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30 de mai. de 2010

Temos que vender tudo para seguir a Cristo?

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O Que a Bíblia Diz?

Um jovem rico perguntou para Jesus: "Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?" Jesus concluiu a conversa com o jovem com um mandamento que o deixou triste: "...vai, vendes os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me" (Mateus 19:16-22).
Devemos praticar e ensinar a mesma coisa hoje? Temos que vender tudo que possuímos e dar aos pobres para alcançar a vida eterna? Para encontrar a resposta bíblica, temos que considerar alguns exemplos.
Os cristãos primitivos em Jerusalém vendiam seus bens para sustentar seus irmãos necessitados (Atos 2:45; 4:32). Alguns citam este exemplo para defender um tipo de comunismo cristão, dizendo que bens materiais precisam ser compartilhados igualmente entre irmãos.
Um estudo mais completo do Novo Testamento deixa bem claro que Jesus não pretendia abolir diferenças econômicas entre irmãos. Poucos capítulos depois, descobrimos que Maria, mãe de João Marcos, teve uma casa suficiente para reunir muitas pessoas (Atos 12:12). Irmãos em outros lugares tinham casas próprias (Atos 16:40; Romanos 16:5). Quando Paulo escreveu aos santos em Éfeso e Colossos, ele incluiu instruções para os servos e para seus senhores (Efésios 6:5-9; Colossenses 3:22 - 4:1). No mesmo capítulo que Paulo avisou Timóteo sobre o perigo de desejar riqueza, ele direcionou algumas palavras aos irmãos ricos. Ele não mandou que eles vendessem tudo, mas orientou-lhes em como usar o seu dinheiro, confiando em Deus e não nas riquezas (1 Timóteo 6:17-19).
Colocando as instruções de Jesus ao jovem rico no contexto do Novo Testamento, podemos entender que o Senhor não pediu que todos os cristãos vendessem todas as suas posses. Jesus viu que o dinheiro estava impedindo a salvação daquele jovem, e assim ele mandou que vendesse tudo. Neste sentido, ele continua exigindo a mesma coisa. Qualquer coisa que impede a nossa devoção ao Senhor deve ser eliminada da nossa vida.
Até os mais pobres precisam lembrar do mandamento de Jesus: "...buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça" (Mateus 6:33).
-por Dennis Allan

Um camelo pode passar pelo fundo de uma agulha?


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Jesus disse: “E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (Mateus 19:24). Este comentário apresenta desafios de, pelo menos, quatro tipos:  
(1) A tentação de aceitar explicações convenientes inventadas por homens. Durante muito tempo, tem se circulado algumas explicações para tornar possível o que Jesus disse. Alguns tem dito que a palavra certa não seria camelo e sim, cabo. Outra explicação mais difundida é que o fundo da agulha se refere a um portão baixo que supostamente existia em Jerusalém, pelo qual os camelos passavam de joelhos. Mas as evidências para estas explicações são muito fracas. Não devemos nos perder com explicações forçadas e inventadas.  
(2) O problema com interpretações literais de linguagem figurada. Muitas coisas na Bíblia são literais, e normalmente aceitamos as palavras exatamente como foram dadas. Mas, Deus também usa linguagem figurada, e corremos o risco de errar em não compreendê-la. Jesus criticou seus discípulos por não compreenderem linguagem figurada (Mateus 16:6-12). Muitas pessoas erram por não reconhecer o sentido figurado de referências a 144.000 selados (Apocalipse 7:4; 14:3). Erramos, também, quando não reconhecemos o uso de hipérbole, linguagem intencionalmente exagerada para enfatizar um ponto. Não podemos tratar hipérbole como linguagem literal sem cair em contradição. Por exemplo, as avaliações de Ezequias (2 Reis 18:5) e Josias (2 Reis 23:25) seriam contraditórias se a linguagem fosse literal. E a promessa a Abraão sobre descendentes tão numerosos como as estrelas e a areia do mar (Gênesis 22:17) não pode ser tratada como uma afirmação literal. O comentário de Jesus sobre o camelo e a agulha é mais  um exemplo de exagero proposital.  
(3) O perigo de interpretar um versículo de uma maneira que contradiga outros ensinamentos bíblicos. Outros trechos esclarecem o sentido. A dificuldade das riquezas vem nas prioridades (Mateus 6:19-21,24; Colossenses 3:1-5) e na confiança (Mateus 6:25-33; 1 Timóteo 6:17-19), não apenas na questão de possuí-las.  
(4) O desafio principal das palavras de Jesus: o perigo de buscar ou confiar em riquezas. Talvez o maior perigo de todos seja o erro de não prestar atenção na lição que Jesus ensinou. Tantas pessoas buscam prosperidade, e tantos pastores incentivam estes desejos. Mas Jesus avisa que muitos perderão as suas almas por causa do dinheiro. Quer se tornar rico? Cuidado! Você está entrando numa área de grande perigo!  
–por Dennis Allan

