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17 de set. de 2010

1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.” Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”







Os Três tipos de amor segundo a lei de Deus


1- AMOR AGAPÉ







2- AMOR FILEO








3- AMOR EROS


Estes tipos de amor são bons no seu respectivo lugar, mas existe um tipo de amor que é o mais alto de todos - o amor que transforma problemas em vitórias - o amor Agape , que é o amor do mais alto grau que exite.

Sabe que DEUS venceu o diabo, não com luta física, à espada. Se Jesus quisesse soprava no diabo e ele desaparecia. No entanto Jesus venceu o diabo, amando o mundo. Jesus venceu com com a arma do amor.

O Amor é a maior força que existe no mundo. O Amor é mais poderoso que o ódio, vingança, etc... Se você quiser vingar-se em alguém ande em amor com essa pessoa e de certeza você vai vencer.

Este modo de agir é bem diferente do que estamos habituados a pensar e vêr, mas a maneira de Deus agir. Se nós quisermos ter uma vida de sucesso é assim que devemos fazer também.







AMOR AGAPÉ


O AGAPÉ, é o amor de Deus. É incondicional, não está dependente de uma resposta positiva: Eu amo-te, se tu me amares também.

Não! O amor de Deus diz: Eu amo-te, mesmo que tu me rejeites, que fales mal de mim, que me persigas, que tu me faças mal.

Este amor diz: Eu amo aquela pessoa de qualquer geito, tal e qual como ela é. Eu amo aquela pessoa quer ela me tenha feito bem ou não quer ela me venha a fazer bem ou não.
É um amor que não é baseado nos sentimetos, nem em interesses pessoais. Veja que Jesus o amou a si, mesmo sem você O amar. Nós faziamos coisas desagradáveis aos seus olhos, porém, ele continuou a amar-nos esperando que um dia, nos reconciliassemos com Ele, e fizessemos a Sua Vontade.

O Amor Agapé considera uma pessoa valiosa e preciosa independente-mente, da sua maneira de ser, daquilo que ela é ou faz.

Conta-se de uma história que se passou durante a segunda Guerra Mundial. Aconteceu num Campo de Concentração "Nazi", que um prisioneiro fugiu. Quando as autoridades descobriram, forçaram os companheiros da cela a confessarem como ele tinha fugido. Mas, como ninguém ousava falar, então o oficial mandou fuzilar metade daqueles prisioneiros. A lista foi feita, e entre os condenados estava um homem, que costumava maltratar os cristãos que estavam com ele na mesma cela.

No dia seguinte, levaram todos os prisioneiros a assitir. Exclamou o oficial: "Assim acontecerá, a todos aqueles que tentarem fugir deste Campo...". Quando um destes cristãos que estava na mesma cela, o interrompeu dizendo: "Eu não fui condenado, mas se me é permitido, eu tomo o lugar daquele homem que sempre me criticou por eu ser crente ...".

Assim aconteceu há 2.000 anos atrás. Jesus não era condenado, nem tão pouco prisioneiro. Ele era livre, mas nós estavamos condenados. Ele tomou sobre si a nossa condenação e deu-nos a sua liberdade. Ele morreu em nosso lugar, desceu ao inferno no nosso lugar. Mas, ao ressuscitar Ele venceu o nosso opressor (o diabo). Hoje, todo aquele que recebe Jesus passa da condenação para a liberdade, da morte para a vida. Este é o Tipo de Amor de Deus.

O amor é muito paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é arrogante, nem egoísta, nem tão pouco rude. O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda rancor e difícilmente notará o mal que outros lhe fazem.

Nunca está satisfeito com a injustiça, mas se alegra quando a verdade triunfa. Se você amar alguém, será leal para com ele, custe o que custar. Sempre acreditará nele, sempre esperará o melhor dele, e sempre se manterá em sua defesa.







AMOR FILEO








(O Amor Humano)


A pessoa retribui o amor na medida de amor que recebe. Muitas pessoas dizem: Eu amo-te se me deres um bom salário; Eu amo-te se me fizeres ... bons e grandes favores ...
As pessoas amam-se umas as outras de acordo com os favores que recebem dos outros. Por vezes dizem assim: "se alguém me fizer bem, eu gosto dele, se não não gosto dele"; sou simpático para quem for simpático primeiro para mim ..."







ALGUNS EXEMPLOS deste tipo de Amor


Mães - Segundo a opinião de muitos, o amor de mãe é o amor mais puro. No entanto, pode antes ser um amor bastante egoísta!

As mães protegem e decidem de tal modo a vida dos seus filhos, que mesmo que eles atinjam a maioridade continuam a ser os bebés da mãe quer tenham 5 meses, 5 anos ou 50 anos.Uma vez uma senhora pediu-me: " Pastor, ore pelo meu bebé, coitado! ". Logo pensei num bebé de colo! Quando ela trouxe o dito bebé, ele tinha só 27 anos ...

Famílias - Existe um amor mais profundo, mais compreensivo, que o amor normal, superficial que outras pessoas experimentam.

Entre casais, verificamos o seguinte: enquanto namoravam o coração deles batia, batia ... Depois casam: o coração ainda bate um bocado até que se habituam à ideia e deixa de bater. Passados uns anos, se as meias estiverem fora do sítio ou o arroz queimado, parece que o amor voou, fugiu naquele dia. O marido já não trata a sua esposa com muitos beijinhos; a esposa já não parece muito contente.

Muitas esposas quando estão zangadas com o marido dão-lhe o tratamento do silêncio. O marido pergunta-lhe qualquer coisa, fala com ela, e ela ... nada ... fica calada (amuada). Este tipo de amor chama-se FILEO.







AMOR EROS 


Está relacionado com a parte sensual e sexual.

Hoje em dia, quando se fala de amor, logo se pensa em sexo. Isto se deve ao facto de, nos últimos anos, os filmes retratarem o sexo como " fazer amor "

Bem, não há mal nenhum no sexo. Deus o criou para ser usado no contexto honesto o casamento Querido leitor, se você já conhece Jesus como seu melhor amigo, decerto que o quer agradar cada vez mais e melhor, seguindo os seus ensinamentos. Sabendo isso, quero mostrar-vos algumas áreasda nossa vida, em que cada um de nós tem sempre oportunidade de corrigir pela Palavra de Deus.
















Aqui se diz a palavra-chave, na qual se distinguem o ser humano na dissensão e o ser humano na origem: o amor. Há um conhecimento de Cristo, uma poderosa fé em Cristo, há uma mentalidade e dedicação de amor até a morte - sem amor. E isso aí. Sem este "amor" tudo se desfaz e é reprovável; dentro deste amor tudo está unido e é agradável a Deus. O que é este amor?

"Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé ao ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará." (1 Co 13.2s.)

Excluem-se aqui todas as definições que desejam entender a essência do amor como postura humana, mentalidade, entrega, sacrifício, vontade de comunhão, sentimento, fraternidade, serviço e ação. Tudo isso, sem exceção, pode haver sem "amor", como acabamos de ouvir. Tudo o que estamos acostumados a chamar de amor, o que vive nas profundezas da alma e na ação visível, até aquilo que brota do coração piedoso em termos de fraterno serviço ao próximo, pode estar sem "amor", e isto não porque em todo comportamento humano continua havendo um resto de egoísmo que obscurece completamente o amor, e sim porque amor é algo completamente diferente do que aqui se entende. Amor não é, também, a relação pessoal direta, a compreensão dos aspectos pessoais, do individual em contraste com a lei da objetividade, da ordem impessoal. Além de se separar aqui "pessoal" e "objetivo" de forma abstrata e não-bíblica, o amor se torna aqui um comportamento humano e, pior ainda, apenas parcial. O amor seria, então, um ethos superior de ordem pessoal, que entra como complementação e aperfeiçoamento ao lado do ethos inferior relativo a questões de ordem e objetividade.

Corresponderia a isso, por exemplo, a criação de um conflito entre amor e verdade, de tal modo que se sobreponha o amor, como algo pessoal, à verdade como algo impessoal. Com isto se estaria em flagrante contradição com a palavra de Paulo no sentido de que o amor se regozija com a verdade (1 Co 13.6). O amor justamente não conhece o conflito pelo qual se gostaria de defini-lo; antes, é de sua essência estar além de toda dicotomia. Lutero, com sua clara visão bíblica, chama o amor que fere ou neutraliza a verdade um "amor maldito", ainda que se apresente na mais piedosa roupagem. Um amor que abrange tão-somente o âmbito das relações pessoais, capitulando diante do aspecto objetivo, nunca é o amor que o Novo Testamento prega.

Se não há, portanto, um comportamento humano imaginável que possa ser conceituado inequivocamente como amor; se amor acontece além de toda desunião em que o ser humano vive; se, literalmente, tudo que o ser humano possa entender e praticar como amor só é concebível como comportamento humano dentro da desunião existente, resta um enigma, uma questão aberta, acerca do que possa vir a ser amor para a Bíblia. Ela não nos nega a resposta. Nós a conhecemos muito bem, só que, sempre de novo, a distorcemos. Ela diz: Deus é amor (1 Jo 4.16). Esta frase, a bem da clareza, deve ser lida primeiramente com ênfase na palavra Deus, ao passo que nós nos acostumamos a acentuar a palavra "amor". Deus é amor, ou seja, não um comportamento humano, uma mentalidade, uma ação, mas Deus mesmo é amor. Só sabe o que é amor quem conhece a Deus, não ao inverso: sabendo primeiro, e por natureza, o que é o amor, sabe-se então também o que é Deus.

Ninguém conhece a Deus a não ser que Deus se lhe revele. Conseqüentemente, ninguém sabe o que é amor, a não ser na auto-revelação de Deus. Assim, amor é revelação de Deus. Revelação de Deus, no entanto, é Jesus Cristo. "Nisto se manifestou o amor de Deus por nós, em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele." (1 Jo 4.9.)

A revelação de Deus em Jesus Cristo, a divina revelação do amor de Deus precede todo o nosso amor a ele. O amor tem sua origem em Deus, não em nós; o amor é postura divina, não comportamento humano."Nisto consiste o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho para o perdão de nossos pecados." (1 Jo 4.10.) O que vem a ser amor só reconhecemos em Jesus Cristo, mais precisamente em sua ação por nós. "Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós." (1 Jo 3.16.) Também aqui não se oferece uma definição genérica do amor, no sentido, por exemplo, de que a entrega da vida pelos outros fosse amor. Não o genérico, mas a entrega absolutamente única da vida de Jesus Cristo por nós é qualificada aqui de amor. Amor está ligado de forma indissolúvel ao nome de Jesus Cristo como revelação de Deus.

O Novo Testamento responde de forma muito clara a pergunta o que vem a ser amor apontando exclusivamente para Jesus Cristo. Ele é a única definição do amor. Estaríamos desvirtuando tudo, no entanto, se da contemplação de Jesus Cristo, de sua obra e seu sofrimento, quiséssemos deduzir uma definição genérica do amor. Amor não é o que ele faz e sofre; amor é o que ele faz e sofre. Amor sempre é ele mesmo. Amor sempre é o próprio Deus. Amor sempre é revelação de Deus em Jesus Cristo.

A rigorosa concentração de todos os pensamentos e afirmações a respeito do amor no nome de Jesus Cristo não deve degradá-lo a um conceito abstrato; antes, deve ser entendido sempre na plenitude concreta da realidade histórica de um ser humano de carne e osso. Portanto - mantendo o que dissemos acima -, só a ação e o sofrimento concretos do homem Jesus Cristo tornarão compreensível o que vem a ser amor. O nome "Jesus Cristo", no qual Deus revela a si mesmo, oferece sua auto-interpretação na vida e na mensagem de Jesus Cristo. Afinal, o Novo Testa mento não consiste na infindável repetição do nome de Jesus Cristo; o que este nome abrange é interpretado por acontecimentos, conceitos e afirmações que nos são inteligíveis. Assim, o poder do termo "amor", agapê, não é simplesmente arbitrário.

Por mais que este termo receba um sentido completamente novo através da mensa¬gem do Novo Testamento, não está aí sem relação alguma com o que, em nossa lín¬gua, entendemos por "amor**. Não é assim, contudo, que o conceito bíblico de amor fosse uma forma determinada daquilo que, genericamente, sempre já entendemos por "amor**. Diante do conceito bíblico de amor acontece exatamente o inverso, evidenciando-se que tão-somente ele é a base, a verdade e a realidade do amor, de maneira tal que toda reflexão natural sobre o amor só tem verdade e realidade na medida em que tem sua origem no amor que o próprio Deus é em Jesus Cristo e na medida em que participa deste amor.

À pergunta em que consistiria o amor, continuamos respondendo com a Escritura: na reconciliação do ser humano com Deus em Jesus Cristo. A desunião do ser humano com Deus e com o próximo, com o mundo e consigo mesmo está terminada. Por graça, foi-lhe devolvida a origem.

