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25 de jul. de 2011

O que fazer quando ficar deprimido? - Jay E. Adams



Talvez você nem queira ler este folheto. Quando se está deprimido, com certeza, não se tem
disposição para isso.
— De que adianta tentar mais alguma coisa?, pode-se perguntar. — No fim das contas, nada
adiantou.
Mas, antes de botá-lo de lado, deixe que eu diga claramente coisa que espero se grude em
você, mesmo que você o ponha de lado por um tempo; acho que isso vai lhe fazer querer pegá-lo de
novo para terminar de ler o que tenho a dizer. É o seguinte: o seu caso tem esperança; a sua depressão
pode ser derrotada, não somente agora, mas para sempre. Quero lhe ensinar neste panfleto como sair
da depressão e não cair mais nela. Se conseguir ler até o fim desse parágrafo vai ficar sabendo que
centenas de outras pessoas, deprimidas do mesmo jeito que você, descobriram que isso é possível. Se
conseguir ler o folheto até o fim vai ver que não vai ler nada complicado, que não leva muito tempo
para chegar lá e que nunca deixa de funcionar. A razão por que afirmo essas coisas com tanta ênfase é
que o jeito de derrotar a depressão que lhe descreverei não é meu, nem de nenhum outro homem, mas
é o jeito Deus.
É por isso que há esperança. Há esperança porque você pelo menos já chegou à conclusão de
que nenhum outro jeito funciona. Com o que concordo. Até este momento você não fez a coisa do
jeito de Deus; você não acha que já está na hora de levar em conta o que Ele tem a dizer?
— Qual é a isca? Pergunta você.
Se para você isca significa as condições para achar um jeito de sair de depressão, eu lhe direi
que são três:
1. Você tem que conhecer Deus pessoalmente antes de esperar que Ele lhe ajude.
2. O seu objetivo principal não pode ser jamais o alívio da depressão, mas o desejo de agradar
a Deus fazendo aquilo que Ele diz.
3. Você tem que fazer exatamente o que Ele diz, sem importar como você se sinta.
São essas as condições. Se você achava que isca significava que há outros fatores, só
revelados mais tarde, que amenizarão as minhas afirmativas iniciais eu lhe asseguro, então, que não
existem. A depressão pode ser derrotada pelas orientações de Deus e pelo poder que Ele concede pelo
Seu Espírito para capacitar àqueles que O conhecem a seguirem à Sua Palavra.
Aí você responde, com reserva e cautela:
— Tudo bem. Fale-me sobre isso. Eu estou interessado, mas não vou atiçar a minha esperança
tão cedo. Vou ouvir tudo o que você tem para dizer, mas não quero que as minhas esperanças
comecem a se elevar somente para depois despencarem estilhaçadas ao meu redor em uma ou duas
semanas. Isso dói demais. Elas já se levantaram antes somente para se destroçarem sempre e sempre.
Então vamos começar com uma dessas iscas ou, como prefere chamá-las, condições: que é que você
pretende ao ficar aí dizendo que eu tenho que conhecer Deus? Não entendo isso muito bem.
Acho bom que tenha feito essa pergunta logo no começo porque ela é básica. Todo o resto
depende dela. Você nunca pode usar Deus como se Ele fosse uma máquina para produzir aquilo que
você quer, nem pode fazer o que a Bíblia manda como se fosse uma técnica ou um truque para atingir
seus objetivos. Embora Deus, nas Escrituras, invoque princípios e métodos que, de fato, transformam
vidas, esses princípios, quando acionados por você, não entram mecanicamente em funcionamento
sem a bênção de Deus. Para que isso ocorra você tem que não estar brigado com Deus.
— Acho que ainda não entendo.
Certo, então deixe que eu explico. Eu e você, como todo ser humano nascido no mundo, à
exceção única de Jesus Cristo, nascemos pecadores. Nossos pais eram pecadores e só podiam gerar
pecadores. Os seus filhos, à sua semelhança, também nascem pecadores. A Bíblia ensina que “todos
pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Quando Deus diz “todos”, isso é exatamente2
o que Ele quer dizer. A demonstração disso você vê em tudo aquilo que lhe cerca; você nunca
encontrou ninguém perfeito. Mas é exatamente aí que está o problema, Deus é Deus Santo. Ele habita
na perfeita justiça, mas, por sermos pecadores, não estamos qualificados para habitar com Ele e
tornamo-nos Seus inimigos por não obedecermos aos Seus mandamentos. Ele disse: “Não dirás falso
testemunho”, mas nós mentimos; “Não furtarás”, mas não há entre nós quem não tenha roubado, a
