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21 de abr. de 2011

[Morte por Amor] Deus pode morrer? Dois Paradoxos na Morte de Cristo


Quem na verdade contemplou a cruz de Cristo não pode jamais falar de casos sem esperança. (G. Campbell Morgan)


Antes de você ler o texto abaixo, sinto a necessidade de fazer um pedido: não leia este texto como mera informação. Leia de uma forma que quando você chegar no final você possa dizer em adoração: “Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças” (Apocalipse 5:12). Ore, antes de começar, para que o Espírito faça tal obra em seu coração.



John Piper – 50 Razões Porque Jesus veio morrer



01. Para absorver a ira de Deus (Gálatas 3:13; Romanos 3:25; 1 João 4:10)
02. Para agradar ao Pai Celeste (Isaías 53:10; Efésios 5:2)
03. Para aprender a obediência e ser aperfeiçoado (Hebreus 5:8; Hebreus 2:10)
04. Para alcançar seu própria ressurreição dos mortos (Hebreus 13:20-21)
05. Para mostrar a riqueza do amor de Deus e graça para os pecadores (Romanos 5:7-8; Efésios 1:7)
06. Para mostrar seu próprio amor para conosco (Efésios 5:2; Efésios 5:25; Gálatas 2:20)
07. Para cancelar as exigências legais da lei contra nós (Colossenses 2:13)
08. Para tornar-se um resgate por muitos (Marcos 10:45)
09. Para o perdão dos nossos pecados (Efésios 1:7; Mateus 26:28)
10. Para fornecer a base para nossa justificação (Romanos 5:9; Romanos 3:24; Romanos 3:28)
11. Para completar a obediência que se torna nossa Justiça (Filipenses 2:8; Romanos 5:19; 2 Corintios 5:21; Filipenses 3:9; Romanos 8:34)
12. Para tirar a nossa condenação (Romanos 8:34)
13. Para abolir a circuncisão e rituais como a base da salvação (Gálatas 5:11; Gálatas 6:12)
14. Para nos trazer a fé e nos manter fiéis (Marcos 14:24; Jeremias 32:40)
15. Para nos fazer santos, inocentes, e perfeitos (Hebreus 10:14; Colossenses 1:22; 1 Corintios 5:7)
16. Para nos dar uma consciência limpa (Hebreus 9:14)
17. Para obter para nós todas as coisas que são boas para nós (Romanos 8:32)
18. Para nos curar de doenças físicas e morais (Isaías 53:5; Mateus 8:16-17)
19. Para dar a vida eterna a todos aqueles que nele crêem (João 3:16)
20. Para livra-nos do mal presente era (Gálatas 14)
21. Para nos reconciliar com Deus (Romanos 5:10)
22. Para trazer-nos a Deus (1 Pedro 3:18; Efésios 2:13)
23. Para que possamos pertencer a Ele (Romanos 7:4; 1 Corintios 6:19-20; Atos 20:28)
24. Para nos dar acesso confiante ao Lugar Santíssimo (Hebreus 10:19)
25. Para se tornar para nós o lugar onde encontramos Deus (João 2:19-21) 26. Para trazer o sacerdócio do Antigo Testamento ao fim e se tornar o Sumo e Eterno Sacerdote (Hebreus 7:23-27; Hebreus 9:24-26; Hebreus 10:11-12)
27. Para se tornar um sacerdote simpático e auxiliador (Hebreus 4:15-16)
28. Para nos libertar da futilidade de nossos ancestrais (1 Pedro 1:18-19)
29. Para nos libertar da escravidão do pecado (Hebreus 13:12; Apocalipse 1:5-6)
30. Para que possamos morrer para o pecado e viver para a justiça (1 Pedro 2:24)
31. Para que possamos morrer para a Lei e dar frutos para Deus (Romanos 7:4)
32. Para que possamos viver para Cristo e não para nós mesmos (2 Corintios 5:15)
33. Para fazer a Cruz nosso única vanglória (Gálatas 6:14)
34. Para que possamos viver pela fé nEle (Gálatas 2:20)
35. Para dar ao casamento seu sentido mais profundo (Efésios 5:25)
36. Para criar um povo zeloso por boas obras (Tito 2:14)
37. Para chamar-nos a seguir seu exemplo de humildade e amor sacrificial (1 Pedro 2:19-21; Hebreus 12:3-4; Filipenses 2:5-8)
38. Para criar um grupo de seguidores crucificado (Lucas 9:23; Mateus 10:38)
39. Para nos livrar da escravidão do medo da morte (Hebreus 2:14-15)
40. Para estarmos com ele logo após a morte (1 Coríntios5:10; Filipenses 1:21,23; 2 Corintios 5:8)
41. Para garantir a nossa ressurreição dos mortos (Romanos 6:5; Romanos 8:11; 2 Timóteo 2:11)
42. Para despojar principados e potestades (Colossenses 2:14-15; 1 João 3:8)
43. Para liberar o poder de Deus no Evangelho (1 Corintios 1:18; Romanos 1:16)
44. Para destruir a hostilidade entre as etnias (Efésios 2:14-16)
45. Para resgatas pessoas de toda tribo, língua, povo e nação (Apocalipse 5:9)
46. Para reunir todas as suas ovelhas ao redor do mundo (João 11:51-52; João 10:16)
47. Para nos resgatar do Juízo Final (Hebreus 9:28)
48. Para ganhar a sua alegria ea nossa (Hebreus 12:2)
49. Para que Ele pudesse ser coroado de glória e honra (Hebreus 2:9; Filipenses 2:7-9; Apocalipse 5:12)
50. Para mostrar que o pior mal foi intentado por Deus para o bem (Atos 4:27-28)


