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14 de nov. de 2010

O que é o Coronelismo Evangélico?





por Gutierres Siqueira

Os evangélicos sempre prezaram pelo discurso de “separação do mundo”, ou seja, os cuidados com as práticas mundanas e ímpias, já que somos novas criaturas. Esse discurso é verdadeiro, mas infelizmente pouco praticado. Quando leio as notícias e escândalos envolvendo o nome do senador José Sarney (PMDB-AP) lembro imediatamente de muitos líderes evangélicos que se comportam como coronéis, da mesma forma que o oligarca do Maranhão. Mas o que é coronelismo evangélico e quais as suas características? Quais as características dos coronéis seculares e eclesiásticos?


O que é coronelismo?

Traduzindo, o coronel é uma pessoa influente, que exerce um poder maior do que as instituições que ele representa. Esse tipo de líder normalmente encontra amplo apoio pelas suas práticas “populistas”. Ele fala como o povo, age como o povo, mas na verdade exerce um poder despótico contra o povo. O coronel está acima da instituição, quando deveria ser o contrário.

O coronelismo evangélico é exercido em grandes denominações de todas as vertentes evangélicas, mas principalmente no meio pentecostal (o clássico, inclusive) e neopentecostal. Infelizmente são pessoas que esqueceram que o modelo de liderança de Jesus é o servir e não ser servido: “E ele (Jesus), assentando-se, chamou os doze e lhes disse: Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos” (Mc 9.35). Coronelismo evangélico é um mundanismo eclesiástico!


Quais as características do coronelismo?

As características do coronelismo são arcaicas, mundanas, símbolo do atraso e da falta de ética. Vejamos:

- Clientelismo

O clientelismo, segundo o Dicionário Houaiss, pode ser definido como uma “prática eleitoreira de certos políticos que consiste em privilegiar uma clientela ('conjunto de indivíduos dependentes') em troca de seus votos; troca de favores entre quem detém o poder e quem vota”. Isso é comum entre políticos ímpios. Agora, verificar isso entre pastores e pastores, ou, entre pastores e políticos... É vergonhoso, asqueroso e perverso. Infelizmente isso existe. O que não podemos é agir com complacência e tolerância diante dessas coisas mundanas. Infelizmente não é dessa forma que alguns grandes cargos eclesiásticos são negociados?

- Nepotismo

Os coronéis sempre querem a perpetuação do poder. Então, o que é melhor do que filhos e netos no mesmo cargo ou em cargos de confiança? Será que todos esses filhos nasceram vocacionadas para tais funções? Coincidência, não é? É claro que um filho de pastor pode ter vocação pastoral, mas então por que essa pessoa assume as melhores funções dentro da jurisdição eclesiástica? Infelizmente o nepotismo nasceu na antiga Igreja Católica medieval e renasce hoje no ambiente evangélico!

- Fisiologismo

Os coronéis confundem o privado com o particular. Não é a toa que os nobres deputados e senadores usam do dinheiro público para fins particulares, como o pagamento de um jantar para a namorada. O fisiologismo é isso, uma “conduta ou prática de certos representantes e servidores públicos que visa à satisfação de interesses ou vantagens pessoais ou partidários, em detrimento do bem comum” (Dicionário Houaiss). Muitas igrejas insistem em representantes políticos da denominação. Agora vem a pergunta: Por que esses representantes vêm da parentela de importantes líderes? Será que não existe vocacionado político entre pessoas sem parentesco com os líderes-mor?

- Carisma

Os coronéis normalmente são carismáticos (carisma aqui no sentido sociológico e não teológico). Normalmente agem e gostam de destacar que são autoridades constituídas por Deus, cabendo então o máximo de respeito e reverência... O pior, mesmo diante dos erros e equívocos. Muitos usam o bordão “não toqueis nos meus ungidos” e usam tal versículo inadequadamente como uma forma de proteção contra críticas. Os coronéis são necessariamente papistas, pois o que falam apresenta um valor da infalibilidade. Como carismáticos, também espiritualizam sua função, fazendo com que qualquer crítica torna-se demoníaca!

- Populismo

O coronelismo é casado com o populismo. O líder coronel fala o que o povo gosta de ouvir. Não se engane, muitas vezes até um discurso duro e conservador é usado estrategicamente para agradar certos ouvidos. Agora, o coronel na versão gospel não deixará de falar em bênçãos e usar bordões triunfalistas. O coronel é “o cara”, aliás, ele mesmo se acha “o cara”, o salvador da pátria ou da denominação!

