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22 de set. de 2010

CAP 3 - MICELÂNEA O QUE É O "BATISMO VERDADEIRO"?

 

Leitura - Mat. 3:1-17 
Batismo é aquela ordenança autorizada por Deus, e dada por Cristo às Suas igrejas, pela qual uma igreja verdadeira mergulha em água um candidato qualificado, em obediência ao exemplo e mandamento de Cristo. O batismo é um ato público que simboliza a morte de Cristo pelos pecados dos pecadores, Seu sepultamento, e a Sua vitoriosa ressurreição sobre os pecados e o diabo. A pessoa que é batizada sob a ordenança do batismo, declara publicamente que está confiando somente na morte de Cristo, como o salvador dos seus pecados, e, que está querendo seguir o exemplo de Cristo em completa obediência aqui na terra. Somente o candidato que assim declara a sua fé e recebe tal batismo autorizado, pode tornar-se qualificado para gozar das responsabilidades e privilégios de membro de uma igreja verdadeira qualquer.
 
I. O BATISMO É UMA ORDENANÇA. - A AUTORIDADE DO BATISMO
A. O QUE SIGNIFICA UMA ORDENANÇA?
1. Definida.
a. Ordenança - Regulamento, lei; decreto. - Aurélio (ordenação)
b. Ordenança - cerimônia divina que simbolicamente ensina uma verdade. (Huckabee, D.W.)
2. Usada.
a. Rom 13:2 - palavra grega que significa: arrumar em ordem, institucionalizar. Tradução para o português: ordenação de Deus. 
b. I Ped 2:13 - Em grego que significa: formação original. Port.: ordenação.
c. Lu 1:6; Heb 9:1,10 - Grego: decisão justa; estatuto. Port.: preceitos, ordenação, justificação.
d. Efés 2:15; Col 2:14 - Grego: lei. Port.: ordenação.
e. Col 2:20 - Grego: submeter-se às leis em particular. Port.: ordenação.
f. I Cor 11:2 - Grego: preceito; as leis tradicionais dos Judeus (como são passadas duma geração a outra.) Port.: preceitos.
3. Natureza.
Dever moral e mandamento divino não significam a mesma coisa.

a. Natureza; O dever moral é nos mandado por ser correto (Ex. Lei), O mandamento é correto por ser mandado. (Ex. Ordenança).
b. Existência; O dever moral parte de princípios (algo inquestionavelmente correto), O mandamento parte de preceitos (regra ou norma).
c. Limites; O dever moral é válido para todo mundo (Ex. . a lei de Moisés), O mandamento é válido para pessoas qualificadas (Ex. lei de trânsito).
d. Duração; O dever moral é uma obrigação eterna (nunca será correto matar alguém). O mandamento é temporário (Mat. 28:20, enquanto houver igreja)

4. Conseqüências
''As maiores catástrofes acontecem em conseqüência da desobediência aos mandamentos; as maiores bênçãos vem em conseqüência da obediência aos mandamentos.'' - H.G. Weston

a. Exemplos de desobediência: Adão Gen. 3; Acã Josué 7; Ananías Atos 5
b. Exemplos de obediência: Abraão Gen. 22; Cristo Fil. 2:8 

5. Número.
Os Batistas, desde Cristo, mantiveram a existência de somente duas ordenanças:

a. O Batismo, e
b. A Ceia do Senhor

Existe batistas que incluem a lavagem dos pés ou o uso do véu, pelas mulheres, como se estas coisas fossem ordenanças, porém são poucos os versículos que se referem a estas práticas e o exemplo deixado pelas igrejas neo-testamentárias não indica que devem ser incluídas como ordenanças.
6. Origem.
As ordenanças não foram desenvolvidas com o passar dos anos, nem foram inventadas pelos apóstolos, mas foram dadas pelo Fundador da igreja, Jesus Cristo.
B. O QUE NÃO É UMA ORDENANÇA.
Uma ordenança não é:
1. Fonte de vida. As obras não fornecem vida. A vida vem de uma pessoa. João 10:25-30; A salvação vem primeiramente, depois, as ordenanças. Mar 16:16; Atos 2:41; 8:36,37. Veja o ladrão na cruz: Luc 23:43, "...hoje estarás comigo..."
2. Uma cerimônia cristã. Ela foi dada às suas igrejas. Mat. 28:18,19, "falou-lhes..." 
Uma opção pessoal. É uma ordem, um decreto ou lei. Mat. 28:18,19; Mar l6:15,16; Heb 10:23-25. 

C. AUTORIZADA POR DEUS
1. João Batista foi autorizado por Deus. João 1:6, "Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.." João l:33, "...o que me mandou a batizar..." (Mat. 21:25, "era do céu ou do homem?" Mar 11:30; Luc 20:4)
2. João Batista batizou os discípulos, Atos l:22; 18:25
3. João Batista batizou a Cristo. Mat. 3:13-17 para "...cumprir toda a justiça...."
D. DADO POR CRISTO
1. João apontou Cristo como sendo maior do que ele. João 3:22-32

a."...Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?" Mat. 3:14
b."...um varão que foi antes de mim; porque já era primeiro do que eu." João 1:30
c."...vim eu, por isso, batizando com água.." João 1:31 "...Esse e o que batiza com o Espírito Santo." João 1:33. (Veja Atos 19:2-6).
d."...Eu não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dEle." João 3:28
e."Aquele que tem a esposa é o esposo;...o amigo do esposo, que lhe assiste e ouve,...", João 3:29. Cristo - o esposo; João - o amigo do esposo.
f. "É necessário que ele cresça e que eu diminua.." João 3:30.
g. "Aquele que vem de cima é sobre todos: aquele que vem da terra é da terra e fala da terra..." João 3:31
h. "João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir,...Jesus Cristo." "E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus." Atos 19:4,5.

Após Cristo ter começado o seu ministério, o batismo em nome de João deixou de ter validade. Apolo ainda batizou com o batismo de João e não o de Cristo. Por isso, aqueles homem foram re-batizados por Paulo mesmo havendo sido batizados por Apolo; para que tivessem o batismo verdadeiro.
2. Cristo autorizou os discípulos.
Mar 3:13-19; João 4:1,2, "...mas, os seus discípulos."
3. Cristo autorizou a sua igreja.
Mat. 28:19; João 20:21.
A palavra 'poder' de Mat. 28:18 em grego significa capacidade, superioridade, sinal de controle, ou influência delegada. (Strongs, #1849) Veja os exemplos - Mar 2:10; 3:15;6; Atos 5:4.

'poder' de Mat. 28:18 é traduzido:
a) 'direito', em I Cor 9:6 e Apoc 22:14.
b) 'jurisdição', em Luc 23:7.
c) 'autoridade', em Mar 11:28-33

Depois de Cristo ter começado o Seu ministério, o batismo a não ser o de Cristo e da sua maneira, não era o batismo verdadeiro. Atos 19:1-7 (Os que foram batizados por João tinham o batismo verdadeiro. Se João permanecesse batizando, o seu batismo seria verdadeiro, ou com efeito. Mas, batizar com o batismo de João, significa não batizar em nome de Cristo, depois de Cristo ter começado o Seu ministério, isso seria o mesmo que batizar com um batismo alheio, ou seja, sem efeito ou sem autoridade.)
E. O BATISMO FOI DADO ÀS SUAS IGREJAS
Mat. 28:16-20,''...os onze discípulos....falou-lhes,''"...e eis que estou convosco..."o ajuntamento.
1. A Sua Igreja.
Não é uma atividade cristã, mas eclesiástica... A igreja tem a autorização de Cristo.
Exemplos: Atos 8:16, "... eram batizados em nome do Senhor Jesus." Os novos convertidos na nova igreja em Samaria, foram batizados em nome de Jesus Cristo.

a. Foi começado por Cristo.

