Tradutor

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

28 de jul. de 2010

Por que o homem não é capaz de voltar para Deus?

http://osvaldojunior.files.wordpress.com/2009/08/homem.jpg

"Suas ações não lhes permitem voltar para o seu Deus. Um espírito de prostituição está no coração deles; não reconhecem o Senhor”. Os 5:4
As duras palavras ditas por Deus através do profeta era dirigida aos religiosos, ao povo em geral e à família real, sem deixar ninguém de fora: “Ouçam isto, sacerdotes! Atenção, israelitas! Escute, ó família real! Esta sentença é contra vocês” (Os 5:1). As terríveis consequências da Queda não desviam de nenhum filho de Adão. “Todos pecaram e separados estão da glória de Deus” (Rm 3:23). Mas o texto nos mostra que o problema com o pecado não é apenas sua extensão, atingindo a todos os homens, mas também a profundidade em que penetra em cada ser humano, afetando todas as suas faculdades.
As obras impedem de voltar para Deus, Is 59:2
O proceder do homem natural é corrompido de tal forma que ele só faz pecar e pecar. Nem mesmo uma reforma exterior ele pode apresentar de forma consistente, pois “suas ações não lhes permitem voltar para o seu Deus” (Os 5:4a). A prática do pecado se torna um hábito tão natural que o homem quase nunca percebe que sua natureza está dominada pelo pecado. Não raro as pessoas consideram seus pecados como sendo falhas desculpáveis, e as vezes os defendem como uma virtude. Na verdade, estão tão acostumados aos seus pecados quanto se acostumaram à cor da pele. “Será que o etíope pode mudar a sua pele? Ou o leopardo as suas pintas? Assim também vocês são incapazes de fazer o bem, vocês que estão acostumados a praticar o mal” Jr 13:23.
Contrariando os profetas citados, os homens acreditam que é tudo uma questão de escolha, que basta ao homem preferir o bem que é capaz de fazê-lo. Chamam a essa capacidade de livre-arbítrio. Porém, a Escritura não oferece nenhum respaldo a essa filosofia humanista, quando diz que “todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Rm 3:12). Isto é corroborado pela observação e a experiência de cada um, que não consegue encontrar um só homem na história que tenha superado sua inclinação para o mal e vivido sem pecar. E quando olhamos para nós, temos que confessar que o “porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19).
O coração é dominado pelo pecado, Mc 7:21-23
Num nível mais profundo, o pecado domina o coração das pessoas, “um espírito de prostituição está no coração deles” (Os 5:4b), diz o mensageiro do Senhor. No Gênesis o diagnóstico divino sobre o coração humano era de que “toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente” (Gn 6:5) e que tal condição não exclui nem as crianças, pois “a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice” (Gn 8:21). As palavras de Salomão sobre o ímpio de que “há no seu coração perversidade, todo o tempo maquina mal” (Pv 6:14) não se aplica apenas a Hitler e a quem esquarteja namoradas, mas também a pais de famílias honestos, pois “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso” (Jr 17:9).
Não é o homem que determina como seu coração deve ser, mas o coração é que determina como o homem é, “porque, como imaginou no seu coração, assim é ele” (Pv 23:7). Um homem sempre procederá de acordo com a natureza de seu coração. Se este for endurecido e mau, então tal pessoa resistirá ao Espírito e procederá de forma contrária à lei de Deus. Por isso que as pessoas dos dias de Oséias não podiam voltar para Deus, pois seus coração estavam dominados por um espírito de prostituição e dominavam o comportamento deles. E é por isso que o homem moderno não pode converter-se a Deus, pois a natureza de seu coração é má e o incapacita para o bem.
O pecado cega o entendimento, 1Co 2:14
O pecado afeta também a mente do homem, cegando-o para as coisas de Deus. “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). Ao invés de se voltar para Deus “o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (Os 4:14), ainda mais que “por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes” (Rm 1:28). Outro profeta descreve a cegueira do povo como sendo pior que a dos animais, pois “o boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende” (Is 1:3).
Como “tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas” (Tt 1:5), não são capazes de compreender a mensagem do evangelho. Precisam, antes, ter “iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef 1:18), do contrário sua mente irá das trevas presente para as trevas exteriores, sem conhecer a luz do Senhor.
Conclusão
O livre-arbítrio como capacidade do homem se voltar para Deus é uma mentira de Satanás, que assim perverte o evangelho, levando homens a torná-lo persuasivo a defuntos. Pois os pecadores não experimentam outra realidade senão o pecar, tornando a rebelião a Deus um hábito que não podem mudar. Além disso, seu coração que determina suas ações é fonte de toda sorte de males, sendo enganoso e perverso, portanto desinclinado às coisas de Deus. E sua mente é corrompida de tal forma pelo pecado que o evangelho lhe parece loucura indigna de crédito, só aceitando naturalmente se a mensagem for modificada de tal maneira que não se pareça em nada com o evangelho da glória de Deus. Diante disso, eles até “voltam, mas não para o Altíssimo” (Os 7:16). Igrejas lotam, mas corações continuam vazios de Deus, ocupados somente com a prostituição espiritual “porque um espírito de prostituição os enganou, eles, prostituindo-se, abandonaram o seu Deus” (Os 4:12).
Soli Deo Gloria

- Clóvis Gonçalves 

Livres deste mundo perverso – John Piper

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbUawRa38zrGuDq_sIcIeiYrfWZmE0cBvV7b1nAWGsGdPh0UkzA7IaUZgdi533-qgoO1k-rEzEmHKpLtWDDwQkJCdbqXS1-plz69EOht0PVNWqPtnXow90jiyVp01yCrVuUwFeLrYWGrU/s760/Sou_Livre_.jpg
 
[Ele] se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai. Gálatas 1.4

Até que morramos ou Cristo venha estabelecer seu reino, vivemos atualmente em um "mundo perverso". Quando a Bíblia diz que Cristo se entregou "para nos desarraigar deste mundo perverso", não quer dizer que seremos tirados do mundo, mas que ele nos livrará do poder do mal que está no mundo. Assim Jesus orou: "Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal" (Jo 17.15).

Jesus orou para que nos livrasse "do mal" porque o mundo presente é a era em que Satanás recebeu liberdade para enganar e destruir. Diz a Bíblia: "o mundo inteiro jaz no Maligno" (1 Jo 5.19). O "maligno" é chamado também de "deus deste século" e seu alvo principal é cegar as pessoas em relação à verdade. "O deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus" (2Co 4.4).

Até que despertemos para entender nossa tenebrosa condição espiritual, vivemos sincronizados com "este mundo perverso" e seu regente. "Nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência" (Ef 2.2). Sem saber, éramos lacaios do diabo. O que nos parecia liberdade era escravidão. A Bíblia refere-se diretamente a modismos, diversões e vícios do século 21 quando diz:"... prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor" (2Pe 2.19).

Ressoa o grito de liberdade na Bíblia:"... não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente" (Rm 12.2). Noutras palavras, seja livre! Não seja enganado pelos gurus da moda. Eles hoje estão aqui, amanhã desaparecem. Um modismo que escraviza segue outro. Daqui a trinta anos, as tatuagens de hoje não serão símbolos de liberdade, mas lembretes indeléveis do conformismo.

A sabedoria deste século é loucura tendo em vista a eternidade. "Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornar sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus" (1 Co 3.18,19). "Certamente, apalavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (ICo 1.18). Qual é, então, a sabedoria de Deus na presente era? E a grande e libertadora morte de Jesus Cristo. Seus primeiros segui¬dores disseram: "Nós pregamos a Cristo crucificado... poder de Deus e sabedoria de Deus" (ICo 1.23,24).

Quando foi à cruz, Cristo libertou milhões de cativos. Ele desmascarou a fraude do diabo e destruiu seu poder. E isso que ele dizia na noite anterior à crucificação quando declarou: "Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso" (Jo 12.31). Não siga um inimigo derrotado. Siga a Cristo. Custa muito. Você será um exilado na presente era. Mas será livre.

Fazendo o casamento durar: qual o segredo?


O Apóstolo Paulo diz que a esposa está “sujeita” a seu marido enquanto ele viver. “Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido” (Romanos 7:2). O princípio que podemos perceber aqui é de que alguém tem que morrer antes que o casamento acabe. Este é a visão de Deus, e freqüentemente não se relaciona com a realidade do casamento nos dias de hoje. Em nossa sociedade moderna, o casamento termina em divórcio mais de 51% das vezes. Isto significa que mais da metade dos casais que fazem os votos de que “até que a morte os separe” não chegam a tal ponto.
Então, a pergunta se torna: o que pode o casal fazer que garanta que seu casamento será “até que a morte os separe”? A primeira e mais importante questão é a da obediência a Deus e Sua Palavra. Este é um princípio que deveria ser enfatizado na vida antes do casamento e enquanto o homem e a mulher ainda estão solteiros. Deus diz: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3). Para o crente nascido de novo, isto significa jamais começar um relacionamento sério com alguém que também não seja crente. “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (II Coríntios 6:14). Se este único princípio fosse seguido, pouparia-se muita dor de cabeça e sofrimento mais tarde no casamento.
Outro princípio que protegerá a longevidade do casamento é o de que o esposo deve obedecer a Deus e amar, honrar e proteger sua esposa como faria com seu próprio corpo (Efésiso 5:25-31). O outro lado da moeda é que a esposa deve obedecer a Deus e se submeter a seu próprio marido “como ao SENHOR” (Efésios 5:22). O casamento entre um homem e uma mulher é uma ilustração espiritual do relacionamento entre Cristo e a igreja. Cristo deu a Si mesmo pela igreja e Ele a ama, honra e protege como Sua “noiva” (Apocalipse 19:7-9).
Quando Deus trouxe Eva a Adão no primeiro casamento, ela foi feita de sua “carne e ossos” (Gênesis 2:31) e se tornaram “uma só carne” (Gênesis 2:23-24). Este é um conceito que foi perdido em nossa sociedade moderna. Tornar-se uma só carne significa mais do que apenas uma união física. Significa um encontro de mente e alma para formar uma unidade. O relacionamento vai muito além de atração sensual ou emocional e entra na esfera da “unidade” espiritual, que somente pode ser encontrada quando os dois se rendem a Deus e a si mesmos. Este é um relacionamento que não é feito de “eu ou meu”, mas de “nós e nosso”. Este é um dos segredos em se ter um casamento duradouro. Fazer que um casamento dure até que a morte leve um ou outro e os separe é algo que os dois devem priorizar. Solidificar o relacionamento vertical com Deus faz muita diferença em garantir que o relacionamento horizontal entre marido e esposa seja duradouro e que também glorifique ao SENHOR.