- Midiático

Os coronéis gostam muito da mídia. Mas eles gostam desde que essa mídia seja chapa branca, sem esforço de investigação e denúncia. Na verdade, os coronéis gostam de controlar uma ou mais mídias. Todo coronel que se preze precisa de uma mídia ao seu favor. Na versão gospel não é diferente...

Essas e outras características rodam o universo coronelista. Infelizmente essa praga está no nosso meio. Isso é o famoso mundanismo que muitos denunciam, mas esquecem de suas faces variadas. Uma das faces do mundanismo é o coronelismo eclesiástico.


Fonte: [ Teologia Pentecostal ]
Via: [ Emeurgência ]
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Transportado acima das circunstâncias – M. Lloyd-Jones


"Vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus". Essa é a resposta. Mas é de importância vital que saibamos precisamente como tratar disso. O apóstolo diz: "Vossas petições sejam conhecidas diante de Deus". "Ah", dizem muitos sofredores, "mas eu já tentei, eu já orei; e não encontrei a paz de que você fala. Não obtive resposta. Não adianta me dizer para orar". Felizmente para nós, o apóstolo também entendeu isso, e deixou-nos instruções específicas sobre como cumprir sua exortação. "Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças". O apóstolo estaria apenas amontoando palavras aqui, ou estaria falando ponderadamente? Posso mostrar que ele na verdade está falando ponderadamente e com sabedoria, ao nos mostrar como tornar nossas petições conhecidas diante de Deus.


Como devemos fazer isso? Ele diz que devemos orar. Ele estabelece uma diferença entre oração, súplica e ação de graças. O que ele quer dizer com oração? Este é o termo mais geral, e significa adoração e louvor. Se têm problemas que parecem insolúveis, se estão sujeitos a ficarem ansiosos e preocupados, e alguém lhes diz para orar, não corram a Deus com suas petições. Esse não é o caminho certo. Antes de tornar suas petições conhecidas diante de Deus, orem, louvem, adorem. Entrem na presença de Deus, e esqueçam os seus problemas por um pouco. Não comecem com eles. É só lembrar que estão face a face com Deus. Essa idéia de "face a face" está imbuída no próprio sentido da palavra "oração". Vocês entram na presença de Deus, tomam consciência da Sua presença, e ponderam na Sua presença — esse sempre é o primeiro passo. Mesmo antes de tornar suas petições conhecidas diante de Deus, vocês tomam consciência que estão face a face com Deus, que estão em Sua presença, e derramam seus corações em adoração. Esse é o começo.


Mas depois da oração vem a súplica. Agora estamos avançando. Depois de adorar a Deus porque Ele é Deus, tendo oferecido nossa adoração e louvor de forma geral, passamos agora ao particular, e o apóstolo aqui nos encoraja a apresentar as nossas súplicas. Ele diz que podemos apresentar necessidades específicas a Deus, que a petição é uma parte legítima da oração. Então traze¬mos nossas petições, aquelas coisas que estão nos preocupando de forma particular.