Mat.. 16:18, "...a minha igreja." 
Mat.. 28:16-20, "Portanto, ide...batizando-as..."

b. Pode ser conhecida pelas suas ações. 

João 4:24,"...em Espírito e em verdade." 
Mat. 11:l-6 (Isa 29:18; 35:4-6).

c. Pode ser conhecida pelo batismo. 

Atos 19:1-7.

d. Pode ser conhecida pelo seu fundador. 
Mat.. 16:18, "...a minha igreja." E foi durante a Sua vida na terra. Todas as outras igrejas e crenças, filosofias, etc., tem um homem como fundador. Por exemplo:

* Católica - o primeiro Papa, Bonifácio - Roma - no ano 606 
* Luterana - Martinho Lutero - Alemanha - 1520 
* Episcopal - Rei Henrique VIII - Inglaterra - 1534 
* Presbiteriana - João Calvino - Suíça -1536 
* Congregacional - Roberto Browne - Inglaterra - 1580 
* Metodista - João Wesley - Inglaterra - 1739 
* Igreja de Cristo - Alexander Campbell - EUA -1827 
* Mormon - Joseph Smith - EUA - 1830 
* Adventista - William Miller - EUA - 1843 
* Testemunhas de Jeová - Charles Taze Russell - EUA - 1884 
* Pentecostal - A.J. Tomlinson - EUA - 1903 
* Congregação Cristã no Brasil - Luis Francescon - Brasil - 1909 
* Assembléia de Deus - Um grupo de pessoas pentecostais - EUA - 1914 
* Brasil para Cristo - Manuel de Melo - Brasil - 1950 
* Cruzada Nacional(Evan. Quadrangular) - Aimee Semple McPherson - EUA - 1918
Aquela igreja que foi fundada antes de Cristo é cedo demais. 
Aquela igreja que foi fundada depois de Cristo é tarde demais.

e. Pode conhecer pela autoridade.

1. Começou com Cristo em Jerusalém.. Mat. 16:18.
2. As igrejas se espalharam até outras localidades. Atos 8:1-25. (Atos 9:31. Veja as novas localidades.)
3. As novas igrejas batizavam em nome de Jesus Cristo. Atos 8:16; 10:37-48.
4. Das novas igrejas enviaram aqueles que Deus chamou. Estes partiam com autoridade para pregar e administrar as ordenanças. Veja a igreja em Antioquia: Atos 8:4; 11:19-26; 13:1-3.
5. E, assim, foi passado de geração à geração a pratica do batismo.

Obs: Se for observada, hoje, uma igreja expondo as ordenanças de uma maneira diferente daquela que Cristo mandou, ou que os apóstolos praticaram em obediência a Cristo, ou tendo um homem como fundador, pode-se colocar em dúvida se esta é uma igreja verdadeira, e portanto, da autenticidade do seu batismo.
2. O Administrador autorizado.
Ele deve ser escolhido pela igreja, conforme o exemplo bíblico: homens chamados por Deus para o ministério.

Ver a autoridade na seguinte seqüência bíblica: 

a. João 1:6 - Deus escolheu um homem. Esse homem recebeu a autorização para batizar e assim o fez. Mat. 3:6. 
b. Mat. 3:13-17 - Cristo foi batizado por aquele homem. O objetivo era cumprir "...toda a justiça."
c. João 4:1,2 - Jesus autorizou os Seus discípulos. 
d. Mat. 28:19 - Jesus comissionou à igreja verdadeira. Aquela igreja era o 'ajuntamento' dos discípulos. 
e. Atos 13:l-3 - A igreja envia homens chamados por Deus. Esses homens têm autoridade para batizar.

 
II. O BATISMO É UM MERGULHO - A NATUREZA DO BATISMO
A. Requer o modo bíblico
1. Definição do Batismo:

a. Em grego, 'baptizo', traduzida como 'batismo' em português, e é somente usada em conexão com a ordenança do batismo. 

b. A palavra batismo em português origina-se da palavra 'baptizo' que significa em grego fazer molhado por completo. (Strongs, #907) 

c. A palavra 'baptizo', por sua vez, origina-se da palavra grega 'bapto' que significa de cobrir completamente com fluido. - (Strongs, #911) 

d. Há outras palavras gregas que significam 'lavar', 'aspergir', 'molhar', 'derramar', e 'purificar', mas nunca foram usadas em nenhum caso em relação com a ação de batizar ou a doutrina do batismo. 

e. Todos os batismos no Novo Testamento e relacionados pelos historiadores por vários séculos depois do término da Bíblia mostram que a imersão do corpo inteiro era o que Cristo havia ensinado.

2. Exemplos 

a. Na água. 

João 3:23, "...porque havia ali muitas águas." 
Ex. João Batista - Mat. 3:6; Filipe - Atos 8:36-39.

b. Pelo mergulho. 

Veja o significado da palavra 'batismo' 
Mar 1:9, "...Jesus...foi batizado por João no Jordão."
Atos 8:36-39, "...desceram ambos à água...o batizou...saíram da água..."

B. Requer o candidato qualificado
1. O sangue antecede a água. A salvação se da primeiramente.
"Não ensinamos que o batismo é essencial para a salvação, pelo contrário,que a salvação é essencial ao batismo" J. R. Graves, 
O BATISMO ESTRANHO E OS BATISTAS, por W.M. Nevins

2. Ex.: Mat.. 3:8, "Produzi pois frutos dignos de arrependimento."
Mar. 16:16, "Quem crer e for batizado....mas quem não crer" Lu 7:29,30 "tendo sido batizados...justificaram a Deus."
"Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram ... Deus ... não tenho sido batizados por ele." Há os que se julgam e justificam a Deus (os santos); e há os que se justificam e julgam a Deus (os descrentes). C.D. Cole
Atos 2:41, "...foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra;..." 
Gal 3:27, "todos batizados...já vos revestistes de Cristo." 
Atos 8:36-38, Eunuco; Atos 18:8 Coríntios; 19:1,5 Efésios

C. Requer a razão certa.
1. Mostrar a fé.
Mat. 3:8, "... produzi pois frutos ao arrependimento."
Mar 16:16, "Quem crer e for batizado..."
Lu 7:29,30, "justificaram a Deus"
Atos 8:37, "...é lícito, se crês de todo o coração."
I Ped 3:21, aqueles que estavam na arca de Noé eram aqueles que haviam crido, "...da indagação de uma boa consciência para com Deus,..."
2. Obediência às ordenanças.
Norma, lei, requerimento - Mat. 28:18-20
Somos mandados. Devemos obedecer.
3. Seguir o exemplo de Cristo.
Mat. 3:15,16; Fil. 2:8 (João 20:21)
Somos mandados, mas mandados a seguir o exemplo de Cristo.
D. Requer a Autoridade Certa
Veja a autoridade pela seguinte seqüência bíblica:
1. João 1:6 - Deus escolheu um homem. Esse homem tinha autoridade para batizar e assim o fez. Mat. 3:6.
2. Mat. 3:13-17 - Cristo foi batizado por aquele homem. Era para cumprir "...toda a justiça."
3. João 4:1,2 - Jesus autorizou os Seus discípulos.
4. Mat. 28:19 - Jesus comissionou a igreja verdadeira a batizar. Aquela igreja era o 'ajuntamento' dos discípulos.
5. Atos 13:l-3 - A igreja envia homens chamados por Deus. Esses homens têm a autoridade para batizar.
 