Fonte: www.gotquestions.org

Cantinho da Criança,Desenhos da Bíblia - Abraão e Isaque Parte 1/3

http://i14.tinypic.com/80lr7fk.gif
Abraão foi um homem de fé.
A esposa de Abraão, Sara, era estéril e tinha a idade muito avançada, e por causa da fé e da obediência de Abraão, ela concebeu e deu à luz a um filho chamado Isaac.

Veja o vídeo e conheça essa passagem Bíblica que está em Gênesis, capítulos de 11 a 22.

http://www.catequisar.com.br/fig_pg/topo/cima/10.gif 



Abraão, o Pai da Fé
Introdução:


Hoje é chamado de dia dos pais. Conheci um rapaz estes dias que disse que hoje era o dia dos filhos...
Porque ele tinha de sair e levar todo mundo no zoológico, comer maçã do amor e pipoca, ou ir ao shopping...
Ele disse que até o presente que ele iria ganhar era do bolso dele... Ele não parecia muito otimista com o dia dos Pais. Não se parece com alguns de nós?
A Bíblia não nos fala de homens que foram pais perfeitos...
Mas há uma personagem bíblica se destaca por ter sido um ótimo pai.
Como ser humano, teve muitos defeitos, mas ele marcou a vida de seu filho.
Estudando sua vida, encontramos três passos de um Pai que marcou a vida de seu filho.
Estou falando de Abraão. Gn 17.5 – Interessante que o seu nome já significava “pai de uma multidão”.

Quais os passos que tornaram Abraão um pai que marcou a vida de seus filhos?

I.ABRAÃO CRIOU ISAQUE NOS CAMINHOS DO SENHOR DESDE SEU NASCIMENTO.

1 Gn 21.4:
Abraão dedicou seu filho a Deus, reconhecendo ser ele um presente do Senhor.
·Uma constante preocupação que temos com os filhos é suprir as suas necessidades, nos preocupamos em dar comida, cuidar dos estudo e de roupas.
·Como pais precisamos também nos preocupar em direcionar os filhos nos caminhos do Senhor. Nos preocuparmos em levá-lo à igreja, estudar a sua Bíblia e lhe ensina a orar. Ensinar a amar a Deus e obedecê-Lo.

“Muitos pais dão tudo aos seus filhos, menos a si mesmos.”

2.Gn 21.8;
Abraão era um pai coruja. Fez uma festa, segundo o costume de seu tempo, quando Isaque desmamou.
Como pai precisamos estar atentos a esses momentos especiais da vida de nossos filhos, quando ela deixa a chupeta, a mamadeira, etc.
·Ser um pai sempre presente. Saber a idade do filho, a série, e outros detalhes. Se seu filho for já crescido ainda existe esperança, você deve reassumir o controle da educação dos filhos, como? Passando algum tempo com eles, compreender suas opiniões e idéias, identificar o amadurecimento deles, buscar influenciá-los, dispor-nos a buscá-los e dizer isso a eles, ser acessível a eles. Inteirar-se a respeito das situações, e das esperanças de seu filho.
“É muito mais fácil colar o selo na carta enquanto a cola está úmida”

O primeiro passo de um pai que marca a vida de seus filhos é criar seu filho nos caminhos de Deus.
O Próximo passo de Abraão para marcar a vida de Isaque foi:

II.ABRAÃO SE PREOCUPOU COM O FUTURO DE SEU FILHO

Gn 24.2-4
·Além de ter preparado uma boa base moral e emocional para o filho, Abraão se preocupou com a futura vida familiar de Isaque.
·O cuidado de Abraão foi em duas áreas:
(1) Abraão orientou seu filho Isaque a ter uma esposa cristã.
·Se ela não fosse uma mulher crente, certamente teriam problemas.
“Um casal é mais feliz quando canta a mesma música.”
·Isso não quer dizer que hoje os pais devem escolher esposos ou esposas para os filhos, mas orientá-los, segundo à vontade de Deus, a fazê-lo.
(2).Abraão ensinou seu filho que o sucesso no matrimônio consistia não apenas em encontrar a companheira certa, mas também ser o cônjuge certo.
·Isaque novamente mostra que é um bom filho, respeitando a vontade de seu pai, e principalmente, a vontade de Deus, o qual os orientavam.

Abraão marcou a vida de seu filho!
Ele demonstrou amor por Isaque dedicando sua vida para colocar seu filho nos caminhos do Senhor e se preocupando com o seu futuro.
Mas havia um último passo que foi a base pela qual Abraão marcou a vida de seu filho:

III.APESAR DE AMAR ISAQUE DE TODO O SEU CORAÇÃO, ABRAÃO AMAVA MAIS A DEUS

Gn 22.2,12
“Um pai que deseja marcar a vida de seu filho deve estar disposto a sacrificar-se.”
·Deixe-me explicar:
-Deus pediu o contrário, pediu o único filho de Abraão, o seu filho legítimo com sua amada esposa, o seu primogênito.
- O sacrifício que desejo olhar é o coração de Abraão sendo dilacerado pela dor de sacrificar o seu amado filho.
-Um bom pai também tem fé absoluta em Deus. Hb 11.17 a 19.
-Além de educar seus filhos nos caminhos do Senhor, de preocupar-se com o seu futuro, um bom pai ama mais a Deus do que qualquer outra coisa...
-Jesus explica a profundidade do sacrifício e medida de amor de um pai ao filho e Um texto que nos ajuda a ampliar esta verdade é Mt 10.37-39:
-As vezes um pai vai ver um filho colocar-se contra ele por seu pai ter tomado uma decisão que agrada a Deus
-Talvez sua família considere sua alma perdida nessas condições, mas o Senhor a considera “achada”.

Conclusão:
Os 11.1 diz: “Quando Israel [eu e você] era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho.”
Lembra que eu disse que a Bíblia não nos fala de nenhum pai humano perfeito?
Isso porque ela nos mostra que existe uma pessoa que deseja ser seu verdadeiro Pai.
Só Ele, pode ajudar você meu amigo a ser o pai que deseja.
Deus é o pai que nos perdoa e nos ama, que nos dá várias chances de acertamos.
-Talvez estou falando para um pai que se sente frustrado.
-Não teve um bom exemplo de seu pai e hoje não consegue ser diferente.
-O trabalho, as viagens e correrias o fizeram um pai ausente. Não sobra tempo para soltar papagaio, pescar, jogar bolinha de gude.
-Hoje o Pai celeste de dá uma nova chance, Ele não desiste de você.

27 de jul. de 2010

[DEVOCIONAL] John Piper - Bebendo Suco de Laranja para a Glória de Deus

Penetrado pela Palavra - John Piper 
Bebendo Suco de Laranja para a Glória de Deus
 
Quando me perguntam: “A Doutrina de Depravação Total é bíblica?”, minha resposta é: “Sim”. Uma das coisas que pretendo dizer com esta resposta é que todas as nossas ações (sem a graça salvadora) são moralmente maculadas. Em outras palavras, tudo o que o incrédulo faz é pecaminoso e, portanto, inaceitável a Deus.

Uma de minhas razões para crer nisto encontra-se em 1 Coríntios 10.31: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. É pecado desobedecermos este mandamento das Escrituras? Sim.

Por isso, chego a esta triste conclusão: é pecado alguém comer, ou beber, ou fazer qualquer outra coisa, se não for para a glória de Deus. Em outras palavras, o pecado não é apenas uma lista de coisas prejudiciais (matar, roubar, etc.). Pecamos quando deixamos Deus fora de consideração nas realizações triviais de nossa vida. Pecado é qualquer coisa que fazemos, que não seja feito para a glória de Deus.

Mas, o que os incrédulos fazem para a glória de Deus? Nada. Conseqüentemente, tudo o que eles fazem é pecaminoso. É isso que pretendo dizer, quando afirmo que, sem a graça salvadora, tudo que fazemos é moralmente ruim.

Evidentemente, isto suscita uma questão prática: como podemos “comer e beber” para a glória de Deus? Tal como, por exemplo, beber suco de laranja no café da manhã?

Uma das respostas encontra-se em 1 Timóteo 4.3-5:

...[alguns] proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.

Suco de laranja foi criado para ser “recebido com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade”. Portanto, os incrédulos não podem usar suco de laranja para cumprir o propósito que Deus tencionou — ou seja, uma ocasião para ações de graça sinceras, dirigidas a Ele, provenientes de um coração de fé.

Mas os crentes podem, e esta é a maneira como glorificam a Deus. O suco de laranja que eles bebem é santificado “pela palavra de Deus e pela oração” (1 Tm 4.5). A oração é a nossa humilde resposta de agradecimento do coração. Crer nesta verdade, apresentada na Palavra de Deus, e oferecer ações de graça, em oração, é uma das maneiras de bebermos suco de laranja para a glória de Deus.