Estamos agora chegando perto de tornar as nossas petições conhecidas a Deus. Mas, um momento — ainda há uma coisa antes: "pela oração e súplicas, com ação de graças". Esse é um dos termos mais vitais desta lista. E é exatamente neste ponto que tantos se desviam quando estão nessa situação de que o apóstolo está tratando. Creio que não é necessário discorrer sobre o fato que, em conexão com estes passos, o apóstolo não estava simplesmente interessado em fórmulas litúrgicas. Que tragédia, que tantas pessoas se interessam pela adoração meramente num sentido litúrgico. O apóstolo não está preocupado com isso. Ele não está interessado em formalidades e cerimônias; está interessado em adoração, e ação de graças é absolutamente essencial, pela seguinte razão. Se, ao orar, temos qualquer ressentimento contra Deus em nosso coração, não temos o direito de esperar que a Sua paz guarde nosso coração e a nossa mente. Se caímos de joelhos, sentindo que Deus está contra nós, é melhor nos levantarmos. Devemos nos aproximar dEle "com ação de graças". Não podemos ter qualquer dúvida em nosso coração sobre a bondade de Deus. Não pode haver qualquer indagação ou desconfiança; devemos ter razões positivas para dar graças a Deus. Temos nossos problemas e dificuldades, mas quando estamos de joelhos, deve¬mos nos perguntar: "Pelo que posso dar graças a Deus?" Precisamos fazer isso deliberadamente, e é algo que podemos fazer. Devemos nos lembrar disso, e dizer: "Estou com problemas neste momento, mas posso dar graças a Deus por minha salvação, porque ele enviou Seu Filho para morrer na cruz por mim e por meus pecados. Estou enfrentando um problema terrível, eu sei, mas Ele fez isso por mim. Dou graças a Deus por ter enviado Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, a este mundo. Agradeço a Ele por ter levado meus pecados em Seu corpo sobre a cruz, e por ter ressuscitado por minha justificação. Vou derramar meu coração em ação de graças por isso. E vou agradecer a Ele pelas muitas bênçãos que recebi no passado". Precisamos trazer à nossa mente razões para agradecer e louvar a Deus. Devemos nos lembrar que Ele é nosso Pai, que nos ama tanto, que até os cabelos da nossa cabeça estão contados. E depois de nos lembrarmos destas coisas, devemos derramar nosso coração em ação de graças. Precisamos ter um relacionamento acertado com Deus. Devemos compreender a verdade a Seu respeito. Portanto, devemos entrar em Sua presença com amor, louvor, adoração e fé confiante, e então tornar nossas petições conhecidas diante dEle. A oração que Paulo está pleiteando, em outras palavras, não é um grito desesperado no escuro, não é um apelo frenético a Deus, sem raciocínio ou ponderação. Não! Primeiro nós entendemos e nos lembramos de que estamos adorando um bendito, glorioso Deus. Adoramos primeiro, e então tornamos nossas petições conhecidas.


Apressemo-nos para outro grande princípio, que é a graciosa promessa de Deus a todos que fazem isso. Vimos o que precisamos fazer, fomos instruídos sobre como devemos tratar da questão, e agora vem a graciosa promessa a todos que fazem o que o apóstolo diz. Isto, obviamente, é o melhor de tudo, mas precisamos aprender como olhar para isso. Observaram a promessa, observaram seu caráter, observaram que nem sequer menciona as coisas que nos preocupam? Esse é o aspecto peculiar a respeito do método cristão de tratar da ansiedade. "Em tudo", diz o apóstolo — essas coisas que nos preocupam — devemos tornar as nossas petições conhecidas, e Deus irá removê-las todas? Não, Paulo não diz isso. Ele nem sequer as menciona, não diz uma palavra a respeito. Para mim essa é uma das coisas mais notáveis da vida cristã. A glória do evangelho é esta, que ele está preocupado conosco, e não com nossas circunstâncias. O triunfo final do evangelho pode ser visto nisto, que não importa quais sejam nossas circunstâncias, podemos estar em paz e seguros. Não menciona nossa condição, não fala a respeito destas coisas que estão nos perturbando e nos deixando perplexos, não diz uma palavra a respeito delas. Elas tanto podem acontecer como não acontecer. Eu não sei. Paulo não diz que aquilo que tememos não vai acontecer — ele diz que seremos guardados, quer aconteça ou não. Graças a Deus, essa é a vitória! Sou transportado acima das circunstâncias, sou triunfante apesar delas.

O Senhor é o meu Pastor - João Calvino


Jehovah é o meu Pastor: (Sl 23.1) -  Embora Deus, por meio de seus benefícios, amavelmente nos atraia a si, como que por meio do sabor de sua doçura paternal, no entanto não há nada em que mais facilmente caímos do que na fraqueza de esquecê-lo, quando desfrutamos de paz e conforto. Sim, a prosperi dade não só intoxica a tantos, guiando-os para além de todos os limites de sua jovialidade, mas também engendra insolência, que os faz soberbamente erguer-se e pôr-se contra Deus. Conseqüentemente, é difícil que haja uma centésima parte dos que desfrutam em abundância das coisas excelentes de Deus e que conservem seu temor e vivam no exercício da humildade etemperança, as quais são perenemente recomendáveis. 