Rico para com Deus

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“Elhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus” (Lucas 12:16-21).
Assim falou Jesus à multidão reunida que tinha acabado de ouvi-lo reprovar um homem que não tinha visto nele mais do que um árbitro para uma contenda por dinheiro familiar. “Cuidado com a cobiça,” ele disse; e então contou a parábola acima para explicar o motivo. A Parábola do Rico Tolo é um espelho para a alma.
O agricultor desta parábola não era algum homem pobre que conseguiu riqueza subitamente. Ele já era rico quando uma grande colheita fez os seus já grandes celeiros parecerem pequenos. Não há indicação de que nenhuma das riquezas do agricultor tivesse sido mal ganha. Por tudo o que sabemos, ele ganhou cada pedaço dela com trabalho duro e gerenciamento prudente. Esta história não é sobre fraude. É sobre tolice. O agricultor, que tinha sido tão hábil gerindo sua propriedade, tornou-se um simplório ao gerir a vida. Ele cometeu algumas tolices muito óbvias.
Primeiro de tudo, ele cometeu o engano de pensar que era o proprietário de sua riqueza. “Minhas colheitas”, “meus bens”, “meus celeiros” e até “minha alma”, ele disse. Que arrogância! Que ingratidão! Como se ele, e somente ele, tivesse conseguido tudo isso. Não há nenhuma palavra pronunciada de agradecimento ao grande Deus que nos dá “do céu chuva e estações frutíferas, enchendo os vossos corações de fartura e de alegria” (Atos 14:17), para não falar de “vida, respiração e tudo o mais” (Atos 17:25). Em qualquer tempo em que pensarmos que merecemos as coisas que estamos usando, far-nos-ia bem verificar a relação da terra ou da casa em que estamos. Somos todos inquilinos aqui.
A segunda tolice foi pensar consigo mesmo sobre que disposição ele deveria dar a suas bênçãos inesperadas (12:17). Ele deveria ter consultado Deus porque o mundo e toda a sua plenitude são dele (Salmo 50:12). Mas isso nunca lhe passou pela cabeça. Nem ele pensou nos celeiros vazios das pessoas pobres e lutadoras para quem suas sobras teriam significado livramento. Ele só pensou em si mesmo.
Sua terceira tolice está em supor que o que ele pudesse colocar num celeiro fosse tudo o que ele precisava. Olhando sobre toda sua abundância, ele disse consigo mesmo: “Consegui fazer!” Ele pensava que estas coisas significavam conforto assegurado, felicidade e segurança. Admiramo-nos sobre em que mundo ele vivia. Como agricultor, praga, seca, inundação e roubo não lhe eram estranhos. É preciso cegueira incomum para imaginar que haja qualquer segurança em coisas materiais (Mateus 6:19). Mas é preciso estupidez ainda maior para imaginar que espíritos formados à imagem do Eterno possam jamais ficar satisfeitos e realizados com a mera matéria, mesmo que ela fosse eterna (Eclesiastes 5:10-11; 6:7). Fomos feitos para “o Deus vivo” (Salmo 42:2; Atos 17:26-28) e a vida provém do coração, não do banco (Provérbios 4:23).
Finalmente, nosso agricultor “bem sucedido” esqueceu-se do tempo e da morte. Ele estava pensando em muitos anos, mas Deus disse que não seria nem mais um dia. Sua riqueza foi para um lado e ele foi para outro. Não há bolso numa mortalha. Salomão fala freqüentemente desta verdade em Eclesiastes. “Também aborreci todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, visto que o seu ganho eu havia de deixar a quem viesse depois de mim. E quem pode dizer se será sábio ou estúpido?” (Eclesiastes 2:18-19). Não há tolice imperdoável maior do que planejar a vida sem considerar a morte, e construir a vida sobre coisas que a morte certamente tirará. A evidência de nossa mortalidade e incerteza da vida não é apenas premente, é irresistível. Nenhuma verdade sobre nós mesmos é tão evidente como o fato de que vamos morrer, e morrer em algum tempo imprevisível. E a única coisa que sobreviverá à morte é uma relação segura com Deus. Deveremos, portanto, derramar todas as nossas vidas e tesouros para ele, amontoados, comprimidos, transbordando.
Diz-se que Alexandre o Grande pediu para ser enterrado com suas mãos colocadas de tal modo que todos poderiam ver que elas estavam vazias. É também relatado que, quando a cripta do Imperador Carlos Magno foi aberta, ele foi encontrado sentado em seu trono, uma figura agora só ossos, apontando para um texto em uma Bíblia aberta: “Que aproveita ao homem, ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36). É uma pergunta muito boa.
–por Paul Earnhart