A outra maneira é bebermos com amor. Por exemplo, não insista na porção maior. Isto é ensinado no contexto de 1 Co 10.33: “Assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos”. “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 11.1). Tudo o que fazemos — inclusive beber suco de laranja — pode ser feito com a intenção e a esperança de que será proveitoso para muitos, a fim de que sejam salvos.

Louvemos a Deus porque, pela sua graça, fomos libertos da ruína completa de nossos atos. E façamos tudo, quer comamos, quer bebamos, para a glória de nosso grande Deus!
 
 
por John Piper





Extraído do livro: Penetrado pela Palavra, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL 2009
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.



Casamento - Uma Instituição Divina

 
O casamento é uma instituição divina, constituída no principio, antes da formação da sociedade humana. O criado fez o homem e dele tirou a mulher, e ordenou o casamento condição indispensável para perpetuar a raça humana (Gn 1.27,28). Deus implantou no homem desejos e afetos que se estenderam a todas as criaturas humanas, fez do casamento uma influência nobilitante, que poderosamente contribui para o desenvolvimento de uma existência completa no homem e na mulher. Declarou que não era bom que o homem estivesse só, e deparou-lhe um adjutório igual a ele (Gn 2.18). A abstinência do casamento somente é recomendável em casos especiais (Mt 19.12; 1Co 7.8,26) e constitui um desvio essencial à vida piedosa (1Tm 4.3).
A monogamia é o ideal divino. O Criador instituiu o matrimônio com a união de um homem e uma mulher (Gn 2.18-24; Mt 19.5; 1Co 6.6). O número de homens e de mulheres é praticamente igual em uma nação. O casamento estabelece relações permanentes (Mt 19.6). O Eterno indiciou a permanência destas relações, fazendo com que os afetos entre o marido e a mulher, cresçam na proporção dos anos que passam, processo muito natural, em condições normais. Os fins morais exigem que estas relações sejam permanentes. A fidelidade do marido e da mulher no cumprimento de seus deveres, intimamente ligados à suas recíprocas relações e a criação dos filhos no principio da obediência e da virtude, são indispensáveis para se atingirem os fins morais do matrimônio.
Entre os antediluvianos Adão, Caim, Noé e os três filhos deste, cada um tinha a sua mulher, mas a poligamia já era praticada. Lameque teve duas mulheres (Gn 4.19). A pureza do matrimônio foi-se enfraquecendo pela conduta de homens, que se deixavam governar por baixos motivos na escolha de suas esposas (Gn 6.12). Abraão adotou imprudentemente a poligamia quando julgou necessário ir em socorro de Deus para realizar a sua promessa (Gn 16.4). Isaque teve só uma esposa. Jacó teve duas mulheres como suas concubinas. Moisés que estava corrigindo abusos, não o fez repentinamente, permitindo aos israelitas por causa de sua dureza de coração e por se acharam escravizados aos costumes do tempo, divorciarem-se de suas mulheres por qualquer motivo; ele não proibiu a poligamia, mas procurou enfraquecê-la; deu regras aos costumes de seu tempo, porém a história do período primitivo, mostrou que o estado das cousas entre os israelitas, era contrário às disposições do Criador. Os serviços prestados por Moisés à causa do matrimônio consistiam em estabelecer ideal mais elevado, marcando os graus de consangüinidade e de afinidade dentro das quais se permitia o casamento, segundo a Lei (Lv 18), pondo freio à poligamia (Lv 18.18; Dt 17,17), garantido os direitos das esposas inferiores (Ex 21.2-11; Dt 21.10-17) restringindo o divórcio (Dt 22.19-29; 24.11) exigindo pureza na vida matrimonial (Ex 20.14,17; Lv 20.10; Dt 22.22). A poligamia continuou a ser praticada, em maior ou menor grau, pelos ricos, depois dos tempos de Moisés como o fizeram Gideão (Jz 8.30), Elcana (1Sm 1.2), Saul, Davi (2Sm 5.13), Salomão (1Rs 11.3), Roboão e outros. Os males que a poligamia produz, aparecem nas desordens domésticas provocadas pelo ciúmes das mulheres de Abraão e das de Elcana (Gn 6.6; 1Sm 1.6), em contraste com as belezas do casamento entre um homem e uma só esposa, descritas em Sl 128.3; Pv 5.18; 31.10-29; Ec 9.9. Na família a que Abraão pertencia permitia-se o casamento com a filha de seu pai e até com duas mulheres irmãs (Gn 20.12; 29.26). O casamento com a própria irmã não era cousa rara no Egito e era permitido na Pérsia. Em Atenas consentia-se o casamento com a irmã por parte de pai, e em Esparta, com a irmã por parte de mãe. A Lei Mosaica proibia tais alianças e ainda outras com laços de sangue menos chegado (Lv 18.6-18). Porém no caso de morte do marido que não deixava filhos, o irmão dele deveria casar-se com a viúva, sua cunhada (Dt 25.5). A Lei ordenava estes casamentos, mas não compulsoriamente. A lei romana parecia semelhante à lei mosaica neste particular. Declarava tais casamentos incestuosos, quando as partes tinham laços de consangüinidade muito íntimos, isto é, sendo as partes do mesmo sangue como irmã e irmão, ou por afinidade, como sogro e nora. A escolha de uma esposa para o filho era ordinariamente feita pelo pai (Gn 21.21; 24.38,46). Em alguns casos, o filho fazia ele mesmo a sua escolha ficando, ao pai a missão de dirigir as negociações (Gn 34.4,8; Jz 14.1-10). Somente em circunstâncias extraordinárias é que o jovem dirigia todo o negócio (Gn 29.18); Havendo o consentimento do pai ou do irmão da moça preferida, não havia necessidade de consultar a vontade dela (Gn 24.51; 34.11). Ocasionalmente os pais, procuravam um esposo para sua filha, ou a ofereciam em casamento a um individuo de sua escolha (Ex 2.21; Js 15.17; Rt 3.1,2; 1Sm 18.27). Os pais e às vezes a própria filha recebiam presentes feitos pelo candidato (Gn 24.22,53; 29.18,27; 34.12; 1Sm 18.25). Entre o tempo que decorria entre o noivado e o casamento, todas as comunicações entre as partes eram mantidas por meio de um amigo para este fim escolhido, que se chamava o “amigo do esposo” (Jo 3.29).
O Casamento em si era negócio puramente doméstico, sem nenhuma cerimônia religiosa, apenas retificado por uma espécie de juramento (Pv 2.17; Ez 16.8; Ml 2.14). Depois do exílio, estabeleceu-se o costume de lavrar um contrato selado. Quando chegava o dia marcado para o casamento, a noiva purificava-se (Ef 5.26,27), vestia-se de branco (Ap 19.8; Sl 4.13,14), ornava-se de jóias (Is 61.10; Ap 21.2), apertava o cinto (Is 3.24; 49.18; Jr 2.32); cobria-se com um véu (Gn 24.65), e cingia a fronte com uma coroa. O noivo vestia as suas melhores roupas, cobria a cabeça e cingia o diadema (Ct 3.11; Is 61.10), saía de casa para casa dos pais da noiva acompanhado por seus amigos (Jz 14.11; Mt 9.15), ao som de músicas e de cantos. Se o casamento era de noite, as pessoas que faziam parte do cortejo empunhavam tochas (Mt 25.7). Recebendo a esposa na casa dos pais, com o rosto velado, e acompanhada pelos votos de felicidade dos amigos e pelas bênçãos paternais (Gn 24.59; Rt 6.11), o esposo a conduzia para casa de seu pai, ou para a sua, juntamente com os convidados, ao som de músicas e danças (Sl 4.15; Ct 3.6-11). Em caminho para casa, ajuntava-se à comitiva pessoas amigas do novo casal, moças virgens, etc. (Mt 25.6). Seguia-se o banquete na casa do esposo, ou de seu pai (Mt 22.1-10; Jo 2.1-9). Se a distância da casa era grande, então o banquete se realizava em casa dos pais da noiva (Mt 25.1), à custa destes ou do esposo (Gn 29.22; Jz 14.10). Nesta ocasião é que o noivo se aproximava da esposa pela primeira vez (Jo 3.29). Terminado o banquete, a noiva era conduzida para a câmara nupcial pelos pais (Gn 29.23; Jz 15.1), e o noivo era igualmente acompanhado pelos seus amigos, ou pelos pais da noiva. As festas continuavam no dia seguinte um pouco menor, e se prolongavam por mais uma  ou duas semanas (Gn 29.27; Jz 14.12).
As relações espirituais, entre Deus e o seu povo, são comparadas às de um esposo com a sua esposa (Is 62.4,5; Os 2.19). A apostasia de Israel, voltando-se pra a idolatria, ou para outras formas de pecado, é por conseguinte comparada à infidelidade de uma mulher para com o seu marido (Is 1.21; 3.1-20; Ez 16 e 23; Os 2), e portanto, dando lugar ao divórcio (Sl 73.27; Jr 2.20; Os 4.12). Esta comparação continua no Novo Testamento:
Cristo é o esposo (Mt 9.15; Jo 3.29), e a Igreja é a esposa (2Co 11.2; Ap 19.7; 21.2,9 e 22.17). O amor de Cristo pela igreja, os cuidados que ele tem por ela, a posição que ele ocupa como seu cabeça, são bem representados pelos cuidados que um marido dispensa a sua mulher (Ef 5.23-32).