O amor designa, portanto, a ação de Deus no ser humano através da qual é superada a dicotomia em que o ser humano vive. Esta ação se chama Jesus Cristo, reconciliação. Amor, portanto, é uma coisa que acontece ao ser humano, algo passivo, algo de que ele não dispõe por si mesmo, porque, por definição, está além de sua existência na dissensão. Amor significa sofrer a metamorfose de toda a existência por parte de Deus, ser incorporado ao mundo tal como ele somente pode subsistir diante de Deus e em Deus. Amor não é escolha do ser humano, mas eleição do ser humano por Deus.

Em que sentido, então, pode-se ainda falar do amor como uma ação humana, do amor do ser humano a Deus e ao próximo, como o Novo Testamento o faz com suficiente clareza? O que quer dizer que também o ser humano pode e deve amar diante do fato de que Deus é o amor?"Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.' (1 Jo 4.19.) Isto significa que o nosso amor se baseia exclusivamente na circunstância de sermos amados por Deus, em outras palavras, que o nosso amor outra coisa não pode ser do que a aceitação do amor de Deus em Jesus Cristo. "Se alguém ama a Deus é conhecido por ele”. (1 Co 8.3.)

Ser conhecido significa, na linguagem bíblica, "eleito, gerado”. Amar a Deus quer dizer aceitar sua eleição, sua geração em Jesus Cristo. A relação do amor divino e do humano não deve ser entendida como se o primeiro precedesse o segundo com a finalidade de acionar o amor humano como ação independente, livre e própria do ser humano face ao amor de Deus. Ao contrário, também para tudo quanto se possa dizer do amor humano vale que Deus é o amor. E com o amor de Deus, e nenhum outro — porque não há outro amor, autônomo ou livre diante deste -, que o ser humano ama a Deus e ao próximo. Nisto o amor humano permanece totalmente passivo. Amar a Deus é apenas o anverso do ser amado por Deus. O amor de Deus inclui o amor a Deus; o amor a Deus não se justapõe ao ser amado por Deus.

Para elucidar isto é preciso uma palavra esclarecedora, neste contexto, sobre o conceito de passividade. Trata-se aqui - como sempre que na teologia se fala da passividade humana! - de um conceito teológico e não psicológico, visando a existência do ser humano diante de Deus. Passividade face ao amor de Deus não significa descanso no amor de Deus sob exclusão de pensamentos, palavras e ações, como se ele só me seria dado nestas "horas de calma". O amor de Deus não é apenas aquele porto de refúgio onde posso me abrigar do mar grosso. Ser amado por Deus de modo algum proíbe ao ser humano pensamentos fortes e ações alentadas. Somos amados e reconciliados por Deus em Cristo como seres humanos inteiros. É como seres humanos inteiros, raciocinando e agindo, que amamos a Deus e aos irmãos.



A Medida do Amor de Deus - J. I.Packer









Devo aprender, com este plano de salvação, a ser grato pela misericórdia do meu Deus.

É correto dizer que jamais existiu uma religião que desse tanta ênfase ànecessidade de oferecer ações de graças e que chamasse seus adeptos, de modo tão insistente, a dar graças a Deus, como a religião da Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os salmistas estão constantemente dando graças (SI 35.18; 75.1; 119.62) e convocando os outros a fazer o mesmo (SI 95.2; 100.4; 105.1; 106.1; cf. 47; 107.1,21ss; 118.1,29; 136.1-3,26; 147.7).Paulo, da mesma forma, dá graças repetidas vezes (Rm 1.8; 6.17; 7.25; ICo 1.4,14; 14.18; 15.57; 2Co 2.14; 8.16; 9.15; Ef 1.16; Fp 1.3; Cl 1.3; lTs 1.2; 2.13; 3.9; 2Ts 2.13; lTm 1.12; 2Tm 1.3; Fm 4) e orienta os cristãos para que façam o mesmo (Ef 5.20; Fp 4.6; Cl 2.7; 4.2; lTs 5.18).






E fácil entender a razão pela qual existe uma ênfase tão grande em glorificar a Deus por meio de ações de graças (SI 69.30; 2Co 4.15). Os dons e bênçãos divinas, que segundo as Escrituras são concedidos nas boas experiências da vida natural e pela maravilhosa misericórdia da salvação sobrenatural, são muito mais ricos e abundantes, e envolvem uma dose muito maior da generosidade divina, do que os sonhados por qualquer outra fé.

Portanto, nossas ações de graças não devem ser formalidades vazias. Pelo contrário, para que sejam aceitáveis, elas precisam ser expressões genuínas de gratidão do coração por tudo que Deus nos tem dado - gratidão que o Livro Anglicano de Oração define como sendo pela "nossa criação, preservação e por todas as bênçãos desta vida; mas, acima de tudo, pelo inestimável amor de Deus na redenção do mundo por nosso Senhor Jesus Cristo, pelos meios da graça e pela esperança da glória". O plano de salvação é o mapa deste "inestimável amor".

Amor (agape), no sentido cristão da palavra, tem sido definido como um propósito de engrandecer aquele a quem se ama. Aprendemos a defini-lo como tal a partir da revelação do amor de Deus em Cristo, o amor que salva. Como uma manifestação de amor por pecadores que merecem o inferno, ele é misericordioso. Como uma intenção de levantá-los de uma situação de destituição espiritual à dignidade do perdão e da restauração, aceitação e adoção na família de Deus, ele teve um alto preço - não para nós, mas para o próprio Deus, como as Escrituras deixam claro:

Porque Deus amou ao mundo (seres humanos em seu estado de corrupção e distanciamento de Deus) de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3.16)

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. (Rm 5.8)

Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se mani¬festou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. (1Jo 4.8-10)
Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou (Rm8.32)
A maneira de medir todo e qualquer amor é a sua capacidade de doar-se. A medida do amor de Deus é a cruz de Cristo, onde o Pai entregou o seu Filho para morrer, para que os espiritualmente mortos pudessem ter vida.