Acumulando tesouros no céu

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Em Mateus 6:19-20 o Senhor diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu...”. Olha só que ensino surpreendente esse! O Senhor esta dizendo que eu ou você podemos passar nossa vida trabalhando para conseguir uma das duas coisas: Um tesouro que vale muito, ou, um tesouro que não vale nada!
Entretanto eu me pergunto: Como é que alguém poderia entre duas escolhas ficar com a pior? O que levaria um homem ou uma mulher sadios da mente fazer a pior escolha e dedicar sua vida inteira para consegui-la? Gastar o melhor dos seus dias em busca do pior para a sua existência? Francamente – a não ser que a pessoa tenha algum problema mental – isso parece uma coisa impossível de acontecer, pois qualquer pessoa quer o melhor para si. Mas então, qual é a razão desse ensino do Senhor? Acho que o Senhor está nos advertindo contra um poderoso inimigo: o engano. 
O que acontece se uma pessoa pensar que escolheu o melhor enquanto na verdade escolheu o pior? Pense em quantas pessoas já compraram um apartamento – na planta – e concluíram que estavam fazendo o negócio da sua vida. Trabalharam duramente para pagar as prestações. Economizaram. Sonharam. Pense na decepção e amargura delas quando lá na frente descobrem que tudo é uma farsa. A construtora é uma arapuca. O apartamento nunca existiu. Tanto trabalho. Tanto esforço... por uma farsa! Vidas verdadeiramente empenhadas por uma mentira. Pensando que trabalhavam por uma coisa boa, trabalhavam duro por um grande mal. Que poder incrível tem esse tal de engano!!! Usar o melhor de nós para tirar o melhor para ele! 
Talvez essa seja a armadilha contra a qual o Senhor quer nos advertir aqui nesse ensino. Será que sinceridade, esforço e dedicação formam um trio imbatível que nos garanta a salvação? E se, por falta de conhecimento, formos enganados? E se, enquanto acreditamos que estamos trabalhando para nossa salvação, estamos – na verdade – trabalhando para nossa perdição eterna?! Terrível!!! Sinceros, mas enganados! Fervorosos, mas enganados! Dedicados, mas enganados! 
Como ter certeza? Qual a fonte segura? A igreja que frequento? Pregadores que ouço? Artigos como esse? Jesus dá a resposta: “Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não conhecendo as Escrituras ...” (Mateus 22:29). Essa é a resposta. O conhecimento das Escrituras pode nos livrar dos enganos. É por acreditar nos sentimentos e não na verdade que somos enganados. Jacó trabalhou sete anos para ter Raquel como esposa, mas sem saber trabalhava esforçadamente a cada dia para se casar com Lia. Pensando que trabalhava para ter Raquel, sem saber trabalhava para ter Lia. 
Quantas pessoas fervorosas podem estar nessa situação hoje? Pensando que trabalham para a salvação (tesouros no céu), sem saber trabalham para a perdição (tesouros na terra). Dedicadas. Empenhadas. Amorosas. Evangelizadores. Tantas coisas, que não dá para acreditar que não terão o seu lugar na eternidade ao lado do Senhor. Mas, e se o maldito engano as tiver sob seu controle? E se elas estiverem na mesma situação do pobre Jacó: trabalhando por Lia enquanto pensava que era por Raquel? 
Em Mateus 7:21, Jesus diz muito sobre esse tipo de engano: “Nem todo que me diz Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus; mas aquele que faz a vontade do meu Pai que esta nos céus”. Olha só? Não é a mesma situação? Aquelas pessoas fizeram muita coisa em nome do Senhor – é só continuar lendo Mateus que a gente vê. Mas desgraçadamente foi tudo um grande engano. Apanhadas em uma poderosa armadilha ficaram cegas. E, cegas, rumaram para longe do Senhor enquanto pensavam que estavam indo ao seu encontro. 
Qual é o verdadeiro tesouro então? Como achar um caminho certo e seguro para ele? Paulo responde: “A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Efésios 3:8). Eis aí o mapa do verdadeiro tesouro: o evangelho da salvação. Confie sua vida a ele e seja rico em bençãos celestiais! “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” (Efésios 1:3).
–por Pedro de Jesus Barruzi

O Propósito de Deus para a Família

http://jocard-designer.com.br/JesusFamilia.jpg"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela" (Salmo 127:1).
Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.
Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono.
Haver  uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?
A resposta para todas estas perguntas é SIM! As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.

O Propósito Básico de Deus para a Família

Quando temos dificuldade com a geladeira, entendemos que o fabricante, que escreveu o manual do usário, sabe mais sobre o aparelho do que nós. Lemos o manual para resolver o problema. Quando vemos tantos problemas nas famílias de hoje, só faz sentido que nosso Criador, que escreveu o "manual do usuário", sabe mais a respeito da família do que nós. Precisamos ler o manual para achar como construir e manter bons lares. Encontramos estas instruções na Bíblia. Ela nos guia em cada aspecto do serviço a ele, incluindo a realização de nossos papéis na família.
Casamento
A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adáo e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24). Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher. Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Romanos 7:1-3).
Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hebreus 13:4). Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Coríntios 7:1-5).
Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11). Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Coríntios 7:1-2, 8-9; Gálatas 5:19). As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hebreus 13:4).
Filhos
Casais assim unidos diante de Deus pelo casamento gozam o privilégio de terem filhos. Deus ordenou a Adão e Eva e aos filhos de Noé que tivessem filhos (Gênesis 1:28; 9:1). Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias, completas com pai e mãe (1 Timóteo 5:14). Em lugar nenhum da Bíblia encontramos autorização para uma mulher ter relações sexuais para conceber um filho, antes ou sem casamento. A paternidade solteira, que está se tornando moda em nossa sociedade moderna é um afastamento do plano de Deus que terá  sérias conseqüências para as gerações vindouras.

Papéis Dados por Deus Dentro da Família

Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos.
Homens: Esposos e Pais
A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela". O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Tessalonicenses 3:10-11; 1 Timóteo 5:8).
Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles.
Mulheres: Esposas e Mães
Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2). As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5).
Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).
Filhos: Seguidores Obedientes
Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Efésios 6:1-2 que os filhos deverão:
1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5).
2. Honrar seus pais. Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6).

Lares Piedosos Nestes Dias?

É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros. Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros. Lembre-se, os benefícios serão eternos!
Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus?
- por Dennis Allan