começar pelos biscoitinhos da lata de biscoitos quando éramos somente crianças. Desobedecer
significa também que nos colocamos em perigo, porque Deus não apenas é Deus Santo, mas é também
o Justo Juiz das Suas criaturas. Ele decretou que devemos pagar pelos nossos pecados; mas é também
misericordioso e providenciou o perdão dos pecados em Cristo. Quem não teve os pecados perdoados
por Deus, não participará da glória eterna que Deus partilhará com os que chegaram a conhecê-lO. É
disso que eu falo.
— Mas, como se chega a conhecê-lO.
Pela fé em Seu Filho Jesus Cristo. É isso o que eu quero dizer. Por não podemos, por nós
mesmos, nos livrar dos nossos pecados Deus, em Sua misericórdia, providenciou o perdão enviando o
Seu Filho para morrer em lugar de pecadores culpados, recebendo em lugar deles o castigo que
mereciam por seus pecados. Quando reconhecem a situação do perigo que correm diante de Deus, se
arrependem verdadeiramente da vida de rebelião quem vêm levando e dependem somente da morte de
Jesus na cruz, Deus os livra (salva-os) do castigo eterno. Deus não os considera mais culpados por
seus pecados e os aceita como amigos. De agora em diante Ele não será apenas o Juiz deles, mas
também o seu amoroso Pai Celestial. Àqueles que vêm a conhecer a Deus assim, Deus cumpre e
guarda as promessas que revelou na Bíblia. Promessas que só pertencem a eles e a mais ninguém.
Você pode descobrir mais sobre isso através da leitura das seguintes passagens da Bíblia:
Efésios 2.8, 9; João 3.16; Romanos 4.4, 5. Se você ainda não consegue compreender isso, consulte a
pessoa que lhe entregou este folheto ou entre em contato com a instituição responsável pela veiculação
deste artigo.
Mas vamos considerar que você tenha posto a sua fé em Cristo e já conhece a Deus como o
Seu Salvador e Senhor e, apesar disso, continua atormentado pela depressão. Lembre-se de que eu
disse que conhecê-lO era uma das condições para derrotar a depressão; eu não disse que bastava
conhecê-lO para resolver o problema. Prossigamos, então, na análise da matéria.
Embora a depressão seja um problema terrivelmente esgotante e muito difundido tanto entre
os crentes quanto entre os que não conhecem a Deus, não é um problema difícil de resolver o tanto
quanto aparenta à primeira vista. O que você precisa reconhecer é que a depressão resulta de um
defeito no autocontrole e na autodisciplina. Uma das atividades do Espírito Santo de Deus é produzir
essa disciplina naqueles que, pela obediência fiel à Sua Palavra, buscam agradar a Deus fazendo
aquilo que Ele diz e não o que acham que deveriam fazer (cf. Gálatas 5.23). Esse é o cerne da questão.
— Bem, a coisa ainda está um tanto obscura para mim. Se você quer que eu entre nessa, vai
ter que detalhá-la com muito mais clareza.
Claro, eu só estava falando de modo genérico; antes de descer a pontos específicos queria que
você soubesse dos fatos básicos, na medida em que prosseguimos. Vamos, então, tocar no ponto
crucial da coisa, mostrando que donas de casa, sacerdotes e todos quantos devem definir e cumprir os
seus próprios horários são especialmente vulneráveis à depressão. Raramente sofrem de depressão
aqueles cujo trabalho diário seja rotineiro e cujos resultados foram planejados para que até ao meio-dia
devam ter produzido uma quantidade X de trabalho e até às 17h um outro tanto de X. Isso é porque o
trabalho deles não depende de AUTOcontrole e de AUTOdisciplina. Os outros é que os disciplinam e
controlam a sua produção. Por isso raramente deixam de conta do trabalho.
Por outro lado, para quem precisa aprender a controlar e a disciplinar a si mesmo, numa época
em que quase não se enfatiza a disciplina, muitas vezes tudo o que falta para se começar a cair em
desespero e depressão é passar por um revés que o seduza a desviar o foco para o próprio revés
levando-o a se esquecer das suas obrigações. Isso quebra a programação, faz com que deixe de
cumprir as sua tarefas — que vão se amontoando — e aí, nesse ponto, já terá descido direto pela
ladeira que leva à depressão. Misture numa mesma panela o revés (doença, decepção, a culpa de um
pecado inconfesso, etc.), a incapacidade de lidar com o revés do jeito de Deus, a tendência de ir atrás3
dos sentimentos em vez de correr atrás do prejuízo, e a disposição para se lamuriar em grupo (ou
choramingar funks tristes) e terá todos os ingredientes essenciais para preparar o pirão grosso de sabor
podre da depressão.