Por essa razão, devemos notar o mais cuidadosamente possível o exemplo que é aqui posto diante de nós por Davi, o qual, elevado à dignidade de soberano poder, se cerca do esplendor de riquezas e honras, da posse da mais exuberante abundância de excelentes coisas temporais e em meio a prazeres principescos, não só testifica que era alvo da atenção divina, mas, evocando a memória dos benefícios que Deus lhe conferira, faz deles de- graus pelos quais pudesse subir para mais perto dele. Por esse meio ele não só refreia a depravação de sua carne, mas tam bém se estimula à gratidão com mais intensa solicitude, bem corno a outros exercícios da piedade, como transparece da fra se conclusiva do Salmo, onde diz: "Habitarei na casa de Jehovah por longos dias." De modo semelhante, no Salmo 18, o qual foi composto num período de sua vida quando era aplau dido de todos os lados, chamando a si mesmo de servo de Deus, demonstrava humildade e simplicidade de coração a que atingira, e, ao mesmo tempo, publicamente testificava sua gratidão, aplicando-se à celebração dos louvores divinos.

Sob a similitude de um pastor, ele enaltece o cuidado com que Deus, em sua providência, havia exercido para com ele. Sua linguagem implica que Deus não tinha menos cuidado para com ele do que um pastor tinha para com as ovelhas que eram postas em sua responsabilidade. Deus, na Escritura, freqüentemente toma sobre si o nome e assume o caráter de um pastor, e isso de forma alguma é o emblema de um frágil amor por nós. Visto ser essa uma despretensiosa e familiar forma de expressão, Aquele que se digna descer tão baixo por nossa causa, com certeza nutre uma afeição singularmente forte para conosco. 


Portanto, não é de admirar que, quando nos convida para si com tal mansidão e familiaridade, não nos deixamos ser atraídos ou fascinados por ele para que descansemos em segurança e paz sob sua guarda. É preciso, porém, observar-se que Deus só é pastor em relação àqueles que, tocados com osenso de sua própria fragilidade e pobreza, sentem-se depen dentes de sua proteção, e que espontaneamente habita seu redil e se deixa governar por ele. Davi, que excedia tanto em poder quanto em riquezas, não obstante confessa francamente não passar de uma pobre ovelha, com o intuito de fazer de Deus o seu pastor. 

Quem há, pois, entre nós que se eximiria de tal necessidade, visto que nossa própria fragilidade sobejamente revela que seríamos mais que miseráveis caso não vivêssemos sob a proteção deste pastor? Tenhamos em mente, pois, que nossa felicidade consiste nisto: que sua mão se estende para governar-nos, a fim de que vivamos sob sua sombra, e para que sua providência mantenha-se insone e preserve nosso bem-estar. Portanto, ainda que tenhamos abundância de todas as coisas excelentes e temporais, no entanto asseguremo-nos de que não podemos ser realmente felizes a menos que Deus se digne de incluir-nos no rol de seu rebanho. Além disso, só atribuímos a Deus o ofício de Pastor com a devida e legítima honra, quando nos persuadimos de que sua exclusiva providên cia é suficiente para suprir todas as nossas necessidades. 

O Dia da Libertação - C. H. Spurgeon Postado por Charles Spurgeon / On : 11:09/ SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.


E porá a mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação. - Levítico 1.4


Nesta passagem encontramos um exemplo de nosso Senhor sendo feito "pecado por nós"; este exemplo é apresentado através da significativa transferência do pecado para o animal de holocausto. A atitude de colocar a mão sobre a cabeça do animal era mais do que um toque de contato. Em outras passagens das Escrituras, o significado da palavra original tem a idéia de encostar pesadamente, como na sentença: "Sobre mim pesa a tua ira" (Salmos 88.7). Sem dúvida, esta é própria essência e natureza da fé. Esta atitude não apenas nos coloca em contato com o grande Substituto; também nos ensina que temos de nos encostar sobre Ele com todo o fardo de nossa culpa. Jeová colocou todas as ofensas de seu povo da aliança sobre a cabeça do Substituto.

Cada um dos eleitos tem de ratificar pessoalmente este solene ato de aliança. Pela graça, ele pode colocar sua mão sobre a cabeça do "Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (Apocalipse 13.8). Crente, você se recorda daquele glorioso dia em que obteve perdão por intermédio de Jesus, Aquele que levou sobre Si o pecado? Minha alma recorda com deleite o dia de sua libertação. Sobrecarregado de pecados e cheio de temor, eu vi meu Salvador como meu Substituto. Coloquei minha mão sobre Ele de uma maneira tão tímida, a princípio. Todavia, a minha coragem aumentou, e a minha confiança foi confirmada. Finalmente, eu apoiei minha alma completamente sobre Ele.