John Piper – Dois Paradoxos na Morte de Cristo

Não é de surpreender que o maior acontecimento da história mundial seja complexo.
1) Por exemplo, sendo que Jesus Cristo é homem e Deus em uma única pessoa, sua morte foi a morte de Deus? Para responder a essa questão, precisamos falar das duas naturezas de Cristo, uma divina e uma humana. Desde 451 AD, a definição calcedônica das duas naturezas de Cristo em uma pessoa tem sido aceita como o ensino ortodoxo das Escrituras. O Concílio de Calcedônia afirmou,
Nós (…) ensinamos que se deve confessar (…) um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, a ser reconhecido em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis, sendo que a distinção das naturezas não é de modo algum anulada pela união, antes a propriedade de cada uma é preservada, concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Deus, o Verbo, o Senhor Jesus Cristo.
A natureza divina é imortal (Romanos 1.23; 1 Timóteo 1.17). Ela não pode morrer. Isso é parte do que significa ser Deus. Portanto, quando Cristo morreu, foi sua natureza humana que sofreu a morte. O mistério da união entre a natureza humana e a divina na experiência da morte não nos é revelado. O que sabemos é que Cristo morreu, e que no mesmo dia ele foi ao paraíso (“Hoje estarás comigo no paraíso,” Lucas 23.43). Sendo assim, parece ter havido consciência na morte, de modo que a união contínua entre a natureza humana e a divina não precisasse ser interrompida, ainda que Cristo tenha morrido somente em sua natureza humana.
2) Outro exemplo da complexidade do evento da morte de Cristo é a forma como o Pai a experimentou. O ensino evangélico mais comum é que a morte de Cristo foi que ele experimentou a maldição do Pai. “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)” (Gálatas 3.13). A maldição de quem? Poder-se-ia suavizar a questão, dizendo, “a maldição da lei.” Mas a lei não é uma pessoa para que possa amaldiçoar. Uma maldição só é uma maldição de fato se houver alguém que amaldiçoe. A pessoa que amaldiçoa por meio da lei é Deus, que escreveu a lei. Portanto, a morte de Cristo pelo nosso pecado e por nossa transgressão da lei foi a experiência da maldição do Pai.
É por essa razão que Jesus disse, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46). Na morte de Cristo, Deus lançou sobre ele os pecados do seu povo (Isaías 53.6), os quais odiava. E em ódio por esse pecado, Deus deu as costas a seu Filho carregado de pecados, e o entregou para sofrer todo o poder da morte e da maldição. A ira do Pai foi derramada sobre Cristo em nosso lugar, de forma que sua ira para conosco foi “propiciada” (Romanos 3.25) e removida.
Mas aqui está o paradoxo. Deus aprovou profunda e alegremente o que o Filho estava fazendo naquela hora de sacrifício. De fato, ele havia planejado tudo aquilo, junto ao Filho. E seu amor pelo Deus-Homem, Jesus Cristo, sobre a terra se deve à mesma obediência que levou Cristo à cruz. A cruz foi o ato de coroação de Jesus, por sua obediência e amor. E o Pai aprovou e se alegrou profundamente nessa obediência. Por isso, Paulo faz esta maravilhosa declaração: “Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave” (Efésios 5.2). A morte de Jesus foi um perfume para Deus.
Assim, temos aqui mais uma gloriosa complexidade. A morte de Cristo foi a maldição de Deus e a ira de Deus; contudo, e ao mesmo tempo, foi agradável a Deus e um doce perfume. Embora tenha dado as costas ao Filho e o tenha entregado para morrer carregado com o nosso pecado, ele se deleitou na obediência, no amor e na perfeição do Filho. Portanto, temamos maravilhados, e olhemos com uma trêmula alegria para a morte de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Não há acontecimento maior na história. Não há nada maior para as nossas mentes considerarem, ou para nossos corações admirarem. Mantenha-se próximo à morte de Cristo. Tudo o que há de importante e de bom está reunido nela. Ela é um lugar sábio, importante e feliz para se estar.