Deus nos construiu de um jeito que quando deixamos de cumprir corretamente as nossas
responsabilidades as nossas consciências disparam maus sentimentos. Se essas coisas não forem
bloqueadas logo no seu começo ela nos levarão, ao fim e ao cabo, à depressão. Davi via a depressão
como um sinal gracioso de Deus cuja intenção era conduzi-lo ao arrependimento e à mudança de
atitude ou comportamento (depois de haver pecado ele disse: “a tua mão pesava dia e noite sobre
mim” – Salmos 32.4). A culpa subjacente à depressão decorre da incapacidade de lidar com o
problema ou o revés do jeito de Deus; portanto, deixar de atender a esse aviso ou qualquer tentativa de
silenciá-lo por tratamentos de choque, uso de antidepressivos, bebidas alcoólicas, etc., é só mais um
fracasso que vem somar-se à culpa e aumentar a intensidade dos maus sentimentos que brotam dela. O
resultado é que a depressão cresce ciclicamente cada vez mais.
Um bom lugar para começarmos a considerar a solução de Deus para o fracasso fundamental
que está por trás da depressão é levar a sério as palavras do apóstolo Paulo em II Coríntios 4.8: “Em
tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados”. Houve muitas
vezes em que Paulo achou difícil enfrentar oposição e dificuldades; também houve circunstâncias em
que não sabia que atitude tomar. Ele foi afligido e ficou perplexo, mas não deprimido. Nessas horas de
provação, Deus o capacitou totalmente para lidar com cada uma dessas dificuldades sem cair em
desespero. Paulo passou por revezes, mas não deixou que o impedissem de continuar no curso objetivo
de uma ação que iria acontecer; não se desesperou nem desistiu dos trabalhos que sabia que Deus
queria que fizesse; sentia-se para baixo, mas não esgotado. A pessoa deprimida é aquela que ao sentirse para baixo, também estanca.
Agora, é vital que se compreenda a importante diferença que há entre ficar perplexo,
desapontado, triste, fisicamente fraco, ou até mesmo sentir-se para baixo por causa da culpa, e ficar
deprimido. Todos nós, à semelhança de Paulo, nos sentimos para baixo e todos nos entristecemos, às
vezes; todos ficamos desencorajados, mas isso não é depressão. A depressão nos pega quando não
conseguimos lidar com as tristezas, os desapontamentos, a perplexidade, a culpa ou a aflição física do
jeito de Deus. Ela ocorre sempre que deixamos que os maus sentimentos ligados a esses problemas
nos impeçam de cumprir os nossos deveres. Quando vamos atrás dos nossos sentimentos e deixamos
de cumprir as nossas obrigações para com e Deus e para com os nossos semelhantes tornamo-nos
culpados e isso faz a gente se sentir muito pior. Quando os sentimentos de culpa se somam aos maus
sentimentos que já nos assolam isso faz a gente se sentir muito pior e por isso menos prováveis de
realizarmos nosso trabalho. Se seguirmos os sentimentos crescentes de descontentamento — o que
sempre é mais fácil de fazer — vamos desencadear mais desses sentimentos, ad infinitum. Vê agora o
que eu pretendia quando disse que a depressão é cíclica?
— Sim, é realmente assim; ela só vai piorando cada vez mais.
Certo. Enquanto você continua a ir atrás dos seus sentimentos que lhe dizem que você “não
consegue” fazer aquilo que você sabe que devia estar fazendo e não faz, ocorre que você se enfia cada
vez mais no buraco da depressão, fazendo cada vez menos até que finalmente não faz mais nada senão
ficar jogado no sofá, empanturrando-se de doces e assistindo TV. Isso lhe parece familiar?
— Demais. Mas o que se pode fazer? Descrever o problema é uma coisa, resolvê-lo é outra.
Concordo, mas é importante ver com clareza como funciona essa dinâmica para que se adote a
solução acertada. Tenho observado que a depressão surge do fato de se tratar erradamente uma
situação em que você se sente mal. Os maus sentimentos podem se originar do seu próprio pecado ou
pelo fato de, depois de ficar prostrado com uma gripe por quatro dias, ter que voltar para o trabalho
acumulado na sua ausência e que você acha que não vai dar conta por ser bem maior do que o normal
e por você estar mais fraco do que sempre. Pode ser que tenha deixado de passar a roupa (— Olha só
que monte de roupas!) ou de corrigir as provas empilhadas na mesa (— Nunca vou conseguir corrigir
aquelas provas se não estiver mais disposto!). Sejam quais forem os aspectos específicos do problema,
uma coisa predomina: em vez de fazer aquilo que sabe que tem de fazer, quando passa o controle aos