III. O BATISMO É SIMBÓLICO - O SIGNIFICADO DO BATISMO
Rom 6:1-11;I Ped 3:18-21
Obs. Ensinar que o batismo é mais do que simbólico foi a primeira heresia surgida sobre o assunto na história da igreja. Esse ensinamento de que o batismo era mais do que apenas simbólico, logo abriu caminho para maiores heresias que davam ao batismo atributos salvadores. Para se compreender claramente que o batismo é apenas simbólico basta olhar para as expressões "como ... assim" (Rom 6:4), "semelhança" (Rom 6:5) e "figura" (I Ped 3:21).
A natureza de um símbolo é representar o verdadeiro. Nunca pode a representação tornar-se o fato que ela simboliza. Trata-se apenas de uma representação. Quando um símbolo torna-se mais algo além de uma representação, deixa de existir o seu valor simbólico. Nesse caso, se o batismo é mais do que simbólico, então ele pode deixar de ser batismo.
Lembre-se que Cristo, Quem o batismo representa, é o único Salvador. Veja esses versículos, entre outros, que atestam o fato: João 3:14-18; 4:14; 5:24; 6:40; Atos 2:21; 10:43; 13:39; 15:9; 16:30,31.
A. Do Salvador - Cristo I Cor 15:3-6; II Cor 5:21
1. Sua obediência. Fil. 2:8
2. Sua morte pelos pecados. Rom 5:8
3. Seu sepultamento. I Cor 15:3-6
4. Sua ressurreição vitoriosa. I Cor 15:20
B. Do Candidato - O Cristão Rom 6:1-11
1. Sua desobediência v.6, "o nosso homem velho", Efés 4:22, "trato passado...velho homem"
2. Sua morte com Cristo pelos pecados v.4, "sepultados com Ele pelo batismo na morte" 
v.6, "foi com Ele crucificado" Col 3:3, "Porque já estais mortos"

3. Sua ressurreição espiritual
v.4, "para que, como Cristo ressuscitou dos mortos...assim...nós também..."
v.5, "também o seremos na da sua ressurreição"
v.8, "também com Ele viveremos"
v.11, "mas vivos para Deus" Gal 2:20, "crucificado...e vivo" Col 3:1, "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo"
4. Sua vida nova obediente na terra. Seu testemunho
v.10, "quanto a viver, vive para Deus."
V.11, "vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor." Gál 2:20, "vivo-a na fé"
Gál 5:24,25, "crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências ... andemos também em Espírito" 
Col 3:1, "buscai as coisas que são de cima"


IV. O BATISMO É UMA RESPONSABILIDADE - AS CONSEQÜÊNCIAS DO BATISMO
A. Responsabilidades de membro
Atos 2:40-42, "perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações."
PARA CADA PRIVILÉGIO HÁ A SUA RESPONSABILIDADE
Perseverar : 
- ser diligente constantemente, ser zeloso. Strongs 
- conservar-se firme e constante, persistir. Aurélio
1. Perseverar na doutrina
Atos 8:4, pregar a Palavra
João 15:2-8, dar fruto (obediência à Palavra)
Efés 5:8, andar na luz (testemunhar diante do mundo)
II Tim 2:1-15, conhecimento particular
Judas 3, "batalhar pela fé"
2. Perseverar na comunhão
Heb 10:24,25, os cultos públicos
João 13:34,35, amar uns aos outros
Efés 4:29, edificar os outros na fé (Rom 14:19; I Cor 14:12)
II Cor 9:8, use o que Deus te deu em toda a boa obra da igreja
3. Perseverar no partir do pão
II Cor 11:17-34 a ordenança da ceia
I Cor 5:9-11 responsabilidade
4. Perseverar nas orações
I Tess 5:17 pela vida particular
Tiago 5:13-15 pelos irmãos da igreja
Tiago 1:26,27 pelos os aflitos
B. Privilégios de membro
Mat. 16:19, "E Eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." 
I Cor 14:40, "faça-se tudo decentemente e com ordem."

Para participar publicamente de um culto ou de uma obra da igreja local é um privilégio para os membros dessa igreja local e não um direito cristão em geral. É um direito para qualquer um assistir o culto; é um privilégio para os membros participarem do andamento da igreja.
1. A Possessão das Chaves "Chaves", indica poder e autoridade (Apoc 1:8;3:7) 
A Igreja tem as chaves e assim o privilégio de fazer "todas as coisas que Eu [Cristo] vos [igreja] tenho mandado;". Esse é um privilégio, mas também uma responsabilidade. Mat. 16:18,19; 28:18-20

2. O Privilégio das Chaves - Exercendo os privilégios "e agregaram-se"- Atos 2:41. Através do batismo o candidato torna-se participante da igreja com plena liberdade para exercer todos os seus privilégios. Os que "agregaram-se" também "perseveravam" na igreja.

a. cultos - João 20:19; Atos 1:4; 2:1;14:27; I Cor 14:26-40
b. consagração - Atos 1:26; 6:6; 13:1-4
c. oração - Atos 1:24; 12:12; 13:3 · votação - Atos 1:26; 15:22
d. reunião de negócios - Atos 1:15-26; 15; I Cor 16:3
e. pregação - Atos 2:14-36; 5:42-44
f. ordenanças - Mat. 28:19,20; I Cor 11:17-34
g. ofertas - Atos 4:34; 5:2; Rom 15:26,27; I Cor 16:1,2
h. canção - Mat. 26:30; Efés 5:19; Col 3:16; Heb 2:12; Tiago 5:13
i. evangelismo - Atos 8:4; 13:3 · leitura - Col 4:16
j. ensinamento - Mat. 28:20; I Cor 4:17; 14:3,5

Para fazer tudo decente e ordenadamente, e, para manter o corpo como Cristo estabeleceu convém que aqueles que tomam parte do privilégio dos cultos públicos sejam da mesma fé e ordem, ou seja, ou somente os membros do ajuntamento local ou os membros que tendo provas vêm de uma igreja da mesma fé e ordem.
A igreja pode exercitar a sua autoridade estendendo um convite a alguém de uma outra igreja para participar dos seus cultos ou das suas obras desde que ela esteja dentro do espírito do Novo Testamento e do exemplo que tem sido visto nos apóstolos.
Temos liberdade para fazer o que a Bíblia nos manda e o que nos dá como exemplo. 
Além disso, seria presumir a nossa liberdade.

3. Usando as Chaves - Disciplina na Igreja
"Quando o apóstolo recebe autoridade para ligar ou desligar algo, isso significa que ele pode executar a disciplina da igreja para com alguém, e assim reter a sua culpa (João 20:23) ... Essa autoridade mantém a sua realidade na igreja somente enquanto a função eclesiástica permanece em caracter apostólico, na sua identidade com o Espírito de Cristo ... Na atualidade é Cristo, pelo Seu Espírito, Quem recebe alguém na comunhão verdadeira ou executa a disciplina real. Apoc 3:7" - J. P. Lange, A Vida do Senhor Jesus Cristo (The Life of the Lord Jesus Christ). Vol II, 314-315 citado por D.W. Huckabee.
Ou seja, ele, na qualidade de pastor, em espírito Cristão, guiado pelo Espírito de Deus, transmite a vontade da igreja à pessoa disciplinada. Não um membro qualquer executando a sua vontade sobre um outro membro qualquer. Mas, tudo deve ser guiado pelo exemplo e espírito da Bíblia, com a devida autoridade que Deus concedeu à igreja.

a. Ligando na terra

Ex.: Atos 2:41 - Aceito como membro; 9:19 - Paulo, "com os discípulos" em Damasco 9:27,28 - Paulo, "entrando e saindo com eles" em Jerusalém 10:47 - "pode alguém porventura recusar a água?"

b. Desligando na terra

Mat. 18:15-20 - Disciplina na igreja entre os membros
Ex.: I Cor 5:1-13, v.12, "Não julgais vós os que estão dentro?"
I Cor 11:31,32, "se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados."
O propósito de desligar alguém da comunhão para com a igreja é manter a pureza do ajuntamento. Não somos contra união, mas somos contra a união que pode destruir a pureza do corpo pela qual Cristo entregou a si mesmo. Efés 5:25-27.
Bibliografia

COLE, C. D. A Auto - Exanimação ou O Descobrimento dos Traços da Família. In: Batista Pioneiro (The Pioneer Baptist).Vol. 20. Lexington, KY, EUA, Bryan Station Baptist Church, Maio, 1989. 