Por John Piper © Desiring God. Website: desiringGod.org
Tradução por: Jonas Braga. Disponibilizado por: gospeltranslations.org




Um filme que a Mars Hill preparou para Sexta-Feira Santa. Eles disponibilizaram no site whokilledgod.com. Veja a descrição do site:
Antes de celebrarmos Jesus Cristo ressurreto na Páscoa, nos reunimos como igreja para lembrar sua morte sangrenta e sacrificial na cruz da Sexta-Feira Santa. “Sexta Santa” é um filme fascinante e curto, descrevendo as horas finais da vida de Jesus, e é mostrado no culto da Mars Hill Church para essa lembrança.
Este mês, estamos lançando o filme de 30 minutos online pela primeira vez como um download gratuito para as igrejas que desejam usá-lo nos seus cultos de Sexta-Feira Santa. A nossa oração é que seja benéfico para os pastores e para as congregações em todo o mundo, enquanto nós, cristãos, preparamos os nossos corações de forma fúnebre para lembrar a morte de nosso Jesus.


Nota: O filme contém cenas fortes e não é recomendado para menores de dez anos de idade. Por favor, considere, em oração, a permanência de seus filhos nas classes bíblicas durante a exibição.




19 de abr. de 2011

[Especial de Páscoa]Efeitos Radicais da Ressurreição,Paixão de Cristo:Atos2:36 Saiba,pois com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus,a quem vós crucificastes,Deus o fez Senhor e Cristo.


O elemento surpreendente da cruz não é o sangue, mas o sangue de quem e com que propósito. (Donald English)

 Filme – Sexta Santa: Quem matou Deus?

INTRODUÇÃO
Como havíamos dito ontem, legendamos um filme que a Mars Hill preparou para Sexta-Feira Santa. Eles disponibilizaram no site whokilledgod.com. Veja a descrição do site:
Antes de celebrarmos Jesus Cristo ressurreto na Páscoa, nos reunimos como igreja para lembrar sua morte sangrenta e sacrificial na cruz da Sexta-Feira Santa. “Sexta Santa” é um filme fascinante e curto, descrevendo as horas finais da vida de Jesus, e é mostrado no culto da Mars Hill Church para essa lembrança.
Este mês, estamos lançando o filme de 30 minutos online pela primeira vez como um download gratuito para as igrejas que desejam usá-lo nos seus cultos de Sexta-Feira Santa. A nossa oração é que seja benéfico para os pastores e para as congregações em todo o mundo, enquanto nós, cristãos, preparamos os nossos corações de forma fúnebre para lembrar a morte de nosso Jesus.
Nota: O filme contém cenas fortes e não é recomendado para menores de dez anos de idade. Por favor, considere, em oração, a permanência de seus filhos nas classes bíblicas durante a exibição.

