez sejamos servos infiéis e, certamente, somos indignos. Apesar disso, somos servos de Deus, alimentando-nos em sua mesa e obedecendo as suas ordens. Antes, éramos servos do pecado. Aquele, porém, que nos libertou nos tomou como membros de sua família e nos ensinou a obedecer a sua vontade. Não servimos perfeitamente ao nosso Senhor, mas nós o faríamos, se pudéssemos. Quando ouvimos a voz de Deus, dizendo-nos: "Tu és o meu servo", podemos responder juntamente com Davi: "Deveras sou teu servo... quebraste as minhas cadeias" (Salmos 116.16).

O Senhor não nos chama apenas seus servos, mas também seus escolhidos. Nós não O escolhemos primeiro, mas Ele nos escolheu. Os olhos da soberania nos escolheram, e a voz da graça imutável declarou: "Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí" (Jeremias 31.3). Muito antes do tempo iniciar-se e de o espaço ter sido criado, Deus escreveu sobre o seu próprio coração os nomes de seu povo eleito. Ele os escolheu para serem conformados à imagem de seu Filho e os designou como herdeiros de toda a plenitude de seu amor, graça e glória.

Deus entendia que nosso coração era mau; contudo, apesar disso, Ele fez a escolha. Nosso Salvador não nos ama com volubilidade. Ele não se sente encantado por um momento, por causa de algum resplendor de beleza nos olhos da Igreja e, depois, a rejeita por causa de sua infidelidade. Não, o Senhor Jesus a desposou desde a eternidade. Está escrito a respeito de Jeová: "O SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio" (Malaquias 2.16). A escolha eterna é um elo que prende nossa gratidão à fidelidade de Deus, um elo que nenhum de nós pode rejeitar.

No que Consiste o Perison? - John Stott



O amor humano, até o mais elevado, o mais nobre e o melhor, está até certo ponto contaminado pelas impurezas do interesse próprio. Nós, os cristãos, somos especificamente chamados para amar os nossos inimigos (amor no qual não há interesse próprio), e isto torna-se impossível sem a graça sobrenatural de Deus. Se amamos apenas aqueles que nos amam, não somos melhores do que os vigaristas. Se cumprimentamos apenas os nossos irmãos e irmãs, apenas os nossos companheiros cristãos, não somos melhores do que os pagãos; eles também se cumprimentam uns aos outros. A pergunta de Jesus foi: O que vocês estão fazendo mais do que os outros? (v. 47). Esta simples palavra, mais, foi o ponto culminante do que ele estava dizendo. Não basta aos cristãos parecer-se com os não-cristãos; nossa vocação ê para ultrapassá-los em virtude. Nossa justiça tem de exceder (perisseusê . . . pleion) a dos fariseus (v. 20) e o nosso amor deve ultrapassar, ser mais do que (perisson) o dos gentios (v. 47). Bonhoeffer explica bem isso: "O fator especificamente cristão consiste no 'extraordinário, no perisson, no invulgar, não natural . . . É o muito mais, o muito superior. O natural é to auto (a mesma coisa) tanto para gentios como para cristãos; o especificamente cristão começa com o perisson ... O essencialmente cristão consiste no 'extraordinário'."


E o que é o perisson, este "mais" ou "extra" que os cristãos devem exibir? Bonhoeffer responde assim: "É o próprio amor de Jesus Cristo, o amor que sofrendo e obedecendo vai à cruz . . . A essência, o extraordinário do cristianismo é a cruz."  O que ele escrever é verdade. Mas, para sermos mais precisos, a ma¬neira como Jesus o expôs declara que este "super-amor" não é o amor dos homens, mas o amor de Deus que, pela graça comum, concede o sol e a chuva aos ímpios. Portanto, sede vós (o "vós" é enfático, fazendo a distinção entre os cristãos e os não-cristãos) perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste (v. 48). O conceito de que o povo de Deus deve imitar a Deus e não aos homens não é novo. O livro de Levítico repete cerca de cinco vezes este mandamento como um refrão: "Eu sou o Senhor vosso Deus: portanto . . . sereis santos, porque eu sou santo."  Mas, aqui, Cristo nos chama para sermos "perfeitos", não apenas "santos".