Servir a Deus ajudará você e a sua família a enfrentar os desafios modernos

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Para seus irmãos efésios, Paulo escreveu: "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5:15- 16). Quanto pior for o ambiente no qual os cristãos têm que morar, se torna mais necessário tomar cuidado e ser forte no serviço ao Senhor.
Agora nestes tempos modernos os cristãos têm idéia sobre o que Paulo queria dizer quando ele falou que os "dias são maus". De quase todas as direções, nossa cultura ameaça nossa fé. A pessoa que leva a sério o seu relacionamento com Cristo não pode evitar ficar preocupado sobre o que espera no futuro. E para muitos de nós, a sobrevivência espiritual de nossas famílias é a preocupação maior. Os desafios modernos à família são tão mortíferos quanto reais.
A onda de promiscuidade sexual que resultou da Revolução Sexual atira contra o coração da família: o relacionamento de uma só carne, fiel e de ambos os lados entre marido e mulher. A homossexualidade promete redefinir o próprio conceito do que é uma família. O divórcio em abundância tem tornado impossível uma criança ter a certeza que o seu lar ficará unido até crescerem. Os movimentos dos direitos da criança e da paternidade social discutem que as crianças devem ser criadas pelo estado e não pelos seus pais. O aborto, o suicídio e a eutanásia têm implicações preocupantes na família. A mídia de entretenimento, o sistema educacional e o estado de bolsas financeiras todos estão arrumados contra a família tradicional. Ao todo, é um monte de forças ali que enfrentam a família de hoje.
O que podemos fazer para enfrentar estes desafios? Podemos servir a Deus fielmente nas nossas famílias! Pode ser uma idéia simples, mas é verdadeira: servir a Deus sempre tem sido a melhor maneira de nos manter fortes espiritualmente e sobrevivermos aos ataques de uma cultura hostil.
Pense, por exemplo, sobre os três amigos de Daniel. Na história familiar de Daniel 3, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram fortes o suficiente a arriscarem as suas vidas ao invés de adorarem a imagem que Nabucodonosor havia colocado. Ameaçados com a morte, simplesmente disseram, "Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei" (Daniel 3:16-17). Há mais do que uma ligação de coincidência entre a força destes homens em Deus e o serviço anterior deles para Deus. Eles tinham o que era preciso para passar nesta prova porque estavam servindo a Deus mesmo antes da prova chegar.
Os mesmos princípios governam a força espiritual das nossas famílias. Se, como famílias, amamos verdadeiramente ao Senhor e ao nosso próximo (Mateus 22:37-39), se nós verdadeiramente nos entregamos ao Senhor (2 Coríntios 8:5), e se servimos "a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor" (Hebreus 12:28), encontraremos o que for necessário para superarmos a dificuldade. Para espantar a doença espiritual e a destruição, uma família precisa de um "sistema imunológico", e o sistema imunológico que Deus pretendia que as famílias tivessem é fortalecido dia-a-dia no processo de servi-lo. Não há atalho. Sem os recursos que são fortalecidos desta maneira, realmente não há nada que possa proteger uma família das influências devastadoras com as quais temos que lidar agora.
Em primeiro lugar, servir a Deus é o que fortalece a fé. A maioria das ameaças modernas à família surgiram de uma filosofia humanística que nega a existência de Deus. A fé que é realmente de Deus, a confiança nele pessoalmente, é o que é necessário para enfrentar estes desafios. Muito tempo atrás, João escreveu, "porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 Joâo 5:4). Não há nenhum comprimido que podemos tomar que nos dará esta fé que vence o mundo. A fé é ganha no processo diário de servir a Deus da melhor maneira possível de acordo com o nosso entendimento.
Em segundo lugar, servir a Deus é o que constrói o caráter genuíno da pessoa interior. Os maiores perigos que as nossas famílias enfrentam hoje são aqueles que atacam o nosso ser mais interior, a nossa própria natureza como seres criados na imagem de Deus. A força que requer para lidar com tais perigos é a força de um profundo caráter piedoso. Paulo orou para que seus irmãos fossem "fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior" (Efésios 3:16). O caráter não é fortalecido descansando numa poltrona; é desenvolvido no trabalho ativo de servir a Deus. As famílias de hoje que esperam sobreviver a tudo que está se passando irão precisar de mais do que a força superficial daqueles que meramente falam a respeito do Senhor. Precisamos do verdadeiro caráter que vem do serviço diário, genuíno a Deus.
Em terceiro lugar, se as nossas famílias conseguirão encarar os desafios modernos, devemos gozar de relacionamentos ricos e profundos entre os membros da família. Estes relacionamentos não acontecem sozinhos, desenvolvem e aprofundam através do tempo que servimos ao Senhor. O que é verdadeiro na congregação local não é menos verdadeiro em nossas famílias físicas: a força vem "segundo a justa cooperação de cada parte" (Efésios 4:16). A maior força no mundo é a força daqueles que cresceram e ficaram fortes servindo ao Senhor juntos. Servir ao Senhor enriquece as nossas relações familiares, e fazendo isto põe nestes relacionamentos uma força que dificilmente pode chegar de outra maneira.
Acontece que servir a Deus faz mais uma coisa para nós. Nos dá coragem! Sem a coragem, estamos perdidos. Paulo encorajou aos coríntios, "Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos" (1 Coríntios 16:13) A famíla piedosa que sobrevive a cultura moderna e supera no Senhor não é aquela que se compromete covardemente com o mal. Ela corajosamente se posiciona pelo que é verdadeiro e bom. Por fim, a coragem da qual as nossas famílias precisam hoje em dia é formada nos nossos corações enquanto experienciamos a realidade de viver a vida em Cristo. Temos que fazer mais do que freqüentar os cultos da igreja; temos que "saborear" que o Senhor é gracioso (1 Pedro 2:3). Quando fizermos assim, as nossas famílias terão o tipo de poder do qual o diabo foge.
- por Gary Henry

[DEVOCIONAL] John Piper - Conhecendo mais a Deus, por estar Ele Levando nossos Fardos

30.5.10 | Postado por: (-V-)
Penetrado pela PAlavra - John Piper
Conhecendo mais a Deus, por estar Ele Levando nossos Fardos

por John Piper

Uma das razões por que não conhecemos profundamente a Deus é que não nos aventuramos muito em seu compromisso de carregar os nossos fardos. Conhecer a Deus com um senso de realidade pessoal autêntica não é uma simples questão de estudar. É uma questão de andar com Deus através do fogo e não ser queimado. É uma questão de não ser esmagado por um fardo, porque Ele o leva por você, ao seu lado. O que, então, Deus leva?