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 1a ed. (4a impresso). Rio de Janeiro, Brasil, Editora Nova Fronteira S.A., 1975. 

HUCKABEE, Davis W. A Constituição da Igreja (The Constitution of the Church). Little Rock, AR, EUA, The Challenge Press, 1973. 

HUCKABEE, Davis W. As Ordenanças da Igreja (The Ordinances of the Church). Little Rock, AR, EUA, The Challenge Press, 1977. 

KITTLE, Edward. Conheça a Nossa Igreja. Folheto, 1992. 

NEVINS, W.M. O Batismo Estranho e os Batistas. Little Rock, AR, EUA, Challenge Press, 1981. 

STRONG, James LL.D, S.T.D. Concordância Bíblica Exaustiva de Strongs (Exhaustive Concordance of the Bible). Nashville, EUA, Abingdon, 1981.

Autor: Pastor Calvin Gardner

Por trás da Reforma Protestante

 

A Reforma Protestante começou em 1517, quando Martinho Lutero divulgou suas 95 Teses em Wittenberg, Alemanha. O que levou ao movimento é mais complexo. O movimento foi condicionado pelos fatores políticos, sociais, econômicos, morais e intelectuais. Mas, acima de tudo, foi um movimento religioso liderado por homens interessados em uma reforma verdadeira do cristianismo.
O declínio do poder papal
O surgimento de monarquias nacionais nos séculos XIII a XV veio às custas do poder do papado. Este fato é ilustrado pela luta do Papa Bonifácio VIII com o rei da França, que resultou na humilhação e morte precoce do papa em 1303. O papado subseqüentemente estava localizado em Avinhão, França durante um período de aproximadamente 75 anos, conhecido na história como o Papado de Avinhão ou o Cativeiro Babilônico da igreja (1303-1377). Durante aquele tempo o papa foi dominado pela monarquia francesa. Esforços de restaurar o papado para Roma apenas provocaram, inicialmente, uma divisão, conhecida como o Grande Cisma. Papas rivais alegaram legitimidade até a situação finalmente se resolver em 1417.
Acontecimentos tão escandalosos na alta liderança da Igreja Católica Romana levaram ao aumento de corrupção e à perda de confiança na igreja. Muitos questionaram a autoridade absoluta reivindicada pelo papa. Outros clamavam cada vez mais por uma reforma da igreja nos “líderes e membros”.
Corrupção moral na liderança da igreja
Os anos antes da Reforma Protestante também foram marcados pela corrupção moral e o abuso de posição na igreja Católica Romana. O sacerdócio era culpado de vários abusos de privilégios e responsabilidades, inclusive simonia (usar as próprias riquezas ou influência para comprar uma posição eclesiástica), pluralismo (ocupar vários cargos simultaneamente) e absentismo (a falha em residir na paróquia onde deviam administrar). A prática do celibato que foi imposta pela igreja no sacerdócio muitas vezes era abusada ou ignorada, levando a conduta imoral por parte do clero. Padres ignorantes com mentes mundanas corromperam suas posições pela negligência e abuso de poder.
Durante o século XV, o mundanismo e a corrupção na igreja chegou ao pior. O problema da corrupção chegou até o papado.
Entre aqueles que pediam uma reforma da igreja estava o domiciano Giralamo Savonarola (1452-1498) de Florença, Itália. Este pregador impetuoso falou contra os morais corruptos dos líderes da cidade e dos abusos do papado. O povo foi ganho pela causa de Savonarola em Florença, mas devido a rivalidades religiosas e circunstâncias políticas, o movimento durou pouco. Savonarola foi enforcado e queimado por heresia em 1498.
Primeiros movimentos religiosos da Reforma
Durante o final da Idade Média surgiram vários movimentos que desafiaram algumas das doutrinas básicas da Igreja Católica Romana. Muitos destes movimentos foram oficialmente condenados pela igreja como heresias e foram severamente oprimidos.
Os Albigensianos surgiram no sul da França no final do século XII e início do século XIII. Os Albigensianos (também chamados de Catari) seguiam um dualismo rigoroso semelhante ao antigo gnosticismo. Eles defendiam o Novo Testamento como o único padrão de autoridade — um desafio à autoridade alegada pelo papa. A seita tornou-se o objeto de uma campanha terrível de perseguição quando o Papa Inocêncio III lançou uma cruzada contra eles em 1204.
Um movimento conhecido como os Waldensianos provavelmente foi fundado no século XI por Pedro Waldo. Pregadores viajantes conhecidos como os Homens Pobres de Lyons enfatizaram o estudo e a pregação da Bíblia. Traduziram o Novo Testamento para a língua comum do povo, rejeitaram as doutrinas católicas do sacerdócio e purgatório, e defenderam à volta às Escrituras como a única autoridade na religião.
Na Inglaterra, João Wiclif (1324-1384), um professor bem-conhecido da Oxford, também desafiou a autoridade do papado. Durante o Papado de Avinhão, ele argumentou que todo o domínio legítimo vem de Deus e é caracterizado pela autoridade exercida por Cristo na terra – não de ser servido mas sim, de servir. Durante o Grande Cisma, Wiclif ensinou que a verdadeira igreja de Cristo, em vez de consistir em um papa e hierarquia da igreja, é um corpo invisível dos eleitos. Ele promoveu o estudo das Escrituras sobre a tradição da igreja. E ensinou que as Escrituras devem ser colocadas nas mãos dos eleitos, e na sua própria língua. Assim Wiclif fez uma tradução inglesa em aproximadamente 1384.
No fim, Wiclif foi condenado por heresia, mas sua influência continuou. Seus seguidores, chamados de lolardos espalharam seus ensinamentos como um movimento oculto na Inglaterra. Rejeitaram a doutrina da transubstanciação, a veneração de imagens, o celibato do clero e outras doutrinas católicas como abominações. Foram uma influência importante na Inglaterra na véspera da Reforma Protestante.
Uma outra voz precoce clamando pela reforma foi a de João Hus (1369-1415), um pregador e estudioso boêmio. Influenciado pelos escritos de Wiclif, Hus argumentou que a verdadeira igreja não era a instituição como definida pelo catolicismo, mas o corpo dos eleitos sob a liderança de Cristo. Ele insistiu que a Bíblia é a autoridade final pela qual o papa e qualquer cristão será julgado. Hus foi queimado por heresia em 1415, aproximadamente um século antes da resistência de Lutero em Wittenberg. O movimento Husita continuou a crescer depois da morte do seu líder, preparando o caminho para a Reforma Protestante.
Religião, movimentos místicos e pietistas
No final da Idade Média uma forma de misticismo religioso surgiu na Alemanha. Muitos dos místicos, como Meister Eckhart, enfatizaram temer o divino através da contemplação mística, em vez de através de uma abordagem racional à religião.
Outros, como Gerhard Groote, ensinaram uma abordagem mais prática ao cristianismo. Groote fundou os Irmãos da Vida Comum como um esforço de chamar seguidores a uma devoção e santidade renovadas. Seguiram a devotio moderna, uma vida de devoção disciplinada centralizada em meditar na vida de Cristo e seguir a mesma. A obra de mais influência desta escola de pensamento foi A Imitação de Cristo, escrita por Thomas à Kempis. Quando não se opuseram à igreja católica ou à hierarquia, o movimento criticava a corrupção da igreja. Seu ênfase no relacionamento pessoal com Deus parecia minimizar o papel da função sacramental da igreja. Escolas fundadas pelos Irmãos enfatizavam escolaridade e devoção e tornaram-se centros para a reforma. Muitos dos líderes da Reforma Protestante foram influenciados pelos seus ensinamentos.
O Renascimento
O Renascimento (ou Renascença) foi um movimento que constituiu a transição do mundo medieval para o mundo moderno. Começou no século XIV na Itália como resultado de um interesse renovado na cultura clássica ou humanística da Grécia e Roma. Estudiosos do Renascimento estudaram antigos manuscritos recuperados de um mundo que era decididamente mais secular e individualístico do que religioso e unido. Os artistas do período enfatizaram a beleza da natureza e do homem. A religião no Renascimento tornou-se menos importante conforme os homens voltaram sua atenção ao prazer do aqui e agora.
O Renascimento afetou os papas do período. Muitos dos “Papas do Renascimento”, como Júlio II (1441-1513), eram humanistas mais interessados na cultura clássica e arte do que em assuntos espirituais. Alguns, como Alexandre VI (1431-1503), viveram vidas notoriamente malvadas e escandalosas. Leão X (1475-1521), o filho de Lorenzo de’Medici e papa quando Martinho Lutero afixou as 95 Teses, uma vez disse que Deus lhe deu o papado, então ele ia “aproveitar”.
O Renascimento contribuiu para a Reforma de outras maneiras mais positivas. A invenção da prensa de impressão móvel por Johann Gutenberg, em aproximadamente 1456, forneceu um meio para a divulgação de idéias. Estudiosos do Renascimento ao norte dos Alpes dividiram muitos dos mesmos interesses – uma paixão pelas fontes antigas, uma ênfase no ser humano como indivíduo e uma fé nas capacidades racionais da mente humana. No entanto, esses “cristãos humanistas do norte” estavam menos interessados no passado clássico do que no passado cristão. Eles aplicaram as técnicas e os métodos do humanismo do Renascimento no estudo das Escrituras nas suas línguas originais, assim como o estudo dos “pais da igreja” como Augustinho. Sua preocupação principal com os seres humanos era pelas suas almas. Sua ênfase era étnica e religiosa em vez de estética e secular.
O resultado desta ênfase era um interesse num retorno às Escrituras e a restauração do cristianismo primitivo. Os humanistas bíblicos apontaram os maus na igreja da sua época e pediram uma reforma interna. Talvez quem teve mais influência foi Disidério Erasmo (aproximadamente 1466-1536). Conhecido como o “príncipe dos humanistas”, Erasmo usou sua ampla escolaridade para desenvolver um texto do Novo Testamento em grego, baseado em quatro manuscritos gregos que estavam disponíveis para ele. Como a ajuda da prensa de impressão, Erasmo publicou o texto grego do Novo Testamento em 1516. A capacidade de estudar a Bíblia na sua língua original encorajou uma comparação mais precisa da igreja dos seus dias com a igreja do Novo Testamento. Martinho Lutero, por exemplo, usou imediatamente o texto grego de Erasmo. Ele logo percebeu que a interpretação da Vulgata Latina em Mateus 4:17 de “pagar penitência” mais precisamente seria “arrepender-se”. Tal conhecimento contribuiu para uma percepção crescente de que o sistema sacramental não era apoiado pelas Escrituras.
Assuntos doutrinárias e autoridade religiosa
O assunto imediato que levou Lutero a afixar suas 95 propostas para debate em 1517 foi o abuso do sistema católico romano de indulgências. A doutrina de indulgências, inicialmente formulada no século XIII, era associada com o sacramento de penitência e a doutrina do purgatório. Enquanto acreditava-se que o sacramento fornecia perdão dos pecado e do castigo eterno, acreditava-se que havia uma satisfação temporal que o pecador arrependido teria que cumprir nesta vida ou no purgatório. A indulgência era um documento que a pessoa podia comprar por uma certa quantia de dinheiro que a livraria da punição temporal do pecado. Acreditava-se que os méritos excedentes de Cristo e dos santos seriam guardados numa “tesouraria de mérito” celestial da qual o papa podia tirar méritos para o benefício dos vivos. Em 1517 o dominicano Johann Tetzel estava vendendo uma indulgência plena especial (prometendo o perdão completo dos pecados) para conseguir dinheiro para a igreja. Metade do dinheiro seria dada ao Arcebispo Alberto, a quem o papa havia dado uma dispensa especial para ocupar dois cargos. O resto ajudaria a financiar o término do catedral de São Pedro em Roma. O protesto de Lutero inicialmente era contra o que via como o abuso do sistema de indulgências. Também era um desafio à autoridade papal que tornava tais abusos possíveis.
Depois de um tempo Lutero rejeitou todo o sistema sacramental católico romano. Mais do que qualquer outro fator, suas conclusões surgiram de seu estudo intensivo da Bíblia. A partir de aproximadamente 1513 até 1519 Lutero discursou sobre as Escrituras na Universidade de Wittenberg. Ele estava convicto de que a Bíblia era a única autoridade verdadeira na religião (sola scriptura), em oposição ao papa ou um conselho geral da igreja. Através do seu estudo ele percebeu que muitos dos aspectos do sistema teológico da Igreja Romana não eram baseados nas Escrituras. Lutero acreditava que havia resgatado a verdadeira essência do cristianismo nos seus ensinamentos de que a salvação é pela graça através da fé em Cristo (sola fide), e não através de um sistema de obras como manifestado no sistema sacramental católico. Ele desafiou o conceito católico do sacerdócio com a declaração de que o Novo Testamento ensinava o sacerdócio de crentes.
Enquanto muitos outros fatores se combinaram para tornar a Reforma Protestante possível, acima de tudo era a crença dos reformadores em voltar à autoridade única da Bíblia que definiu o movimento. A que ponto conseguiram em fazer uma verdadeira reforma pode ser julgado pelo quanto aderiram a esse princípio.