Alguns mestres que ensinam a santidade têm erigido sobre este versículo grandes sonhos quanto à possibilidade de se atingir nesta vida um estado de perfeição sem pecado. Mas as palavras de Jesus não podem ser forçadas para significar algo assim sem provocar discordância no Sermão, pois ele já indicou nas bem-aventuranças que a fome e a sede de justiça são uma carac¬terística perpétua dos seus discípulos  e, no capítulo seguinte, ele nos ensina a orar constantemente "perdoa-nos as nossas dívidas".  A fome de justiça e a oração pelo perdão, sendo contínuas, são indicações claras de que Jesus não esperava que seus seguidores se tornassem moralmente perfeitos nesta vida. O contexto mostra que a "perfeição" à qual ele se refere relaciona-se com o amor, esse perfeito amor de Deus que é demonstrado até mesmo àqueles que não o retribuem. Na verdade, os mestres nos dizem que a palavra aramaica que Jesus teria usado significava "tudo-abrangente". O versículo paralelo da narrativa de Lucas sobre o Sermão confirma isso: "Sede misericordiosos, como também ê misericordioso vosso Pai."  Somos chamados para ser perfeitos em amor, isto é, para amar até os nossos ini¬migos com o amor misericordioso e abrangente de Deus.

O chamado que Cristo nos faz é novo, não apenas porque é uma ordem para sermos "perfeitos", mais do que "santos", mas também por causa da descrição que faz do Deus que devemos imitar. No Velho Testamento encontramos sempre: "Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto vós sereis santos, porque eu sou santo." Mas, agora, nos dias do Novo Testamento, não é mais ao único Redentor de Israel que somos chamados a seguir e obedecer; mas ao Pai celeste (vs. 45, 48). E nossa obediência virá dos nossos corações como manifestação de nossa nova natureza; pois somos filhos de Deus, através da fé em Jesus Cristo, e podemos de¬monstrar de quem somos filhos apenas quando exibimos a semelhança familiar, somente quando nos tornamos pacificadores como ele é (v. 9), apenas quando amamos com um amor todo-abrangente como o seu (vs. 45, 48).

As duas últimas antíteses da série revelam uma progressão. A primeira é uma ordem negativa: Não resistais ao perverso; a segunda é positiva: Amai os vossos inimigos e procurai o seu bem. A primeira é um chamado para uma não-retaliação pas¬siva, a segunda para um amor ativo. Ou, nas palavras de Agostinho: "Muitos têm aprendido a oferecer a outra face, mas não sabem como amar a pessoa que os esbofeteou."  Portanto, temos de ir além da paciência, até o serviço; além da recusa de retribuir o mal, até a determinação de vencer o mal com o bem. Alfred Plummer resumiu as alternativas como admirável simplicidade: "Retribuir o bem com o mal ê demoníaco; retribuir o bem com o bem é humano; retribuir o mal com o bem é divino."

Através de toda a sua exposição, Jesus apresenta-nos os modelos alternativos com os quais contrasta a cultura secular à contracultura cristã. Arraigada na cultura não-cristã está a noção de retribuição, a retribuição tanto do mal como do bem. A primeira é óbvia, pois significa vingança. Mas a segunda, às vezes, é sobrelevada. Jesus expressou-a com a frase "fazer o bem aos que vos fazem o bem".  Portanto, a primeira diz: "Você me prejudicou, e eu vou lhe fazer o mesmo", e a segunda: "Você me fez um benefício, e eu lhe farei outro", ou (mais coloquialmente) "amor com amor se paga". Portanto, a retribuição é o método do mundo; a vingança, de um lado, e a recompensa, de outro, devolvendo injúrias e devolvendo favores. Então ficamos quites, nada devendo a ninguém, e acertamos as nossas contas. É o expediente do orgulhoso que não suporta ficar devendo nada a ninguém. É uma tentativa de ordenar a sociedade através de uma justiça dura e imediata que nós nos administramos, de modo que ninguém consegue, de forma alguma, ser melhor do que nós.

Concepções Errôneas quanto a Natureza da Igreja – João Calvino


Com seu dilema, não tão prementemente nos arrocham que nos forcem a confessar, ou que a Igreja esteve por algum tempo semimorta, ou que agora estejamos nós em conflito com a  greja. A Igreja de Cristo certamente tem estado viva, e viva continuará por quanto tempo Cristo reinar à destra do Pai, por cuja mão é ela sustentada, por cuja proteção é guardada, por cujo poder ela retém sua intangibilidade.

Pois ele cumprirá, indubitavelmente, o que uma vez prometera, a saber, que haverá de estar com os seus até a consumação do mundo [Mt 28.20]. No momento não sustentamos contra ela nenhuma luta, uma vez que, em pleno consenso com todo o corpo dos fiéis, cultuamos e adoramos ao Deus único e a Cristo, o Senhor [1Co 8.6], nos moldes em que tem sido sempre adorado por todos os piedosos. Entretanto, eles não se desviam pouco da verdade, quando não reconhecem nenhuma Igreja senão aquela que descortinam pela visão natural e a tentam circunscrever aos limites a que, de modo algum, foi ela confinada.