1. Deus tem levado os nossos pecados.
O meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si (Is 53.11).
Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos (Hb 9.28).
Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados (1 Pe 2.24).
Crer nesta verdade e experimentar seu efeito libertador é crucial para a vida agora. Sentimentos de culpa não têm a palavra final! Crer nesta verdade também é crucial para a hora de nossa morte. O aguilhão da morte é o pecado, mas graças sejam dadas a Deus, porque esse aguilhão foi removido. É igualmente crucial para nosso gozo eterno. A obra de Cristo em carregar nossos pecados nos assegura uma compensação eterna para todas as supostas “perdas” nesta vida de amor sacrificial. Esta confiança é o fundamento de conhecermos a Deus.

2. Deus se compromete a levar nossas ansiedades.
Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós (1 Pe 5.7).
A única outra passagem bíblica onde ocorre a palavra grega traduzida por “lançar”, neste versículo, é Lucas 19.35, onde lemos que os discípulos puseram suas vestes sobre o jumentinho, para que Jesus o montasse.

Que tipo de ansiedade Deus almeja tirar de nossas costas e levar por nós? Todo o tipo de ansiedade. Por exemplo, ansiedades a respeito de necessidades (Fp 4.4-7), inutilidade (Is 55.11), fraqueza (2 Co 12.9), decisões (Sl 32.8), adversários (Rm 8.31), aflição (Sl 34.19; Rm 5.3-5), velhice (Is 46.4), morte (Rm 14.7-9) e incerteza de perseverança (Fp 1.6; Hb 7.25).

Quando perguntaram a George Müller como podia se sentir calmo em um dia agitado, com tantas incertezas sobre o orfanato, ele respondeu algo assim: “Lancei sessenta coisas sobre o Senhor nesta manhã”. Quando Hudson Taylor foi informado de que missionários sob a sua responsabilidade estavam em perigo, logo ouviu-se Taylor sussurrando seu hino favorito — “Jesus, estou descansando, descansando no gozo do que Tu és!”

3. Deus se compromete a levar nossos cuidados.
Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado (Sl 55.22).
A palavra hebraica traduzida por “cuidado”, neste versículo, pode ser traduzida por quinhão. Qual é o seu quinhão hoje? O que a providência de Deus lhe trouxe? Em última instância, isto procede do Senhor. Ele o levará por você. Este quinhão não tem o propósito de esmagá-lo ou arruiná-lo. Tem o propósito de provar sua confiança em Deus para carregá-lo por você. (Veja Salmos 16.5, 63.8.)

Para Amy Carmichael, o “quinhão” era o estado de solteira. Houve várias oportunidades para ela deixar esse estado e assumir “a vida de casada”. Mas ela ouviu a voz interior: “Não, não, não”. Ela lançou esse quinhão sobre o Senhor, que o levou por ela, tornando-a frutífera e plena de alegria.

4. Deus se compromete a levar a causa da justiça por nós.
Ele [Jesus], quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente (1 Pe 2.23).
Em quase todos os relacionamentos da vida, você será tratado com injustiça. “Jesus nunca nos chamou para uma luta justa” (George Otis Jr).

Como você não se sentirá amargurado? Deixando que Deus leve a sua causa e acerte as contas quer na cruz, quer no inferno. Pedro disse que Jesus lidou com os atos errados praticados contra Ele entregando-se a Deus, que julga todas as coisas com justiça. Deus administrará a nossa causa. “A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Rm 12.19). Entregue-Lhe sua causa. Prepare-se para ser tratado com injustiça, quer seja alguém furando a fila à sua frente, quer seja alguém dando falso testemunho a seu respeito em um tribunal.

5. Deus se compromete a levar você — toda a sua vida.
Ouvi-me, ó casa de Jacó e todo o restante da casa de Israel; vós, a quem desde o nascimento carrego e levo nos braços desde o ventre materno. Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei (Is 46.3-4).
(Veja também Êx 19.4; Sl 18.35, 94.18.)

A vida cristã é uma vida de ser levado, desde o começo até ao final. Nós trabalhamos, mas, na realidade, é Deus quem trabalha em nosso íntimo (1 Co 15.10).

Conclusão

Venham a Ele, todos os que trabalham arduamente e estão sobrecarregados, e encontrem descanso para a alma.
Aprofunde sua comunhão com Deus
e conheça-O melhor, aventurando-se
mais em seu compromisso de levar você
e todas as suas inquietações.


Extraído do livro:
Penetrado pela Palavra, de John Piper
Copyright: © Editora FIEL 2009.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

29 de mai. de 2010

Mais Uma Chance(A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO)

http://lucasnapoli.files.wordpress.com/2010/02/filho-prodigo2.jpg

«Um homem tinha dois filhos.
O mais jovem disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, ajuntando todos os seus haveres, o filho mais jovem partiu para uma região longínqua e ali dissipou sua herança numa vida devassa. E gastou tudo. Sobreveio àquela região uma grande fome e ele começou a passar privações.
Foi, então, empregar-se com um dos homens daquela região, que o mandou para seus campos cuidar dos porcos. Ele queria matar a fome com as bolotas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava.

E caindo em si, disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome! Vou-me embora, procurar o meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como um dos teus empregados’.

Partiu, então, e foi ao encontro de seu pai. Ele estava ainda ao longe, quando seu pai viu-o, encheu-se de compaixão, correu e lançou-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. O filho, então, disse-lhe: ‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho’.
Mas o pai disse aos seus servos: ‘Ide depressa, trazei a melhor túnica e revesti-o com ela, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o novilho cevado e matai-o; comamos e festejemos, pois este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi reencontrado!’ E começaram a festejar.