Agora meu incessante regozijo consiste em saber que meus pecados não são mais contados contra mim, e sim colocados sobre Ele. Além de tudo isso, Jesus ao falar sobre a minha pecaminosidade futura, diz: "Deixa-a sob a minha responsabilidade".

Explodindo o mito da segurança - J. Piper


Arriscar é certo - melhor perder a vida do que jogá-la fora

Se nossa única e abrangente paixão é magnificar a Cristo na vida e na morte, e se a vida que mais o engrandece é a vida de amor que nos custa caro, então a vida é risco, e arriscar é certo. Correr disso é jogar fora a vida.
O que é risco?

Eu defino risco muito simplesmente como sendo uma ação que o expõe à possibilidade de perda ou dano. Se você arriscar, pode perder dinheiro, pode perder prestígio, pode perder sua saúde ou mesmo sua vida. E, o que é pior, se arriscar, você poderá pôr em perigo outras pessoas e não só você mesmo. A vida delas pode estar em jogo. Será que uma pessoa sábia e amorosa, então, arriscará algum dia? E sábio expor-se a perdas? É amoroso pôr outros em perigo? Perder a vida é a mesma coisa que jogá-la fora?
Depende. E claro que você pode jogar a vida fora de uma centena de modos pecaminosos e morrer como resultado. Nesse caso, perder a vida e desperdiçá-la dariam na mesma. Mas perder a vida nem sempre é o mesmo que jogá-la fora. E se as circunstâncias são tais que não arriscar resulte em perda e dano? Pode trazer prejuízo não arriscar. E se arriscar com êxito traria grande benefício a muitas pessoas, e, no caso de fracassar, traria dano somente a você? Escolher o sossego ou segurança não demonstra amor quando algo grande pode ser alcançado para a causa de Cristo e pelo bem dos outros.

O risco é um fio que faz parte do tecido de nossa vida  finita
Por que existe algo como arriscar? Porque existe algo como ignorar. Se não houvesse o desconhecimento não haveria risco nenhum. O risco é possível, porque nós desconhecemos como as coisas vão sair no fim. Issoquer dizer que Deus não pode arriscar.' Ele sabe o resultado de todas as suas opções antes que aconteçam. É isso que significa ser Deus em oposição a todos os deuses das nações (Is 41.23; 42.8,9; 44.6-8; 45.21; 46.8-11; 48.3). E visto que ele conhece o resultado de todas as suas ações antes de acontecerem, ele planeja de acordo com isso. Sua onisciência exclui a própria possibilidade de arriscar.2
Mas não é assim conosco. Nós não somos Deus; nós somos ignorantes. Não sabemos o que há de acontecer amanhã. Deus não nos conta em detalhe o que ele pretende fazer amanhã ou daqui a cinco anos. Evidentemente Deus pretende que vivamos e atuemos em desconhecimento e incerteza sobre o resultado de nossas ações.
Ele nos diz, por exemplo, em Tiago 4.13-15:
Atendei, agora, vós que dizeis: "hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros". Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logose dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: "se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo".
Você não sabe se seu coração vai parar antes de você acabar de ler esta página. Você não sabe se algum motorista vindo em sua direção vai sair da pista de repente e bater de frente com você na próxima semana, ou se a comida do restaurante vai conter algum vírus fatal, se um derrame vai paralisá-lo antes da semana acabar, ou se algum homem vai atirar em você no supermercado. Não somos Deus. Não sabemos do amanhã.
Explodindo o mito da segurança

O risco, portanto, está entretecido em nossa vida finita. Não podemos evitar risco ainda que o queiramos. Desconhecimento e incerteza sobre o dia de amanhã é o próprio ar que respiramos. Todos os nossos planos para as atividades do amanhã podem ser estilhaçados por mil coisas desconhecidas quer fiquemos em casa debaixo das cobertas ou saiamos a andar nas rodovias. Um de meus alvos é destruir os mitos de segurança e dealguma forma livrá-lo do mito de estar seguro. Porque isso é uma miragem. Não existe. Em toda direção, para onde você se voltar, há coisas desconhecidas e coisas além de seu controle.
A trágica hipocrisia é que o encantamento da segurança nos deixa arriscar por nós mesmos todos os dias, mas nos paralisa de arriscar pelos outros na estrada do amor do Calvário. Nós nos iludimos e achamos que isso poria em perigo uma segurança que nem existe de fato. O modo em que eu espero explodir o mito da segurança e desencantá-lo da miragem da segurança é simplesmente ir à Bíblia e mostrar-lhe que é certo arriscar pela causa de Cristo, e assim não desperdiçar sua vida.