 J. I. Packer








“Aquele que não ama não conhece a Deus...” 1João 4.8
Voce nâo fica chocado com uma declaração dessas: “Aquele que nâo ama nâo conhece a Deus!?”
Eu uma vez mais fiquei, pois uma afirmaçao tão enfática como essa me leva a indagar: “Deus dos céus será que eu realmente te conheço?” Quantos de nós, cristâos, batem no peito afirmando em nossos cultos, ou em nossa orações: “Deus está aqui e nós o conhecemos”? Ou em nossos estudos bíblicos e teológicos acabamos por pensar que de tanto estudar conhecemos bem a Deus? Contudo, na verdade conhecemos sobre Deus e nâo 
a Deus! E por que estou dizendo isso?
O cohecimento verdadeiro e completo de Deus só vem pelo amor – ”aquele que não ama não o conhece” – que declaração aterrorizante, chocante, que joga toda nossa teoria sobre Deus no chão, quebra todas as nossas teses, estudos, auto-piedade, auto-sacrifício e religiosidade. Declaração que nos envergonha, nos humilha, nos causa impacto, arrepios e nos leva a afirmar: eu nâo devo conhecer a Deus! Por isso chegamos a uma conclusão chocante: será que amamos? Quanto do que fazemos no dia-a-dia –  das coisa naturais às espirituais – é feito com amor? E quanto às pessoas: dos ímpios aos nossos irmãos na fé, olhe para eles nesse momento, veja sua situação, seu estado, pessoas que estão vindo na sua mente ou que você convive no dia-a-dia, você as trata com amor, ou melhor: você as ama? Deus dos céus o que estamos fazendo?
Que apavoro toma os nossos corações! Se não sabemos amar, e se não amamos de fato, estamos em total escuridão, pois assim vivemos sem o conhecimento de Deus, e sem conhecê-lo onde iremos? Como venceremos? Óh Deus, nos ajude amar e mostar o seu amor! Quanto descaso e indiferença da nossa parte para com as pobres almas perdidas – sem Deus e sem amparo – e nós rodeados de conforto e da graça, milhares famintos, doentes, destruídos, condenados e nós possuímos o reino e o enterramos!? E a razão pela qual  tudo a nossa volta está tão superfficial – de forma a não colhermos resultados – é porque não fazemos nada com amor, não amamos. Eu não estou dizendo de obras, eu não estou dizendo de ações somente, eu estou dizendo de inteções, eu estou dizendo de sentimentos: “ALGO QUE É FEITO E  MOVIDO PELO AMOR!”
E o resultado é uma falta de conhecimento de Deus, que nos deixa débeis, cegos, e isso é a maior condenação que um homem pode ter: “não conhecer a Deus”, que tragédia, que juízo!!! Será que não é por isso que a cristandade atual está tão perdida e confusa, não seria essa uma das causas do declínio da igreja moderna, pois ela parece sem um pingo de conhecimento de Deus? Então olhamos e somos obrigados a afirmar: “nossa atual geraçao não ama!” Estou fazendo um apelo para que você ame, ore pedindo pelo Espírito, para que ele derrame desse amor, ou talvez ele já foi até derramado: e será possível que você não o pratica, não o exercita, enfim, não ama? E ele não é manifestado, não por que você não o tenha, e sim porque você não usa a sua vontade, a sua iniciativa em amar, pois assim assim com certeza Deus faria o resto!E a razão de tudo isso é o nosso egoísmo, fruto desse evangelho egoísta de hoje, que sufoca o amor...
Vá enquanto é dia, ame, pratique o amor e assim conheça a Deus. Saia dessa escuridão espiritual que você se encontra, tenha uma revelação maior de Deus, amando. Caso contrário você poderá ouvir: “Ei, você nâo conhece a Deus!
Pr. Paulo Junior

É preciso aprender a perder,Minha dor!





É preciso aprender a perder, pra não perder a alma em meio às decepções e o coração ante a dor. Transforme realidades. Antecipe-se às circunstâncias; seja inteligente. Não seja pessimista, tampouco um otimista exacerbado, mas, suficientemente inteligente para entender que perder faz parte do jogo da vida.
É preciso aprender a perder, pra não viver iludido; boa e transformadora é a desilusão. Pense e repense. Julgue, reconsidere. Melhor acordar em meio a um pesadelo do que permanecer envolvido num sonho sem sentido e depois acreditar que este, pode tornar-se útil.

É preciso aprender a perder, pra não se perder de si mesmo. A vida é um grande labirinto, cheia de entradas e saídas, direitas e esquerdas. Redobre o cuidado, em meio à sanha de conquistar e alcançar corremos o risco de amar coisas e usar pessoas - às vezes a nós mesmos.

É preciso aprender a perder, antes que chegue a morte. Morrer é deixar de existir completamente do lado de cá do céu. Preocupe-se em viver, considerando que perder é parte do existir; uma aventura de caça ao tesouro. Só achamos o que perdemos. Recomeçar dói, mas é mais saboroso do que simplesmente começar.

É preciso aprender a perder, pra experimentar sentimentos, viver sensações, desfrutar emoções. Chore. Sorria. Viva.

É preciso aprender a perder, pois para viver o genuíno sentido da existência é necessário: negar a si mesmo e perder o homem mal que existe em cada um de nós; morrer para si e nascer para Cristo.

Por um perdedor,

Autor: Will
Fonte: [ Celebrai ]

  • Ser Cristão:
  • *Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos;
  • *Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu;
  • *Conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver;
  • *Espera ir para o céu pelos méritos de outro;
  • *Esvazia-se para que possa estar cheio;
  • *Admite estar errado para que possa ser declarado certo;
  • *Desce para que possa ir para o alto;
  • *É mais forte quando ele é mais fraco;
  • *É mais rico quando é mais pobre;
  • *Mais feliz quando se sente o pior;
  • *Ele morre para que possa viver;
  • *Renuncia para que possa ter;
  • *Doa para que possa manter;
  • *Vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento.


A.W

Minha dor

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Não me canso...

Cada vez que olho para uma criança, tento extrair de suas vidas algo que possa ser reintroduzida à minha. Aprecio-as com uma forte dor no coração; minha alma esvazia-se, cria-se um buraco negro dentro de mim, e meus pensamentos vagam em um passado transcendente, intocável. Parece algo patético, repetitivo, e irrelevante falar sobre elas. Pois existem vários textos, artigos, poesias, até mesmo livros, que são inspirados inteiramente nas crianças. É exatamente isto que me prende a atenção, o que me amarra a elas. Repare: observar crianças não enjoa, não enfada, não irrita. Suas vidas refletem ensinamentos simples e inesgotáveis; seja em seus sorrisos, suas brincadeiras, seus choros, suas manhas, enfim. Todas estas características do mundo infantil, incansavelmente nos arremetem a uma veracidade inquestionável e invejável por nós adultos, a saber: a inocência.

É por isto que nós, adultos, cansamos.

Nós causamos náuseas, pois perdemos a inocência. Perdemos a simplicidade nos relacionamentos, nas conversas, nas brincadeiras, enfim, na vida. Buscamos a superioridade uns dos outros constantemente. Isto é o mais puro reflexo da nossa perda da inocência. Inocência é ausência de rivalidade, rixas, contendas, fofocas, e inveja. Entendo as palavras de Jesus a respeito do louvor perfeito das crianças, apartir deste prisma: inocência. Enquanto Jesus caminhava entre fariseus e escribas, as crianças o seguiam gritando inocentemente, sem se deixar constranger por qualquer risco iminente por parte dos religiosos, dizendo: Hosana ao Filho de Davi! Quando os religiosos, sem um mínimo de inocência, pelo contrário, cheios de inveja e rancor (diga-se nós!), quiseram calá-los ou ates mesmo questionar Jesus por tal atitude por parte das crianças. O Senhor lhes respondeu em um outro questionamento revelador: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor? (Mt 21: 16). A resposta de Cristo estava na subjectividade de sua pergunta: deles é que vem o perfeito louvor.