Fonte: Dicionário da Bíblia J. Davis

Cantinho da Criança, Desenhos Bíblicos - A multiplicação do pães e dos peixes !

http://i14.tinypic.com/80lr7fk.gif 
Numa tarde, Jesus, olhando para a multidão que tinha passado o dia todo com Ele, disse a Felipe que desse de comer a todos. Os discípulos não entenderam nada, pois o dinheiro que tinham era pouco para comprar tanta comida. André disse:
“Está aqui um Menino que tem cinco pães e dois peixinhos. Mas o que é isto para tanta gente?”
Jesus mandou que todos sentassem na grama, em grupos, pegou os pães e, depois de agradecer a Deus por eles, deu aos seus discípulos, que os distribuíram para o povo. Fez o mesmo com os peixes. Quanto mais pães e peixes repartiam, mais apareciam. Todos, cinco mil homens, além das mulheres e crianças, comeram até não poder mais e ainda sobraram doze cestas cheias de pedaços de pão e de peixe. (Jo 6,1–13)
Essa história é muito legal porque nos ensina que Jesus multiplica o pouco que nós temos. 

O que despreza o seu próximo é falto de sabedoria, mas o homem de entendimento cala-se. Provérbios 11:12,Se aplicares o seu ouvido, receberás doutrina; e se fores amigo de ouvir, serás sábio!


Recebemos sabedoria quando pedimos a Deus que seja a nossa fonte de sabedoria. A Bíblia diz em 1 Reis 3:9 “Dá, pois, a teu servo um coração entendido para julgar o teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque, quem poderia julgar a este teu tão grande povo?”
Deus oferece-nos sabedoria prática para esta vida. A Bíblia diz em Salmos 119:97-98 “Oh! quanto amo a tua lei! ela é a minha meditação o dia todo. O teu mandamento me faz mais sábio do que meus inimigos, pois está sempre comigo.”
Confia em Deus - Ele o fará verdadeiramente sábio. A Bíblia diz em Provérbios 1:7 “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução.”
Sabedoria é encarar a vida com a perspectiva de Deus e saber que decisões tomar. A Bíblia diz em Eclesiastes 8:1 “Quem é como o sábio? e quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz brilhar o seu rosto, e com ela a dureza do seu rosto se transforma.”
Tornamo-nos mais sábios à medida que nos tornamos semelhantes a Cristo. A Bíblia diz em Lucas 2:40 “E o menino ia crescendo e fortalecendo-se, ficando cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.”
Podemos pedir a Deus a Sua sabedoria para nos guiar nas nossas decisões. A Bíblia diz em Tiago 1:5 “Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada.”
A sabedoria genuina não vem das ideias e filosofias humanas. A Bíblia diz em Colossenses 2:8 “Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” 
Pr 17. 27 Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência. Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.
Quantas vezes você falou mas preferia ter ficado calado? Quantas vezes suas palavras não foram a melhor resposta ou a melhor atitude? Quantas vezes você falou o que não deveria ter falado? quantas vezes você preferia ter ficado calado?
Vamos meditar por um pouco acerca deste texto:
Quem retem as palavras possui o conhecimento.
Para o mundo quem fala muito é que é sábio, ou seja todos aqueles que se julgam sábios gostam de conversar muito, ou seja quer expressar sua sabedoria atravez das palavras, mas biblicamente é o contrario.
O sereno de espírito é homem de inteligência.
Para o mundo aquele que tem a resposta na ponta da lingua é que é inteligente, para o mundo o forte não leva desaforo pra casa, deu tomou, esta é a regra para aqueles que aparentemente são fortes aos olhos do mundo.
O que é ser sereno de espírito?
Quem gostaria de ser vista como uma pessoa sábia? Cerre os lábios é a ordem.
Am 5. 13 Portanto, o que for prudente guardará, então, silêncio, porque é tempo mau.
Durante os focos de tensão a melhor coisa a fazer é ficar calado, os primeiros trinta segundos depois de uma ofensa ou humilhação é que determinam as impressões que aquilo farão na minha mente e memória.
Esta é uma pratica que precisamos urgentemente resgatar e praticar.
John 8:1 Jesus, entretanto, foi para o monte das Oliveiras. De madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo ia ter com ele; e, assentado, os ensinava. Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.
O controle das emoções
Uma das caracteristicas mais lindas na personalidade do Senhor Jesus é o fato de manter o controle das suas emoções não importando a pressão a qual era submetido, o Senhor sempre conseguia ensinar lições preciosas e levar seus acusadores a refletir sobre sua propria vida, fazê-los pensar em suas proprias fraquezas.
A lei dizia que ela deveria ser apedrejada
A situação era complicada pois eles estavam com pedras nas mãos, a tradição dizia que aquela mulher deveria morrer, era a leí da epóca, a pressão sobre Jesus era grande, imagine a cena, aquela mulher tinha sido levada arastada estava com certeza cheia de hematomas e feridas, descabelada e rasgada, a multidão agitada, o cheiro de sangue no ar, muita gritaria e acusações contra ela, as pedras já estavam nas mãos dos seus acusadores, o ódio era visivel no olhar de cada um deles, a pressão era tremenda e foi colocada sobre o Senhor Jesus de um momento pra o outro, ele estava ali ensinando a multidão e agora uma situação como esta derrepente, o que fazer?
Se Jesus dissese que não era para matar a mulher com certeza ele também seria morto junto com ela, pois estaria quebrando uma lei, se dissese que deveriam matá-la estaria contradizendo seus ensinos, acerca da graça e misericordia de Deus.
A primeira resposta do Mestre
Aqui temos uma das mais sábias respostas que alguém poderia ter dado a uma multidão sedenta de sangue como aquela, a Palavra diz que o Senhor ficou em silêncio escrevendo na terra com o dedo, ao verem isso a multidão teve um choque pois a situação era critica a vida de Cristo corria perigo pois dependendo da resposta Ele mesmo poderia ser apedrejado juntamente com a mulher acusada, mas Ele simplesmente se abaixa e em silêncio escreve na terra com o dedo, preferindo pensar antes de responder, mas os acusadores insistem para que Ele fale algo, para que dê a sua opnião acerda daquele caso.
A segunda resposta é uma pergunta
Depois de fazer a oração dos sábios, que é o silêncio, o Senhor já tinha dado um choque naqueles homens atravez do seu silêncio e tranquilidade aplacando a ira e deixando-os livres para raciocinar, então Ele faz uma pergunta, ao invés de responder Ele questiona “quem não tem pecado atire a primeira pedra” esta pergunta mudou completamente a historia daquela situação, veja no desenrrolar da história que todos deixaram as pedras e sairam sem condenar a mulher.
Existem algumas lições preciosas na atitude de Cristo neste texto, primeiro o silêncio que foi o ponto de partida para desarmar os inimigos, devemos aprender usar esta arma poderosa chamada silêncio, e em seguida a pergunta feita com sabedoria que foi como um golpe de misericôrdia na vida dos acusadores da mulher.
Jesus os fez pensar que na verdade eles não eram muito melhores do que ela, que possamos tirar algumas lições desta passagem que demonstra a sabedoria do nosso Mestre.
Lm 3. 21 Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca. Bom é aguardar a salvação do SENHOR, e isso, em silêncio. Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade. Assente-se solitário e fique em silêncio; porquanto esse jugo Deus pôs sobre ele; ponha a boca no pó; talvez ainda haja esperança. Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta. O Senhor não rejeitará para sempre;
Pr 11. 12 O que despreza o próximo é falto de senso, mas o homem prudente, este se cala.
Abençoado Pr.Costa Júnior quem ministrou sobre essa palavra.
http://www.ministeriovidanova.com/sermoes.php?dev_id=8
Crislaine Meireles


Muitas vezes não sabemos o que falar por não sermos atentos no ouvir, como o servo Aimaás que no desejo de chegar primeiro com as notícias do fronte de batalha, ao ser indagado pelo rei Davi, respondeu “Vi um grande alvoroço, quando Joabe mandou o servo do rei, e a mim teu servo; porém não sei o que era.” (2Sa 18) Imagina um mensageiro que não sabe o que falar diante de um rei!!! Tiago uma vez disse:
Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. (Tg 1: 19)
a) Todo homem, seja pronto para ouvir.
“Se o ouvirem e o servirem, acabarão seus dias em felicidade, e os seus anos em delicias”. Jó 36.11
Quantas vezes somos surdos para ouvir o que temos que ouvir. Certa vez estava aconselhando um marido e falei com ele que ele precisava falar palavras de afeto com sua esposa. Ele me respondeu: Minha esposa só ouve o que ela quer ouvir. Devemos estar prontos para ouvir. Quantas vezes vejo casais se queixando pela falta de diálogo e percebo que na verdade muitos não estão interessados em ouvir o outro.
Quado se refere a Palavra de Deus a nossa disposição em ouvir deve ser constante, pois se desejamos ser como Jesus, precisamos ouvir como ele ouvia.  Paulo alertou Timóteo o seguinte:
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.
Esteja pronto para ouvir!
b) Todo homem seja, tardio para falar
Quantas vezes nos precipitamos com a nossa boca para falarmos o que não deve…
Jesus disse em Mateus 12:36-37
“Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.”
Já pensaram que coisa séria? As palavras que pronunciamos não voltam atrás. São sementes que lançamos e não temos o poder de arrancar a planta que nascerá. É como a história do fofoqueiro e o travesseiro de penas. Desfazer uma fofoca, uma palavra que não deveria ser dita é como recolher as penas de um travesseiro rasgado no alto de um monte em dia de vento forte.
Além de sermos tardios no falar, precisamos medir o que falamos, como Paulo orientou os da igreja em Éfeso:
Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem. Efésios 4.29
c) Todo homem seja, tardio para se irar
O que realmente é a ira? No dicionário (Aurélio) encontramos a seguinte definição: “Cólera, raiva, indignação, desejo de vingança.”
Isto está intimamente ligado com o “falar palavras” pois normalmente falamos o que não deve, quando estamos irados. Quantas vezes ofendemos amigos, esposa, esposo, namorado, filhos, pais, com nossas palavras, porque nos deixamos ficar irados.
A ira é sinal de um coração soberbo, pois a Palavra no orienta a sermos logânimos e pacientes, perdoado e aceitanto os outros como Jesus no aceitou. Quando não fazemos isto, estamos revelando que não temos a clara percepção do quanto DEUS é longânimo e paciente conosco, achamos que somos perfeitos e exigimos perfeição daqueles que estão próximos de nós e como estas pessoas não são perfeitas, nos iramos e experssamos normalmente com palavras duras que ferem.
d) Cada servo deve saber refrear a sua língua:
“Se alguém supõem ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã.” (Tg 1.26)
As vezes nos perguntamos o que é “refrear”? a resposta é: Conter com freio; frear, enfrear; Reprimir, conter, suster; Dominar, sujeitar, subjugar, vencer; Tornar menor ou menos intenso; moderar, reprimir; Conter-se, comedir-se, reprimir-se; Abster-se, privar-se.
Alguém consegue fazer isto??? O próprio Tiago disse que:
Tia 3:8 – Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
Como então seguiremos o conselho de sermos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar, se ninguém consegue domar a própria língua?
O homem não pode, mas Deus pode:
Isaias 6:5-7
Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos. Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado.
Os lábio impuros de Isaias foram restaurados e eu e você também podemos ter nossa língua controlada se nos sujeitarmos ao governo de Jesus em nossas vidas. Oro para que todos nós possamos ouvir Jesus falando “e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração”.