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DOAÇÕES
Este filme foi produzido pela equipe de mídia da Igreja Mars Hill e financiado pelo Mars Hill Global, para saber mais e apoiar este projeto, por favor, doe hoje.


John Piper - Efeitos Radicais da Ressurreição



por John Piper em 4 de Abril de 2007
Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima. (AA) (...) E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor. Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos.” (...) Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. (RA) (1 Coríntios 15:19, 30-32, 20)
Paulo pondera sobre como ele poderia estimar seu estilo de vida se não houvesse a ressurreição dos mortos. Ele diz que seria ridículo — digno de lástima. A ressurreição o guiou e capacitou a fazer coisas que seriam absurdas sem a esperança da ressurreição.

Por exemplo, Paulo olha para todos os perigos que prontamente enfrenta. Ele diz que eles vêm “a toda hora”.
(...) em jornadas, muitas vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos. (2 Coríntios 11:26)
Então, ele considera a dimensão de sua auto-negação e diz: “Eu morro todos os dias.” Essa é a experiência de Paulo do que Jesus diz em Lucas 9:23: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.” Quero dizer com isso que havia algo agradável no fato de Paulo se mortificar todos os dias. Nenhum dia passava sem que houvesse a morte de algum desejo.
(...) em trabalhos, muito mais; muito mais em prisões; em açoites, sem medida; em perigos de morte, muitas vezes. Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos um; fui três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado; em naufrágio, três vezes; uma noite e um dia passei na voragem do mar; (...) em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; em fome e sede, em jejuns, muitas vezes; em frio e nudez. Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas. (2 Coríntios 11:23-25, 27-28)
Então ele recorda que “lutou com feras em Éfeso.” Não sabemos a quê ele está se referindo. Um certo tipo de oponente ao evangelho é chamado de fera em 2 Pedro 1:10 e Judas 10. Em nenhum dos casos, isso foi totalmente desanimador.
Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. (2 Coríntios 1:8)
Então Paulo conclui de seu perigo de todas as horas, de sua mortificação diária e de sua luta com feras que a vida que ele escolheu em seguir a Cristo é tolice e digna de lástima se ele não será levantado dos mortos. “Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima”. Em outras palavras, só a ressurreição com Cristo e as alegrias da eternidade podem dar sentido a todo esse sofrimento.

Se a morte fosse o fim da matéria, ele diz: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos”. Isso não significa: Vamos todos nos tornar glutões e bêbados. Eles são dignos de lástima também — com ou sem a ressurreição. Ele quer dizer: Se não há ressurreição, o que faz sentido é a compostura da classe média para maximizar os prazeres terrenos.

Mas não é isso que Paulo escolhe. Ele escolhe o sofrimento, porque ele escolhe a obediência. Quando Ananias veio até ele em sua conversão com as palavras do Senhor Jesus, “pois eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (Atos 9:16), Paulo aceitou isso como uma parte de seu chamado. Ele deve sofrer.

Como Paulo poderia fazer isso? Qual a fonte de sua obediência fundamental? A resposta é dada em 1 Coríntios 15:20: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.” Em outras palavras, Cristo foi levantado, e eu serei levantado com ele. Assim, nada sofrido em nome de Jesus é em vão (1 Coríntios 15:58).

A esperança da ressurreição mudou radicalmente a forma como Paulo vivia. Ela o libertou do materialismo e do consumismo. Deu a ele o poder para ir sem as coisas que muitas pessoas sentem que devem ter nesta vida. Por exemplo, apesar de ter o direito de casar (1 Coríntios 9:5), ele renunciou este prazer por ter sido chamado para suportar muito sofrimento. Isso ele fez por causa da ressurreição.