sentimentos na esperança de que mais tarde tenha mais vontade de cumprir a obrigação temida, você
já deu alguns passos largos no caminho infeliz da depressão; então, a chave para se proteger da4
depressão é a seguinte: não vá atrás dos seus sentimentos quando sabe que tem uma responsabilidade a
cumprir. Em vez disso faça o que deve mesmo contra os sentimentos e quando o fizer, mesmo que no
início seja mecanicamente, faça-o simplesmente porque quer agradar a Deus e porque sabe que Ele
quer que você o faça, o seu sentimento muda com o tempo. Deus lhe dará a sensação de satisfação e
realização e grande entusiasmo por aquilo que antes temia. Você não deve esperar pela vontade de
fazer a coisa, pode ser que nunca venha a tê-la; nem deve tentar mudar os seus sentimentos
diretamente, você não pode fazer isso. Faça aquilo que você sabe que Deus quer que você faça,
TENDO OU NÃO VONTADE PARA ISSO, e com o tempo vai ocorrer, como efeito colateral, uma
mudança de sentimentos. Esse é o segredo para fazer descer pelo ralo a maré da depressão quando ela
começar a lhe afogar. Não há outro jeito.
— Você está dizendo que se eu fizer o que sei que Deus quer que eu faça, simplesmente para
O agradar, quer eu tenha ou não vontade, então Ele vai abençoar isso e fortalecer-me e finalmente até
mesmo modificar também os meus sentimentos?
É isso aí! Falando em termos simples, faça o seguinte: 1. Faça uma lista completa de todas
aquelas coisas que você sabe que está negligenciando só porque não tem vontade de fazê-las; 2.
Comece a fazê-las para agradar a Deus e àqueles que dependem de você (seu cônjuge, sua família, seu
chefe, seu parceiro de pensão, etc.). 3. Continue a fazê-las a despeito de como se sentir e quando
começar a ver a tarefa realizada vai passar a sentir uma mudança nos seus sentimentos. A maré foi
virada. Dona de casa: vá em frente, limpe a casa, comece a preparar de novo as refeições, levante-se
cedo para ver seu marido sair para trabalhar. Vendedor: saia do escritório, tire a lista de clientes da
gaveta, pegue o telefone e comece a agendar suas reuniões de contato. Daí, caia na estrada e vá atrás
deles até que estejam todos na sua carteira de clientes. O que tiver de ser feito, seja lá o que for e você
sabe o que é, parta para ação — não espere até ter mais vontade para o fazer. Não o largue até à hora
mais conveniente, o que tiver para fazer agora, faça. Não deixe mais uma hora passar.
Assim, depois de ter empurrado para lá a depressão, pense no futuro. Você pode continuar
livre da depressão no futuro exatamente do mesmo jeito que você saiu dela depois de ter resvalado no
seu poço: faça aquilo que Deus quer que seja feito mesmo nos períodos desanimados da sua vida,
QUER VOCÊ ESTEJA A FIM OU NÃO; e assegure-se de organizar a sua vida no futuro e de cumprir
o planejado a despeito de como se sentir. Busque a ajuda de algum pastor ou profissional, se não
souber como fazer um planejamento. Esse conselheiro também deve ter condições de monitorar por
um tempo o modo como você está cumprindo o planejado até que se acostume a viver de acordo com
ele. É um modo dessa pessoa lhe estimular “ao amor e às boas obras” (Hebreus 10.24). O próprio
Deus planeja e organiza-se; você, que foi criado à Sua imagem e semelhança, não pode abrir mão da
organização que o planejamento dá. Se você organizar bem a sua vida não terá tempo para lamúrias
em grupo, nem tempo para se pendurar a manhã toda no telefone com um velho amigo queixando-se
durante o cafezinho do quanto as coisas estão ruins, quando deveria estar fazendo o serviço de casa. O
cafezinho deve vir depois das tarefas domésticas, não em lugar delas.
Bem, é isso. Agora você sabe o que fazer para sair de depressão e o que fazer para se manter
fora dela. Deixe-me resumi-lo de novo com palavras um pouco diferentes:
1. Confesse o pecado de deixar de assumir as suas responsabilidades e outros pecados
quaisquer que tenha deixado de confessar;
2. Comece a fazer aquilo que Deus quer que você faça para O agradar, a despeito de estar ou
não a fim de fazê-lo;
3. Trate biblicamente de qualquer pecado específico que tenha originalmente desencadeado o
mau sentimento (que pode, contudo, não ter se originado no pecado);
4. Fuja dos festivais de lamúrias, de funks deprimentes e grupos de murmuração. Organize seu
trabalho e siga a sua agenda, não os seus sentimentos.