Fonte:http://crislainemeireles.blogspot.com/2010/03/oracao-do-sabio.html


Sofrimento — Bem ou Mal? - William Fitch

Frio na terra — e eis, quinze rudes dezembros destes montes morenos descem Primavera; é fiel o espírito que tem lembrança após tais anos de mudança e sofrimento.- Emily Bronte,

A primeira condição da nossa iniciação na sociedade secreta dos Amigos de Deus, é que tomemos nosso lugar com Ele ante o julgamento do mundo; e que com Ele sejamos escarnecidos, vistos com condescendência e mal compreendidos pela religião do mundo, pela cultura do mundo, pelo poder do mundo — e por todas as artimanhas que o mundo estabelece como padrões pelos quais condenar a realidade. No exato momento em que declaramos que ele não pode dar-nos aquele reino intangível a que aspiramos, alienamos a sua simpatia, insultamos o seu senso comum. Então a ignorância, a ociosidade e a covardia nos condenam para seu sossego, como outrora condenaram o Primeiro e Último Justo.
John Cordelier em A Vereda da Sabedoria Eterna


Estudar o problema do mal é defrontar-se com o fato do sofrimento. "Se existe sofrimento, Deus pode existir?" Essa é uma questão que tem sido levantada desde tempos imemoriais. "Se Deus é bom e também onipotente, por que, então, permite sofrimento em Sua criação?" É como raciocinam os homens. Ou não há nenhum espírito por trás de todas as coisas, ou então um espírito completamente impassível e indiferente para com o bem e o mal, ou, pior ainda, um espírito mau.

Cedo ou tarde, quase todos os homens deparam com o sofrimento. Este assume numerosas formas. Existe o sofrimento causado pela dor física, variando em grau mas sempre potencialmente opressivo. A dor pode ser uma sensação puramente física. Pode ser uma dor amortecida ou uma dor aguda. Dispõe-se de vasta literatura médica e fisiológica sobre o tema da dor, mas os escritores concordam em que é impossível definir a dor. Há mais de cem anos foi lançada a teoria de que a dor era efeito de uma sobrecarga dos nervos sensitivos estimulados por excessiva aplicação de calor ou frio, ruído ou pressão de qualquer natureza. Poucos defendem essa teoria hoje. Acumularam-se as provas que demonstram que existem nervos receptores de dor específicos, inteiramente separados dos que transmitem calor ou frio. No presente se está fazendo muita pesquisa sobre os chamados "terminais nervosos livres", que são as raízes ramificadas terminais mais finas de uma célula nervosa, cuja estrutura fica perto da espinha dorsal; as atuais indicações desta pesquisa são que esses terminais nervosos podem comunicar dor e também outras sensações. Somos feitos de maneira formidável e maravilhosa e dentro da nossa estrutura nervosa há uma maquinaria que num momento pode abater um homem, ou através de um longo período de tempo pode continuar a estropiá-lo e a incapacitá-lo para as atividades normais. Instintivamente evitamos a dor. Exceto em estados psíquicos anormais, a dor é universalmente considerada como um inimigo que se deve evitar a todo custo.

A dor causa sofrimento, se vai além de certo ponto. Mas há muitas formas de sofrimento que não se irradiam da dor física. 0 medo e a ansiedade podem produzir grande sofrimento. A humilhação, certo senso de injustiça, a perda de um ente querido pela morte, o remorso, a destruição do casamento, a frustração e a alienação pessoal podem causar o mais agudo sofrimento. Um sofrimento emocional dessa espécie pode ser em tudo tão acerbo como o causado pela dor física. As vidas de incontáveis pessoas são ensombrecidas pelo amargor do fracasso em sua ambição ou nos negócios, e se vêem sobrecarregadas pelo tormento da incerteza, da vacuidade e do desespero. Erram pelas ruas das nossas grandes cidades muitos que se renderam ao alcoolismo, ao vício das drogas, ao divórcio e ao crime, não por causa da ameaça da fome, mas por causa da paralisia moral da falta de sentido da vida em geral. 0 sofrimento é algo muito complexo, abrangendo a mente, as emoções e o espí¬rito integral do homem. A depressão profunda é uma terrível realidade para multidões de homens e mulheres. 0 egoísmo, a avareza, a cobiça, a crueldade e a disposição para vingança podem trazer â outros um terrificante peso de dor. Acreseente-se a isto o sofrimento do órfão e do refugiado, do faminto e desamparado em terras assoladas pela guerra, as incríveis e, contudo, mais que verdadeiras torpezas de Belsen e Dachau, as rudes luxúrias e cegueiras das raças antigas que retornam no tempo, chegando às eras primevas, temos um quadro misto retratando um universo de sofrimento que é muito duro, muito assustador e muito diabólico.

Pode-se considerar bom o sofrimento em algum aspecto? Ou é completamente mau? Não se pode passar por alto a questão. Que tem a Bíblia para dizer a isto?

As Escrituras têm muito que dizer sobre o sofrimento. Em primeiro lugar, elas são muito definidas em dizer, como já observamos, que o sofrimento entrou na raça humana depois que entrou o pecado. Espinhos e cardos afetam a criação de Deus após a queda do homem, e estes espinhos e cardos são de muitas espécies. Tristeza e sofrimento provêm do pecado; e a morte, o cúmulo do mal humano, é o salário do pecado. Todas as misérias de uma humanidade sofredora são esquadrinhadas, devassadas e iluminadas pelas Escrituras. Na verdade, pode-se dizer realmente que livro nenhum jamais espelhou a intensidade do sofrimento humano, sua amplitude e universalidade, suas formas variadas, e suas desnorteantes perplexidades, como o faz a Bíblia. Apesar disso tudo, não há desamparo nem desespero na análise bíblica da situação humana. Ao contrário, um veio de santa alegria percorre todas as páginas da revelação, e o último assunto profetizado pelas Escrituras é uma nova criação, com novos céus e nova terra, da qual o sofrimento e a dor serão banidos para sempre. Mesmo enquanto o sofrimento se nos depara na terra, há também as maravi¬lhosas promessas de Deus, que produzem esperança e geram vida. Realismo nós encontramos em todas as páginas da Bíblia; pessimismo, porém, nunca. "Todas as coisas contribuem juntamente pára o bem daqueles que amam a Deus."

(Rom. 8:28). É promessa de Deus, e absoluta. No vale da sombra da morte, em meio aos turbilhões e à chama, quando a doença golpeia o nosso corpo mortal e este se debilita rumo ao túmulo, através dos estragos de terremotos, enchentes e desastres, a Sua promessa permanece: "Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão" (Is. 43:2). É isto que Deus se compromete a fazer. Ele nunca deixará, nem abandonará os Seus.

É certamente significativo que os homens de fé não exigem de Deus que lhes justifique os Seus caminhos. Outro fator penetrou as vidas deles. São homens que têm mentes e, assim, pensam nas coisas de modo racional. Inevitavelmente fazem perguntas acerca do sofrimento. Lutam com o problema que tal intromissão na criação torna urgente para eles. Mas não culpam a Deus. Não exigem irritados que Deus explique ou defenda a Sua conduta. 0 novel fator da fé tomou posse das suas vidas, e ele se evidencia mais forte que o simples intelecto. Deus é real para eles — mesmo no vale do sofrimento. Daí os ouvimos cantando mesmo ali. 0 vale de Baca torna-se uma fonte. As assolaçoes desérticas são sobrepujadas pelas melodias de uma sublime confiança em Deus. Eis aí Habacuque. Ele enfrenta dias horríveis e duros. Que diz ele, porém? Ouçam-no: suas palavras são contadas entre as mais nobres já proferidas por um mortal.

“...ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas: Todavia eu me alegrarei no Senhor: exultarei no Deus da minha salvação” (Hab. 3 :17-18).

As Armas da Escritura - C. H. Spurgeon

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgglTXjrkDvPsoAXA0H4LyRVOaV_pYfzeDXJhvwC3XII8_gi4Ml4XjWXwpAJLjhIrRIU2-Jfm2T7mkVKaWPQa9gTgiFY9kfkAgMJKjY_TuM2VZBzGklL-zrRmfN5w2TCv8LmQUBr_edHcc/s1600/armadura.jpg 
 
As armas das Escrituras são as mais excelentes; pois já as experimentamos e sabemos que são. Alguns de vocês, irmãos mais jovens, até agora só testaram um pouco a Escritura; mas outros de nós, já de cabelos prateados, podemos assegurar que já testamos a Palavra, como a prata é testada em uma fornalha de terra, e ela passou em todos os testes, até setenta vezes sete. A Palavra sagrada suportou mais crítica do que a mais bem aceita forma de filosofia ou ciência e sobreviveu a toda prova. Como disse um clérigo abençoado: "Quando os atuais críticos da Bíblia morrerem, os sermões funerais deles serão pregados com esse Livro--sem se omitir um só versículo--da primeira página de Gênesis à última página de Apocalipse". Alguns de nós, por muitos anos, temos vivido em conflito diário, sempre pondo à prova a Palavra de Deus e, com honestidade, podemos garantir que dá resultado em qualquer emergência. Depois de usar essa espada de dois gumes contra vestes de malha de metal e escudos de bronze, não encontramos nenhuma fenda nela. Não está quebrada nem perdeu o gume nos embates. Cortaria o próprio demônio do topo da cabeça à sola do pé, e mesmo assim não apresentaria nem um sinal qualquer de falha.