Privado de Prazeres

 

O rei moabita, Balaque, fez uma proposta extremamente atraente. Ele chamou o profeta Balaão para fazer um serviço, e lhe ofereceu bens e honra. Contra a vontade de Deus, o profeta foi. Balaque mostrou-lhe o povo de Israel que estava ameaçando dominar a região e pediu que o profeta amaldiçoasse os invasores. Balaão, seduzido pelas riquezas que o rei ofereceu, tentou repetidas vezes amaldiçoar os israelitas. Mas, cada vez que ele abriu a boca, Deus controlou a sua língua e fez com que falasse bênçãos. Ao invés de lançar maldições sobre o povo escolhido por Deus, ele falou de sua prosperidade contra Moabe e seus aliados. No final da história, Balaque mandou o profeta embora e recusou pagá-lo! Ele disse: "Agora, pois, vai-te embora para tua casa; eu dissera que te cumularia de honras; mas eis que o Senhor te privou delas" (Números 24:11).
O Senhor privou Balaão de honras! Essa explicação dada pelo rei moabita representa bem a maneira que os servos de Satanás têm feito desde o princípio. O próprio diabo, no jardim do Éden, convenceu Eva que Deus estivesse a privando de conhecimento (Gênesis 3:5). Os pecadores procuram pessoas inocentes, oferecendo "toda sorte de bens preciosos", não explicando o fato que o "espírito de ganância tira a vida de quem o possui" (Provérbios 1:8-19). Falsos mestres prometem "liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção"do mundo (2 Pedro 2:19-20).
Pessoas do mundo olham para os servos de Cristo como coitados privados de prazeres e carecidos de liberdade. As pessoas que subiram do Egito com os israelitas encheram a cabeça do povo com mentiras e falsas esperanças, fazendo com que os escolhidos por Deus ficassem descontentes e rebeldes contra Deus (Números 11:4-6). Semelhantemente, os aliados de Satanás hoje fazem a cabeça de pessoas ingênuas, lhes persuadindo que Deus esteja lhes privando das melhores coisas da vida. Tais enganadores jamais afirmam a verdade: "A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá" (Provérbios 14:11).