Seu filho mais velho estava no campo. Quando voltava, já perto de casa ouviu músicas e danças. Chamando um servo, perguntou-lhe o que estava acontecendo. Este lhe disse: ‘É teu irmão que voltou e teu pai matou o novilho cevado, porque o recuperou com saúde’. Então ele ficou com muita raiva e não queria entrar. Seu pai saiu para suplicar-lhe.
Ele, porém, respondeu a seu pai: ‘Há tantos anos que te sirvo, e jamais transgredi um só dos teus mandamentos, e nunca me deste um cabrito para festejar com meus amigos. Contudo, veio esse teu filho que devorou teus bens com prostitutas, e para ele matas o novilho cevado!’
Mas o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, pois esse teu irmão estava morto e tornou a viver; ele estava perdido e foi reencontrado!’»
Lucas 15, 11-32

O PERDÃO DIVINO
A mensagem do perdão é uma das mais lindas a atraentes na Palavra de Deus. No livro do profeta Isaías, 1:18, lemos: “Vinde e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como escarlata eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”
O perdão divino vai muito além do que simplesmente declarar alguém inocente. O perdão de Deus não só remove a condenação, como oferece poder para que o pecador não continue na prática do pecado. O perdão tem que ver com a transformação do interior. O perdão não é somente necessário para eliminar a culpa por estarmos manchados pelo carmesim ou pela escarlata. O perdão de Deus, vai além. Ele transforma isso à semelhança da cor da neve ou da lã, simbolizando pureza.
Na triste experiência de Davi, rei de Israel, ao cometer uma sucessão de pecados iniciado no adultério com Bate Seba, foi ele despertado pelo profeta Natã. Reconhecendo seu pecado, o inspirado rei escreveu o Salmo 51. Aí encontramos três pedidos específicos que nos ajudam a entender a extensão dos efeitos do perdão de Deus em nossa vida.
Nos versos um e dois Davi pede a Deus respeitosamente perdão e purificação. Interessante esse pedido. Na primeira carta de João, capítulo um, versículo nove nós lemos que Deus é fiel para nos perdoar e nos purificar. No evangelho de João, 19:34, lemos que “um dos soldados feriu a Jesus no lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.” O sangue é o símbolo do perdão e a água o símbolo da purificação. Com a morte de Cristo, não só é perdoado todo pecado, mas também é purificado aquele que o praticou. Davi rogava a Deus por perdão e purificação. E o terceiro pedido do rei que encontramos nessa oração do Salmo 51 está no verso 10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto”. Davi pedia transformação interior.
Amigo ouvinte, o perdão isenta de condenação. Jesus já pagou o preço e sofreu a sentença! A purificação limpa a sujeita deixada naqueles que se envolvem com o pecado. E a transformação interior, como resultado da atuação do Espírito Santo na vida humana, capacita o indivíduo a viver segundo a vontade de Deus reclamada nas Escrituras.
Alguns julgam que para reclamar a bênção do perdão devem primeiro demonstrar que estão reformados. Mas isto não é assim! Jesus aprecia que nos acheguemos a Ele assim como somos, pecadores e desamparados. Podemos ir a Ele com todas as nossas fraquezas, leviandades e pecaminosidade. É Seu prazer nos receber em Seus braços de amor, perdoar nossos pecados e nos purificar de toda a impureza.
Aqui é onde milhares erram – não crêem que Jesus lhes perdoa. Mas devemos saber que é privilégio de todos os que quiserem, pois, perdão é oferecido amplamente para todo pecador.
Amigo ouvinte, as promessas de Deus são para você que me ouve e para eu também. Elas são para todo transgressor arrependido. Força e graça foram providas por meio de Cristo, sendo levadas para todo aquele que crê. Ninguém é tão pecaminoso que não possa encontrar força, pureza e justiça em Jesus.
Deus não trata conosco da mesma maneira que os homens finitos tratam uns aos outros. Os pensamentos do Pai Celestial são de misericórdia, amor e terna compaixão. Em Isaías 55:7, temos o convite: “Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem mau os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o vosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Que promessa maravilhosa! Deus é grandioso em perdoar!
Satanás está pronto para tirar de nós toda centelha de esperança e todo raio de luz. Mas não devemos consentir com as insinuações do inimigo do bem. Não devemos dar ouvidos ao tentador e sim lembrarmos que Jesus morreu para que pudéssemos viver. Deus desfaz nossas transgressões como a névoa os pecados, como a neblina (Isaías 44:22).
Sim, temos um Pai compassivo que está ansioso para nos perdoar. A parábola do filho pródigo, registrada em Lucas, capítulo 15 confirma essa verdade. Mesmo possuindo riquezas e conforto, o filho mais jovem pediu ao pai sua parte da herança e saiu em busca de prazeres numa terra distante.
Tendo gastado toda a sua fortuna foi abandonado pelos próprios amigos na mais completa miséria. E enquanto cuidava de porcos se alimentava da comida deles e lembrava de quantos empregados na casa do pai estavam em melhores condições. Então decidiu o que haveria de dizer ao pai e tendo se levando partiu em direção à casa paterna.
No verso 20 está a atitude do pai para com o filho pródigo. “E quando ainda estava longe, seu pai o viu, e movido de íntima compaixão, correndo lançou-lhe ao pescoço e o beijou.” É assim que Deus promete tratar a todos nós que nos extraviamos nos caminhos do pecado.
Em Jeremias 31:3 temos outra declaração maravilhosa: “Com amor eterno te amei, com bondade te atrai.” Amigo ouvinte, cada desejo de voltar para Deus não é senão a atuação do Espírito Santo, atraindo o perdido para o amante coração paterno.
O filho pródigo caiu aos pés do pai e reconheceu ser indigno de ser tratado como filho. Pede para ser recebido como empregado. Mas o pai não só perdoa, purifica e também ordena que a condição do filho seja transformada. Vestes, anel e uma grande festa marcam o retorno ao lar. E é assim que Deus quer fazer conosco. Ao aceitarmos Seu convite e nos aproximarmos dEle como somos e estamos, o infinito amor do Pai nos oferece o perdão, purifica e nos transforma.
Além de ser nosso advogado (I João 2:1) Jesus também promete jamais se lembrar de nossos pecados (Salmo 103:12). Não esqueça disso. Deus quer jogar todo o teu pecado nas profundezas do mar (Miquéias 7:19) e oferecer uma vida renovada pelo Seu amor e pelo Seu poder. É só querer. É só aceitar agora.
"Aqui está a oportunidade para um começo realmente novo. É o único meio. O próprio Deus o tornou possível, enviando Seu Filho unigênito a este mundo, para viver, morrer, e ressuscitar. Não importa o que você tenha sido no passado, nem o que é no momento. Basta que se volte para Deus, confessando seu pecado contra Ele, lançando-se sobre Sua misericórdia em Cristo Jesus, reconhecendo que somente Ele pode salvar e guardar você, e descobrirá que."
O passado será esquecido
Gozo dado no presente,
Graça futura prometida —
E uma coroa de glória no céu.