A controvérsia gira nestes gonzos: primeiro, que eles contendem dizendo que a forma da Igreja é sempre concreta e visível; segundo, que identificam a própria forma com a sé da igreja romana e a ordem de seus prelados. Nós afirmamos, em contrário, não só que a Igreja pode subsistir sem nenhuma expressão visível, nem que ela contém a forma nesse esplendor externo que estultamente admiram, mas, em marca bem diferente, a saber, na pregação pura da Palavra de Deus e na legítima administração dos sacramentos.

Eles se exasperam quando nem sempre podem apontar a Igreja com o dedo. Quão freqüentemente, porém, aconteceu de ela deformar-se ante o povo judeu a tal ponto que não podia ser distinguida por nenhuma aparência? Que forma pensamos haver ela refulgido, quando Elias deplorava por ter ficado sozinho? [1Rs 19.14]. Quanto tempo, desde a vinda de Cristo, ela ficou obscura e sem forma? Quantas vezes, desde essa época, ela foi de tal modo oprimida por guerras, por revoltas, por heresias, que em parte alguma fosse contemplada com esplendor? Se porventura tivessem vivido nesse tempo, teriam crido existir então alguma Igreja? Elias, porém, ouviu que foram conservados sete mil homens que não tinham dobrado os joelhos diante de Baal [1Rs 19.18]. Tampouco nos deve pairar alguma dúvida de que Cristo sempre reinou na terra, desde que subiu ao céu. Com efeito, se então os piedosos houvessem requerido alguma forma perceptível aos olhos, porventura não teriam prontamente cedido ao desânimo?
Aliás, já em seu século, Hilário havia considerado ser um mal superlativo que, tomados de estulta admiração pela dignidade episcopal, não se apercebiam que se ocultava por debaixo dessa máscara mortífera e sinistra, porque assim fala contra Auxêncio: “De uma coisa vos advirto: Guardai-vos do Anticristo! Pois é mal que de vós se haja apoderado o amor às paredes, mal que venerais a Igreja de Deus em tetos e edifícios, mal que sob essas coisas introduzis o nome de paz. Porventura é passível de dúvida que nestes o Anticristo haverá de assentar-se? A mim mais seguros são as montanhas, as florestas, os lagos, os cárceres e as furnas. Pois nestes, profetiza o Profeta, ou habitam, ou são lançados.”

Entretanto, o que hoje o mundo venera em seus bispos cornudos, senão que presume serem santos prelados da religião aqueles a quem vê presidirem às cidades de maior renome? Fora, portanto, com tão estulta admiração! Antes, pelo contrário, uma vez que só ele sabe quem são os seus [2Tm 2.19], permitamos ao Senhor isto: às vezes ele até mesmo priva a visão dos homens da percepção exterior de sua Igreja. Confesso que isso é o que merece a impiedade dos homens; por que porfiamos nós em opornos à justa vingança de Deus? Em moldes como esses, o Senhor puniu em tempos idos a ingratidão dos homens. Ora, visto que não quiseram obedecer-lhe à verdade, e sua luz extinguiram, quis ele que, tornando-se cegos em seu entendimento, não só fossem enganados por falsidades absurdas, mas ainda imersos em trevas profundas, de tal sorte que não se evidenciasse nenhuma expressão exterior da verdadeira Igreja.

Contudo, em todo o tempo em que ela foi extinta, ele preservou os seus, ainda que não só dispersos, mas até mesmo submersos em meio aos erros e às trevas. Nem é de admirar, pois, que soube preservá-los tanto na própria confusão de Babilônia, quanto na chama da fornalha ardente. Entretanto, o fato de quererem julgar a forma da Igreja em função de não sei que vã pompa, o quanto isso é perigoso, e para que a exposição não se prolongue desmedidamente, o indicarei em poucas palavras, em vez de tecer-lhe longa consideração.

O pontífice, insistem, que ocupa a sé apostólica, e quantos foram por ele ungidos e consagrados sacerdotes, uma vez que sejam assinalados por suas mitras e báculos, representam a Igreja e devem ser tidos como a Igreja. Por isso eles não podem errar. Por quê? Porque são pastores da Igreja e consagrados ao Senhor. E porventura Arão e os demais guias de Israel não eram pastores? Contudo Arão e seus filhos, já investidos sacerdotes, no entanto erraram quando forjaram o bezerro [Ex 32.4]. Segundo este raciocínio, por que não teriam representado a Igreja aqueles quatrocentos profetas que mentiam a Acabe? [1Rs 22.11, 12]. A Igreja, porém, estava do lado de Micaías, por certo um homem sozinho e desprezível, de cuja boca, entretanto, procedia a verdade.