Hoje ainda é a mesma poderosa Palavra de Deus que foi nas mãos do Senhor Jesus. Como ela nos fortalece quando lembramos as muitas almas conquistadas com essa espada do Espírito! Será que algum de vocês já conheceu ou ouviu falar de conversão operada por qualquer outra doutrina que não aquela que está na Palavra? Gostaria de ter um catálogo das conversões realizadas pelas teologias modernas. Compraria um exemplar de tal obra. Não digo o que faria com ela depois que a tivesse lido; mas pelo menos aumentaria as vendas em um exemplar, só para ver o que a doutrina da divindade progressista diz ter feito. Conversões por meio da doutrina de restituição universal! Conversões feitas por doutrinas de inspiração duvidosa! Conversões ao amor de Deus e à fé em seu Cristo ao ouvir que a morte do Salvador foi apenas a consumação de um grandioso exemplo, mas não um sacrifício vicário! Conversões por meio de um evangelho do qual todo o evangelho foi drenado! Eles dizem: "As maravilhas nunca cessarão"; mas tais maravilhas nunca começaram.

Que eles relatem a mudança de coração operada desse modo, e nos dêem oportunidade para testá-la, talvez assim possamos considerar se vale nosso tempo deixar aquela Palavra que experimentamos em centenas e em alguns de nós, em milhares e milhares de casos, e que sempre tem sido eficaz para a salvação. Sabemos por que eles zombam das conversões. Estas são as uvas que tais raposas não podem alcançar, portanto, dizem que estão verdes. Como cremos no novo nascimento e esperamos vê-lo em milhares de casos, nos apegamos àquela Palavra de verdade pela qual o Espírito Santo opera a regeneração. Em suma, em nossa guerra ficaremos com a velha arma da espada do Espírito, até que encontremos uma melhor. Hoje, nosso veredicto é: "Não há nada como ela, e eu a quero para mim".

Quantas vezes já vimos a Palavra ser eficaz para consolar! Como um irmão expressou em oração, é difícil tratar de corações partidos. Tenho me sentido tão tolo quando tento tirar um prisioneiro do Castelo do Desespero Gigante! Como é difícil persuadir o próprio desconsolo a ter esperança! Tenho tentado muito capturar minha presa, empregando toda arte que conheço, mas quando quase consigo tê-lo em minha mão, a criatura já cavou outro buraco! Já o tirara de vinte buracos, mas depois tenho que começar de novo. O pecador convicto usa todo tipo de argumento para provar que não pode ser salvo. As invenções do desespero são tantas quanto os estratagemas da autoconfiança.


Não há como deixar a luz entrar no porão escuro da dúvida, a não ser pela janela da Palavra de Deus. Nas Escrituras há um bálsamo para cada ferida, um ungüento para cada machucado. Ah, o poder maravilhoso da Bíblia para criar uma alma de esperança nas costelas do desespero e levar luz eterna para as trevas que fizeram uma longa noite no íntimo da alma! Com freqüência, experimentamos a Palavra do Senhor como "cálice da consolação" (Jr 16.7), e ela nunca deixou de alegrar o desconsolado. Sabemos sobre o que falamos, pois testemunhamos os fatos abençoados: as Escrituras da verdade, aplicadas pelo Espírito Santo, têm trazido paz e alegria àqueles que se sentavam no escuro e no vale da sombra da morte.

Também observamos a excelência da Palavra na edificação de crentes e na produção de justiça, santidade e benefício. Hoje, sempre nos falam sobre o lado "ético" do evangelho. Tenho pena daqueles para quem isso é novidade. Não descobriram isso antes? Sempre estivemos lidando com a ética do evangelho; na verdade, ele é inteiramente ético. Não há doutrina verdadeira que não tenha sido abundante em boas obras. Payson, com sabedoria, disse: "Se há um fato, uma doutrina ou promessa na Bíblia que não produziu nenhum efeito prático em seu temperamento ou conduta, tenha certeza de que você não creu sinceramente". Todo ensino bíblico tem um objetivo e um resultado prático; e o que temos a dizer, não como matéria de descoberta, mas como assunto de simples senso comum, é o seguinte: se temos tido menos frutos do que desejaríamos com a árvore, suspeitamos que não haverá nenhum fruto quando a árvore não estiver mais ali e as raízes já tiverem sido arrancadas. A própria raiz da santidade está no evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, e removê-la, visando mais frutos, seria a maior insensatez.



Já vimos as doutrinas da graça produzirem excelente moralidade, séria integridade, delicada pureza, e, mais ainda, devota santidade. Vemos consagração na vida, calma resignação na hora do sofrimento, alegre confiança no que se refere à morte, e todas essas coisas, não em poucos casos, em geral, são resultado da fé inteligente nos ensinos das Escrituras. Maravilhamo-nos mesmo com os sagrados efeitos do velho evangelho. Embora acostumados a ver isso com freqüência, isso nunca perde seu encanto. Já vimos pobres homens e mulheres se entregando a Cristo e vivendo por ele de uma forma que faz nosso coração se curvar em adoração ao Deus da graça. E dizemos: "Apenas o evangelho verdadeiro este que pode produzir vidas como essas". Se não falamos tanto em ética como alguns, lembramos um velho conceito do povo do campo: "Vá a tal lugar para ouvir falar de boas obras, mas vá a outro lugar para vê-las". Muita fala, poucas obras. Muito barulho é sinal de pouca lã.



Alguns têm pregado boas obras até que dificilmente sobre uma pessoa decente na igreja, enquanto outros pregam a graça e amor vicário de tal modo que pecadores se tornam santos, e santos se tornam galhos carregados de frutos para o louvor e a glória de Deus. Em vista da colheita que vem de nossa semente não vamos mudá-la de acordo com os ditames desta era cheia de caprichos.


Vimos e testamos a eficácia da Palavra de Deus, em especial, quando estamos junto ao leito de doentes. Há poucos dias, estive ao lado de um de nossos presbíteros que parecia estar morrendo e conversar com ele foi como estar no céu aqui na terra. Nunca vi tanta alegria em um casamento como vi naquele calmo aposento. Ele esperava estar logo com Jesus e estava cheio de alegria com a expectativa. Ele disse: "Não tenho nenhuma dúvida, nenhuma sombra, nenhuma dificuldade, nenhuma falta; não, nem mesmo tenho nenhum desejo. A doutrina que você me ensinou serviu para eu viver de acordo com ela e agora, para morrer de acordo com ela. Descanso no precioso sangue de Cristo e isso é um firme fundamento". E acrescentou: "Como me parecem tolas agora todas aquelas palavras contra o evangelho! Li algumas delas e vi os ataques contra a velha fé, mas elas me parecem bastante absurdas agora que estou à beira da eternidade. O que a nova doutrina poderia fazer por mim agora?"

Terminei minha entrevista bastante fortalecido e alegre pelo testemunho do bom homem, fiquei pessoalmente mais confortado, porque foi a Palavra que eu mesmo pregara constantemente que trouxera tão grande bênção para meu amigo. Senti que a Palavra em si devia ser mesmo boa já que Deus a reconhecera, mesmo vindo de tão pobre instrumento. Não fico tão feliz em meio a gritos de jovens se divertindo como no dia em que ouvi o testemunho moribundo de quem descansa no evangelho eterno da graça de Deus. O resultado final, como se vê em um leito de morte, é um teste verdadeiro e inevitável. Preguem o que pode capacitar os homens para enfrentar a morte sem medo e pregarão apenas o velho evangelho. Irmãos, vestiremos o que Deus nos supriu no arsenal da Escritura inspirada, porque testou-se e comprovou-se de muitas formas cada arma dela e nunca qualquer parte de nossa panóplia nos falhou.

Além disso, sempre nos conservaremos perto da Palavra de Deus, porque temos a experiência de seu poder em nós mesmos. Não faz tanto tempo a ponto de você se ter esquecido o modo que, como martelo, a Palavra de Deus quebrou seu coração duro, empedernido e derrubou sua vontade obstinada. Pela Palavra do Senhor, você foi trazido à cruz e consolado pela expiação. Essa Palavra soprou em você uma nova vida e quando, pela primeira vez, reconheceu ser filho de Deus, você sentiu o poder enobrecedor do evangelho recebido pela fé. O Espírito Santo operou sua salvação por meio da Santa Escritura. Tenho certeza que você traça sua conversão até a Palavra do Senhor; pois só ela é "perfeita, e revigora a alma".



Não importa quem foi o homem que falou ou o livro em que leu, não foi a palavra nem o pensamento do homem a respeito da Palavra de Deus, mas a Palavra em si fez com que você conhecesse a salvação no Senhor Jesus. Não foi lógica humana, nem força de eloqüência, nem poder de persuasão moral, e sim a onipotência do Espírito, aplicando a Palavra em você que lhe deu descanso, e paz, e alegria em crer. Nós mesmos somos troféus do poder da espada do Espírito; e ele nos dirige, os cativos voluntários de sua graça, em triunfo em todo lugar. Que nenhum homem se admire por nos atermos a ela.