Venha! Amém.

As palavras de Jesus na cruz



As palavras de Jesus ditas na cruz definem, claramente, que a mensagem da cruz tem como objetivo principal a salvação da alma do pecador, concedendo-o a vida eterna, livrando-o do inferno e da escravidão de Satanás. Como está escrito em Jo 5.24: "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida". O apóstolo Paulo explica o sentido da morte de Jesus na cruz, e o valor da Sua ressureição, com estas palavras, assim: "(...) O qual (Jesus) por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação" (Rm 4.25).
Vejamos, então, o significado das palavras de Jesus ditas na cruz:
1. Palavras de perdão e graça:
Jesus com grande amor pedoa os pecadores sem merecimentos, assim: "E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem". (Lc 23.34). Com estas pavras Jesus declara a Sua graça infinita como favor imerecido. É com outras palavras, também, que reafirma o apóstolo Paulo, assim: "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para a condenação, assim também por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para jsustificalçao de vida". Rm 5.18.

2. A salvação imediata, "ainda hoje estarás no paraíso".

Jesus prova a eficácia e suficiência da Sua obra, e, a salvação de graça pela fé nEle, salvando na mesma hora o ladrão da direita na cruz que se arrependeu, quando disse: "(...) Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino". (Lc 23.42). E, Jesus, imediatamente, respondeu ao ladrão da direita, dando certeza da sua salvação, com estas palavras: "(...) Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso". (Lc 23.43). Com outras palavras o apóstolo Paulo confirma a graça salvadora de Cristo Jesus, assim: "Porque pela graça sois salvos por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para nimguém se glorie". (Ef 2.8-9).

3. A exclamação dolorida de Jesus na cruz:

Foram estas as palavras de grande clangor proferidas por nosso humilde Salvador, em nosso lugar: "Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloi, Eloi, lemá sabctâni? Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste" (Mc 15.34). Esta foi a exclamação agonizante do Filho de Deus quando o Pai viu sobre Ele os nossos pecados. (Sl 22.1; Is 53.4-5; Fl 2.6-11; 1ª Pe 2.24).

4. Jesus fala ao apóstolo João, como o Filho do Homem, a "semente da mulher", (Gn 3.15).

Aqui se cumpriu a promessa que Deus fez quando disse que a "semente da mulher" esmagaria a cabeça da serpente, Satanás, (Gn 3.15; Ap 20.2), como está escrito assim: "Porei inimizade emtre ti (a serpente, Satanás) e a mulher, e entre a tua semente (da serpente) e a sua semente (da mulher); e esta (semente da mulher, Jesus) te feririrá a cabeça, e tu (a serpente, Satanás) lhe ferirás o calcanhar" Gn 3.15. Jesus, conscientemente, no papel de Filho do Homem, - "a semente da mulher" - como estava previsto desde a queda de Adão e de sua mulher, (Rm 5.12), disse assim: (...) Ora, Jesus, vendo ali sua mãe, ao lado dela o discípulo a quem ele amava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis ai tua mãe (Gn 3.20; Gl 3.16). E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa". (Jo 19.26-27). Observe que Jesus não chama Maria de mãe, mas, de "mulher" como a "semente da mulher", pois, na sua concepção não teve a interferêcia genética de homem, mas, foi gerado do Espírito Santo sem pecado. (Is 7.14; Mt 1.18-25; Lc 2.28-35; Jo 2.3-5).
5. Para se cumprir as Escrituras:
Vendo Jesus que ainda faltava se cumprir a Escritura do Salmo 69.21, e Nm. 19.6, disse: "tenho sede. (...) Depois, sabendo Jesus que já todos as coisas estavam terminadas, para que se cumprisse a Escritura, disse tenho sede. (...) E encheram de vinagre uma esponja, e pondo-a num hissopo, lha chegaram a boca". (Jo 19.28-29). Com estas palavras de Jesus fica provado que se cumpriu, detalhadamente, o plano de Deus para salvação do homem (Jo 3.16), em cumprimento a todas as profecias com respeito a Sua morte vicária na cruz. Jesus estava em plena consciência do que estava fazendo em sua crucificação, pois, Ele disse "tenho sede" para que se cumprimisse o Salmo 69.21 e Nm 19.6). Sua morte na cruz foi voluntária e não forçada ou involutária, pois, se oferecu como "propiciação pelos nossos pecados". (Lc 24.25-27; Jo 10.11, 15, 17, 18; 1ª Jo 2.1-2).