Porque?

Insisto… por causa de sua inocência.

Por isto as crianças são fascinantes, e constantemente nos enchem de graça com sua presença, mesma sem fala alguma; apenas com balbúcias e brincadeiras.

O que me dói?

É saber que um dia eu já fui um deles!

Autor: Vitor Hugo da Silva
Fonte: [ Perícopes do cotidiano ]

Brilhante texto do Vitor! Confesso que me levou à lágrimas "infantis"...
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Não Quero Atormentar seu Ser, e Sim, Matá-lo! – C. S. Lewis



1.      Quanto preciso sacrificar de mim mesmo?

E comum, antes de nos tornarmos cristãos, pensarmos da seguinte maneira: tomamos como ponto de partida nosso simples ser, com todos os seus desejos e interesses; em seguida, admitimos que algo mais — "moralidade", "comportamento correto" ou "o bem social" — requer atenção desse eu — exigências que interferem nos desejos. O que queremos dizer com "ser bom" é cumprir essas exigências. Algumas das coisas que o simples eu gostaria de fazer acabam sendo o que chamamos "errado": por isso, precisamos abandoná-las. Outras coisas são as que chamamos "certas": portanto, precisamos cumpri-las.

Contudo, temos a esperança de que, depois de todas as exigências serem cumpridas, o pobre eu natural ainda terá chance — e talvez tempo — de retomar a vida de sempre e fazer o que gosta. Na verdade, somos muito parecidos com o cidadão honesto que paga impostos. Ele paga todos os impostos corretamente, mas espera sobrar alguma coisa com que viver. Isso porque nosso ponto de partida continua sendo nosso ser natural.

2.      Dois resultados

Enquanto pensamos assim, uma de duas possibilidades acontece: ou desistimos de tentar ser bons ou nos tornamos completamente infelizes. Não se engane: se você quer de fato atender a todas as exigências feitas ao ser natural, não sobrará nada para viver. Quanto mais você obedece à sua consciência, mais ela exige de você. Nosso ser natural, faminto, impedido e preocupado a cada momento, tornar-se-á cada vez mais odioso.

No final, você acabará desistindo de esforçar-se para ser bom ou então será uma daquelas pessoas que, como se diz, "vive para os outros", mas sempre descontente e murmurando, sempre pensando por que os outros não a notam mais e sempre se fazendo de vítima. Se isso acontecer, você será um incômodo muito maior para os que vivem à sua volta do que se permanecesse assumidamente egoísta.

3.      Mais difícil e mais fácil

A vida cristã é diferente. De certo modo é mais difícil; de outro é mais fácil. Cristo diz: "Dê-me tudo. Não quero tanto de seu tempo, de seu dinheiro e de seu trabalho: quero você. Não desejo atormentar seu ser natural, e sim matá-lo. Nenhuma meia medida é boa. Não quero cortar um galho aqui e outro ali. Desejo derrubar a árvore toda. Entregue todo seu ego natural, todos os desejos, tanto os que você acha inofensivos quanto os maus — o conjunto todo. Em troca, darei a você um novo ser. Na verdade, entregarei meu próprio ser a você: minha vontade se tornará a sua vontade".

Isso é mais difícil e também mais fácil que aquilo que estamos tentando fazer. Espero que você tenha notado que o próprio Cristo às vezes admite que a vida cristã é muito difícil, mas às vezes a considera muito fácil. Ele diz: "Tome a sua cruz". É como ser espancado até a morte num campo de concentração. No minuto seguinte, ele diz: "O meu jugo é suave e o meu fardo é leve". Ele quer dizer uma coisa e outra, e é fácil entender, porque ambos os aspectos são verdadeiros.

4.      O maior perigo

Os professores dizem que o aluno mais preguiçoso da sala sempre é aquele que, no fim, terá de se esforçar mais. Eles falam sério. Digamos que você peça a dois alunos para resolver uma proposição de geometria. O que estiver disposto a enfrentar desafios tentará entender a proposição. O aluno preguiçoso tentará decorá-la, pois no momento é o que exige menos esforço. Seis meses depois, entretanto, quando estiverem estudando para o exame, o aluno preguiçoso gastará horas de trabalho enfadonho sobre questões que o outro aluno em poucos minutos entende e desfruta.

A preguiça significa mais trabalho no longo prazo. Veja também desta outra maneira. Numa guerra ou na escalada de uma montanha, há sempre algo que exige determinação, mas também, no longo prazo, é a coisa mais segura. Se você se acovarda, mais tarde irá deparar com um perigo muito maior. A atitude mais covarde sempre é a mais perigosa.

5.      A coisa quase impossível

Assim funciona a vida cristã. Entregar todo o seu ser — todos os seus desejos e todas as suas precauções — a Cristo é algo terrível, quase impossível; contudo é muito mais fácil que aquilo que estamos tentando fazer. O que estamos tentando fazer é continuar a ser "nós mesmos", para preservar nossa felicidade pessoal como o principal objetivo da vida e, ao mesmo tempo, ser "bons". Tentamos deixar a mente e o coração seguir seu caminho, voltados para o dinheiro, o prazer e as ambições, acreditando, apesar disso, que nos conduziremos de modo honesto, simples e humilde.

Foi exatamente contra isso que Cristo advertiu. Conforme ele disse, um espinheiro não produz figos. Se eu fosse um campo onde não houvesse nada além de semente de grama, não poderia produzir trigo. Corta a grama eu poderia mantê-la baixa, mas continuaria produzindo grama, não trigo. Se eu quiser produzir trigo, a mudança precisa ser mais profunda. Preciso ser arado e semeado outra vez.

Corajoso ou Covarde? - Charles H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 09:46/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


Tão-somente sê forte e mui corajoso - (Josué 1.7)

o compassivo amor de Deus por seus servos faz com que Ele se preocupe com o estado das emoções deles. Deus quer que seus servos sejam corajosos. Alguns consideram insignificante o fato de que o crente é perturbado por dúvidas e temores, mas Deus não concorda com essa idéia. Ele deseja que sejamos livres de inquietação, dúvida e covardia. Nosso Senhor encara a nossa incredulidade com mais seriedade do que nós o fazemos.