Copyright 1975 by Jay F. Adams - Fonte: http://www.peacemakers.net/unity/adepressed.htm
Tradução: Marcos Vasconcelos — junho/2005 — marcos.tradutor@gmail.com

6 Estratégias para Lutar Contra a Lascívia - John Piper


6 Estratégias para Lutar Contra a Lascívia
Estou pensando em homens e mulheres. Para os homens, isto é óbvio. A necessidade de lutar contra o bombardeamento de tentações visuais para nos fixarmos em imagens sexuais é urgente. Para as mulheres, isto é menos óbvio, porém tal necessidade se torna maior, se ampliamos o escopo da tentação de alimentar imagens ou fantasias de relacionamentos. Quando uso a palavra “lascívia”, estou me referindo principalmente à esfera dos pensamentos, imaginações e desejos que visualizam as coisas proibidas por Deus e freqüentemente nos levam a conduta sexual errada.
Não estou dizendo que o sexo é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Em seguida, apresentamos algumas estratégias para lutar contra desejos errados.
EVITAR — evite, tanto quanto for possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse “tanto quanto possível e sensato”, porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. E usei os termos “desejos impróprios” porque nem todos os desejos por sexo, alimento e família são maus. Sabemos quando tais desejos são impróprios, prejudiciais e estão se tornando escravizantes. Conhecemos nossas fraquezas e o que provoca tais desejos. Evitar é uma estratégia bíblica. “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça” ( 2 Tm 2.22). “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14).
NÃO — diga “não” a todo pensamento lascivo, no espaço de cinco segundos. E diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. “Em nome de Jesus: Não!” Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Seja resoluto e hostil. Como disse John Owen: “Mate o pecado, se não ele matará você”. Ataque-o imediatamente, com severidade. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).
VOLTAR — volte seus pensamentos forçosamente para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer “não” será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de “concupiscências do engano” (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. A Bíblia as chama de “paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. “Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro” (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. E tem de ser uma verdade gloriosa e um conhecimento formoso. Esta é razão por que escrevi o livro Vendo e Provando a Cristo (Seeing and Proving Christ — Crossway, 2001). Preciso de breves retratos de Cristo para me manter despertado, espiritualmente, para a sublime grandeza do Senhor Jesus. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito “não”.
MANTER — mantenha, com firmeza, a promessa e o deleite de Cristo em sua mente, até que expulsem a outra imagem. “Olhando firmemente para… Jesus” (Hb 12.2). Muitos fracassam neste ponto. Eles desistem logo. Dizem: “Tentei expulsar a fantasia, mas não deu certo”. Eu lhes pergunto: “Por quanto tempo fizeram isso?” Quanta rigidez exerceram em sua mente? Lembre: a mente é um músculo. Você pode flexioná-la com violência. Tome o reino de Deus por esforço (Mt 11.12). Seja brutal. Mantenha diante de seus olhos a promessa de Cristo. Agarre-a. Agarre-a! Não a deixe ir embora. Continue segurando-a. Por quanto tempo? Quanto for necessário. Lute! Por amor a Cristo, lute até vencer! Se uma porta automática estivesse para esmagar seu filho, você a seguraria com toda a sua força e gritaria por ajuda. E seguraria aquela porta… seguraria… seguraria… Jesus disse que muito mais está em jogo no hábito da lascívia (Mt 5.29).
APRECIAR — aprecie uma satisfação superior. Cultive as capacidades de obter prazer em Cristo. Uma das razões porque a lascívia reina em tantas pessoas é porque Cristo não lhes é muito cativante. Falhamos e somos enganados porque temos pouco deleite em Cristo. Não diga: “Esta conversa espiritual não é para mim”. Que passos você tem dado para despertar sua afeição por Cristo. Você tem lutado por encontrar gozo? Não seja fatalista. Você foi criado para valorizar a Cristo — de todo o coração — mais do que valoriza o sexo, o chocolate ou o açúcar. Se você tem pouco desejo por Cristo, os prazeres rivais triunfarão. Peça a Deus que lhe dê a satisfação que você não tem. “Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias” (Sl 90.14). E olhe…olhe… e continue olhando para Aquele que é a pessoa mais magnificente do universo, até que você o veja da maneira como Ele realmente é.
MOVER – mova-se da ociosidade e de outros comportamentos vulneráveis para uma atividade útil. A lascívia cresce rapidamente no jardim da ociosidade. Encontre algo útil para realizar, com todas as suas forças. “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11); “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58). Seja abundante em atividades. Faça alguma coisa: limpe um quarto, pregue uma tábua, escreva uma carta, conserte uma torneira. E faça tudo por amor a Jesus. Você foi criado para administrar e trabalhar. Cristo morreu para nos tornar zelosos “de boas obras” (Tt 2.14). Substitua as concupiscências e paixões enganosas por boas obras.
Pai de misericórdias, quão freqüentemente
Deixamos de lutar contra a lascívia.Temos abraçado o inimigo que faz guerra contra a nossa alma.Perdoa-nos, de acordo com tua promessa de serTardio em ira e abundante em misericórdia.Vem agora e dá-nos nova determinaçãoNovo poder e nova visão de tuasPromessas e de teu supremo valor.Sacia-nos de manhã com a tua benignidadeDestrói a raiz de nossa lascívia com um prazer superior.Em nome de Jesus, oramos. Amém.
(Artigo extraído do livro Penetrado pela Palavra, de John Piper)