–por Dan Petty

Um Clamor Contra a Juventude Corrompida


Pulseiras do sexo: uma mania adolescente


VITÓRIA - Os mais atentos já notaram que adolescentes vêm incrementando o visual com mais um item: uma colorida pulseira de plástico. O objeto parece inocente. Mas, na realidade, é um código para experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até o sexo propriamente dito.
As pulseirinhas de silicone, agora promovidas “a pulseiras do sexo”, geraram o maior burburinho desde que começaram a aparecer. Alguns nem imaginam do que se trata. A moda, iniciada na Inglaterra, se disseminou pelo mundo, principalmente via internet, e é febre também dentro das escolas.
Quem usa as pulseiras está automaticamente participando de um tipo de jogo (o Snap), que funciona assim: uns tentam arrebentar a pulseira do outro. Aquele que consegue ganha o direito ao “ato” ao qual a cor da pulseira corresponde. As “prendas” vão desde um carinho até uma atividade sexual.
Alerta
Há pais que já ligaram o sinal de alerta. E muitos ficam chocados quando descobrem que a pulseira usada pelo filho serve para esse tipo de “brincadeira”. “Quantas mães não sabem do significado dessas ‘inocentes’ pulseirinhas e estão deixando as filhas e filhos usarem? Os pais precisam tomar uma atitude”, desabafou a mãe de um adolescente de 12 anos que usa várias pulseiras.
A psicóloga Adriana Müller acredita que, para os pais, o melhor nessas horas é um diálogo franco com os filhos, explicando a eles os perigos associados a essa brincadeira. “Eles devem comparar esse problema com os valores defendidos pela família e criar limites para seus filhos”, aconselha.