Foi desta forma que Jesus disse que a esperança da ressurreição deve mudar nosso comportamento. Por exemplo, ele nos disse para convidar aos nossos lares pessoas que não podem nos pagar nesta vida. Como devemos nos motivar a isso? “Tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos” (Lucas 14:14).

Este é um chamado radical para que nos analisemos duramente nossas vidas presentes para ver se estão moldadas pela esperança da ressurreição. Nós tomamos decisões na base do ganho neste mundo ou no próximo? Nós nos arriscamos por causa do amor de tal forma que só pode ser explicado sabiamente se existir uma ressurreição?

Nós nos desanimamos quando nossos corpos se entregam ao processo do envelhecimento, e temos que admitir que nunca mais faremos certas coisas novamente, ou olhamos para a ressurreição e nos animamos?
Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação. (2 Coríntios 4:16,17)
Oro para que nos dediquemos novamente durante esta Páscoa a uma vida disposta a deixar a ressurreição ter seus efeitos radicais.

Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Original: Radical Effects of the Resurrection



Série Livros para Ler - [Download Livro] Sermões sobre a Paixão de Cristo - C. H. Spurgeon


Lançamento: Projeto Spurgeon

Os sermões que compõe esse e-book são referentes às diversas ocorrências que aconteceram entre a primeira audiência do Sinédrio reunido logo após a traição de Judas Iscariotes, até a condenação final de Pilatos contra nosso Senhor Jesus Cristo.
No caso, não são tratados aqui todos os aspectos e todos os acontecimentos da semana da paixão, como a traição, o Getsamani, Barrabás, como posteriormente da Ressurreição, que futuramente serão objetos de tradução e uma possível ampliação desse volume, por falta de espaço e tempo oportuno para essa publicação. Os 5 primeiros sermões forma pregados por Charles Haddon Spurgeon em 1882, no qual ele intentou contra a história dos sofrimentos e agonia de Jesus de alguma forma expositiva, o que não era comum, já que Spurgeon normalmente pregava por tópicos, temas e versículos esparsos, não por séries maiores que 3. O último sermão foi acrescentado como um anexo, já que fala especificamente da morte de Jesus, mas não segue a ordem cronológica, já que foi pregado em 1858.
Cremos que em toda época é uma época favorável e propicia para meditarmos e refletirmos sobre a morte e sofrimento de nosso Senhor Jesus Cristo, já que trata-se substancialmente na obra de Jesus para libertação e expiação dos pecadores. Oramos para Deus que por meio desses sermões muitos sejam salvos e considerem o valor dessa aflição, e que os crentes tomem conta e sintam o grande amor que foi concedido pelo Senhor Deus por nós em Cristo.
Armando Marcos – editor


Páscoa - Qual o verdadeiro significado?

Qual é a origem e significado da Páscoa? Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?



A páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril. Tem sido modernamente celebrada com ovos e coelhos de chocolate com muita alegria. O moderno ovo de páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se. Ovos gigantescos, super decorados, era a moda das décadas de 1920 e 1930. Porém, o maior ovo e o mais pesado que a história regista, ficou pronto no dia 9 de abril de 1992. É da Cidade de Vitória na Austrália. Tinha 7 metros e dez centímetros de altura e pesava 4 toneladas e 760 quilos. Mas o que é que tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo?


A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.

Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho...

O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor. 



Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?

Não tem nada a ver com ovos nem coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos - o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.



Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa "passagem" "passar por cima". Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.



A chamada páscoa cristã, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era. Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo a terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.



A maior parte das igreja evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte:

Jesus tomou o pão, "e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha."



Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10:7), "Eu sou o caminho" (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26:29)



Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:


1 - O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...




2 - A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)






Conclusão:

Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos. Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas. Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo. A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra. Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras, para saber o que hoje é crendice ou tradição, estando atento, para saber o que realmente deus espera de cada um de nós.





Jesus foi claro "Fazei isto em memória de mim." Ele exemplificou tudo o que deve ser feito. E se queremos ser salvos, precisamos seguir o que Jesus ensina e não outras tradições ou ensinamentos. Mateus 15:9 adverte: "Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens."

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Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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