Quando estamos desencorajados, estamos sujeitos a grande desordem, com a qual não devemos brincar; pelo contrário, devemos apresentá-la imediatamente ao grande Médico. Ver o nosso semblante entristecido ofende o nosso Senhor. Havia uma lei do rei Assuero no sentido de que ninguém viesse à sua presença vestido com lamentações (Neemias 2.1-2). Esta não é uma lei do Rei dos reis, porque podemos nos achegar a Ele e contar-Lhe como nos sentimos. Todavia, Ele deseja que fiquemos livres do espírito de opressão e sejamos vestidos com as vestes do louvor. Então, poderemos glorificar nosso Senhor por suportarmos provações de uma maneira heróica.

Se nos sentimos temerosos e estamos com os corações desanimados, isto desonrará a Deus. Além disso, que péssimo exemplo é estarmos assim! Esta enfermidade do desânimo e da dúvida é uma epidemia que logo se propaga no rebanho do Senhor. Um crente abatido pode entristecer outras vinte almas. A menos que a sua coragem seja mantida de pé, Satanás fará muito contra você. A alegria do Senhor é a sua força, e nenhum inimigo do inferno poderá avançar contra você. O labor é luz para o crente de espírito corajoso. O sucesso depende da coragem. O crente que trabalha se alegrando em Deus e crendo com todo o seu coração, esse crente tem sucesso garantido. Portanto, seja "forte e mui corajoso".

Apaixonado por Questionamentos – João Calvino

Se alguém ensina uma doutrina diferente (1 Tm 6.3,4). A palavra no grego é um verbo composto e pode ser traduzido: "ensinar outras coisas". Mas não há dúvida sobre o seu significado; o apóstolo está condenando todos os que não aceitam esse tipo de ensino, mesmo que não se oponham aberta e irrestritamente à sã doutrina. E possível não professar um erro ímpio e público, e no entanto corromper a doutrina da piedade através de sofismas ostentosos. Porque, quando não há progresso ou edificação procedente de algum ensino, o afastamento da instituição de Cristo já está concretizado. Mas ainda que Paulo não esteja falando dos confessos originadores de doutrinas ímpias, e, sim, acerca de mestres fúteis e destituídos de religião, que do egoísmo ou avareza deformam a simples e genuína doutrina da piedade, não obstante percebemos quão aguda e veementemente ele os ataca. E não é de estranhar, pois é quase impossível exagerar o volume de prejuízo causado pela pregação hipócrita, cujo único alvo é a ostentação e o espetáculo vazio de conteúdo. Torna-se, porém, ainda mais evidente, à luz do que segue, a quem precisamente ele está responsabilizando aqui. Pois a próxima cláusula - e não consente com as sãs palavras - é tencionada como uma descrição de homens desse tipo, desviados por tola curiosidade, comumente desprezam tudo o que é benéfico e sólido e se entregam a excentricidades extravagantes, à semelhança de cavalos obstinados. E o que é isso senão a rejeição das sãs palavras de Cristo? São chamadas sãs em virtude de seu efeito de conferir-nos solidez, ou porque são qualificadas para promover a solidez.

E com a doutrina da piedade tem o mesmo sentido. Pois ela só será consistente com a piedade se nos estabelecer no temor e no culto divino, se edificar nossa fé, se nos exercitar na paciência e na humildade e em todos os deveres do amor. Portanto, aquele que não tenta ensinar com o intuito de beneficiar, não pode ensinar corretamente; por mais que faça boa apresentação, a doutrinação não será sã, a menos que cuide para que seja proveitosa a seus ouvintes. Paulo acusa a esses infrutíferos mestres, primeiro de insensatez e de fútil orgulho. Em segundo lugar, visto que o melhor castigo para os interesseiros é condenar todas as coisas nas quais, em sua ignorância, se deleitam, o apóstolo diz que eles nada sabem, embora estejam inchados com argumentos inúmeros e sutis. Não têm nada sólido senão só vácuo. Ao mesmo tempo, o apóstolo adverte a todos os piedosos a não se permitirem que se desviem por esse gênero de exibição fútil, mas que, ao contrário, permaneçam firmes na simplicidade do evangelho.

Apaixonado por questionamentos. Eis uma comparação indireta entre a solidez da doutrina de Cristo e essa 'paixão'. Pois quando esses questionadores sutis tiverem se cansado com seu enfadonho assunto, que resultado terão eles de revelar a todos os seus esforços, a não ser que o seu mal se agrave crescentemente? Não só se desgastam por nada, mas sua insensata curiosidade provoca essa 'paixão'. E daqui segue-se que estão muito longe de beneficiar razoavelmente com o seu ensino, como devem proceder os discípulos de Cristo.

Paulo tem boas razões para mencionar juntos, questionamentos e contendas de palavras, porque, pelo primeiro termo, ele não quer dizer o tipo de questão que nasce de um moderado e sóbrio desejo de aprender ou que contribui para aclarar explanações de pontos úteis; mas, ao contrário, o tipo de questão que hoje é discutido nas escolas da Sorbone, com o intuito de exibir habilidade intelectual. Ali, uma questão leva a outra, porque não há fim para elas, quando todos se precipitam em sua vaidade, procurando saber mais do que deveriam, e isso gera infindáveis contendas. Assim como as densas nuvens, no tempo de calor, não se dissipam sem trovoada, assim também essas escabrosas questões inevitavelmente prorrompem em discussões sem fim.

Ele dá o nome de [logomaquias- questões de palavras] às disputas contenciosas em torno de palavras, quando devia ser em torno do que é real, as quais são, como comumente se diz, sem conteúdo ou fundamento. Caso alguém investigue atentamente o tipo de questões que ardentemente preocupam aos sofismas, descobrirá que dali nada nasce que seja real, senão o que é forjado do nada. Em suma, o propósito de Paulo era condenar todas as questões que nos envolvem em acirradas disputas sobre assuntos dos quais nada resulta.

Dos quais procede inveja. Ele mostra, à luz de seus resultados, como deveríamos evitar a curiosidade ambiciosa; pois a ambição é a mãe da inveja. E sempre que a inveja estiver no comando, ali também surgirá violência, confusões, contendas e os demais males que Paulo enumera aqui.