Porventura os profetas não levavam diante de si não só o nome, como também a forma da Igreja, quando à uma se insurgiram contra Jeremias e, ameaçadores, se jactavam de que não era possível que a lei perecesse ao sacerdote, o conselho ao sábio, a palavra ao profeta? [Jr 18.18]. Jeremias é enviado sozinho contra toda essa horda de profetas, para que da parte do Senhor denunciasse que acontecerá que a lei perecerá ao sacerdote, o conselho ao sábio, a palavra ao profeta! [Jr 4.9].

Por acaso não refulgia tal esplendor naquela assembléia que os sacerdotes, os escribas e os fariseus reuniram a fim de captar pareceres acerca de como tirariam a vida a Cristo? [Mt 26.3, 4; Jo 11.47-53; 12.10]. Que se vão agora e se apeguem à máscara exterior, e assim se façam cismáticos a Cristo e a todos os profetas de Deus; por outro lado, que façam dos ministros de Satanás órgãos do Espírito Santo! Ora, se estão falando a sério, respondam-me em boa fé: entre que agentes e lugares pensam que a Igreja residia depois que, por decreto do Concílio de Basiléia, Eugênio foi deposto e alijado do pontificado e Amadeu investido em seu lugar?

Ainda que se arrebentem, não podem negar que, no que tange à exterioridade, esse Concílio foi legítimo, além de tudo convocado não apenas por um pontífice, mas por dois. Eugênio foi ali condenado de cisma, rebelião e contumácia, juntamente com todo o bando de cardeais e bispos que haviam com ele maquinado a dissolução do Concílio. Entretanto, mais tarde apoiado no favor dos príncipes, recuperou integralmente o pontificado. Em fumaça se desfez essa eleição de Amadeu, solenemente consumada que fora pela autoridade de um sínodo geral e sacrossanto, exceto que o supracitado Amadeu foi aplacado em virtude de um chapéu cardinalício, como um cão a ladrar se cala quando lhe é tirado naco de carne. Do grêmio desses hereges rebeldes e contumazes procedeu tudo quanto em seguida tem havido de papas, cardeais, bispos, abades, padres.

Neste ponto, impõe-se agarrá-los e imobiliza-los. Pois, a qual das duas facções conferirão o nome de Igreja? Porventura negarão que foi esse um Concílio Geral, de nada carecendo quanto à majestade exterior, já que, em verdade, foi solenemente convocado por duas bulas, consagrado mediante o legado da sé romana a presidi-lo, em todas as coisas devidamente conformado às normas regulamentares, a conservar-se sempre na mesma dignidade até o fim? Declararão Eugênio cismáticos com toda sua coorte, pela qual foram todos consagrados?

Portanto, ou definam a forma da Igreja em outros termos, ou, por mais numerosos que sejam, serão por nós tidos como cismáticos quantos, cônscia e deliberadamente, foram ordenados por hereges.

E se nunca antes se fizesse evidente que a Igreja não se prende a pompas externas, eles próprios podem dizer-nos que disso constitui prova abundante, visto que, sob esse pomposo nome de Igreja, por tanto tempo orgulhosamente se apregoaram ao mundo, quando, entretanto, não passavam de pestes mortíferas à Igreja. Não estou me referindo a seus costumes e àqueles atos hediondos de que empanturra o viver de todos, quando, como os fariseus, dizem que devem ser ouvidos, não imitados [Mt 23.3]. Se devotares um pouco de teu lazer a ler estas nossas ponderações, sem sombra de dúvida reconhecerás que a própria, sim, a própria doutrina, à base da qual argúem que devem ser tidos como sendo a Igreja, não passa de mortífero matadouro de almas, tocha incendiária, ruína e destruição da Igreja.

Quem És Tu, Que Julgas o Servo Alheio?



http://img216.imageshack.us/img216/4309/auctionhammerjh1.jpg


Mateus 7:1-5
"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão".
Primeiro, Jesus não está condenando todo tipo de julgamento; Ele está condenando o julgamento hipócrita (Mt. 7:5).
Que Cristo não está condenando todo tipo de julgamento é evidente pelo contexto. No mesmo sermão Ele avisou sobre os falsos mestres (Mt. 7:15-17) e falsos irmãos (Mt. 7:21-23). É impossível ter cuidado com falsos profetas e falsos mestres sem julgar doutrina e prática comparando-as com a Palavra de Deus.
Que Cristo não está condenando todo tipo de julgamento é também evidente pela comparação de Escritura com Escritura. Em outras passagens somos ordenados a julgar. Devemos julgar segundo a reta justiça (Jo. 7:24). Devemos julgar todas as coisas (I Co. 2:15-16). Devemos julgar o pecado na igreja (I Co. 5:3,12), disputas entre irmãos (I Co. 6:5), pregação (I Co. 14:29), aqueles que pregam falsos evangelhos, falsos cristos, e falsos espíritos (II Co. 11:1-4), as obras das trevas (Ef. 5:11), e profetas (I Jo. 4:1).