por Dennis Allan

CAP 23 - UM GUIA DE ESTUDO PARA O LIVRO DE GÊNESIS 16


INTRODUÇÃO
O povo de Deus é em muitos aspectos um tipo muito estranho. Em Gênesis 14-15, Abraão é visto como um brilhante exemplo de fé. Entretanto, em Gênesis 16 ele age contrário a fé. O fato dos Cristãos estarem sujeitos a influências de diferentes forças, explica estas inconsistências [Gálatas 5:16-17]. Nós nos alegramos por Deus não permitir que a verdadeira fé salvadora venha a fracassar [I João 5:4].
I. A NECESSIDADE DE FÉ - VERSÍCULO 1.
Deus muitas vezes espera para agir até que Seus planos se tornem humanamente impossíveis de serem realizados. Abraão tinha oitenta e cinco anos e não tinha tido filhos e Sara havia passado da idade de poder engravidar.
Qual a esperança que eles poderiam ter de terem um filho? A resposta é claro, deveria ser que a promessa de Deus era suficiente para eles. Deus sempre mantém Sua palavra. Todavia, Ele faz isso de maneira que Ele mesmo venha a ser glorificado. O Seu tempo e métodos são muitas vezes uma prova para a carne. Nós devemos aprender que a fé deve ser acompanhada de paciência para poder aguardar calmamente para Deus cumprir a Sua palavra. [Hebreus 6:12; 10:35-36].
II. A TENTAÇÃO - VERSÍCULOS 1-3.
Note como a aproximação da tentação pode ser sutil:
A. Ela veio por meio de uma pessoa justa [I Pedro 3:6].
B. Ela veio de uma pessoa próxima de Abraão.
C. Ela foi uma bem intencionada tentativa de "ajudar a Deus".
Entretanto:
A. Ela era contrária ao plano de Deus para o casamento.
B. Ela não passava de uma estratégia humana para tentar melhorar o plano divino.
III. UMA ALEGORIA.
O casamento e os eventos subseqüentes são usados nas Escrituras como uma alegoria para nos ensinar o perigo de tentar ser salvo pela lei [Gálatas 4:21-31]. Isto será explicado no decorrer do estudo. Os pregadores também têm usado isto como exemplo de uma tentativa tola de fazer a vontade de Deus no poder da carne.
IV. A POLIGAMIA CONSUMADA - VERSÍCULOS 4-6.
O propósito do casamento é a felicidade da humanidade e a criação de crianças tementes a Deus [Malaquias 2:15]. A poligamia é inimiga destes propósitos divinos. Não houve nenhum casamento polígamo em que o ciúme e a amargura não entraram. Infelizmente, isso sempre passa para os filhos [Gênesis 21:9-11]. Depois que Agar deu a luz, ela começou a provocar e irritar Sara. Abraão então permitiu que Sara a "colocasse em seu devido lugar". Isto causou um ressentimento tão grande, que Agar fugiu de casa.
V. BEER-LAAI-RÓI - VERSÍCULOS 7-14.
Sem dúvida, enquanto Agar vagueava, ela começou a refletir e a se acalmar. Enquanto ela estava descansando em uma fonte de água, o Anjo do SENHOR (Jeová) apareceu a ela. Aqueles que conhecem as Escrituras sabem que este Anjo era o Filho de Deus. Agar foi instruída a voltar para a casa de Abraão e então cumprir o plano que Deus tinha para ela. Provavelmente ela mesma já estava contemplando isto.
Agar aparentemente era uma mulher justa. Ela parece ter ficado muito impressionada com este encontro com o Senhor. Como muitas outras pessoas do Velho Testamento, ela estava surpresa de ter visto a Deus e ainda estar viva. Eles sabiam que ninguém poderia ver a completa glória de Deus e ainda sobreviver.
Agar também estava impressionada pelo fato de que Deus era um Deus que sempre a via. Dali em diante ela se referia a Deus como "Tu és Deus que me vê". Ela deu o nome ao poço no qual ela se encontrara com Deus de Beer-Laai-Rói, que significa "o poço Daquele que vive e me vê". Quantas pessoas nunca perceberam que Deus vê seus atos e pensamentos. Eles ficariam chocados em saber que Deus presta atenção neles. Que nós vivamos como aqueles que se lembram de que são observados pelos "olho que tudo vê" de nosso Senhor.
VI. AS PROMESSAS DE DEUS PARA AGAR - VERSÍCULOS 10-12.
Aparentemente por causa de Abraão, Deus abençoou Agar e Ismael [Gênesis 17:18]. Entretanto, os descendentes de Ismael se tornaram inimigos de Israel. Isto não ilustra o fato de que a obra de Deus feita no poder ou sabedoria da carne sempre produzirá problemas, e por fim prejudicará a obra do Senhor?
Veja as promessas e profecias feitas a Agar:
A. Seus descendentes seriam uma multidão.
B. Ela teria um filho que se chamaria Ismael.
C. Ismael seria um homem violento, que ao mesmo tempo se oporia e sofreria oposição. Aparentemente o povo Árabe, descendente de Ismael, tem exemplificado isto.
VII. O NASCIMENTO DE ISMAEL - VERSÍCULOS 15-16.
Ismael nasceu de uma escrava e foi concebido estritamente pelo poder da carne. Ele permanecerá para sempre como uma figura daqueles que buscam a salvação através da lei.

Autor: Pastor Ron Crisp 
Tradução: Pastor Eduardo Alves Cadete 2001 
Revisão : Joy Ellaina Gardner 2001 
Verificação: Pastor Calvin Gardner 2002 

CAP 12 - MICELÃNEA 15 RAZOES PORQUE NAO POSSO SER TESTEMUNHA DE JEOVÁ

 

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.
1.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO. As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.
Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.
Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.
Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.
Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.
Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.
O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.
2.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.
Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.
3.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.
Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.
Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.
4.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.
Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.
5.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.
A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".
6.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.
Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente,física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.
7.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.
De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.
8.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.
João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.
9.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.
As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.
10.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.
Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.
11.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.
As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.
12.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.
Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.
13.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.
A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. "outro". não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. "?.porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.
14.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.
Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.
15.  0S TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.
Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.

Autor: Robert Mignard 

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