Pulseiras do sexo: o mais novo lixo importado pelo Brasil


Virou moda entre muitas meninas britânicas o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de “shag bands” (”pulseiras do sexo”, em tradução-livre).
Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira. Esses atos vão desde um inocente abraço até sexo oral e relações sexuais completas.
A moda está causando enorme polêmica entre pais e professores e chegou até a secretaria da Criança do país.
Com meninas a partir de oito anos de idade aparecendo com as pulseiras, algumas escolas já proibiram o uso.
Muita gente acha que trata-se apenas de brincadeira de criança, que as pulseiras não significam que as meninas irão realmente fazer o que as cores determinam e que jogos com fundo sexual não são novidade no parquinho. Quem nunca brincou de pega-pega em que o menino dá um beijinho na menina, perguntam eles.
Por outro lado, há quem acredite que a prática expõe crianças pequenas a termos sexuais que elas não conheceriam de outra forma e promove a erotização infantil.
Há também o temor de que proibir as pulseiras só vai torná-las mais desejáveis.


As pulseiras do sexo: do Reino Unido para o mundo


Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custa apenas uns cêntimos em qualquer banca ao virar da esquina. E antes fosse.
Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os pupilos estão dispostos a ir, se se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.
Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o acto físico a que corresponde a cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado longínquo.
Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as raparigas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as “pulseiras do sexo”, que custam apenas um euro (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.
“A amarela é a melhor porque significa que só se tem de abraçar um rapaz. A laranja significa uma “dentadinha de amor” e a roxa já dá direito a um beijo com língua”, explica uma menina de 12 anos ao jornal The Sun. Todavia, à medida que a paleta de cores avança, o nível de intimidade também é maior: “se um rapaz rebentar uma pulseira cor-de-rosa, a rapariga tem de lhe mostrar o peito, se for vermelha tem de lhe fazer uma lap dance e azul é sexo oral”, continua. As verdes são as dos “chupões no pescoço”.
As pulseiras mais ambicionadas são a preta e a dourada, significando a primeira “ir até ao fim com um rapaz” e a segunda todos os actos descritos anteriormente, do mais inocente ao mais impróprio para a idade. “A douradas são muito raras, por isso se encontrares uma na loja, tens de obrigar a tua mãe a ir comprá-la!”, explica.
Símbolo de respeito
Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é ostracizado e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado. “No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela”, conta a criança de 12 anos.
Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitaria do código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um “bebé com um rapaz”, Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.
Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.

* Fonte:





Um Clamor Contra a Juventude Corrompida

by David Wilkerson | March 1, 1985



Dispõe-te, vai à grande cidade de Nínive e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim" (Jonas 1:2).
"Porque eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo" (Malaquias 4:1).
"...o mundo inteiro jaz no Maligno" (I João 5:19).
O que Deus tem a dizer sobre a imoralidade e a depravação da juventude moderna? O mesmo que tinha a dizer para Nínive séculos atrás: "Chega! Vá a eles e clame contra os seus pecados! Avise que o fogo da minha ira está prestes a cair sobre eles! Breve haverá uma grande destruição, a menos que haja arrependimento coletivo!"
Nínive era uma grande cidade; levava três dias para ir de um lado a outro a pé. Havia 120.000 crianças inocentes vivendo lá. Mas era tão depravada, tão violenta, tão corrompida pelo pecado e pelos maus hábitos - que Deus não podia mais aceitar.
Apenas um pregador foi enviado - Jonas. Ele não alugou nenhum auditório, não tinha músicos, não distribuiu literatura, e não tinha nem mesmo um alto-falante - e muito menos televisão e rádio. Nem programou um acompanhamento posterior.
Simplesmente um pregador de rua atravessando direto a cidade, sem parar para falar com ninguém, ignorando os líderes do governo, cruzando os grandes templos e as universidades - passando os bares, os bordéis e as prostitutas - gritando e berrando com toda voz. Ele não estava pregando o amor de Deus. Não estava lhes dizendo que Deus tinha um belo plano para suas vidas. Ele lhes dizia que o fim havia chegado! "Vocês têm só 40 dias. Deus viu a sua perversão, e vai mandar julgamento!"
Jonas não estava pregando arrependimento; estava pregando julgamento. Deus planejava avisar simplesmente as pessoas, e a seguir aniquilá-las devido à sua tremenda corrupção. Quando se arrependeram, Deus mudou de idéia e os poupou.
Não tinha importância quantos outros profetas já haviam andado por aquelas mesmas ruas tentando pacificar o povo. Se tivesse havido dez mil pregadores da paz e da prosperidade, levando multidões para os ouvir, dizendo aos ninivitas que o seu país era muito grande e que Deus era muito bom para lhes mandar condenação - isso não faria nenhuma diferença para Deus. Só Jonas tinha a mensagem verdadeira. Enquanto os outros ficavam gritando paz e segurança, este profeta gritava julgamento.
Muitos pregadores e profetas estão gritando julgamento. Mas, e se houvesse só uma voz clamando no deserto: "Arrependam-se, pois o dia do juízo está próximo" ?
Que tipo de profeta Jonas teria sido se ignorasse a flamejante paixão de Deus contra a depravação deles, e pregasse uma mensagem suave que fosse aceitável às multidões?
Teria sido tão fácil agarrar a bandeira nacional de Nínive, desfilar pelos grandes aglomeramentos de gente em meio a aplausos, e elogiar sua caridade, os seus líderes, os pais da pátria. Este é o tipo de pregação leve e doce que é tão apreciada neste país agora. Nos enrolamos na bandeira. Afetados, profetizamos que este país é muito grande, nossos líderes muito moralistas, e nosso Deus muito bom para nos julgar.
Por que Deus haveria de poupar a América do julgamento em chamas? Será que todos os sodomitas, as lésbicas, os sado-masoquistas e os estupradores vão se arrepender e se voltar para Deus em humildade?
Será que os nossos líderes de governo em Washington e nas assembléias estaduais vão se vestir de saco e se assentar sobre as cinzas em piedosa dor pelas bebedeiras, pelos deboches e pela corrupção? Será que os americanos vão prantear de coração quebrantado confessando seus pecados ocultos, seus desejos e o esquecimento de Deus?
Não me diga que Deus vai nos poupar porque somos muito preocupados com missões. Gastamos mais dinheiro em comida para cães que para missões. Aquilo que é dado não é dado pela nação, mas por um punhado de crentes.
Alguns dizem que Ele vai nos poupar devido à nossas obras de caridade - às nossas doações para os países pobres. Isto é uma farsa! Demos menos para crianças famintas do que gastamos em um único navio de guerra.
Somos bons para Israel - somos igualmente bons para com algumas nações árabes. Vendemos bilhões de dólares em armas para os países do Oriente Médio - o suficiente para uma Armagedom. Acorde América! Somos um povo corrompido. Estamos infestados de sodomitas; cambaleamos bêbados pelas ruas; somos o país mais enlouquecido pelas drogas que há na terra.
Deus não se impressiona com nosso bom-mocismo. Ele não será apaziguado com toda a caiação proveniente de púlpitos desviados.
O nosso país é agora uma nação violenta. Uma nação quase insensível devido às terríveis histórias de abuso e espancamento infantil, abortos. Nenhuma rua é segura para se transitar, nenhuma casa está a salvo dos assaltantes. Não há loja que não seja importunada pelos ladrões e malfeitores.
Os nossos jovens estão fazendo da violência um modo de vida. As escolas das grandes cidades agora estão instalando detetores de metais para encontrar revólveres e facas levados à escola pelos adolescentes. Professores batem nos meninos e meninos agridem professores. Quadrilhas de vagabundos matam, atacam, passam drogas, se juntam e aterrorizam os metrôs e os arredores.
Como confessou um jovem de Detroit: "Antes a gente brigava com os inimigos; agora simplesmente lhes passamos a faca ou lhe acertamos umas balas". Centenas de jovens estão morrendo - pelo suicídio, ou esfaqueados, baleados, overdose.
Milhões de jovens estão cansados de pais infiéis, sem amor. Pais bêbados e mães drogadas. Os garotos estão tão confusos com pais divorciados, igrejas mortas, ensinos humanísticos - que ficam maltrapilhos para se vingar. Ficam tão arrasados que experimentam de tudo para se levantar.
Sou um americano leal. Amo a minha pátria. Saúdo nossa bandeira, oro por nossos líderes. Mas também sou um homem de Deus, um homem de oração - e ouço os apavorantes sons de uma tempestade a se formar. O Espírito proclama: esta nação está corrupta! Os jovens encheram a taça da ira!
O Espírito não fala em nome de um Deus prevendo que a América será poupada da guerra e do julgamento de fogo. Todos os elementos serão abrasados com calor fervente. No seu Apocalipse, João escreve: "...todas as nações beberam do vinho da ira..." por sua associação com Babilônia. Malaquias profetiza: "Pois eis que vem o dia e arde como fornalha...os que cometem perversidades serão como restolho...o dia que vem os abrasará..." (Malaquias 4:1).
"Porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria" (Apocalipse 18:23). Zacarias dá uma descrição arrepiante de um holocausto nuclear: "...a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhe-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca" (Zacarias 14:12). Deus tem uma resposta muito clara quanto ao porquê pronunciou julgamento contra esta era de perversão! É a mesma resposta que deu a Israel. "Quando anunciares a este povo todas estas palavras e eles te disserem: Por que nos ameaça o Senhor com todo este grande mal? Qual é a nossa iniquidade, qual é o nosso pecado, que cometemos contra o Senhor, nosso Deus?" (Jeremias 16:10).
A resposta? "Porque vossos pais me deixaram, diz o Senhor, e se foram após outros deuses...e os adoraram...mas a mim me deixaram e a minha lei não guardaram" (Jeremias 16:11).
É verdade que pais ímpios compartilham da culpa. Pecaram de modo ofensivo aos olhos de Deus. Adoraram os deuses de prata e de ouro. Seus deus passou a ser o seu ventre. Adoram os ídolos do sexo, dos esportes e do sucesso.
Mas ouça a acusação de Deus contra os filhos destes pais corrompidos. "Vós fizestes pior do que vossos pais; pois eis que cada um de vós anda segundo a dureza do seu coração maligno, para não me dar ouvidos a mim...Portanto, lançar-vos-ei fora..." (Jerem. 12:13).
Deus disse em verdade: "Não sou cego - vejo o que fazem escondido". "Porque os meus olhos estão sobre todos os seus caminhos; ninguém se esconde diante de mim, nem se encobre a sua iniquidade aos meus olhos" (Jeremias 16:17).
A seguir Deus explica porque havia tanto vazio, enfado e inquietação. "Porque deste povo retirei a minha paz, diz o Senhor, a benignidade e a misericórdia" (Jeremias 16:5).
Pense nisto! Deus está dizendo à esta jovem geração: "Os seus pais foram maus o suficiente! Desistiram de Mim! No passado Me amaram e Me adoraram, mas voltaram-se para os ídolos! São ímpios e pecadores!"
"Mas, jovens, vocês superaram em pecado os seus corruptos pais! São obcecados pelo prazer! Concedem tudo o que o coração deseja! Não querem ouvir. Endureceram o coração e fecharam os ouvidos! Estão ficando tão corruptos, pervertidos. Tenho de Me levantar contra vocês! Primeiro lhes prevenirei, e então repentinamente os julgarei!"
Todos os nossos filhos são corrompidos? Claro que não! Graças a Deus pelos poucos menosprezados que não dobram joelhos aos ídolos deste mundo. Brilham como jóias num dia de trevas. Mas multidões em massa de jovens a cada dia ficam mais pecaminosos.
Deus precisa julgar esta geração de malfeitores ou sujeitá-los ao poder de Satanás! Eis a chave da minha mensagem. Este é o ponto da espada de julgamento. Deus não pode e não permitirá que Satanás ganhe e comande segmentos inteiros da sociedade!
Nínive representava um largo segmento da população mundial daquele tempo. Os jovens são um largo segmento de nossa sociedade. Deus não pode ficar sentado preguiçosamente e permitir que Satanás tome a população jovem, sem abdicar do Seu poder e da Sua autoridade.
Pelos lábios de Jonas, Deus estava dando conhecimento a Satanás, e não só aos ninivitas. Deus estava dizendo a Satanás: "Você tem 40 dias antes que Eu lhe esmague sob meus pés! Você pode escravizar este povo só mais 40 dias! Seu tempo acabou! Chega de brandir os braços contra Mim. Vou acabar com a sua influência nesta cidade. Vou apagá-la. Não vou deixar nem sinal de sua obra maligna!"
A luta espiritual não é só uma maneira de dizer. Hoje a batalha não é pais contra filhos ou vice versa. Não é bem uma batalha entre os jovens e Deus. É uma batalha entre Deus e o próprio diabo. Pecador, você é só um joguete de Satanás nesta batalha. Ele está usando você para atingir a Deus. Você vai participar da ira de Deus contra o próprio Satanás. Como é terrível!