O apóstolo acrescenta que tais coisas procedem de homens de mente corrompida e privados da verdade. É cristalinamente óbvio que aqui ele está censurando os sofistas que não se preocupavam com a edificação [da Igreja] e convertiam a Palavra de Deus em trivialidade e numa fonte de controvérsias engenhosas. Se o apóstolo apenas realçasse que, com isso, a doutrina da salvação ficaria destituída de sua eficácia, tal coisa, por si só, seria uma intolerável profanação; mas sua reprovação é muito mais pesada e grave, pois ele mostra os males perniciosos e as pragas nocivas resultantes disso. Desta passagem devemos aprender a detestar a sofistica como algo inconcebivelmente nocivo à Igreja de Deus.

Supondo que a piedade é fonte de lucro. O significado consiste em que a piedade é equivalente a lucro ou é uma forma de produzir lucro, porque, para esses homens, todo o cristianismo deve ser aquilatado pelos lucros que ele gera. E como se os oráculos do Espírito Santo houvessem sido transmitidos não com outro propósito, senão de servir à sua avareza; negociam com eles como se fossem mercadoria à venda. Paulo proíbe aos servos de Cristo qualquer gênero de transação com tais homens. Ele não só proíbe a Timóteo de imitá-los, mas lhe diz que os evitasse como se fossem peste maligna. Ainda que não se opusessem abertamente ao evangelho, e o confessassem, não obstante a companhia deles era infecciosa. Além disso, se a multidão nos visse com familiaridade com tais pessoas, haveria o risco de que usassem nossa amizade para insinuar-nos em seu favor. Portanto, devemos empenhar-nos ardentemente por levar as pessoas a entenderem que somos completamente diferentes deles, e que nada temos em comum com eles.

Sudecere - (Sedução! ) - Roger Ellsworth

Nossa palavra sedução vem do latim “sudecere”, que literalmente significa “levar para o lado”. Este vocábulo possui uma conotação negativa, ou seja, implica em que alguém é levado para o lado, afastando-se de uma coisa boa e correta para algo vil e inferior. Em outras palavras, não significa apenas ser levado para o lado, mas também “ser desencaminhado”.

Não somos capazes de pensar muito sobre alguém que foi seduzido, sem que Sansão nos venha à mente. Ele foi o grande “seduzido” de todos os tempos. A fim de apreciarmos quão trágica foi a pessoa de Sansão e quão terrível a sua sedução, precisamos começar pensando sobre aquilo do que ele foi afastado.

Sansão foi chamado para ser um especial instrumento de Deus, em um tempo quando todo o povo de Deus fora seduzido pela cultura dos filisteus. Na época dos juízes, a nação de Israel se encontrou oprimida por seus ímpios e cruéis vizinhos, em várias ocasiões. Mas, em cada instância, “os filhos de Israel clamaram ao SENHOR” (Jz 3.9,15; 4.3; 6.6- 7; 10.10). Quando chegamos ao período em que os filisteus tinham a supremacia sobre Israel, não lemos nada afirmando que o povo clamou a Deus. R. C. Sproul disse: “De maneira diferente dos outros invasores, os filisteus eram civilizados e não se mostravam terrivelmente opressivos; por conseguinte, Israel relaxou sob o domínio dos filisteus e não invocou o Senhor”.

Este foi o ambiente em que Deus chamou Sansão. O povo de Israel havia se acomodado a uma existência pacífica com os filisteus; e Sansão seria o instrumento de Deus para despertar seu povo e convocálo a abandonar sua paixão pela cultura filistéia. Para alcançar este propósito, Deus concedeu ordens ao pais de Sansão, instruindo que seu filho seria um nazireu. O cabelo de Sansão não deveria ser cortado (Jz 13.5). Ele não deveria beber vinho ou comer coisas impuras (Jz 13.7).

Por ter sido dotado com uma força super-humana, Sansão foi, por muito tempo, um poderoso e eficiente instrumento nas mãos de Deus. Enquanto lemos o relato de sua vida, encontramos este refrão: “O Espírito do SENHOR de tal maneira se apossou dele” (Jz 14.6,19; 15.14). Isto nos mostra onde realmente se encontrava a força de Sansão. Seu cabelo era o símbolo de sua força física e sua consagração a Deus, mas a fonte de sua força era o Espírito de Deus. James B. Jordan afirmou: “Não havia qualquer vínculo mágico entre a força e o cabelo de Sansão, mas havia uma conexão espiritual no fato de que Deus outorga força àqueles que são dedicados a Ele; e, no caso de Sansão, sua cabeça dedicada era o sinal de sua separação para Deus”.

Após ter sido usado por Deus durante diversos anos, de maneira poderosa e admirável, esperaríamos que Sansão se mostrasse invencível. Ele havia contemplado Deus utilizando-o para realizar grandes vitórias e parecia ser tão forte na fé quanto era em sua força física. A última coisa que esperaríamos ouvir era que Sansão brincaria com o perder a força que Deus lhe havia concedido e utilizado.

Então, Dalila apareceu no cenário da história. Muitos pensam que ela era uma filistéia; outros imaginam ter sido uma israelita apóstata. A Bíblia não o diz. Uma coisa é certa: ela era um filistéia em seu coração; e mostrou-se tão identificada com os filisteus, que poderia ser contada com um membro deste povo.

Dalila deve ter sido muitíssimo bela, e os príncipes filisteus sabiam que Sansão possuía uma fraqueza por mulheres bonitas. Portanto, eles a arrolaram em sua causa. Ela deveria, em troca de uma boa quantia de dinheiro, descobrir a fonte da força de Sansão, enquanto os príncipes filisteus estariam escondidos em um quarto. No momento oportuno, eles sairiam e dominariam Sansão. Quando os filhos de Deus aprenderão que sempre existem inimigos escondidos por perto, esperando uma oportunidade de fraqueza, a fim de que entrem em cena e causem destruição?

Três vezes Dalila pediu a Sansão que revelasse a fonte de sua força. Três vezes Sansão deu-lhe uma resposta mentirosa. Três vezes os filisteus vieram para dominá-lo, mas foram vencidos por ele. No entanto, nesses encontros, não há qualquer menção do Espírito vindo poderosamente sobre Sansão. Por causa do louco flerte de Sansão com o pecado, o Senhor já havia se retirado dele.

Finalmente, Dalila importunou Sansão além de sua capacidade de suportar; ele revelou a verdadeira fonte de sua força. Quando ele dormiu, ela cortou suas longas tranças, e os filisteus vieram e o levaram preso.

Essa história parece bastante fantasiosa, para acreditarmos nela?

Por que, após se tornar óbvio o que Dalila pretendia, Sansão continuou até que ela o viu falando a respeito da fonte de sua força? Por que ele correu tão grande risco? Nisto, percebemos novamente a fragilidade da natureza humana. Isto não é verdade apenas no que se refere a Sansão; também é verdade no diz respeito a todos nós. Ficamos enamorados de coisas que sabemos nos destruirão. Diga-me quantas vezes você foi abrasado pelo pecado e se voltava para ele; eu lhe direi por que Sansão permaneceu conversando com Dalila.