Quantas vezes, desde sua conversão, a Escritura Sagrada tem sido tudo para você! Imagino que você teve seus ataques de desânimo: você não foi restaurado pelo precioso alimento da promessa do Deus Fiel? Um texto da Escritura acolhido no coração rapidamente desperta o débil coração. Os homens falam de líquidos que reavivam os espíritos, e de tônicos que fortificam o físico; mas, vezes sem-fim, a Palavra de Deus tem sido mais do que isso para nós. A Palavra do Senhor nos preserva em meio a cruciantes e fortes tentações e ferozes e amargas provações. Em meio a desalentos, que diminuem nossa esperança, e desapontamentos, que ferem nosso coração, sentimo-nos fortes para fazer e suportar, porque as garantias de socorro que encontramos na Bíblia nos nutrem com energia secreta, invencível.


Irmãos, temos tido experiência da elevação que a Palavra de Deus pode dar--elevação em direção a Deus e ao céu. Se você estuda livros que se opõe àquele inspirado, será que não está consciente de que isso leva ao declínio? Conheci algumas pessoas para as quais tal leitura tem sido como um vapor pestilento, cercando-os com o frio da morte. Além disso, acrescente-se que deixar de ler a Bíblia, mesmo para fazer um estudo minucioso de bons livros, em pouco tempo acarreta um abatimento consciente da alma. Você ainda não descobriu que mesmos livros agradáveis podem ser como uma planície sobre a qual olha para baixo, em vez de aspirar ao cume? Há muito tempo você ultrapassou o nível deles e ao lê-los não chegará mais alto: é inútil gastar um tempo precioso debruçado sobre eles. Será que foi sempre assim com você e o Livro de Deus? Alguma vez, você se levantou acima do mais simples ensinamento dele, e sentiu que ele tinha a tendência de levá-lo ao declínio? Nunca! À medida que sua mente se torna saturada com a Santa Escritura, você fica consciente de ser imediatamente elevado e conduzido para cima, como se estivesse sobre asas de águias.

Poucas vezes você desce de uma leitura solitária da Bíblia sem sentir que se aproximou de Deus. Digo solitária, pois o perigo de ler com outras pessoas é que os comentários sem interesse possam ser como moscas no pote de ungüento. O estudo da Palavra com oração não é apenas um meio de instrução, mas também um ato de devoção no qual o poder transformador da graça é muitas vezes exercido, nos mudando à imagem daquele em quem a Palavra é espelhada. Por fim, será que há algo que seja como a Palavra de Deus quando livros abertos encontram corações abertos? Quando leio sobre as vidas de homens tais como Baxter, Brainerd, McCheyne e muitos outros, eu me sinto como alguém que se banhou em algum riacho fresco depois de ter feito uma viagem através de um campo árido que o deixou empoeirado e deprimido; e isso é resultado do fato de que tais homens incorporaram a Bíblia em suas vidas e a ilustraram em sua experiência.


O lavar-se pela Palavra foi o que eles tiveram, e é o que nós precisamos. Precisamos obter isso no lugar em que eles o encontraram. Ver os efeitos da verdade de Deus nas vidas de homens santos confirma a fé e estimula a aspiração santa. Não há outras influências que nos ajudem a chegar a tão sublime ideal de consagração. Se você ler os livros babilônicos de hoje, alcançará o espírito deles, e é um espírito estranho que o desviará do Senhor seu Deus. Você também pode sofrer grande dano com sacerdotes que têm a pretensão de falar o dialeto de Jerusalém, mas metade de sua mensagem é de Asdode: eles confundirão sua mente e profanarão sua fé. Pode acontecer que um livro que em seu todo seja excelente, com poucas máculas, possa lhe fazer mais mal do que um completamente mau. Cuide-se, obras dessa natureza são lançadas como nuvens de gafanhotos.

Quase não se pode achar nesses dias um livro que seja inteiramente isento do levedo moderno, e a menor partícula dele fermenta até produzir o erro mais insano. Ao ler livros da nova ordem, embora possa não aparecer nenhuma mentira palpável, você fica consciente de estar recebendo uma distorção e um declínio no tom de seu espírito, portanto, esteja alerta. Mas com a Bíblia você sempre pode estar descansado; ali todo sopro de cada direção traz vida e saúde. Se você se conserva próximo do livro inspirado, não sofrerá mal algum; ao contrário, estará no manancial de todo bem moral e espiritual. Isso é alimento adequado para homens de Deus: é o pão que nutre a vida mais elevada.


Depois de pregar o evangelho durante quarenta anos, e imprimir os sermões que preguei durante mais de trinta e seis anos, chegando agora a 2200 sermões, feitos em semanas sucessivas, ganhei o direito de falar sobre a superabundância e riqueza da Bíblia como o livro do pastor. Irmãos, ela é inesgotável. Se permanecermos junto ao livro sagrado não teremos nenhum problema de frescor nos textos. Não há dificuldade alguma para encontrar temas totalmente distintos daqueles que tratamos antes; a variedade é tão infinita quanto a plenitude. Uma longa vida será suficiente apenas para margear as costas desse imenso continente de luz. Em meus quarenta anos de ministério só toquei a orla da veste da verdade divina, mas quanta verdade fluiu dela! A Palavra é como seu Autor, infinita, imensurável, sem-fim. Se você fosse ordenado para ser pregador ao longo da eternidade, teria diante de si um tema à altura das demandas eternas.



Irmãos, será que em alguma parte entre os corpos celestes cada um de nós terá um púlpito? Teremos uma igreja de milhões de léguas? Teremos vozes tão fortalecidas a ponto de alcançar constelações atentas? Seremos testemunhas para o Senhor da graça a miríades de mundos que ficarão atônitos e maravilhados ao ouvir sobre o Deus encarnado? Estaremos rodeados por inteligências puras perguntando sobre o mistério do Deus manifesto na carne e tentando entendê-lo? Os mundos não caídos desejarão ser instruídos no glorioso evangelho do Deus abençoado? E cada um de nós terá uma história pessoal para narrar nossa experiência de amor infinito? Acho que sim, visto que o Senhor nos salvou para "que agora, mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais" (Ef 3.10). Se tal é o caso, nossas Bíblias serão suficientes ao longo de eras futuras para prover novos temas a cada manhã, e cantos e mensagens novas por eras sem fim.
Estamos resolvidos, portanto, visto que temos esse arsenal vindo do Senhor e que não queremos nenhum outro, a usar somente a Palavra de Deus, e usá-la com grande energia. Estamos resolvidos--e espero que não haja discordância entre nós--a conhecer melhor nossas Bíblias. Será que conhecemos o volume sagrado tão bem, pelo menos metade de como deveríamos conhecer? Temos trabalhado para ter um conhecimento tão completo da Palavra de Deus, como muitos críticos têm conseguido de seu escritor clássico favorito? É possível que ainda nos deparemos com passagens da Bíblia que são novas para nós? Isso devia acontecer? Há qualquer passagem do que o Senhor escreveu que você nunca leu? Foi interessante a observação do meu irmão, Archibald Brown. Ele se impressionou com a constatação de que a não ser que lesse toda a Bíblia, de ponta a ponta, poderia haver ensinos inspirados que nunca conheceria, portanto, resolveu ler os livros na ordem em que são apresentados; e, depois de ler uma vez, ele continuou com o hábito. Será que qualquer um de nós deixou de fazer isso? Vamos começar imediatamente.

Amo ver com que prontidão alguns de nossos irmãos apresentam uma passagem apropriada, depois citam outra semelhante e coroam tudo com uma terceira. Parecem conhecer exatamente o texto que acerta em cheio. Eles têm suas Bíblias, não só em seus corações, mas na ponta dos dedos. Esse é um conhecimento muito valioso para o ministro. Um bom textualista é um bom teólogo. Alguns outros, que estimo por outras coisas, ainda são fracos nesse ponto e raramente citam um texto da Escritura corretamente; na verdade, fazem alterações que ferem o ouvido do leitor da Bíblia. Infelizmente, é comum que ministros acrescentem ou suprimam uma palavra da passagem, ou de alguma forma desvalorizem a linguagem do relato sagrado. Ouço, com freqüência, irmãos falarem sobre garantir "seu chamado e salvação"! Provavelmente, não se deleitaram tanto quanto nós com a palavra calvinista "eleição" e, por essa razão, deduzem seu significado; mais ainda, em alguns casos o contradizem.

Nossa reverência pelo grande Autor das Escrituras deveria proibir qualquer dilaceração de suas palavras. Nenhuma alteração da Escritura pode de forma alguma melhorá-la. Os crentes, em relação à inspiração, devem ser muito cuidadosos para ser verbalmente corretos. Os senhores que vêem erros na Escritura podem se achar competentes para consertar a linguagem do Senhor dos exércitos, mas nós que cremos em Deus e aceitamos as palavras específicas que ele usa, não podemos ousar fazer isso. Citemos as palavras como estão em sua melhor versão, melhor ainda seria saber o original e corrigir quando nossa versão não dá o sentido correto. Quanto dano poderá surgir da alteração acidental da Palavra! Abençoados aqueles que estão de acordo com o ensino divino e recebem seu sentido verdadeiro, conforme o Espírito Santo os ensina! Ah, que possamos conhecer totalmente o Espírito da Santa Bíblia, bebendo-o até que estejamos impregnados dele! Essa é a bênção que queremos alcançar.