4 Passos para Mortificar o Pecado - Sinclair Fergunson


4 Passos para Mortificar o Pecado1. Aprenda a reconhecer o pecado conforme ele realmente é.
Chame espada de espada! Chame o pecado de "imoralidade sexual”, ao invés de “Estou sendo um pouco tentado "; chame de ’impureza‘, e não de “eu estou lutando com pensamentos indevidos”; chame de "desejo mal o qual é idolatria”,  ao invés de “eu acho que preciso de ordenar minhas prioridades um pouco melhor."
2. Veja o pecado conforme ele realmente é na presença de Deus.
"Por estas coisas é que vem a ira de Deus" (Cl 3.6). Somos instruídos a arrastar nossas cobiças (ainda que seja chutando e gritando) para a cruz, para o Cristo que suportou em si a ira.
3. Reconheça a inconsistência de seu pecado.
Você se despiu do ’velho’ homem e se revestiu do "novo homem" (Col. 3.9-10). Você não é mais o ‘velho’ homem. A identidade que você tinha "em Adão" se foi.
4. Mate seu pecado (Cl 3.5).
É simples assim. Rejeite seu pecado; mate-o de “fome” e abandone-o. Você não pode "mortificar" o pecado sem a dor da morte. Não há outra maneira!

24 de jul. de 2011

Achando Cuidado na Calamidade do Orgulho Homossexual - John Piper



Achando Cuidado na Calamidade do Orgulho HomossexualPara aqueles que estão enredados na calamidade da normalização, celebração e institucionalização do comportamento homossexual, há fontes de ajuda. Hoje quero mencionar um conjunto dessas fontes.
Talvez a obra erudita mais categórica sobre homossexualidade e a Bíblia éThe Bible and Homossexual Practice (Abingdon, 2001), de Robert Gagnon. Educado em Dartmouth e Harvard Divity School, Gagnon ensina no Pittsburgh Theological Seminary.
Ele tem um website (www.robgagnon.net) com inúmeros links que podem ser proveitosos, especialmente no nível do que a Bíblia realmente ensina e por que esse ensino ainda é relevante hoje; mas também no nível de alguém sair pessoalmente de estilos de vida homossexual e lésbico.
Para lhe dar uma amostra do coração e mente de Gagnon, cito esta seção importante de seu livro:
Talvez o pior de tudo seja o conhecimento de que uma crítica rigorosa de relações sexuais de pessoas do mesmo sexo pode ter o efeito involuntário de trazer dor pessoal aos homossexuais, alguns dos quais já são propensos à auto-repugnância. Essa é a razão por que precisa ser enfaticamente afirmado que sentir impulsos homossexuais não torna alguém uma pessoa má.
Deploro tentativas de degradar a humanidade dos homossexuais. Quer alguém pense na imoralidade do comportamento homossexual, quer pense na odiosidade dos elementos envolvidos no lobby homossexual, os impulsos homossexuais compartilham com todos os outros impulsos pecaminosos a característica de ser um ataque ao “eu” ou ego interior que experimenta os impulsos (Rm 7.14-25). A pessoa embaraçada com tentação homossexual deve suscitar o nosso interesse, simpatia, ajuda e entendimento, e não a nossa zombaria ou inimizade.
Além disso, essa pessoa deve suscitar um sentimento de solidariedade no coração de todos os cristãos, visto que todos lutamos para conduzir apropriadamente nossas paixões eróticas. Um impulso homossexual, embora pecaminoso, não pode ser reputado como um pecado responsável na vida de uma pessoa, a menos que ela ceda ao impulso.
Assim, uma denúncia bem fundada do comportamento homossexual e de todas as outras tentativas de nutrir e justificar as paixões homossexuais não é e não dever ser entendida como uma denúncia daqueles que são vitimados por apelos homossexuais, visto que o alvo é resgatar o verdadeiro ego, criado á imagem de Deus, para uma vida plena (The Bible and Homossexual Practice, p. 31).

12 Razões para Abandonar a Pornografia - Michael McKinley



12 Razões para Abandonar a PornografiaSe você está procurando ajuda ou está em posição de ajudar alguém que está usando a pornografia, o livro de Tim Chester ”Fechando a Janela“ é muito útil. Nele, o autor oferece doze razões para abandonar a pornografia:
  1. Porque DESTRÓI a visão correta do sexo;
  2. Porque DESTRÓI a visão correta da mulher;
  3. Porque DESTRÓI a visão que a mulher tem de si mesma;
  4. A indústria pornográfica abusa da mulher;
  5. É um pecado contra sua esposa;
  6. DESTRÓI famílias;
  7. É escravizador;
  8. Corrói o seu caráter;
  9. Desperdiça seu tempo, energia e dinheiro;
  10. Enfraquece sua comunhão com Deus;
  11. Enfraquece seu serviço a Deus;
  12. A ira de Deus se dirige contra pessoas que fazem uso de pornografia.

Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros? - Mark Dever


Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?
Talvez a objeção contemporânea mais comum à evangelização seja esta: “Não é errado impor nossas crenças aos outros?”
Algumas pessoas não praticam a evangelização por acharem que estão se impondo aos outros. E pela maneira como a evangelização é freqüentemente realizada, posso entender a confusão! No entanto, quando compreendemos o que a Bíblia apresenta como evangelização, reconhecemos que evangelizar não é realmente uma questão de impor suas crenças.
É importante entender que a mensagem que você compartilha não é mera opinião, e sim um fato. Essa é a razão por que compartilhar o evangelho não pode ser chamado de imposição, assim como um piloto não pode impor a todos os passageiros a sua crença de que a pista de aterrissagem é esta e não aquela.
Além disso, as verdades do evangelho não lhe pertencem, no sentido de que se referem unicamente a você, ou à sua perspectiva, ou à sua experiência; ou no sentido de que você as descobriu. Quando você evangeliza, não está dizendo: “Isso é o que eu penso sobre Deus”; ou: “É assim que eu vejo as coisas”. Você está apresentando o evangelho de Cristo. Você não o inventou e não tem autoridade para alterá-lo.
Na evangelização bíblica, não impomos nada. De fato, não podemos fazer isso. De acordo com a Bíblia, evangelizar é apenas contar as boas-novas. Não é assegurar-nos de que a outra pessoa responderá corretamente ao evangelho. Gostaríamos de poder conseguir isso, mas, conforme a Bíblia, isso é algo que não podemos fazer. De acordo com a Bíblia, o fruto da evangelização vem de Deus. Como Paulo disse aos coríntios:
Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento (1 Co 3.5-7; cf. 2 co 3.5-6).
Lembro-me de que em certa ocasião, quando estava em Cambridge, conversei com Bilal, um amigo libanês muçulmano. Falamos sobre um de nossos amigos que era um muçulmano secular. Bilal desejava que nosso amigo abraçasse um estilo de vida islamita mais fiel. Eu queria que ele se tornasse um cristão. Condoíamo-nos juntos pela dificuldade de viver em meio à cultura secular britânica. Bilal comentou quão corrupto era o país cristão chamado Grã-Bretanha. Respondi que a Inglaterra não era um país cristão e que, de fato, não existe tal coisa como um país cristão. Aproveitando a oportunidade, ele disse que esse é o problema do cristianismo quando comparado ao islamismo. O cristianismo, ele disse, não provê respostas e diretrizes para todas as complexidades da vida real. Não tem um padrão social e político abrangente para oferecer à sociedade. Respondi que isso acontece porque o cristianismo retrata realisticamente a condição humana e o problema da situação humana. Ele me perguntou o que isso significava.
Disse-lhe que o islamismo tem um entendimento superficial dos problemas do homem porque ensina que nossos problemas são basicamente uma questão de comportamento. A solução para o nosso problema é apenas a vontade. Mas o cristianismo, eu disse, tem um entendimento mais profundo e mais acurado da situação do homem, um entendimento que inclui uma admissão franca da pecaminosidade humana como um agregado de ações más e como uma expressão de um coração mau que está em rebeldia contra Deus. O problema é a natureza do homem. Disse que o cristianismo não tem nada que Bilal reconheceria como um programa político abrangente porque não pensamos que nosso verdadeiro problema pode ser corrigido por poder político. Eu poderia colocar uma espada sobre a garganta de uma pessoa e torná-la um bom muçulmano, mas, disse-lhe, não posso tornar ninguém cristão servindo-me desse método.
A Bíblia apresenta o problema do homem como algo que não pode ser resolvido por força coerciva ou imposição. Portanto, tudo que posso fazer é apresentar as boas-novas com exatidão, viver uma vida de amor para com os incrédulos e rogar a Deus que os convença de seus pecados e lhes dê os dons de arrependimento e fé.
A verdadeira evangelização bíblica e cristã não envolve, por sua própria natureza, coerção, mas somente proclamação e amor. Devemos apresentar o evangelho gratuito a todos. Não podemos manipular ninguém para que o aceite. Os cristãos bíblicos sabem que não podem obrigar ninguém a receber a vida.

Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante - Jonathan Lememan


Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante
1 – É bíblico. Jesus estabeleceu a igreja local, e todos os apóstolos realizaram seu ministério por meio dela. A vida cristã no Novo Testamento é uma vida de igreja. Hoje os cristãos devem esperar e desejar o mesmo.
2 – A igreja é seus membros. No Novo Testamento, ser uma “igreja” é ser uma de seus membros (leia Atos dos Apóstolos). E você quer ser parte da igreja porque foi ela que Jesus veio buscar e reconciliar consigo mesmo.
3 – Ser membro da igreja é um pré-requisito para a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor é uma refeição para a igreja reunida, ou seja, para os membros (veja 1 Co 11.20, 33). E você quer participar da Ceia do Senhor. O ser membro de igreja é a “camisa” que torna o time da igreja visível ao mundo.
4 – É a maneira de representar oficialmente a Cristo. Ser membro de igreja é a afirmação da igreja a respeito do fato de que você é um cidadão do reino de Cristo e, por isso, um representante autorizado de Jesus diante das nações. E você quer ser um representante oficial de Jesus. Intimamente relacionado a isto…
5 – É a maneira como o crente declara sua mais elevada lealdade. O fato de que você pertence ao time que se torna visível quando você veste a “camisa” é um testemunho público de que sua mais elevada lealdade pertence a Jesus. Provações e perseguição podem surgir, mas suas únicas palavras são: “Pertenço a Jesus”.
6 – É a maneira de incorporar e experimentar figuras bíblicas. É na  estrutura de prestação de contas da igreja local que os cristãos vivenciam ou incorporam o que significa ser o “corpo de Cristo” , o “templo do Espírito”, a “família de Deus” e todas as outras metáforas bíblicas (veja 1 Co 12). E você quer experimentar a interconectividade do corpo de Cristo, a plenitude espiritual de seu templo, a segurança, a intimidade e a identidade comum da família de Deus.
7 – É a maneira de servir aos outros cristãos. Ser membro de igreja ajuda você a saber por quais cristãos, no planeta Terra, você é especificamente responsável para amar, servir, confortar e encorajar. Ser membro de igreja capacita você a cumprir suas responsabilidades bíblicas para com o corpo de Cristo (por exemplo, veja Ef 4.11-16; 25-32).
8 – É o meio de seguir os líderes cristãos. Ser membro de igreja ajuda-o a saber que líderes cristãos, no planeta Terra, você é chamado a seguir e obedecer. Também lhe permite cumprir sua responsabilidade bíblica para com eles (veja Hb 13.7, 17).
9 – Ser membro de igreja ajuda os líderes cristãos a liderar. Permite que eles saibam quais são, no planeta Terra, os cristãos pelos quais eles “hão de prestar contas” (At 20.28; 1 Pe 5.2).
10 – Ser membro de igreja capacita a disciplina eclesiástica. Dá a você o lugar prescrito biblicamente em que deve participar na obra de disciplina eclesiástica, de maneira responsável, sábia e amorosa (1 Co 5).
11 – Provê a estrutura para a vida cristã. Coloca a afirmação individual do cristão de “obedecer” e “seguir” a Jesus em um ambiente de vida real, no qual autoridade é realmente exercida sobre nós (veja Jo 14.15; 1 Jo 2.19; 4.20-21).
12 – Edifica um testemunho e convida as nações. Ser membro de igreja coloca o governo de Cristo em exibição para o mundo que nos observa (veja Mt 5.13; Jo 13.34-35; Ef 3.10; 1 Pe 2.9-12). Os próprios limites que são traçados ao redor do ser membro de igreja produz uma sociedade de pessoas que convida as nações a algo melhor.
Este artigo foi extraído do livro Church Membership: How the World Knows Who Represents Jesus, de Jonathan Leeman.

22 de jul. de 2011

Pastor Hernandes Dias Lopes - Apóstolo Paulo, o maior líder do Cristianismo




2 Timóteo da Bíblia.

1 Conjuro-te diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, pela sua vinda e pelo seu reino;
2 prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino.
3 Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos,
4 e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.
5 Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.
6 Quanto a mim, já estou sendo derramado como libação, e o tempo da minha partida está próximo.
7 Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.

As palavras finais de Paulo

9 Procura vir ter comigo breve;
10 pois Demas me abandonou, tendo amado o mundo presente, e foi para Tessalônica, Crescente para a Galácia, Tito para a Dalmácia;
11 só Lucas está comigo. Toma a Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
12 Quanto a Tíquico, enviei-o a Éfeso.
13 Quando vieres traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, especialmente os pergaminhos.
14 Alexandre, o latoeiro, me fez muito mal; o Senhor lhe retribuirá segundo as suas obras.
15 Tu também guarda-te dele; porque resistiu muito às nossas palavras.
16 Na minha primeira defesa ninguém me assistiu, antes todos me desampararam. Que isto não lhes seja imputado.
17 Mas o Senhor esteve ao meu lado e me fortaleceu, para que por mim fosse cumprida a pregação, e a ouvissem todos os gentios; e fiquei livre da boca do leão,
18 E o Senhor me livrará de toda má obra, e me levará salvo para o seu reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém.


20 de jul. de 2011

Um Verdadeiro Discípulo - Conferência 6 - (A Grandeza do Evangelho) - Paul Washer


Paul Washer expõe de forma contundente o contraste entre o Evangelho de Jesus Cristo e do apóstolo Paulo e a pregação dos nossos dias.


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O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa Deus de maneira pura, legítima e eterna. A.W.Tozer

"A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão." JOHN WESLEY"

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Alimentar-se da Palavra "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hebreus 4 : 12).Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29)Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalipse 1:3

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