Romanos 14:4
"Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar".
Esta passagem é freqüentemente abusada por aqueles que participam de movimentos ecumênicos. É dito que este verso nos proíbe de expor pecado e erro e comprometimento. É dito, além disso, que o verso ensina que muitas das verdades da Bíblia são "não-essenciais" ou "não-fundamentais" no sentido de como lidamos com elas.
Um pastor escreveu-me e disse:
"Romanos 14 é provavelmente a passagem mais violentada por aqueles de nós que se intitulam 'fundamentalistas' (observe que eu me incluo). Nós temos ou passado por cima deste capítulo ou dado a ele uma pecaminosa interpretação superficial e dançado ao redor de seus poderosos mandamentos sobre como lidar com diferenças a respeito de doutrinas 'secundárias' dentro da igreja. Por 'secundária' não quero dizer 'sem importância'. Eu preciso estar 'plenamente persuadido' sobre todos os pontos bíblicos controversos, ainda que deva receber bem e não julgar ou menosprezar aqueles que têm opinião diferente sobre alguns deles".
A isto eu dei a seguinte resposta:
"Romanos 14 é uma importante passagem, mas não tem nada a ver com a idéia de que há coisas nas Escrituras de valor secundário no sentido de como devemos lidar com elas. Os dois exemplos claramente dados pelo Apóstolo são comer carnes e guardar dias santos. Não há absolutamente nenhuma exigência recaindo sobre o Cristão do Novo Testamento a este respeito. Deste modo, Romanos 14 está tratando de como devemos lidar com assuntos NÃO ENSINADOS NAS ESCRITURAS. Em assuntos nos quais Deus não tem falado, eu devo dar liberdade. Nos assuntos nos quais Deus tem falado, a única liberdade é a obediência. Você está errando o alvo no entendimento desta passagem".

Tiago 4:11-12
"Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?"
Como Mateus 7:1, Romanos 14:4, e I Coríntios 4:5, Tiago 4:11 é freqüentemente mau usada pela multidão ecumênica para dar suporte à sua falsa doutrina de que Cristãos são proibidos de julgar doutrina e prática. Fazer estes versos ensinarem que Cristãos não podem nunca julgar joga a Bíblia em confusão. Há um julgamento certo e um julgamento errado. Muitos versos nos ordenam que julguemos com julgamento justo (Lucas 12:57, João 7:24, I Co. 2:15). Nós devemos julgar pregação (I Co. 14:29), pecado nas igrejas (I Co. 5:3), disputas nas igrejas (I Co. 6:5), pecado em nossas próprias vidas (I Co. 11:31), falsos mestres (Mt. 7:15, Rm. 16:17), espíritos (I Jo. 4:1), etc.
Quando, então, está Tiago proibindo? O contexto esclarece o assunto.
Primeiro, Tiago está tratando do falar mal (Tg. 4:11). Julgamento apropriado é falar a verdade em amor. A verdade não é má e falar a verdade em amor não é mal. O tipo de julgamento condenado por Tiago é julgar no sentido de rebaixar, transmitir informações oficiosas, e difamar. É julgar com má intenção. Quando alguém julga biblicamente o pecado e o erro, nunca é com o desejo de ferir as pessoas. Os fariseus julgaram Jesus desta forma má (Jo. 7:52). Os falsos mestres na Galácia e em Corinto julgaram Paulo desta mesma forma, tentando rebaixá-lo ante os olhos das igrejas (II Co. 10:10).
Segundo, Tiago está se referindo ao julgamento feito de um modo que é contrário à lei de Deus (Tg. 4:12). Isto se refere a julgar outros pelos padrões humanos e não pelos divinos, colocando desta forma a si mesmo como o legislador. Os fariseus fizeram isto quando julgaram Jesus por suas tradições (Mt. 15:1-3). Por outro lado, quando um crente julga as coisas pela Palavra de Deus, de forma santa e com compaixão, ele não está exercendo seu próprio julgamento; ele está julgando pelo julgamento de Deus. Quando, por exemplo, digo que é errado a uma mulher ser pastor, este não é o meu julgamento, é o de Deus (I Tm. 2:12).