Marcadores

(I Pedro 5:8) (1) 1 Coríntios (3) 1 Pedro (1) 1Pedro (1) 2 Pedro (2) A (1) A palavra da Cruz é Loucura (3) A Parábola do Rico e Lázaro (1) a Semente e os Solos (1) A Volta de Jesus (4) A. W. Tozer (36) A.W Pink (2) Abandonado (1) Aborto (9) Adoração (18) Agostinho (1) Aids (1) Alegria (22) Aliança (1) Alívio (1) Almas (17) Amarás o Próximo (1) Amargura (1) Amém (3) Amizade (5) Amor (70) Anátema (1) Angústia (2) Animais (1) Anjos (3) Anorexia (1) Ansiedade (5) Anticristo (2) Antidepressivo (1) Antigo Testamento (1) Apocalipse (10) Apostasia (5) Apóstolo Paulo (4) Arca de noé (2) Arrebatamento (3) Arrependimento (22) Arrogância (1) Arthur W. Pink (5) As Igrejas de todos os Tipos e para todos os Gostos (1) Ateísmo (4) Ateus (5) Augustus Nicodemus (2) Autoridade (4) Avareza (1) Aviso (2) Avivamento (10) Batalha Espiritual (7) Batismo (4) Bebida Alcóolica (1) Benção (2) Bíblia (49) Boas Novas (1) Bullying (1) Cálice (2) Calvinismo (2) Campanhas no Facebook (1) Cansado (1) Caráter (4) Carnal (1) Carnaval (2) Carne (11) Carta de Deus e do Inferno (2) Carter Conlon (1) Casamento (32) Castigo (1) Catolicismo.Religiao (1) Céu (14) Chamados ao primeiro amor (5) Charles Haddon Spurgeon (274) Cigarro (1) Circo ou Igreja? (1) Cirurgia Plástica (1) Citações Redes Sociais (2) Clodoaldo Machado (1) Cobiça (1) Comunhão (4) Comunidade no Orkut (1) Conhecendo as Histórias da Bíblia (1) Conhecimento (2) Consciência (2) Consolador (3) Copa do Mundo (1) Coração (31) Coragem (4) Corra (1) Corrompidos (1) Cosmovisão Cristã (1) Crer em Jesus (3) Criação (3) Criança (7) Cristãos (60) Cristianismo (19) Cristo (85) Crucificaram (1) Cruz (29) Culto (2) Cultura (4) Cura (6) David Wilkerson (43) Demônio (4) Dennis Allan (23) Denominações (1) Dependência (2) Depravação Humana (11) Depressão (6) Desanimado e fraco (11) Descanso (1) Desejo (1) Desenhos para Crianças (9) Deserto (1) Desigrejados (1) Desonra (1) Desprezado e Rejeitado (3) Desviado (5) Deus (328) Devoção (1) Diabo (9) Dinheiro (11) Discernimento (1) Discipulado (7) Discípulos Verdadeiros (4) Divórcio (9) Divulgue esse Blog (2) Dízimos e Ofertas (3) Dons Espirituais (1) Dor (6) Dores de Parto (1) Doutrinas (5) Dr J.R (1) Drogas (1) Dúvidas (1) Eclesiastes (1) Ego (1) Enganados (1) Envelhecer com Deus (1) Equilibrio (1) Errando (2) Escolha (2) Escolhidos De Deus (10) Escravo por Amor (2) Esforço (1) Esperança (8) Espíritismo (1) Espirito Santo (27) Espirituais (35) Estudo da Bíblia (257) Estudo Livro de Romanos por John Piper (17) Estudo Livro de Rute por John Piper (5) Eternidade (10) Eu Não Consigo (1) Evangelho (76) Evangelho da Prosperidade (13) Evangelho do Reino (1) Evangelismo (5) Evangelizar pela Internet (7) Evolução (1) Exaltação (1) Êxodo (1) Exortação (3) Ezequiel (1) Falar em Linguas (3) Falsos Profetas(Enganação) (17) Família (16) Fariseus (3) Fé (49) Felicidade (6) Festas do Mundo (1) Festas juninas(São João) (1) Fiél (3) Filmes Bíblicos (43) Finais dos Tempos (11) Força (1) Fruto (8) Futebol (1) Gálatas (1) George Müller (1) George Whitefield (2) Glória (44) Graça (47) Gratidão (3) Guerra (4) Hebreus (1) Heresias (3) Hernandes Lopes (110) Hinos (1) Homem (46) Homossexual (6) Honra (1) Humanismo (1) Humildade (9) Humilhado (8) Idolatria (12) Idoso (1) Ignorância (1) Igreja (79) Ímpios (1) Incentivo (1) Incredulidade (2) Inferno (8) Ingratidão (2) Inimigo (2) Inquisição Católica (1) Intercessão (1) Intercessor (1) Intervenção (9) Intimidade (1) Inutéis (1) Inveja (1) Ira (12) Isaías (1) J. C. Ryle (9) James M. Boice (1) Jejum (4) Jeremias (2) Jesus (88) Jó (1) João (4) João Calvino (145) Jogos VIDEO GAMES (2) John Owen (15) John Pipper (587) John Stott (28) John Wesley (1) Jonathan Edwards (92) José (1) Joseph Murphy (1) Josué Yrion (8) Jovens (15) Julgamento (20) Justiça (2) Lave os pés dos seus irmãos Vá em busca dos perdidos e fale do amor de Deus (1) Leão da Tribo de Judá (1) Legalismo vs. Bem-Aventuranças (1) Leonard Ravenhill (52) Liberdade (10) Língua (5) Livre arbítrio (10) Livros (67) Louvor (4) Lutar (7) Maçonaria e Fé Cristã (1) Mãe (2) Mal (18) Maldições Hereditárias (3) Manifestações Absurdas (2) Marca da Besta (1) Mártires (5) Martyn Lloyd-Jones (173) Masturbação (2) Mateus (2) Maturidade (2) Médico dos Médicos (1) Medo (2) Mefibosete (1) Mensagens (372) Mentira (8) Milagres (2) Ministério (10) Misericórdia (13) Missão portas abertas (21) Missões (27) Missões Cristãos em Defesa do Evangelho (1) Monergismo (1) Morrendo (12) Morte (43) Morte de um ente querido que não era crente (1) Mulher (11) Mulheres pastoras (2) Mundanismo (3) Mundo (28) Murmuração (3) Músicas (38) Músicas nas Igrejas.Louvor (8) Namoro ou Ficar (12) Natal (4) Noiva de Cristo (2) Nosso Corpo (1) Novo convertido (10) Novo Nascimento (11) O Semeador (1) O Seu Chamado (13) Obediencia (8) Obras (15) Obreiros (2) Observador (2) Oração (67) Orgulho (10) Orgulho Espiritual (1) Orkut (1) Paciência (7) Pai (1) Pais e Filhos (21) Paixão (3) Paixão de Cristo (2) Parábola Filho Pródigo (2) Parábolas (9) participe do nosso grupo e curta nossa página! (1) Páscoa (1) Pastor (18) Paul Washer (216) Paulo Junior (239) Paz (4) Pecado (106) Pecadores (12) Pedofilia (2) Perdão (16) perse (1) Perseguição (13) Pobre (4) Poder (18) Por que tarda o pleno Avivamento? (3) Pornografia (8) Porque Deus permite o sofrimento dos inocentes (2) Porta Estreita (2) Pregação (24) PREGAÇÕES COMPLETAS INTRODUÇÃO ESCOLA DE OBREIROS (1) Profecias (3) Profetas (3) Prostituição (2) Provação (2) Provar o Evangelho Para Aqueles que Não acreditam Na Bíblia (1) Provérbios (1) Púlpito (3) Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (1) R. C. Sproul (29) Realidade (1) Rebelde (1) Redes Sociais (2) Reencarnação (2) Refletindo Sobre Algumas coisas (1) Reforma e Reavivamento (1) Reforma Protestante (3) Refúgio (2) Regeneração (16) Rei (3) Relativismo (1) Religião (7) Renúncia (2) Ressuscitou (5) Revelação (1) Ricardo Gondim (1) Richard Baxter (7) Rico (12) Romanos (20) Roupas (1) Rupert Teixeira (4) Rute (5) Sabedoria (12) Sacrifício (3) Salvação (45) Sangue de Cristo (3) Santa Ceia (2) Santidade (34) Satanás (15) Secularismo (1) Segurança Completa (1) Seitas (3) Semente (1) Senhor (10) Sensualidade (2) Sermão da Montanha (2) Servos Especiais (4) Sexo (8) Sinais e Maravilhas (2) Soberba (1) Sofrimento (24) Sola Scriptura (1) Sola Scriptura Solus Christus Sola Gratia Sola Fide Soli Deo Gloria (4) Soldado (1) Sozinho (3) Steven Lawson (12) Submissão (1) Suicídio (2) Televisão um Perigo (8) Temor (4) Tempo (5) Tentação (9) Teologia (2) Teologia da Prosperidade (4) Tesouro que foi achado (4) Tessalonicenses 1 (1) Testemunhos (29) Thomas Watson (17) Tim Conway (38) Timóteo (1) Todo homem pois seja pronto para ouvir tardio para falar tardio para se irar Tiago 1.19 (1) Trabalho (2) Tragédia Realengo Rio de Janeiro (2) Traição (4) Transformados (1) Trevas e Luz (2) Tribulação (10) Trindade (2) Tristeza (5) Trono branco (2) Tsunami no Japão (2) tudo (231) Uma Semente de Amor para Russia (1) Unção (3) Ungir com Óleo (1) Vaidade (3) Vaso (2) Velho (1) Verdade (30) Vergonha (3) Vestimentas (1) Vícios (6) Vida (39) Vincent Cheung (1) Vitória (5) Vontade (1) Votação (1) Yoga (1)

Comentários:

Mensagem do Dia

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

Postagens Populares

Bíblia OnLine - Leitura e Audio

Bíblia OnLine - Leitura e Audio
Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

Feed: Receba Atualizações Via Email

Coloque o seu endereço de email e receba atualizações e conteúdos exclusivos:

Cadastre seu E-mail.Obs.: Lembre-se de clicar no link de confirmação enviado ao seu e-mail.