6. Missão consumada por Jesus na cruz:

Após chegarem à boca de Jesus o hissopo com vinagre, para cumprimento das Escrituras, Ele declarou diante do Pai, dos anjos e dos homens, que a consumação da Sua obra para salvação eterna de todo o pecador arrependido, estava acabada de uma vez para todo o sempre, assim: "E quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado" (Jo 19.30). Conforme disse Paulo em Hb 10.14: "Pois com uma só oferta (Jesus) tem aperfeiçoado para sempre os que são satificados".
7. Disse Jesus: Pai em tuas mãos entrego o meu espírito.

Com estas palavras Jesus prova que a Sua morte vicária foi voluntária e consciente, e não como um mártire que morre contrariado por um ideal, pelo contrário, espontaneamente, Ele bradou em alta voz, entregando o Seu espírito ao Pai celestial, assim: "E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai em tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou", (Lc 23.46).

Conclusão - Sem essas palavras de Jesus e a obra comsumada na cruz, a pregação do evangelho perdiria o seu sentido, os pecadores morreriam em seus pecados, sem a redenção, sem a justificação, sem a esperança de salvação, não haveria a ressurreição, e, também, a vida eterna. Consequentemente, não haveria a "mensagem da cruz". Todavia, o fundamento da principal mensagem do Evangelho permanece firme, como está escrito: "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. (...) Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação (da cruz) os que crêm". (1ª Co 1.18, 21).

28 de mai. de 2010

Carne Forte para os Músculos de Missões

http://pastorsteveweaver.files.wordpress.com/2008/12/piper.jpg
Estou cada vez mais convencido de que um movimento profundo e duradouro de missões precisará de uma doutrina de salvação que tenha raízes profundas. Em minhas férias, li algumas das memórias de Adoniram Judson. Você recorda que ele foi um Congregacional que se tornou Batista. Judson foi à Birmânia em 1812 e só retornou ao seu país depois de 33 anos.
Courtney Anderson conta a história emocionante e romântica em seu livro To The Golden Shore (Rumo à Praia Dourada). Mas, assim como muitos biógrafos de missionários, Anderson parece não saber o que motivava Judson. São as memórias que nos fazem ver as raízes teológicas. Hoje somos teologicamente superficiais e, por isso, não podemos imaginar quão apaixonados por doutrinas eram os primeiros missionários. O que motivava Judson era, simplesmente, um forte compromisso evangélico com a soberania da graça (um amor missionário intenso, humilde e reverente chamado calvinismo). Judson escreveu uma liturgia birmanesa e um credo que incluía as seguintes afirmações: “Deus, sabendo desde o princípio que a humanidade cairia em pecado e seria arruinada, por sua misericórdia, escolheu alguns da raça e deu-lhes o seu Filho, para salvá-los do pecado e do inferno... Adoramos a Deus... que envia o Espírito Santo para capacitar aqueles que foram escolhidos antes da fundação do mundo e dados ao Filho” O Breve Catecismo de Westminster, na Pergunta 20, atinge o âmago da fé exercida por Judson e acende o estopim de missões. Pergunta: Deus deixou todos os homens a perecerem na condenação do pecado e miséria? Resposta: Deus, motivado por seu beneplácito, desde toda a eternidade, tendo escolhido um povo para a vida eterna, entrou em um pacto de graça, para livrá-los da condição de pecado e miséria e trazê-los à condição de salvos por meio de um Redentor (Ef 1.3-4; 2 Ts 2.13; Rm 8.29- 30; 5.21; 9.11-12; 11.5-7; At 13.48; Jr 31.33). O termo “aliança da graça” está repleto de esperança agradável e preciosa. Refere-se à decisão e ao juramento espontâneo de Deus para empregar toda a sua onipotência, sabedoria e amor para resgatar seu povo do pecado e miséria. A aliança é iniciada e realizada completamente por Deus mesmo. E não pode falhar. “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32.40).
A aliança da graça é válida para todos os que crêem. Todos os que quiserem podem vir e desfrutar desta salvação. E, sendo este querer uma obra da graça soberana de Deus (Ef 2.5-8), aqueles que crerem e vierem são os eleitos — eleitos em Cristo “antes da fundação do mundo” (Ef 1.4). A aliança foi selada no coração de Deus antes que o mundo existisse (2 Tm 1.9).
Esta aliança da graça é o clamor de vitória sobre todos os conflitos no campo missionário. A graça de Deus triunfará. Ele tem um compromisso de aliança e de juramento para salvar todos os que estão predestinados para a vida eterna, de cada tribo, língua, povo e nação (At 13.48; Ap 5.9). “Jesus estava para morrer pela nação [de judeus] e não somente pela nação, mas também para reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos” (Jo 11.51-52). O clamor da batalha de missões é: “O Senhor tem outras ovelhas, não deste aprisco. Ele as trará (um compromisso de aliança!); elas ouvirão (um compromisso de graça) a voz dEle” (Jo 10.16). Enquanto estava na Birmânia, Adoniram Judson pregou um sermão sobre João 10.1-18. Qual foi o objetivo de Judson? “Embora envolvidas no amor eletivo do Salvador, [as suas ovelhas] podem até vaguear nas montanhas obscuras do pecado.” Portanto, o missionário tem de chamar a todos com a mensagem de salvação, a fim de que, conforme disse Judson, “o convite de misericórdia e amor, que penetra nos ouvidos e coração apenas dos eleitos”, seja eficaz.
Se desejamos ver homens semelhantes a Adoniram Judson, William Carey, John G. Paton, Henry Martyn e Alexander Duff surgir entre nós, outra vez, devemos beber a mesma doutrina forte que os governou na causa de missões.


- John Piper




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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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