O seguinte artigo foi tirado do livro THINGS HARD TO BE UNDERSTOOD (COISAS DIFÍCEIS DE SEREM ENTENDIDAS), disponível pela Way of Life Literature.
Autor: Pr. David Cloud - Fundamental Baptist Information Service, P.O. Box 610368, Port Huron, MI 48061, 866-295-4143, fbns arroba wayoflife.org.
Fonte: [ Luz para o Caminho ]

Um Evangelho honesto! – M. Lloyd-Jones



(A vida cristã) não é vida que no início seja lindamente ampla e que, à medida em que você prossegue, vá ficando cada vez mais estreita. Não! Já desde o portal, no próprio caminho de entrada a essa vida, há vereda estreita. . . Muitíssimas vezes têm-se a impressão de que ser cristão é, afinal, bem pouco diferente de não ser cristão, de que você não precisa pensar no cristianismo como uma vida estreita, mas como algo atraente, maravilhoso e emocionante, e de que entramos ali formando multidões. Isso não está de acordo com nosso Senhor. O Evangelho de Jesus Cristo é por demais honesto, para ficar dirigindo convites dessa natureza às pessoas. Ele não tenta persuadir-nos de que se trata de algo fácil, sendo que só mais tarde começaremos a descobrir quão difícil é realmente. O Evangelho de Jesus Cristo apresenta-se franca e incondicionalmente como algo que começa com uma entrada estreita, com uma porta estreita. . .

É-nos dito logo no início deste caminho da vida, antes de começarmos a marcha, que se queremos percorrê-lo há certas coisas que terão de ser deixadas de lado, para trás de nós. Não há espaço para elas passarem, porque temos que começar entrando por uma porta estreita e apertada. Gosto de imaginá-la como um torniquete, A porta é bem parecida com um torniquete que admite uma pessoa por vez, e somente uma. E é tão estreita que há certas coisas que você simplesmente não pode levar com você. Desde o começo o caminho é exclusivo, e importa que examinemos o Sermão da Montanha para vermos algumas coisas que é preciso deixar atrás.

A primeira coisa que deixamos para trás é o que se chama de mundanismo. Deixamos atrás a multidão, o modo de viver do mundo. . . O modo cristão de viver não goza de popularidade. . . Você não pode levar a multidão em sua companhia na carreira da vida cristã; esta, inevitavelmente, requer rompimento.

Studies in the Sermon on the Mount, ii, p. 220,1.

O pecado é sacrilégio e suicídio - J. Piper



Segue-se, tarnbérn, que o pecado é a substituição suicida da glória de Deus pelas cisternas rotas das coisas criadas.(J. Edwards)

De acordo com Paulo, "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23). Pecar é "errar o alvo" da glória de Deus. Porém, o termo grego para "errar o alvo" (husterountai)quer dizer "necessitar". A idéia não é que atiramos uma flecha na glória de Deus e essa flecha errou o alvo, mas sim que poderíamos possuir essa glória como tesouro, mas não a temos. Escolhemos outra coisa em seu lugar. Isso confirma Romanos 1.23, ou seja, as pessoas "mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível". Esse é o problema mais profundo do pecado: é uma substituição suicida de algo de valor e beleza infinitos por algo passageiro e inferior. Esse é o grande insulto. 

Nas palavras de Jeremias: "Espantai-vos disto, o céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o Senhor. Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas" (Jr 2.12,13). 

Qual é a essência do mal? É abrir mão da fonte de água viva em troca de cisternas rotas. Deus é menosprezado e nós somos condenados à morte. Os dois são uma coisa só: ao escolhermos a miséria, por mais belamente disfarçada que se mostre, escarnecemos do Deus que dá vida. O propósito é outro: a glória de Deus exaltada em nosso gozo eterno.
 