Deus não ficará sentado ociosamente permitindo que o diabo amaldiçoe a juventude deste mundo. Não permitirá que os asseclas de Satanás arrastem os jovens à destruição nos termos dele. O álcool não vai poder reivindicar esta geração como propriedade sua. Isto é o que Deus diz: "Chegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros (traficantes de drogas) e contra os adúlteros..." (Malaquias 3:5).
Se o julgamento não chega rápido, todos deveremos admitir que Satanás pode roubar segmentos inteiros da sociedade, rir de Deus e estabelecer um reino eterno sobre a terra. De jeito nenhum! Deus já se agitou como um leão desperto, e está se movimentando para aniquilar a Satanás e a todos que o servem.
Nínive se arrependeu com um sermão! O rei recebeu a mensagem através de terceiros. Alguém lhe disse: "Há um homem andando pelas nossas ruas dizendo que só temos mais 40 dias! Vamos todos morrer!"
O rei não riu. Ninguém riu! No seu coração, sabiam que era verdade. Tinham a expectativa de que Deus não iria ficar sentado, e deixar que se matassem e virassem animais raivosos.
O rei mandou fechar tudo! Todo cachorro, gato, vaca e cavalo, homem e mulher, menino e menina foram jejuar. O governo inteiro, todos os negócios, todo transporte, tudo parou! Nenhuma atividade! Ninguém andando. Todo mundo foi mandado para casa para se ajoelhar! Humilhe-se, foi a ordem do rei. Confesse os seus pecados! Invoque a Deus para que nos salve! Talvez, quem sabe, ainda haja esperança! Talvez Deus use de sua graça.
Compare isto com o que está acontecendo em nosso país hoje! Canais de TV a cabo 24 horas berram o evangelho para todo mundo ouvir. Quantos evangelistas, profetas, pastores, mestres, grupos de evangelismo de rua - quantos suplicam aos pecadores para se arrependerem, avisando a respeito julgamento que virá breve!
Eles ouviram um homem, um sermão, tiveram uma chance! Temos centenas de milhares de pregadores, ouvimos milhões de sermões; estamos entupidos de cassettes; inundados de toneladas de Bíblias, literatura, revistas e livros. O rádio, TV, jornais - todos mostram o alarme tocando. E quem ainda ouve?
Deus chamou Nínive uma vez! Mas tem chamado, chamado e chamado a nossa nação! Por quanto tempo Ele vai continuar assim? Quando acabará Sua paciência?
Deus diz: "Grita na rua a Sabedoria". Também: "Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão...em vindo o vosso terror como a tempestade, em vindo a vossa perdição como o redemoinho...Então, me invocarão, mas eu não responderei; procurar-me-ão, porém não me hão de achar. Porquanto aborreceram o conhecimento...o meu conselho...Os néscios são mortos por seu desvio..." (Provérbios 1: 24-32).
Aqueles de nós que pregam assim são chamados "Pregadores do apocalipse". Os assim chamados ministros do evangelho de Cristo riem de nós. Somos acusados de pregar a lei, de não entendermos a graça, o amor e a misericórdia. Nos dizem que assustamos as pessoas e que só enxergamos o lado negro.
Este papo todo não interessa agora. Deus é amor, mas também é santo! Também é justo! Se Ananias e Safira podem cair fulminados na casa de Deus, em uma igreja pentecostal, no dia da graça, onde o amor era pregado - o que será quando Deus derramar o vinho da sua ira contra toda corrupção?
Jovem, se você estivesse pendurado em cima do fogo, se agarrando só num galho cujas raízes estivessem se soltando, quem você iria querer ver? Seria alguém que se inclinasse, sorrisse, dizendo "Deus lhe ama! Tudo vai ficar bem! Você não vai cair! Não aceite ninguém que diga que você corre perigo"? Não! Se você sabe do perigo que corre, irá querer alguém que lhe estenda a mão ou uma corda e grite: "Agarre antes que seja tarde!"
Jovens - o povo de Nínive se levantará no dia do juízo para lhes condenar! Jesus disse: "Ninivitas se levantarão no juízo com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui está quem é maior do que Jonas" (Mateus 12:41).
No mundo sobrenatural, no domínio no qual Deus se move e habita o Seu ser, milhares e milhares de almas que se foram clamarão: "Deus, se és justo, destrua-os. Ouvimos só um homem, uma mensagem; e nos arrependemos. Eles ouviram muito! Isto não é justo! Tu iria nos julgar depois de uma mensagem; como o Senhor não os julga após terem recusado um mar de mensagens e de avisos?"
As almas condenadas de Sodoma e Gomorra se levantarão no julgamento para protestar e trazer outra condenação! "Fomos condenados por menos! Não tivemos nenhum pregador! Nenhuma Bíblia! Não tivemos TV e nem rádio. Não tivemos Jonas, e muito menos exércitos de ministros! Como podes ser um Deus justo e não os consumir, como fizestes conosco?"
Ouça Jesus: "Eles se arrependeram em Nínive! Vocês têm um chamado maior! Qualquer pecador neste período do reino é maior em sabedoria e em unção do que Jonas ou João Batista".
Mais do que tudo isto: o próprio Espírito Santo, enviado por Cristo para esta geração em esta geração em particular, tem chamado cada um na profundidade do homem interior!
Pecador, você pode rejeitar o evangelista da TV Jimmy Swaggart. Pode rejeitar o humilde pregador ao ar livre nas ruas. Pode lançar todos os tipos de razões para desligar qualquer pregador e religião. Mas você não pode desligar o Pregador lá no fundo do seu coração. É o Espírito Santo - neste exato instante - afirmando, "Você é pecador. Deus é santo. O julgamento está próximo!" A Bíblia diz, "Ele os convencerá do pecado e do juízo vindouro".
Onde foi que nossos jovens erraram? Como foi que perderam o rumo? Qual foi o primeiro passo que os levou à uma corrupção tão incrível?
O profeta Isaías previu um dia em que os jovens se cansarão e se afadigarão! Profetizou: "Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem" (Isaías 40:30).
Esta deterioração, esta desmotivação por tudo, tem sua origem na perda total de fé. Isaías pergunta: "Por que...dizes: O meu caminho está encoberto ao Senhor, e o meu direito passa despercebido ao meu Deus?" (Isaías 40:27).
O profeta está na realidade dizendo: "Vocês não têm confiança e nem respeito por Deus. Acusam-nO de fechar os olhos para os seus problemas. Acusam-nO de os abandonar durante os problemas. Vocês em verdade crêem que Ele é injusto".
Todos os profetas concordam em que a chocante corrupção dos filhos de Israel era o resultado direto do abandono da fé em Deus. Eles disseram: "Deus demora para nos ajudar! Deus não vê os nossos problemas e nem os nossos pecados! Vai conosco até um certo ponto e depois nos abandona".
No exato instante que os filhos Israel perderam a fé em Deus, se corromperam e começaram a dançar nus e bêbados em torno de um bezerro de ouro dizendo "Eis o nosso Deus". Todo o desvio que cometeram, toda a sua fornicação, todo seu adultério, toda sua violência se originaram na época em que desistiram de confiar em Deus.
Hoje é o mesmo! Nossos jovens estão se corrompendo porque desistiram de confiar em Deus. Não crêem mais em um Deus criador onipotente, todo-poderoso; um Deus que tudo vê, tudo sabe e tudo pode.
A esta juventude cansada e fadigada Deus disse: "Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor" (Isaías 40: 28,29).
Finalmente, Deus pergunta: "Quem criou estas cousas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome..." (Isaías 40:26) - "Ele é o que está assentado sobre a redondeza da terra..." (Isaías 40:22) - "...por ser ele grande em força e forte em poder..." (Isaías 40:26).
Os humanistas culpam Deus pela fome no mundo, e têm a audácia de sugerir que o homem possui mais compaixão do que Deus. Não culpem Deus pelas crianças famintas! Culpem os governantes do mundo. Culpem o governo da Etiópia por vender o seu alimento no mercado negro, por desperdiçá-lo com o exército. Culpem os governantes incompetentes que não querem obedecer as leis da natureza. Culpem o nosso governo por gastar trilhões de dólares com a defesa e jogar uma ninharia para os países pobres. Nós poderíamos fazer a irrigação da maior parte do norte da África pelo preço da descida na lua. É pura zombaria e desonestidade absoluta culpar Deus pela estupidez e pela cegueira dos homens. A propósito, quem agiu para salvar as crianças famintas? O povo de Deus em primeiro lugar! Jovem - você tem escutado as mentiras do diabo! Ele o levou a achar que Deus não pode lhe ajudar e nem o afligir!
Deus não está zangado simplesmente por causa do sexo, das drogas, do álcool, de todas estas coisas pecaminosas. O pecado amaldiçoado, o pecado que precisa ser julgado, é a incredulidade! Isto é corrupção! Isto é depravação! Isto trará o fogo da ira de Deus!
Só um remanescente será salvo! Não vejo nada na Bíblia que ofereça à esta nação alguma esperança, a menos que haja um arrependimento de 100% no país inteiro. Isto não vai acontecer. A Bíblia prevê: "O perverso irá de mal a pior, enganando e sendo enganado". Agora fomos muito longe para voltarmos. Estamos caminhando atabalhoadamente para o armagedom. Deus nos deu centenas de anos para fazermos uma conversão, mas apenas nos tornamos mais duros, mais corruptos. Há corrupção dos pés à cabeça! E chega uma hora em que nem as orações de Noé ou de Elias podem ajudar.
O que Jesus tem a dizer aos jovens um pouco antes do julgamento? "Salvai-vos desta geração perversa" (Atos 2:40).
Pedro pregou esta advertência de Cristo no Cenáculo. Arrependam-se e sejam batizados, e salvem-se desta geração corrupta! Aqueles que a ouviram, alegremente a receberam e foram salvos. Você a aceita?
Deus derramou o Seu Espírito há 2.000 anos atrás. Foi derramado sobre toda carne. Os nossos filhos e filhas têm profetizado por quase 2.000 anos. Ocorreram centenas de reavivamentos, despertamentos, atividades e movimentos milagrosos.
Mas o Espírito não vai lutar eternamente! Breve Deus dirá: "A noite se foi; o tempo dos gentios acabou. A obra do Espírito está quase terminada. Chegou a hora do juízo".
Para terminar: o homem mais incrível na eternidade deve ser Jonas! Ele não vai entender nada! Ele pregou um sermão, e uma sociedade inteira se arrependeu e voltou-se para Deus!
Como vamos conseguir explicar a rejeição do evangelho de Cristo por parte da nossa mocidade? Os ninivitas não vão acreditar! Os sodomitas não vão acreditar! Mas quem ficará mais chocado do que todos será Jonas. Especialmente por termos "quem é maior do que Jonas".
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O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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