Sansão pagou um terrível preço por sua tolice. Os filisteus lhe vazaram os olhos e puseram-no a virar um moinho, no cárcere. Esta foi a maneira dos filisteus mostrarem que seu deus, Dagom — o deus do grão, havia conquistado a vitória sobre o Deus de Israel. De modo semelhante, quando um filho de Deus cai em pecado, o mundo incrédulo está sempre disposto a regozijar-se com malignidade sobre este filho de Deus e atribuir seu pecado a uma inerente deficiência no cristianismo.

A vitória dos filisteus teve pouca duração. Enquanto Sansão trilhava grão, seu cabelo cresceu e, com ele, o arrependimento. Quando os filisteus trouxeram Sansão a um de seus festivais repleto de bebedice, a força de Sansão retornou ao ponto em que ele foi capaz de derrubar as colunas do edifício, matando a si mesmo e os filisteus.

De que maneira Sansão se envolveu neste embaraço? Como ele perdeu sua força? Reputando as coisas como normais? Sim. Não andando em obediência a Deus? Sim. Procurando ver quão perto ele poderia chegar do fogo e não se queimar? Sim. Todas essas coisas e muito mais contribuíram, mas a resposta final é que ele mesmo tornou-se tão enamorado da cultura dos filisteus, que incorporou e expressou através de Dalila que ele estava cego para as outras coisas.

Não sei que epitáfio a família de Sansão escreveu em seu túmulo, após retirarem seu corpo de entre as ruínas do templo dos filisteus. Porém, sei que poderiam ter escrito: “SEDUZIDO PELA CULTURA QUE, POR DEUS, ELE FOI CHAMADO A INFLUENCIAR”.

Sansão é uma figura muito apropriada da igreja contemporânea. À semelhança dele, fomos chamados a influenciar nossa cultura, para Cristo. Fomos chamados para ser o sal que ameniza a degeneração moral do reino dos homens e a luz que mostra o caminho para o reino de Deus.

Todavia, a cultura que estamos procurando influenciar não é passiva.

Ela tem sua própria doutrina, agenda e pregadores, mostrando-se agressiva e militantemente dedicada em resistir nossa mensagem e pregar a sua.

Muitos de nós fazemos bem, durante certo tempo, em sermos fiéis a Deus, permanecendo contra a agenda deste mundo. Mas o contínuo e sedutor namoro de Dalila começa a minar nossas defesas, e, antes que percebamos o que aconteceu, estamos pensando e conversando de maneira similar a filisteus civilizados, defendendo posturas contrárias à Palavra de Deus.

O poder do cristianismo se encontra na Palavra de Deus, e, quando nos permitimos ser sedutivamente afastados dela, nos achamos, assim como Sansão, roubados de poder e humilhados diante de um mundo escarnecedor. Sansão permanece como um lembrete contínuo de que mesmo o mais forte cairá, se for prostituir-se ao seguir uma cultura pagã. Essa prostituição sempre conduz à falta de poder, à cegueira e à morte. Isto não é a explicação para a cegueira que impede a igreja de ser capaz de discernir entre o verdadeiro e o falso? Isto não explica a morte que impede a igreja de se regozijar na realidade das coisas espirituais?

A figura de Sansão é tão lamentável quanto poderia ser, mas existe também grande consolação nessa história. Em última análise, os filisteus venceram Sansão, não porque eram mais fortes, mas porque ele demonstrou infidelidade. Os cristãos, às vezes, caem na armadilha de pensarem que seu grande inimigo é a cultura ímpia que os assedia. Sem dúvida, a cultura ímpia é um inimigo, mas apenas em sentido secundário. Nosso grande inimigo somos nós mesmos. Se estamos sendo oprimidos hoje, não é porque as crenças e o estilo de vida modernos são mais fortes do que nós, e sim porque temos sido infiéis para com Deus, que nos torna fortes.

Quão profundamente precisamos guardar esta verdade em nossos corações! Nossa vocação é sermos fiéis a Deus! Mas o que dizermos sobre o filho de Deus que já se mostrou infiel para com Ele? O que dizermos sobre o cristão que foi seduzido pelos errôneos dogmas de uma cultura ímpia? Louvado seja Deus, existe outra consolação a recebermos da vida de Sansão! Os cabelos espirituais crescem novamente! O filho de Deus pode ser seduzido pela cultura pagã que o rodeia, mas, por fim, retornará ao Senhor e será renovado. E, assim como Sansão foi vindicado, este filho de Deus também o será. Está chegando o bendito dia em que seremos retirados da cultura que despreza as coisas de Deus e resplandeceremos como as estrelas do firmamento, para sempre. E todo o universo saberá que estávamos certos em andar com Deus.

A Dolorosa Lição de Aprender a ter Gozo - J. Piper

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O céu será uma descoberta progressiva e infinita de mais e mais da glória de Deus, com gozo crescente nele. Se a glória de Deus e o nosso gozo são uma coisa só e, no entanto, não somos minutos como ele, a nossa união com ele na experiência plenamente saciadora da sua glória nunca pode ser completa, mas deve ser de intimidade e intensidade cada vez maiores para sempre. A perfeição do céu não é estática, assim como não vemos de uma só vez tudo o que há para ser visto - pois isso corresponderia a limitar a revelação própria e gloriosa de Deus e, portanto, o seu amor. Uma vez que não nos tornaremos Deus, sempre haverá mais a descobrir, e o prazer crescente em Deus nunca terá fim. 

Edwards declara essa verdade da seguinte maneira: "Suponho que não haja quem possa negar que, ao glorificar os santos no céu com felicidade eterna, Deus tem por objetivo satisfazer sua graça ou benevolência infinita, concedendo um bem infinitamente valioso, pois é eterno. E, no entanto, nunca chegará um momento em que se poderá dizer que agora esse bem infinitamente valioso foi, de fato, concedido". Além do mais, ele diz, a nossa ascensão eterna em intimidade cada vez maior com Deus será crescente "ao longo dessa duração infinita, não com celeridade [isto é, velocidade] cada vez menor (mas talvez até maior)... em sua altura infinita, apesar de sabermos que jamais haverá determinado momento em que se poderá dizer que ela tenha alcançado essa altura". Isso é o que vemos como em espelho, obscuramente, em Efésios 2.7: "[Deus nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus] para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus"

Será preciso um número infinito de eras para que Deus conclua a glorificação da riqueza de sua graça concedida a nós - o que equivale a dizer que esse processo jamais terá fim.

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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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