Marcadores

(I Pedro 5:8) (1) 1 Coríntios (3) 1 Pedro (1) 1Pedro (1) 2 Pedro (2) A (1) A palavra da Cruz é Loucura (3) A Parábola do Rico e Lázaro (1) a Semente e os Solos (1) A Volta de Jesus (4) A. W. Tozer (36) A.W Pink (2) Abandonado (1) Aborto (9) Adoração (18) Agostinho (1) Aids (1) Alegria (22) Aliança (1) Alívio (1) Almas (17) Amarás o Próximo (1) Amargura (1) Amém (3) Amizade (5) Amor (70) Anátema (1) Angústia (2) Animais (1) Anjos (3) Anorexia (1) Ansiedade (5) Anticristo (2) Antidepressivo (1) Antigo Testamento (1) Apocalipse (10) Apostasia (5) Apóstolo Paulo (4) Arca de noé (2) Arrebatamento (3) Arrependimento (22) Arrogância (1) Arthur W. Pink (5) As Igrejas de todos os Tipos e para todos os Gostos (1) Ateísmo (4) Ateus (5) Augustus Nicodemus (2) Autoridade (4) Avareza (1) Aviso (2) Avivamento (10) Batalha Espiritual (7) Batismo (4) Bebida Alcóolica (1) Benção (2) Bíblia (49) Boas Novas (1) Bullying (1) Cálice (2) Calvinismo (2) Campanhas no Facebook (1) Cansado (1) Caráter (4) Carnal (1) Carnaval (2) Carne (11) Carta de Deus e do Inferno (2) Carter Conlon (1) Casamento (32) Castigo (1) Catolicismo.Religiao (1) Céu (14) Chamados ao primeiro amor (5) Charles Haddon Spurgeon (274) Cigarro (1) Circo ou Igreja? (1) Cirurgia Plástica (1) Citações Redes Sociais (2) Clodoaldo Machado (1) Cobiça (1) Comunhão (4) Comunidade no Orkut (1) Conhecendo as Histórias da Bíblia (1) Conhecimento (2) Consciência (2) Consolador (3) Copa do Mundo (1) Coração (31) Coragem (4) Corra (1) Corrompidos (1) Cosmovisão Cristã (1) Crer em Jesus (3) Criação (3) Criança (7) Cristãos (60) Cristianismo (19) Cristo (85) Crucificaram (1) Cruz (29) Culto (2) Cultura (4) Cura (6) David Wilkerson (43) Demônio (4) Dennis Allan (23) Denominações (1) Dependência (2) Depravação Humana (11) Depressão (6) Desanimado e fraco (11) Descanso (1) Desejo (1) Desenhos para Crianças (9) Deserto (1) Desigrejados (1) Desonra (1) Desprezado e Rejeitado (3) Desviado (5) Deus (328) Devoção (1) Diabo (9) Dinheiro (11) Discernimento (1) Discipulado (7) Discípulos Verdadeiros (4) Divórcio (9) Divulgue esse Blog (2) Dízimos e Ofertas (3) Dons Espirituais (1) Dor (6) Dores de Parto (1) Doutrinas (5) Dr J.R (1) Drogas (1) Dúvidas (1) Eclesiastes (1) Ego (1) Enganados (1) Envelhecer com Deus (1) Equilibrio (1) Errando (2) Escolha (2) Escolhidos De Deus (10) Escravo por Amor (2) Esforço (1) Esperança (8) Espíritismo (1) Espirito Santo (27) Espirituais (35) Estudo da Bíblia (257) Estudo Livro de Romanos por John Piper (17) Estudo Livro de Rute por John Piper (5) Eternidade (10) Eu Não Consigo (1) Evangelho (76) Evangelho da Prosperidade (13) Evangelho do Reino (1) Evangelismo (5) Evangelizar pela Internet (7) Evolução (1) Exaltação (1) Êxodo (1) Exortação (3) Ezequiel (1) Falar em Linguas (3) Falsos Profetas(Enganação) (17) Família (16) Fariseus (3) Fé (49) Felicidade (6) Festas do Mundo (1) Festas juninas(São João) (1) Fiél (3) Filmes Bíblicos (43) Finais dos Tempos (11) Força (1) Fruto (8) Futebol (1) Gálatas (1) George Müller (1) George Whitefield (2) Glória (44) Graça (47) Gratidão (3) Guerra (4) Hebreus (1) Heresias (3) Hernandes Lopes (110) Hinos (1) Homem (46) Homossexual (6) Honra (1) Humanismo (1) Humildade (9) Humilhado (8) Idolatria (12) Idoso (1) Ignorância (1) Igreja (79) Ímpios (1) Incentivo (1) Incredulidade (2) Inferno (8) Ingratidão (2) Inimigo (2) Inquisição Católica (1) Intercessão (1) Intercessor (1) Intervenção (9) Intimidade (1) Inutéis (1) Inveja (1) Ira (12) Isaías (1) J. C. Ryle (9) James M. Boice (1) Jejum (4) Jeremias (2) Jesus (88) Jó (1) João (4) João Calvino (145) Jogos VIDEO GAMES (2) John Owen (15) John Pipper (587) John Stott (28) John Wesley (1) Jonathan Edwards (92) José (1) Joseph Murphy (1) Josué Yrion (8) Jovens (15) Julgamento (20) Justiça (2) Lave os pés dos seus irmãos Vá em busca dos perdidos e fale do amor de Deus (1) Leão da Tribo de Judá (1) Legalismo vs. Bem-Aventuranças (1) Leonard Ravenhill (52) Liberdade (10) Língua (5) Livre arbítrio (10) Livros (67) Louvor (4) Lutar (7) Maçonaria e Fé Cristã (1) Mãe (2) Mal (18) Maldições Hereditárias (3) Manifestações Absurdas (2) Marca da Besta (1) Mártires (5) Martyn Lloyd-Jones (173) Masturbação (2) Mateus (2) Maturidade (2) Médico dos Médicos (1) Medo (2) Mefibosete (1) Mensagens (372) Mentira (8) Milagres (2) Ministério (10) Misericórdia (13) Missão portas abertas (21) Missões (27) Missões Cristãos em Defesa do Evangelho (1) Monergismo (1) Morrendo (12) Morte (43) Morte de um ente querido que não era crente (1) Mulher (11) Mulheres pastoras (2) Mundanismo (3) Mundo (28) Murmuração (3) Músicas (38) Músicas nas Igrejas.Louvor (8) Namoro ou Ficar (12) Natal (4) Noiva de Cristo (2) Nosso Corpo (1) Novo convertido (10) Novo Nascimento (11) O Semeador (1) O Seu Chamado (13) Obediencia (8) Obras (15) Obreiros (2) Observador (2) Oração (67) Orgulho (10) Orgulho Espiritual (1) Orkut (1) Paciência (7) Pai (1) Pais e Filhos (21) Paixão (3) Paixão de Cristo (2) Parábola Filho Pródigo (2) Parábolas (9) participe do nosso grupo e curta nossa página! (1) Páscoa (1) Pastor (18) Paul Washer (216) Paulo Junior (239) Paz (4) Pecado (106) Pecadores (12) Pedofilia (2) Perdão (16) perse (1) Perseguição (13) Pobre (4) Poder (18) Por que tarda o pleno Avivamento? (3) Pornografia (8) Porque Deus permite o sofrimento dos inocentes (2) Porta Estreita (2) Pregação (24) PREGAÇÕES COMPLETAS INTRODUÇÃO ESCOLA DE OBREIROS (1) Profecias (3) Profetas (3) Prostituição (2) Provação (2) Provar o Evangelho Para Aqueles que Não acreditam Na Bíblia (1) Provérbios (1) Púlpito (3) Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (1) R. C. Sproul (29) Realidade (1) Rebelde (1) Redes Sociais (2) Reencarnação (2) Refletindo Sobre Algumas coisas (1) Reforma e Reavivamento (1) Reforma Protestante (3) Refúgio (2) Regeneração (16) Rei (3) Relativismo (1) Religião (7) Renúncia (2) Ressuscitou (5) Revelação (1) Ricardo Gondim (1) Richard Baxter (7) Rico (12) Romanos (20) Roupas (1) Rupert Teixeira (4) Rute (5) Sabedoria (12) Sacrifício (3) Salvação (45) Sangue de Cristo (3) Santa Ceia (2) Santidade (34) Satanás (15) Secularismo (1) Segurança Completa (1) Seitas (3) Semente (1) Senhor (10) Sensualidade (2) Sermão da Montanha (2) Servos Especiais (4) Sexo (8) Sinais e Maravilhas (2) Soberba (1) Sofrimento (24) Sola Scriptura (1) Sola Scriptura Solus Christus Sola Gratia Sola Fide Soli Deo Gloria (4) Soldado (1) Sozinho (3) Steven Lawson (12) Submissão (1) Suicídio (2) Televisão um Perigo (8) Temor (4) Tempo (5) Tentação (9) Teologia (2) Teologia da Prosperidade (4) Tesouro que foi achado (4) Tessalonicenses 1 (1) Testemunhos (29) Thomas Watson (17) Tim Conway (38) Timóteo (1) Todo homem pois seja pronto para ouvir tardio para falar tardio para se irar Tiago 1.19 (1) Trabalho (2) Tragédia Realengo Rio de Janeiro (2) Traição (4) Transformados (1) Trevas e Luz (2) Tribulação (10) Trindade (2) Tristeza (5) Trono branco (2) Tsunami no Japão (2) tudo (231) Uma Semente de Amor para Russia (1) Unção (3) Ungir com Óleo (1) Vaidade (3) Vaso (2) Velho (1) Verdade (30) Vergonha (3) Vestimentas (1) Vícios (6) Vida (39) Vincent Cheung (1) Vitória (5) Vontade (1) Votação (1) Yoga (1)

Comentários:

Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

Postagens Populares

Bíblia OnLine - Leitura e Audio

Bíblia OnLine - Leitura e Audio
Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

Feed: Receba Atualizações Via Email

Coloque o seu endereço de email e receba atualizações e conteúdos exclusivos:

Cadastre seu E-mail.Obs.: Lembre-se de clicar no link de confirmação enviado ao seu e-mail.